O foco não é ter uma vida feita de coisas boas ou ruins. A vida é completa, portanto tem coisas boas e ruins! Por Gabriel Carneiro Costa

agosto 28, 2014

A ansiedade também é uma emoção temporal, porém no sentido inverso. Não ficamos ansiosos por algo que já aconteceu. Elevamos a ansiedade quando projetamos o futuro, seja de curto ou de longo prazo. E, geralmente, depois que o fato que nos preocupava passa, nos damos conta de que nem foi tão difícil. Os pontos se ligam e tudo passa a fazer sentido. Encontramos explicação e alinhamento com a nossa vida e voltamos a ficar tranquilos.

Por isso, sempre acreditei que é importante ter fé. Não me refiro a uma religião específica, mas à fé de que lá na frente tudo fará sentido.

 

Para todo novo ciclo que se encerra, um novo se abre. E é assim com tudo aquilo que julgamos perdido. Seja algo material ou até mesmo uma pessoa amada. Toda perda gera uma transformação. Seja com pouca ou com muita dor, nós nos obrigamos a mudar em algum aspecto. Um ciclo de convívio com um familiar que falece se encerra para abrir um novo formato de convívio na família. Um grande amor que acaba abre espaço para um novo estilo de vida. Uma perda significativa de dinheiro, ou de algo material, é a oportunidade para recomeçar de forma diferente.

Não quero aqui diminuir a dor das perdas. Muitas vezes carregamos essas dores por anos, para somente depois se tornarem saudade. Mas o fato é que em todas as perdas sempre há a oportunidade de ter um ganho, mesmo que só venhamos a reconhecer isso mais tarde.

  

O processo de autoconhecimento tem início, meio, mas não tem fim. E uma vida feliz não é uma vida sem problemas, mas sim uma vida em que temos capacidade de resolvê-los.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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Educar é assumir consequências! Por Içami Tiba

agosto 25, 2014

Os pais têm que ensinar o filho a assumir as consequências dos seus atos. Se um filho não sabia que não podia fazer, os pais têm que ensiná-lo e já combinar as consequências. Se o filho já sabia, e assim mesmo errou, está na hora de cobrar as consequências.

Não guardou o brinquedo com que brincou? Então, perde o brinquedo. Não escovou os dentes? Então, não pode ir dormir, nem brincar, nem ver televisão, nem jogar joguinhos eletrônicos, nem conversar com os pais – nem nada. Foi deitar escondido? Vai ter que acordar para escovar os dentes. Vai ter que ficar no banheiro com as portas abertas até escovar os dentes. Escovou? Então pode fazer o que quiser, desde que seja adequado para aquela hora.

A existência ou não das consequências depende muito mais do filho que cumpre ou não o seu compromisso. Se cumprir nada lhe acontece. Se não cumprir, é que as consequências aparecem.

As consequências a sofrer despertam a cidadania nas pessoas, isto é, deve-se fazer o que tem que ser feito mesmo que os pais não estejam presentes. Esse é o desenvolvimento do dever. Quem cumpre os seus deveres tem Alta Performance.

 

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Transforme sua habilidade de memorizar e aprender informações. Por Tony Buzan

agosto 21, 2014

Um dos aspectos de memória e aprendizado menos compreendidos ou valorizados é aquilo que você se lembra durante e imediatamente após aprender – isto é, o que você armazena durante o aprendizado e o que se lembra depois que o aprendizado acaba. Na verdade, entender sua “compreensão” e “incompreensão” é vital para fazer um uso otimizado de sua fantástica memória. Você também verá que, “memória” e “entendimento” não trabalham da mesma forma e que, você pode entender tudo sobre o assunto em que vai ser testado, mas é possível que não se lembre nem a metade de tudo isso.

Nem mesmo quando envelhecemos a memória piora. Esse é um pensamento falso. Não acredite também que, se você tem momentos em que lembrar de algo é um desafio, nunca mais será capaz de guardar alguma coisa em sua mente por muito tempo. Isso tem mais a ver com não dar tempo a si mesmo para parar e pensar e com métodos ruins de recordação.

 

Sua memória é, na verdade, muito efetiva, mas seu processo de recordação das informações pode não ser tão efetivo quanto você gostaria que fosse. Você precisa somente refinar a forma de acessar a informação armazenada em seu cérebro.

 

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Fonte: livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, por Tony Buzan. Integrare Editora

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Problemas do casal não são dos filhos! Por Içami Tiba

agosto 18, 2014

Quando os cônjuges se desentendem, separados ou não, não há motivos para envolver seus filhos. É falta de respeito aos filhos que nada tem a ver com isso. A verdade é o melhor caminho para a tranquilidade dos filhos. Se o pai não concorda com a ação da mãe, não deve expressar essa discordância na frente dos filhos. A tendência dos filhos é acharem-se culpados. Digam claramente que vocês têm de conversar entre vocês, caso os filhos se interessem em saber o que vocês devem ter demonstrado. Os pais são as referências das vidas dos filhos crianças. Tanto que para tudo o que fazem chamam a atenção dos pais e quando não, dão uma espiada para ver se os pais estão olhando. Se os pais querem que os filhos sejam felizes, não levem para eles problemas que eles não têm competência nenhuma para resolver.

O pai está com problema financeiro? A mãe está sobrecarregada no trabalho? Seja qual for a intenção, os pais não devem levar problemas pessoais aos filhos que não têm o que fazer. Mas não deixe de falar diretamente com os filhos o que percebem de problemático em cada um. Primeiro fale separadamente com o interessado. Caso não resolva, podemos todos ajudar, lembrando a ele que está fazendo outra vez o que já está combinado que não deve fazer. As crianças têm memória curta e no embalo do entusiasmo com as brincadeiras, podem fazer o que já sabem que não deveriam fazer.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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É preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração! Por Sidnei Oliveira

agosto 14, 2014

Outra coisa que passa despercebida pelo jovem é que agora também temos de administrar nossa “vida digital”.

Grande parte das pessoas assumem suas vidas digitais ignorando consequências reais, acreditando estar agindo anonimamente. Esse é um grande engano, pois é justamente no mundo virtual que se deixa o maior número de rastros de seus comportamentos. Nele, os relacionamentos atingem um grau de complexidade tão grande que somente por meio das redes é possível dar conta de tantos contatos. Todos querem se conhecer, ou, pelo menos, manter uma fina camada superficial de conexão que permita se atualizar sobre a vida dos outros, ou seja, está decretado o fim da privacidade total. Qualquer pessoa hoje tem aspectos de sua vida publicada na internet, seja no perfil pessoal na rede social ou no perfil de algum conhecido.

Claro que há grandes benefícios, mas devemos lembrar que a internet é apenas uma ferramenta para alcançá‐los, portanto, devemos ter o controle sobre o seu uso. Quando perdemos esse controle, criamos uma realidade distorcida, com consequências muito intensas em nossas vidas.

Devemos nos manter ligados às novas tecnologias, sim, mas temos que nos lembrar que precisamos nos conectar com pessoas e não com ferramentas, por isso, é preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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O pai também é responsável! Por Içami Tiba

agosto 11, 2014

Em geral, o pai tem mais condições de estabelecer autoridade para que a disciplina familiar seja mantida, porque a maioria dos homens tem a tendência de proteger mais a mãe (sua fêmea) que os filhos. Por essa razão, os filhos também se ligam mais à mãe, entrando, assim, em rivalidade com o pai, para quem os filhos passariam a ser um “estorvo”. É o complexo de Édipo. Levado a extremos, é como se o filho quisesse eliminar o pai para ficar com a mãe. Na mitologia grega, Laio mandou matar todos os seus filhos do sexo masculino, seus possíveis futuros rivais. Mas um deles sobreviveu, Édipo, e cumpriu seu destino trágico: matou o pai e casou-se com a mãe, Jocasta. Desta história arquetípica, Freud tirou o complexo de Édipo.

O jurássico macho nem sabia que era ele que engravidava a fêmea. Mas seu foco de atenção e desejo de proteção era a sua fêmea. Num conflito familiar, quando um macho briga com os filhos, estes recebem proteção da mãe. Ninguém mexe com meus filhos, nem que seja o próprio pai, pensa ela. Mas se os filhos brigam com a mãe, esta recebe a proteção do marido. ninguém mexe com minha mulher, nem que sejam meus próprios filhos, pensa ele.

Atualmente, com a perda da autoridade paterna, os filhos é que se tornam implacáveis com os pais. Quando um pai tenta impor disciplina, negando algo para o filho acostumado a ter tudo da mãe, este vê no pai um empecilho e tenta “eliminá-lo”.

 

De modo geral, quando o pai aplica um castigo, a mãe procura abrandá-lo. Desta falta de coerência entre o casal pode surgir o filho folgado que vai se aliar a quem lhe interessar. Um folgado não se rege pela disciplina, mas sim pelo que lhe convém. O folgado sempre delata o irmão naquilo que um dos pais reprova mas conta de si aquilo que um deles aprova. Os pais acabam tomando medidas injustas se levarem em conta somente o folgado.

Durante muito tempo, a psicanálise culpou apenas a mãe. E não poderia ser diferente: no tempo de Freud, quem realmente cuidava das crianças era a mulher. Mas hoje aquele furor antimaterno pode ser dividido entre as duas figuras que compõem o casal.

Na minha experiência, os casos mais complicados de delinquência ou dependência de drogas recebem uma contribuição enorme da falta de ação do pai. Em última instância, o pai ainda é o grande controlador. Quem dá a palavra final – sim ou não, paga ou não – é o pai.

No caso das drogas, acontece o mesmo: o filho não respeita o próprio limite e vai abusando até perder o controle, porque a droga tem uma ação química própria dentro do organismo, independentemente da cultura, educação, raça, cor e sexo. Quando falha o “grande controlador”, que é a família, representada pela figura do pai, os abusos começam a acontecer. E, quando um abuso é bem-sucedido, ele se estende para o âmbito social, por meio da delinquência e da compulsão pelas drogas.

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Não dá para mudar sem muda! Por Dulce Magalhães

agosto 7, 2014

A VIDA É UM BEM PRECIOSO, mas morrer não é um fracasso. Aliás, é preciso aprender a deixar morrer tudo o que não contribui mais para a vida plena. Pensamentos, lembranças, hábitos, atitudes, formas de relacionamento, métodos, manias, certezas, enfim, há uma infinidade de coisas que depois de vividas devem simplesmente seguir o curso natural e sair de nossas vidas. Aquilo que habitualmente chamamos de desapego.

Mudar de ideia não quer dizer estar errado e, portanto, estar se retratando, mas ter avançado na percepção. Mudar é ver e sentir diferente aquilo que se apresenta a

cada instante. Como todo instante é novo, deveríamos ser capazes de continuamente fluir na mudança. Se a única constante é a mudança, como já nos afirmava Heráclito de Éfeso, em 500 a.C., então mudar é parte integrante da realidade de cada instante.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães. Integrare Editora.

 

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