O Foco define a Sorte

setembro 30, 2011

Tudo que vivemos é fruto de nossas escolhas, de nossa forma de ver a vida, das respostas que somos capazes de arquitetar. E todo o processo de construção de nossa realidade tem a ver com determinado ângulo de visão. Assim, o foco, a forma como enxergamos o mundo, faz o mundo que enxergamos.

Em O Foco Define a Sorte, Dulce Magalhães, Ph.D. em Filosofia pela Columbia University, nos convida a ajustar o foco para enxergar melhor como seguir em meio ao fluxo incessante de mudanças que a realidade produz. Somente pensando sobre o que nos move é que poderemos definir com precisão para onde a nossa vida seguirá.

No mundo atual tudo está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção, e o tempo, grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e que nenhuma ação está desconectada da fonte: é preciso transpirar uma nova realidade para poder vivenciá-la. E, enquanto não nos posicionarmos e não fizermos escolhas, viveremos no mundo que não escolhemos, nem desejamos.

 

 

Como nos contava o filósofo Heráclito “num mesmo rio você pisa e não pisa”. Assim, tudo está em constante e fluido movimento. A realidade é paradoxal. Nossa vida é a mesma, nós somos os mesmos, as pessoas e situações são conhecidas e, ao mesmo tempo tudo é novo, tudo é diferente, tudo é desconhecido. Melhor ainda, tudo é possível!

D u l c e M a g a l h ã e s

Este livro é uma reflexão sobre nossas atitudes perante a vida e os caminhos que escolhemos. É sobre a nossa dificuldade de compreender que somos os responsáveis por nossas escolhas, nossos rumos e, consequentemente, nossa sorte. Ao mesmo tempo que ilumina nossa mente para agir de forma mais consciente, ensina a aceitar e a usar os momentos difíceis do passado como um trampolim para os novos caminhos.

Dulce Magalhães nos chama para um passeio dentro de nossa alma para encontrar os objetivos que queremos alcançar e caminhar em direção a eles com a certeza de que a sorte se define pela nossa vontade.

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Por que o medo de se abrir para o novo?

setembro 28, 2011

Estamos reduzindo as possibilidades de nossa vida e limitando o potencial de nossa obra pela dificuldade de nos abrirmos verdadeiramente para o amplo horizonte do novo. Os padroes que formatam nosso olhar sobre a existência também criam uma cortina de fumaça que nos ilude e confunde nossas percepções. Estamos presos na caixa de tijolos e enxergamos o mundo pela estreita fenda de nossas crenças.

Einstein, novamente, nos ensina que “não é possível resolver os problemas com o mesmo nível de conciência que os criou”. É preciso transcender o estado do pensamento e a percepção que gerou determinada situacao ou relação e raciocinar em um estado mais amplo e, portanto, mais cheio de possibilidades. 

Alternativas sao meios ou métodos novos, ainda nao pensados. “Alter” quer dizer outro, algo que pode ser diferente, mas faz parte do mesmo contexto; e “nativo”, algo nato, próprio daquela experiência. Alternativas são caminhos diversos que seguem para o mesmo destino. Por vezes persistimos em um caminho cheio de dificuldades e barreiras que desaceleram ou até mesmo nos impedem de prosseguir por n˜åo sermos capazes de ver outros caminhos, trilhas ou desvios possíveis, as alternativas.

A forma como enxergamos a realidade é que a modela. Vivemos dentro dos limites de nosso olhar, de nossa percepcao. Cada um de nós modelou uma lente, uma forma de ver a realidade, ou o que a ciência chama de paradigma. Essa formatacao não é  a verdade, é apenas um modelo pessoal da verdade. Sendo assim, precisamos estar atentos à possibilidade de ver outras formas, outros modelos de mundo

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Um homem preso em uma caixa de tijolos

setembro 26, 2011

Tudo que ele via era a partir de uns tijolinhos tirados de sua frente: ele via um pedacinho de céu, um pedacinho de montanha e um pássaro que passava de vez em quando. Quando lhe perguntavam como era o mundo ele o descrevia desta forma. Na medida que ia conseguindo tirar mais tijolos de sua frente e via mais coisas, sua descrição do mundo também mudava, até que um dia, um grande terremoto abalou toda a região onde ele morava e os tijolos foram todos ao chão. O homem olhou ao redor e viu muita coisa que nunca tinha visto antes: lagos, animais, pessoas, povoados, plantas, flores, uma infinidade de coisas. Então, ele exclamou espantado: Como o mundo mudou!

 

Não é o mundo que muda, é o nosso olhar sobre ele que precisa se transformar, pois o mundo contém todas as possibilidades de vida que existem e, inclusive, as que ainda vamos descobrir. Mudar de mundo, verdadeiramente, é mudar de olhar.

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira

setembro 23, 2011

Qual a questão essencial da sociedade do conhecimento? – Uma educação sólida, de alta qualidade – dirá Paulo Nathanael Pereira de Souza, um dos maiores especialistas brasileiros no tema.

Em Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira, o autor tem por objetivo identificar as principais interfaces da crise, que afeta, de maneira avassaladora, o setor educacional brasileiro nos últimos trinta anos.

Não só as identifica como sugere mudanças de rota para minimizar os efeitos perversos dessa crise tanto para as gerações atuais como para o patrimônio escolar e cultural das vindouras.

Em três partes, a obra traça, de início, diagnósticos da crise a partir de modelos obsoletos de educação (popular ou elitizada), além de fornecer uma útil análise de países bem-sucedidos na educação de seu povo. A seguir, o leitor é brindado com artigos e excertos de várias épocas, que, ora reunidos, oferecem um claro histórico da luta do autor pela educação brasileira. Na terceira parte, Paulo Nathanael esclarece e sintetiza questões bastante atuais de educação e gestão, como estágios, Educação a Distância (EAD) e universidades corporativas.

Fonte: Trecho do Livro “Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira”, de Paulo Nathanael Pereira de Souza, Integrare Editora

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Novas exigências no trabalho

setembro 21, 2011

Cada vez mais se exigirá do trabalhador a clara compreensão das máquinas e tecnologias com as quais deverá conviver e operar daqui para a frente. Para tanto, só com muita escolaridade, e muito boa escolaridade. Acabou o tempo de o trabalhador valer-se apenas de seus braços e algumas horas de treinamento in service para ocupar um posto de trabalho, onde estaria a salvo de incertezas, até a chegada de sua aposentadoria. A partir de agora, o que vai determinar oportunidades profis­sionais é o preparo geral e específico do trabalhador no ramo em que atua ou em outro para o qual se recicle, preparo esse a ser continuamente atualizado em programas de educação permanente, sejam eles presenciais ou digitais. Daí que a atual onda de desemprego atinja de preferência os menos escolariza­dos ou aqueles sem qualquer nível de escolarização.

E não adianta pensar em criação de novos empregos para contratá‑los enquanto se não fizer um gigantesco programa de capacitação desses desescolarizados, que veem suas oportunida­des de trabalho se evaporarem a cada dia que passa. Com isso, os jovens não conseguem seu primeiro emprego, os adultos perdem os empregos que tinham, e a informalidade campeia no mercado.

Fonte: Trecho do Livro “Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira”,

de Paulo Nathanael Pereira de Souza, Integrare Editora

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Educação na atualidade (Novas exigências)

setembro 19, 2011

Na educação: urge que sejam reformulados radicalmente os objetivos e procedimentos da escola que aí está a fim de transformá-la num centro ativo de preparação dos alunos para a autodidaxia e a educação permanente. Há que diminuir a importância das lições formais que transmitem conhecimentos cediços e, não raro, defasados, para levar crianças e jovens a uma postura interativa com professores, livros, computadores e expe­riências extraescolares, a fim de que desenvolvam capacidades de autoaprendizagem, de organização e aplicação de informações, de gosto pela pesquisa, de postura crítica, de tomada de decisão e de ação empreendedora.

Dentro de uma sucessão de causas e efeitos se poderá afirmar que de uma boa educação vai depender o poder de competição do trabalhador e deste, sem dúvida, dependerá o sucesso nesta nova economia da informação.

Fonte: Trecho do Livro “Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira”, de Paulo Nathanael Pereira de Souza, Integrare Editora 

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Eu e minha timidez

setembro 16, 2011

Posso falar sobre timidez com autoridade — fui um menino que, quando brincava de Liga da Justiça, queria ser o Homem Invisível.

Nos primeiros anos do colégio, época em que as meninas e as espinhas aparecem ao mesmo tempo, eu sofri tanto com a timidez que muitas pessoas achavam que eu seria uma espécie de eremita urbano. Felizmente essa profecia não se realizou. É bem verdade que a maioria dos adolescentes apresenta algum grau de timidez, que desaparece no início da vida adulta, notadamente após os 20 anos, mas o meu era maior do que o de= meus colegas.

 Lembro de vários episódios em que a timidez me fez passar por maus bocados. Certa feita, eu e meus amigos estávamos impressionados com a beleza de uma garota nova na escola, mas ninguém tinha coragem de chegar perto. Até que aconteceu o improvável: um dia ela perguntou o meu nome. Logo o meu nome!

Juro que eu levei um tempo para lembrar como me chamava. E, quando falei, saiu aquela voz de adolescente, meio grossa, meio fina. Foi então que eu desejei ser tragado pela terra, por um poço negro e sem fundo. Ela, com toda a naturalidade, me perguntou se eu sabia como conseguir um livro, onde era a biblioteca, coisas assim. Era tudo o que ela queria — uma informação. Aí eu retomei o controle, porque sabia as respostas, mas depois fiquei horas pensando sobre o choque térmico provocado pela timidez. O frio glacial que se apoderou de meu coração quando ela falou comigo transformou-se em um calor infernal quando eu tive de responder.

Passado o susto, surgiu um calorzinho morno e aconchegante, em que eu me senti confortável, fora de perigo, ainda que me chamasse de idiota mil vezes. E a vida foi passando, entremeando embaraços com superações. No fundo, uma história comum.

A timidez é como uma barreira que nos afasta do mundo circundante, impedindo que nossos pensamentos e sentimentos sejam exteriorizados.

O tímido prefere não se expor porque teme desproporcionalmente a crítica, e o faz por dois motivos: se a crítica for severa, irá confirmar as suspeitas de sua inferioridade; se for favorável, colocará em cheque sua autocrítica. Portanto, não há saída.

Pode ser que a timidez não impeça a pessoa de se desenvolver, trabalhar, produzir e se realizar. Mas que prejudica a qualidade da vida, isso lá, prejudica. A vida é um processo de interação constante do indivíduo com o meio em que está inserto; quanto melhor for a qualidade dessa interação, maiores o conforto, a troca e o aprendizado. Qualquer barreira que isole a pessoa do convívio social provoca fissuras em seu desenvolvimento e compromete sua felicidade. Imagine viver em um pátio separado do resto da cidade por um muro alto, que impede a comunicação, apesar de não impedir que você perceba a vida que existe lá fora. Pois a timidez é esse muro.

Mas calma, nem tudo está perdido. Primeiro temos de saber que todas as pessoas têm algum muro. Pode ser mais alto ou mais baixo, mas não há quem não revele o desejo de que alguma coisa fosse diferente em si ou em sua relação com o mundo. Depois, é importante frisar que o tal muro pode ser retirado, ainda que com algum esforço. Com que ferramentas?

Veremos!

Fonte: Trecho do livro “Caminhos da Mudança”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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