Qual aspecto da vida passada não queremos mais repetir ou experimentar? Por Gabriel Carneiro Costa

junho 28, 2013

Raiva é um sentimento diferente de ódio. A parte que me agrada na raiva é que ela é composta de muita energia. Sentimentos como medo e tristeza, comumente observados em momentos de insatisfação e desejo de mudança, emanam baixa energia e costumam paralisar.

            Já a raiva provoca ação. A raiva move. É lógico que muitas vezes ela move para uma ação inadequada, mas esse é outro ponto, em que analisaremos a ação em si.

 

A raiva, como sentimento isolado, pode ser positiva porque realmente leva as pessoas a fazer alguma coisa.

 

E, para garantir que a ação seja positiva, é importante equilibrá-la com o prazer. O desejo de busca do prazer (e da satisfação) também move. Nós nos esforçamos para alcançar momentos de prazer e um estilo de vida mais satisfatório, e focar nesses desejos nos mantém conectados com um plano de ação.

            A forma interessante de equilibrar esses dois sentimentos é criar referências temporais. Raiva de algo no passado e prazer por algo no futuro.

            No momento da mudança, é importante lembrar qual aspecto da vida passada não queremos mais repetir ou experimentar. E, nessa visão, despertar a raiva pode ser uma ótima pólvora para o início de uma transformação.

            Paralelamente a isso, é muito importante saber que prazer buscamos. Qual é a vida satisfatória que queremos ter no lugar daquela que gera raiva. Trabalhar apenas a insatisfação passada nos leva a mudar, mas não garante que nos levará, de fato, para um lugar melhor. Já trabalhar apenas a satisfação futura pode gerar baixa energia e acabar nos deixando em uma zona de conforto com a justificativa de que a vida atual não está de todo ruim.

 

Imagem

 

Saiba mais sobre o livro!

 

Anúncios

Do “falar com” ao “saber ouvir”. Por David Jones

junho 26, 2013

Embora gerar uma mídia conquistada se refira geralmente ao envio de uma mensagem, o poder das mídias sociais para receber mensagens não deve ser subestimado.

Ao receber conselhos sobre como ser um bom gerente de contas, ouvi o seguinte de um dos meus primeiros chefes: “David, você tem dois ouvidos e uma boca, e deve usá-los nessa proporção”. Eu provavelmente não segui esse conselho em vários momentos da minha carreira, mas se é um excelente conselho para a carreira, é melhor ainda para o mundo das mídias sociais.

Para aqueles que não sabem exatamente como agir e interagir com as mídias sociais, um conselho é saber ouvir. É grátis, fácil e seguro. A marca social entende que é fundamental afastar-se do hábito de falar para os consumidores e começar a ouvi-los de fato.

Imagem

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!


Ausência dos pais: a ausência física não se compensa com presentes nem com permissividade! Por Içami Tiba

junho 24, 2013

O que tem atrapalhado bastante a educação dos filhos é a tentativa de os pais compensarem suas ausências através de hipersolicitude para atender os desejos mais inadequados, colocando os filhos como cobradores dos seus sentimentos de culpa.

            Esse sentimento que ataca fortemente as mães não afetava muito os pais. Era comum o que acontecia com muitas famílias, cujo pai migrava em busca de trabalho. Não raro, esse pai se transformava em ex-pai. Praticamente não existe ex-mãe.

            Tais compensações distorcem a educação, pois os pais, no afã de agradar os filhos, comportam-se inadequadamente, aceitando dos filhos o que não aceitariam de ninguém. Assim, os pais perdem a autoridade educativa sobre os filhos, gerando indisciplina em casa, prejudicando suas formações.

            Os filhos, sem métodos nem regras a seguir, regidos pelo saciar dos seus desejos, tornam-se tão indisciplinados quantas forem as suas vontades. O que os filhos estão fazendo em casa, não poderão fazer na sociedade. Portanto, eles não estão sendo educados para serem cidadãos.

 

“Os filhos deveriam, desde já, praticar em casa o que terão que

fazer na sociedade. Esta é a verdadeira educação, tendo como

uma das suas bases a disciplina.”

 

Imagem

 

Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

Imagem


Em vez de afagos, pensamentos; em vez de abraços, perguntas! Por Gabriel Carneiro Costa

junho 21, 2013

Muitas vezes, no interesse de ajudar uma pessoa com certa dificuldade, oferecemos o famoso “ombro amigo”. Brindamos a pessoa com estímulos e afirmações de que o tal problema vai passar e a acolhemos com abraços e afagos na cabeça. E não há quem não goste desse momento, que também é muito importante para todo ser humano.

            Esse tipo de comportamento é carinhoso e protetor no sentido de gerar confiança. Mas, no que diz respeito a gerar ação para uma mudança efetiva de vida, esse tipo de atitude não ajuda. Se o objetivo é apenas transmitir afeto, funciona. Mas, se é gerar permissão e estímulo para a pessoa evoluir diante do impasse, o melhor é questionar o que está ocorrendo e o que a pessoa pode fazer diante disso.

            Em vez de afagos, pensamentos. Em vez de abraços, perguntas. E deixar todo o carinho para um momento de comemoração ou de simples troca de afeto. Não precisamos criar o hábito de transmitir carinho diante das dificuldades. Isso apenas ensina a fugir daquilo que realmente precisa ser enfrentado.

 

Imagem

 

Saiba mais sobre o livro!

 


Há alguma perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar? Por Dulce Magalhães

junho 19, 2013

Não há perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar. Tudo é possível de ser integrado a novos níveis de consciência e, dessa forma, seremos capazes de transcender o desafio sem transgredir com nossos valores e posicionamentos. Aliás, só resolveremos verdadeiramente uma questão se estivermos em alinhamento com nossa própria consciência e guiados por nossos valores mais caros.

            Respeito e generosidade são as chaves do convívio harmonioso e próspero. É fundamental estar em perfeita integração com o melhor e o mais elevado sentimento e pensamento, pois é nessa faixa mais ampla que se encontram todas as soluções para os desafios que nos são colocados.

            Há muitas formas, além daquela que usamos, de perceber a mesma realidade. A separação entre a causa e o efeito, entre indivíduos ou entre perspectivas é ilusória. Tudo

está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção correta. Por vezes somos incapazes de percebê-la, mas o tempo, o grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e que nenhuma ação está desconectada da fonte.

 

Imagem

 

Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 

 

Imagem


A separação dos pais e a conversa com os filhos. Por Içami Tiba

junho 17, 2013

Às vezes, ao receber a notícia da separação, os filhos a aceitam sem reação, isto é, “engolem o sapo”. Digerido ou não, com o tempo o sapo terá de ser eliminado. Então podem surgir reações aparentemente inesperadas, através de comportamentos que escapam ao controle, como queda no rendimento escolar, grande apatia, insônia, isolamento e até mesmo somatizações, como dores de cabeça, de estômago e de mau funcionamento intestinal. Tudo pode doer. É o corpo chorando as lágrimas que os olhos contiveram.

 

Distúrbios fisiológicos e psicológicos dos filhos podem ser lágrimas do corpo que os olhos não puderam chorar.

 

Durante a conversa, pai e mãe precisam ficar atentos para não responsabilizar os filhos nem arrancar promessas de ninguém, evitando ao máximo acusações e cobranças mútuas. Devem deixar bem claro que os filhos não têm culpa nem poder de separar ou unir o casal e que a responsabilidade de pai e mãe e relação afetiva deles com os filhos não se desfazem jamais. Contudo, como ex-cônjuges, eles terão de fazer modificações que afetarão a vida da família.

            É comum crianças pequenas pensarem que os pais resolveram se separar por causa de algo errado que elas fizeram: “Eu não vou bem na escola”; “Papai está bravo comigo, por isso vai embora”. A criança pode se culpar e se responsabilizar pela separação por ter sentido ódio do pai ou da mãe por qualquer razão e desejo de não vê-lo mais pela frente. Isso é natural, pois as crianças pequenas vêem o mundo de forma egocêntrica.

            Cada filho tem sua capacidade de compreensão e de absorção, o que o leva a uma interpretação única da realidade. Os pais precisam encontrar estratégias que tragam menos sofrimento à família, lembrando que a criança sente, pensa, age e existe de maneira muito diferente do adolescente.

            Não é possível evitar o sofrimento dos filhos com a separação. Mas há separações obrigatórias, para que eles sejam preservados – é o caso das famílias muito desestruturadas, com pai (ou mãe) dependente químico, desequilibrado, violento, que assedia sexual e moralmente os filhos. Nesse caso, a separação é solução e traz alívio para todos.

 

Imagem

 

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

  

Imagem


Dor de Cabeça – O que ela quer com você?

junho 14, 2013

Oscilamos de humor sempre. É uma característica universal de todo ser humano; se não há oscilação, o estado é doentio. Porém, as flutuações de humor têm de respeitar limites. Altos e baixos são fatores desencadeantes potentes da enxaqueca.

            A enxaqueca tem uma natureza bipolar; o próprio fato de estar com dor altera o humor, e a saída desse estado já o muda necessariamente. Mas é algo além disso. Ocorre, com uma certa frequência, na enxaqueca, uma oscilação do humor mais importante: o espectro bipolar.

            Antigamente conhecia-se o transtorno bipolar como grandes oscilações que alternavam da mania – com surtos desenfreados de compra, necessidade reduzida de sono, ego inflado, pressão por falar, exagero nas atitudes – para a depressão grave com tentativas de suicídio. Era conhecida como a psicose maníaco-depressiva. Mas os conceitos mudaram ao longo do tempo; ampliou-se o que se chamava de depressão bipolar, admitindo-se outras variações de menor grau e, atualmente, falamos no espectro bipolar. Achava-se que a depressão bipolar afetava apenas cerca de 1% da população, mas, quando a mesma população norte-americana da qual se extraiu esse número foi reavaliada pela US National Epidemiological Catchment Area, observou-se que o espectro bipolar afetava muito mais gente, 6,5% da população americana, o equivalente a 12 milhões de pessoas.

 

Imagem

 

Fonte: livro “Dor de Cabeça – O que ela quer com você?”, de Dr. Mario Peres. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

 


%d blogueiros gostam disto: