Quatro indicadores de um líder sábio, por Ken O’Donnell

maio 29, 2013

Considerando que o líder já tenha as aptidões e a competência necessárias para seu trabalho, por experiência própria eu diria que há quatro indicadores principais que mostrarão se ele é sábio e também consciente:

 

» Capacidade de adaptação.

» Busca por um propósito maior.

» Habilidade de cultivar pessoas e situações.

» Humildade.

 

• Capacidade de adaptação:

Um dos grandes sinais de verdadeira sabedoria prática é a habilidade de fazer ajustes imediatos, de acordo com as circunstâncias. É fácil ser sábio depois que as coisas acontecem.

            “Eu deveria ter feito isso, eu deveria ter falado de tal jeito.” “Eu teria me saído melhor se tivesse feito aquilo.” “Da próxima vez, me sairei bem.”

            É muito mais difícil estar preparado de antemão e ter um estado de espírito leve e calmo que possa fluir com os acontecimentos. Isso não quer dizer que não devemos planejar atingir os melhores resultados possíveis. Liderança sábia significa que nós realmente tentamos o melhor e estamos preparados para qualquer eventualidade.

 

• Busca por um propósito maior

Todas as pessoas sábias são movidas por um propósito maior, algo que vai além da necessidade individual do ego de afirmar-se em um mundo de outros egos e das reações superficiais a situações compreendidas superficialmente. Com uma conexão mais profunda com nosso eu interior, nós nos enraizamos mais firmemente em nossos princípios inatos. A expressão desses princípios é nosso propósito maior – nossa razão mais profunda de estarmos aqui e fazermos o que fazemos. A expressão desse propósito em nossas vidas é nossa visão do que é possível. Sem ela, provavelmente não descobriremos os meios para nos tornar o melhor que pudermos ser. Não teremos controle das dimensões físicas, emocionais, mentais e espirituais de nossa existência que são necessárias para trazê-lo para fora. Ambas as conexões – interna e externa – são necessárias para ter uma vida plena.

 

• Habilidade de cultivar pessoas e situações

Líderes, como estimuladores, procuram conscientemente fazer aflorar o que há de melhor naqueles que eles lideram, enquanto encorajam sua manifestação e seu crescimento pessoal com o objetivo de construir um verdadeiro senso de comunidade. Tudo isso é feito sem nunca perder de vista os resultados exigidos nos negócios. Estimular a liderança é, dessa maneira, a total antítese da mentalidade “comando e controle”. Isso requer daqueles que estão no comando refletir mais sobre como respeitar, confiar e inspirar pessoas ao se dirigir a elas.

 

• Humildade

Apesar da ausência de ênfase na humildade durante a preparação formal de futuros líderes, parece haver um consenso de que ela é um elemento essencial para ganhar corações e mentes daqueles que se espera venham a segui-los.

            Líderes são instados a compreender a condição humana, incluindo a própria. Devem se conhecer profundamente e usar esse autoconhecimento para compreender os outros e ser compassivos no modo de tratá-los. A questão óbvia é como construir essas características em pessoas que anseiam ser líderes.

 

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Fonte: livro “O Espírito do líder 1 – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Pai rico, filho nobre, neto pobre. Por Içami Tiba

maio 27, 2013

Pais que venceram na vida cometem um erro fundamental na educação dos filhos, quando os tratam como se fossem ricos também, fazendo deles nobres.

            Uma vez que os filhos posam como se fossem ricos, tal qual os pais, ficam muito abusados, sentem-se detentores de grande autoridade e poder, mas na verdade não passam de posseiros numa área que não lhes pertence. Os pais fazem questão de que recebam educação e refinamento.

            Foi o que lhes faltou quando estavam ocupados demais em trabalhar para constituir seu patrimônio. Portanto, a nobreza é o complemento da riqueza, ou seja, os pais se realizam por meio do filho nessa complementação.

            E o filho, que não conquistou nada, apenas recebe dos pais a seguinte mensagem: “Para você, basta ser nobre, ter do bom e do melhor”.

            Porém, não adianta o jovem receber um diploma de médico, se não cursou uma faculdade. Da mesma forma, não adianta receber um título de nobreza, se não o conquistou, porque os nobres também têm despesas. Alguém vai ter de sustentar o seu luxo. Se, na educação, os pais transmitirem ao filho a noção de que lhe cabe usufruir a nobreza, ele não estará nem um pouco preparado para se sustentar. E, muito provavelmente, nem chegue a se preocupar com isso. Continuará vivendo na nobreza à custa do pai vivo, ou, caso este esteja morto, à custa da herança, até liquidar o último centavo.

            Não é obrigatório que o filho de rico seja sempre nobre.

            Basta que os pais estabeleçam com a criança uma relação custo/benefício, nos critérios do próprio filho, quer dizer, o filho vai ter de arcar com as consequências de tudo o que fizer.

 

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Fonte: livro “Seja Feliz, Meu Filho”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O risco de viver! Por Eugenio Mussak

maio 24, 2013

Numa primeira análise, a vida da maioria de nós — mortais comuns que trabalham em escritórios, empresas e consultórios — parece ter pouco que ver com histórias fantásticas como a de Moby Dick. Mas há semelhanças, sim, guardadas as proporções. Independentemente do que você faça, assuma seus riscos. Se você não tiver medo deles, poderá ter problemas; se não tiver coragem, também.

            O dia a dia do cidadão que pega trânsito, faz negócios, participa de reuniões, fala em público, faz entrevista de emprego e enfrenta chefe nervoso é, sim, cheio de pequenos “riscos”. E esses riscos, às vezes, surgem simultaneamente e se acumulam, como em uma poupança de desafios que não desaparecerão enquanto não forem enfrentados.

            Ninguém tem sucessos sem enfrentar desafios: só petisca quem se arrisca. Mas aprenda com os heróis mitológicos. Prometeu roubou o fogo dos deuses e, por isso, foi condenado a ter seu fígado eternamente comido por abutres. Ícaro foi imprudente e voou perto do Sol com suas asas de penas e cera; a cera derreteu com o calor solar e Ícaro caiu. Belorofonte, montado em Pégaso, matou a Quimera e voou até as proximidades do Olimpo para se exibir; Zeus se enraiveceu com a insolência, assustou Pégaso e derrubou o herói, que passou a vagar coxo e em desgraça.

            O que essas passagens da mitologia grega têm em comum? Todas recomendam duas coisas: assuma o risco, mas prepare-se para ele. Não exceda os limites. Vá em frente, mas seja prudente. Camões garante, em Os lusíadas, que os deuses compreensivos ajudaram Vasco da Gama a chegar às Índias e a voltar para casa, com direito a uma paradinha na Ilha dos Prazeres, mas não sem quase morrer algumas vezes. As divindades mitológicas gostam dos ousados, mas não toleram os imprudentes.

            É assim até hoje. No mercado de capitais — uma espécie de divindade moderna —, os investimentos mais rentáveis são os que oferecem mais risco. Bancos “generosos” fecharam as portas de repente, deixando muitos clientes no prejuízo.

            Esses são sinais de que devemos nos abster de arriscar? É claro que não. São avisos de que riscos devem ser tomados à vontade, desde que minimizados pela prudência. Essa é, aliás, uma dobradinha poderosa. Em Mar português, um de seus poemas mais famosos, Fernando Pessoa recomenda o risco calculado quando lembra que Deus deu ao mar perigos e abismos, mas nele é que espelhou o céu. Navegue, sim, mas com precisão.

 

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Fonte: livro “Caminhos da Mudança”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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“Somos os responsáveis por provocar a mudança daquilo que queremos ver em nossa vida” Por Gabriel Carneiro Costa

maio 22, 2013

Conseguir se divertir, se soltar e vivenciar momentos de prazer exige treino. Ser feliz no casamento, na relação com os filhos, no círculo de amizades igualmente requer prática.

            Há quem já venha ao mundo com certas habilidades sociais, e esse processo se torna mais simples e rápido. Ainda assim, em determinado momento da vida precisou aprender um hábito. Formar uma boa rede de amizades e ter um bom diálogo nas relações íntimas são ações cognitivas. Todos nós temos a capacidade de ser bons nisso, basta querermos e entendermos que, assim como na vida profissional, isso exigirá dedicação.

            Nesse processo evolutivo, duas palavras têm alta relevância: sequência e frequência.

            Sequência é a capacidade que temos de valorizar cada pequeno passo e dessa forma nos sentirmos andando. Tão importante como saber quanto falta é saber quanto já se andou. A capacidade de sequência não nos permite a zona de conforto e, ao mesmo tempo, amplia a consciência sobre o fato de que sempre há um caminho a ser percorrido.

            Frequência é a disciplina de que precisamos para evoluir em algum aspecto da vida. É o ato repetitivo de ensaiar, treinar e evoluir. É entender que a mudança não se dá em um fato único, e sim no conjunto de mudanças pequenas e cotidianas. É o exercício de lembrar que tal atividade precisa ser realizada em prol de uma vida melhor.

Essas duas palavras — sequência e frequência — estão sob o nosso domínio, por isso estão ligadas ao jogo interno. Ninguém pode nos propiciar sequência e frequência.

 

“Somos os responsáveis por provocar a mudança daquilo que queremos ver em nossa vida.”

 

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Fonte: livro “O encantador de Pessoas – Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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Como lidar com filhos distraídos e hiperativos? Por Içami Tiba

maio 20, 2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Filhos com dificuldade de digerir informações não devem estudar sozinhos no quarto porque podem distrair-se facilmente com qualquer outra atividade. E, em geral, é isso o que os pais pedem ao distraído: que fique isolado no quarto para se concentrar.

            O melhor é colocá-lo perto de alguém que o auxilie, pai, mãe ou outra pessoa qualquer que assuma o papel de ouvinte ou mesmo de aluno dessa criança. O distraído tem de ler em voz alta e explicar o que acabou de ler.

 

O fato de ler em voz alta já obriga o cérebro a transformar símbolos visuais em sons articulados. É o início da concentração.

 

Muitos pais estão preocupados com o fato de seus filhos serem hiperativos, possuírem déficit de atenção, necessitando de um cuidado médico-psicológico especial. O que tenho observado é que a maioria dessas crianças são, na verdade, mal-educadas, apesar de bem-criadas.

            Criar uma criança é fácil, basta satisfazer-lhe as vontades. Educar é mais trabalhoso. Trata-se de prepará-la para viver saudavelmente em sociedade, o que significa que não basta ser inteligente, a criança precisa ter ética. Quando atendemos a todas as vontades dos nossos filhos, estamos criando um animalzinho, pois pertence ao comportamento animal fazer tudo que deseja, fugir quando tem medo, dormir quando tem sono, comer quando tem fome e assim por diante.

A criança tem de ser educada para saber o que deve e pode comer, como e quando; a que horas deve dormir e acordar etc. O mesmo deve ocorrer com as demais atividades. Uma criança fala por meio de suas atividades mais do que por meio das palavras que pronuncia. As crianças são naturalmente ativas. É a má educação que provoca uma “diarréia” de ações. Elas vão realizando diversas atividades sem digerir as idéias e os valores nelas envolvidos – e tudo isso acarreta um grande desgaste para sua formação. Desta maneira, não está ocorrendo uma construção da personalidade.

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Mídias sociais + Responsabilidade social, por David Jones

maio 17, 2013

A meu ver, mídias sociais e responsabilidade social não são temas distintos – na realidade, eles estão totalmente interligados. Na próxima década, as empresas com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar muito do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos.

O risco de ser uma das empresas punidas pelos consumidores com poder de decisão, por não agir corretamente, supera de longe as desvantagens de mudar e ser uma empresa melhor. Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência.

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. A conduta socialmente responsável vai tornar a minha empresa mais bem-sucedida e lucrativa? Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas também? Estou convencido de que sim. As mídias sociais atribuíram enorme poder de decisão às pessoas. E acredito que as pessoas são fundamentalmente boas e vão usar esse poder para tornar o mundo um lugar melhor.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Caminhos para uma consciência mais elevada, de Ken O’Donnell

maio 15, 2013

Como uma energia, a alma tem dentro de si qualidades que são tanto masculinas quanto femininas. Apesar de a alma ser, sem dúvida, afetada pelo sexo de seu corpo na forma de condicionamentos e influências sociais, esses aspectos são relativamente superficiais. O eu verdadeiro não tem gênero.

 

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          As duas palavras mais comuns na maioria das línguas são, provavelmente, eu e meu. Nossos mundos pessoais giram quase exclusivamente ao redor delas. É preciso entender suas implicações mais profundas se quisermos delinear novamente nossos limites.

          Normalmente, uso a palavra meu para referir-me a todas as coisas que não são eu — minha mão, meu rosto, minha perna ou até meu cérebro, minha mente, minha personalidade, e assim por diante. Da próxima vez que eu disser minha alma, talvez me lembre de que realmente não posso dizer minha alma, pois eu sou uma alma. A diferença entre eu e meu é a mesma que existe entre alma e corpo.

 

Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Como falar com os seus filhos sobre Educação Sexual? Por Içami Tiba

maio 13, 2013

Ela deve começar cedo. As crianças estão mais espertas e têm acesso a todo tipo de informação sexual. A curiosidade é natural. Saber como as pessoas enfrentaram certas situações pode apontar uma luz, trazer conhecimento, aumentar o repertório pessoal e fazer refletir. É natural, portanto, que as crianças demonstrem curiosidade e procurem esclarecer as dúvidas com as pessoas em que mais confiam: o pai e a mãe. Logo, não dá para escapar: mais dia, menos dia, o assunto entrará em pauta.

 

Não existe idade certa para falar de sexo com os filhos,

e sim o momento adequado.

           

            A conversa deve acontecer sempre que surgir uma oportunidade. Diante da televisão, por exemplo. É comum a criança corer pela sala enquanto os pais assistem a uma novela, até que aparece uma cena de sexo e ela pára diante da imagem. É a hora de a mãe e o pai dizerem que aquilo é natural entre gente grande; não podem simplesmente mudar de canal. Nem essa censura nem a repressão funcionam.

            “Meu filho não se abre comigo” é uma queixa comum dos pais fechados. Sem perceberem, eles fogem de determinados assuntos e esperam que os filhos os procurem para conversar com eles a respeito. O clima de confiança precisa ser estabelecido desde cedo.

 

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Desabafo de mãe! Por Natércia Tiba

maio 10, 2013

 

Nos atendimentos familiares, um dos pontos mais importantes tem sido mostrar aos filhos que os pais são humanos, erram, ficam nervosos, sobrecarregados e explodem também. Parece que a maioria dos filhos de hoje precisa de um wake up call: “Ei, tem alguém aqui! Eu, sua mãe (ou pai), existo!”

            Os filhos não são também responsáveis pelos pais que somos? Claro que sim! O nível de responsabilidade é muito diferente. Nós apresentamos o mundo aos filhos, passamos a eles os valores básicos. Muitas vezes cobramos atitudes que esquecemos que eles não nascem sabendo, que somos nós que ensinamos… mas chega um momento em que precisamos cobrar deles também. Cobrar na medida do que eles podem oferecer, cobrar pelas responsabilidades que são capazes de assumir.

          Há algo que desde o começo precisamos ensinar e cobrar: os filhos precisam ver que numa relação há sempre alguém do outro lado. Alguém que durante muitos e muitos anos costumamos ser nós, os pais (e irmãos e também os avós).

            Devemos sim oferecer a eles o que precisam para se desenvolver, mas ao mesmo tempo precisam abrir mão do que querem por algo maior, pelos relacionamentos, pelo bem-estar familiar, pelo bem-estar dos pais.

          Os pais aprendem a ser pais e os filhos aprendem a ser filhos, mas antes de tudo somos humanos, e como tal nos relacionamos, nada somos sem o outro. O eu que atropela o nós pode se sentir bem em curto prazo, mas, na vida, o conforto, o amor, o cuidado e um enorme prazer residem no estar-com-o-outro e não com outro que nos serve, mas com outro que existe para nós com a mesma importância com que existimos para ele. Reciprocidade faz parte da educação e é necessária para o bem-estar individual, familiar e social.

 

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Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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Aprenda a duvidar! Por Dulce Magalhães

maio 8, 2013

Para superar uma resistência à mudança é preciso começar a duvidar das certezas e formular novas perguntas. Naturalmente, isso também não será suficiente. Em alguns casos você, inclusive, já chegou a esse ponto.

            O nó da questão está no passo seguinte, isto é, aceitar os novos modelos de mundo e acreditar que você é capaz de vivenciá‐los. Por vezes percebemos que as mudanças são possíveis adotando determinadas práticas ou métodos, mas nos sentimos incapazes de adotá‐los, como se aquilo só fosse possível para os outros.

            Se isso ocorrer, duvide de sua dúvida. Isso parece engraçado, mas é muito sério e de alto impacto. Nosso cérebro funciona a partir de nossos estímulos e vai confirmar todas as nossas certezas e percorrer caminhos para buscar respostas para todas as nossas dúvidas, até que a pergunta seja resolvida. Se duvidarmos de nós mesmos, o cérebro usará todo o seu potencial para encontrar respostas desmobilizadoras na direção a que a dúvida conduz. Em vez de nos perguntarmos: “Será que sou capaz?”, devemos formular a pergunta: “Como ser capaz?”

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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