Transparência radical

julho 30, 2012

 

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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O risco de tentar

julho 27, 2012

 

Disse Theodore Roosevelt: “Prefiro arriscar coisas grandiosas para alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-me à derrota, a formar fila com os pobres de espírito que não gozam nem sofrem muito, porque vivem numa penumbra cinzenta na qual não conhecem derrotas nem vitórias”.

Dita por alguém com o histórico desse homem, essa frase faz sentido e ganha legitimidade. Mas ninguém precisa ser presidente, nem explorador, nem ganhar o prêmio Nobel para perceber que, da vida, é possível receber muito ou receber pouco, e contribuir mais ou contribuir menos, sempre dependendo dos riscos que se deseja aceitar. Theodore afirmava ser do tipo que prefere enfrentar o risco de perder ao risco de não ganhar.

Traduzindo para o bom português: quem não arrisca não petisca.

 

É matemático: quem não tenta não corre riscos, mas também nada consegue. Aprendemos a caminhar porque tentamos e não desanimamos com os primeiros tombos, ou seja, com as primeiras derrotas — sem eles ainda estaríamos engatinhando. Roubamos o primeiro beijo correndo o risco de levar um tapa; conseguimos o primeiro emprego arriscando-nos a levar um rotundo não; passamos no vestibular sob o risco de ser reprovados (é o que acontece à maioria). Não haveria a menor possibilidade de conseguir alguma dessas vitórias sem a predisposição a suportar o fracasso.

Esse é o risco. Mas cuidado: há tentativas e tentativas. Mestre Yoda, o forjador de guerreiros do Universo, afirmou: “Faça, ou não faça — a tentative não existe”. Foi uma lição necessária a seu pupilo Luke Skywalker, que disse, desacreditando de si mesmo, que faria uma “tentativa” de retirar a nave encalhada no pântano, o que enfureceu o mestre.

 

Ora, pessoas que dizem que vão apenas “tentar” estão dizendo, por antecipação, que não conseguirão; afinal, “era difícil, e tudo não passou de uma mera tentativa”. E aí fica tudo bem, pois o mundo desculpa a falha decorrente de uma tentativa despretensiosa. Essa é a tentativa pela tentativa, sem compromisso com o resultado. A derrota que deriva dessa tentativa inglória não tem importância, porque é acobertada pela própria pequenez.

O compromisso com a tentativa é bem diferente do assumido com o sucesso. Não obter o resultado esperado causa indignação, mas reforça a certeza de conseguir o que se quer na próxima vez, até porque agora já se conhece o caminho errado. Esse foi o espírito de Thomas Edison que, na 999ª tentativa frustrada, disse: “Descobri mais um modo de não fazer a lâmpada”. A tentativa seguinte deu certo — e o mundo nunca mais foi o mesmo.

 

Devemos correr riscos sim, pois sem eles não há conquistas. Navegar é preciso, lembra o poeta, e com isso ele traz duas mensagens: a de que precisamos navegar para conquistar mundos, e a de que deve haver precisão na aventura de navegar. O marujo navega sabendo para onde vai e conhecendo os riscos de navegar. Somente assim ele chega ao destino.

 

Fonte: livro “Caminhos da Mudança – Reflexões sobre um mundo impermanente e sobre as mudanças de dentro para fora” de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

julho 25, 2012

Ocorre algo verdadeiramente libertador quando se para de inventar desculpas. A necessidade de justificar as ações (ou a falta delas) é significativamente reduzida. As pessoas passam a ver um outro lado seu, e você notará que elas reagem de modo diferente e mais positivo.

O melhor vem a seguir.

 

Pare um instante e pense no que direi a seguir. Certa vez, tive uma chefe divertida (digamos que incomum, mas não tão bem-humorada), para quem e em nome de quem eu vivia inventando desculpas. Como eu não queria deixá-la zangada, não podia dizer a verdade. Eu vivia me metendo em encrencas por causa disso. Então, um dia, num momento em que eu hesitava para falar, ela me olhou diretamente e disse: “A verdade é libertadora”.

Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça por alguns momentos. Então, respirei fundo e lhe disse a verdade. Ninguém jamais havia lhe dito nada sobre os problemas que ela criava, e de que modo eles afetavam as pessoas. O clima ficou um pouco pesado, mas assim que as nuvens se dissiparam, ela me agradeceu.

 

Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

 

 

Fonte: livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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Persistência: até que ponto devemos insistir?

julho 23, 2012

A persistência é a capacidade de insistir numa tarefa quando a maré não está favorável. Todos nós conhecemos pessoas que iniciam uma atividade e a interrompem diante do primeiro obstáculo que lhes aparece à frente.

 

          A maioria das pessoas renuncia a atividades e projetos. Não têm a perseverança necessária para atingir suas metas. O que as atrapalha talvez seja o desejo de obter resultados rápidos. Hoje em dia, as pessoas querem resultados instantâneos. O verdadeiro progresso, contudo, só acontece por meio da repetição incessante e de um esforço concentrado visando o aperfeiçoamento. São necessários tempo e trabalho duro para dominar uma habilidade. Não existem atalhos. Portanto, se você não dispõe de tempo, não espere obter resultados.

          A paciência e a persistência caminham de mãos dadas. Elas são como o yin e o yang do comprometimento. A paciência é uma qualidade passiva; a persistência é mais ativa. Se você deseja se destacar em meio ao grupo, mantenha-se firme em seu propósito até o fim. Essa é a parte ativa do comprometimento. Não desanime caso os resultados não apareçam imediatamente. Esse é o elemento passivo. O fato de a melhora estar acontecendo de maneira lenta não é relevante, o que importa é continuar. Siga praticando, mesmo quando tiver a sensação de que não está chegando a parte nenhuma. Esse é o caminho para atingir o melhor desempenho.

          O resultado virá, provavelmente, quando você menos esperar. Portanto, continue com suas atividades. Dito isso, é importante não se deixar perturbar com esse conceito. Às vezes, é necessário saber o momento de parar. Se, apesar de seus esforços, você tiver a sensação de estar regredindo ou de não sair do mesmo ponto, é sinal de que deve descansar.

Se o descanso não lhe permitir alguma recuperação, talvez você esteja no caminho errado. Considere a hipótese de iniciar outra atividade mais adequada aos seus talentos naturais. Certamente, se você for uma pessoa ambiciosa e determinada, não será fácil saber o momento de parar. Porém, não se deixe levar pelo orgulho ou pela obstinação.

Pergunte-se, com sinceridade, se está desistindo pelas razões certas. Então, terá a resposta. É claro que as pessoas não gostam de desistir das atividades. Mas não há nenhum sentido em continuar uma atividade inapropriada para você.

 

 

Fonte: livro “Viva com Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro

julho 20, 2012

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na ‘Era dos Danos’ é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor.

“O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

Uma das coisas mais emocionantes e animadoras é que a maioria desses líderes dirige grandes empresas. Então, enquanto no passado as boas intenções ficavam restritas às ONGs e empresas de pequenos negócios, atualmente são algumas das maiores empresas do mundo que estão dando o exemplo. E, sem dúvida, quanto maior a empresa, maior o impacto positivo que ela é capaz de causar.

Você não pode compartilhar prejuízos mas, quanto maior o lucro, maior o bem que você pode fazer. Considerando-se a dimensão de algumas multinacionais e a qualidade de sua administração, seu potencial para exercer um impacto positivo é imenso.

À medida que esses líderes mostram o caminho e são apoiados por gente como Warren Buffett e Bill Gates – através de sua filantropia bem pública – ou pelos novos empreendedores sociais, com seus modelos de negócio baseados em franqueza e transparência, o restante do mundo empresarial acompanhará.

Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência através de uma conduta correta, mas só se conseguir superá-la nesse quesito. Encontre o seu conceito de empresa social (Social Business IdeaTM) antes dela!

As empresas socialmente responsáveis vão se sair melhor não só porque os consumidores vão reconhecer isso e se tornar poderosos defensores da marca e da empresa, mas também porque os profissionais mais talentosos vão querer trabalhar para elas.

 

O conceito de lealdade do empregado vai se tornar cada vez mais importante no futuro, à medida que uma nova geração de trabalhadores leva seus valores ao local de trabalho – a fidelidade às empresas será impulsionada cada vez menos por incentivos financeiros e recompensas e cada vez mais por valores compartilhados e orgulho da contribuição social que a empresa está dando.

Ao conversar recentemente com um professor da Universidade de Harvard, ele disse que a maioria de seus alunos mais inteligentes não queria mais ir para os setores bancário, empresarial ou jurídico; eles desejavam trabalhar em organizações como a Teach for America, pois fazer o bem tornou-se para eles tão importante quanto ganhar dinheiro. Na verdade, 70% dos jovens da geração Y equiparam uma carreira de sucesso com um trabalho significativo para eles. Este foi também o fator número um de classificação, ainda acima de “salários mais altos”, na pesquisa de Carreiras da Geração Y no Futuro, realizada pela Harris Interactive.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam Prosperam – Por que negócios que fazem o bem são melhores negócios” de David Jones – Integrare Editora

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Conquiste poder para a sua Marca Pessoal

julho 18, 2012

A teoria dos espaços vazios na conquista do poder

                  Toda instituição tem vazios de poder, e quem preenche esses vazios, assumindo responsabilidades, pelos outros ou pela instituição, conquista poder. Uma vez assumido esse controle, ele raramente é desafiado. Se não for desafiado, com o passar do tempo se tornará legítimo e inquestionável.

As marcas de profissionais-estrelas estão sempre observando espaços vazios e buscando uma solução para preenchê-los, como forma de impulsionar sua marca pessoal e dar mais valor à sua carreira.

 

Encontre espaços vazios nas empresas

Se você não sabe como isso pode ser uma estratégia de marca pessoal, explico melhor. Numa empresa, há cargos com especificações bem definidas no contrato ou na carteira de trabalho. Nesses contratos sempre se encontra um cargo ou uma função. É assim que empregamos uma secretária, um diretor comercial, um gerente de contas, um gerente de recursos humanos.

O que acontece é que ninguém consegue descrever com exatidão tudo o que um cargo deve abranger, mesmo um bem simples, como o de secretária. Uma secretária precisa regar as violetas da mesa todo dia? Precisa manter as gavetas limpas e organizadas? Está escrito que

ela precisa ser gentil? Onde está especificado que ela deve ser pró-ativa, representar a empresa e pensar no crescimento dela? O que sera proatividade para ela?

 

O que não está nos manuais

                  Nada disso está descrito nos manuais. Como não há muita clareza,as empresas contam com o bom senso de cada um. Uns cumprem à risca aquilo que acham que a empresa espera deles. Outros tentam fazer um pouquinho mais. Aí começa a diferença.

Algumas companhias são extremamente rigorosas em seus treinamentos e descrevem ponto a ponto como um funcionário deve atender seus clientes numa loja, por exemplo. Nesse manual há regras que estabelecem que ele seja gentil, dê bom-dia ou boa-tarde, pergunte o nome do cliente, sorria etc. Mas jamais se encontrará nada prescrevendo o que o funcionário pode fazer para encantar o cliente. Seria impossível inserir tudo num manual. É aí que surgem as oportunidades e os vazios, e quem preenche se destaca e começa a brilhar.

Conforme cresce a hierarquia, torna-se mais difícil ainda. Os profissionais com cargos acima de gerente têm muito mais responsabilidades e muito menos rotinas a cumprir. Um gerente que comanda um grupo de contas com seus assistentes deve manter os clientes satisfeitos, ser responsável pela equipe de trabalho, capaz de gerar novos negócios, de resolver conflitos internos e externos com os clientes etc.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Qual é o sonho?

julho 16, 2012

Atualmente, descobrir quais são as expectativas dos jovens se tornou um grande desafio para as gerações veteranas. Pais perdem a paciência com seus filhos, educadores sofrem com a insubordinação de seus alunos e gestores ficam perplexes diante da aparente falta de comprometimento e foco dos novos profissionais.

Não é apenas na tecnologia que está o desafio de adaptação. Está também nas relações pessoais que são comandadas por comportamentos, atitudes, objetivos, expectativas e sonhos. Esses elementos, que formam o novo padrão de relacionamento, também mudaram de forma profunda e já não possuem muitas conexões com os modelos e as referências do passado.

Um erro muito frequente é pressionar as pessoas a adotar posturas e fazer escolhas usando as mesmas premissas que foram utilizadas com sucesso em outra época.

Parece óbvio que essa atitude irracional dificilmente trará efeitos positivos, entretanto é isso mesmo o que se espera, pois é com essas referências que as pessoas são julgadas, principalmente os jovens.

O jovem profissional é absolutamente aberto a novas oportunidades, pois tem consciência de que precisará de experiências diversificadas para ser considerado competente e qualificado. Ele não julga falta de lealdade estar aberto a outras oportunidades; aliás, em muitos casos acredita que estará se qualificando ainda mais, até para uma futura oportunidade na empresa em que está atualmente.

Esse fato certamente provoca muita controvérsia nas empresas, pois representa aumento de custos com contratação e treinamento de profissionais. Com esse dilema, é bastante comum tentar identificar quais fatores levam um jovem a se desinteressar por uma empresa, e os principais são:

27% não ter um bom ambiente de trabalho

16% não oferecer desenvolvimento profissional

11% não ter qualidade de vida

9% não ter possibilidade de crescimento na carreira

Todos esses aspectos refletem o atual estágio nas relações entre profissionais e empresas. Porém, não é o caso de elevar o jovem de hoje a uma categoria especial, promovendo mudanças apenas para atender a seus caprichos e desejos.

Tornou‑se muito importante buscar a inovação nos modelos de gestão, resgatando antigas premissas de mentoria e promovendo a devida contextualização para os novos comportamentos dos jovens profissionais.

É no jovem que está a maior parte da solução, por isso é importante que ele tenha consciência de que “adiar” uma decisão já é uma escolha e, como tal, passiva de consequências em sua vida.

 

Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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