Backstage: O valor e a segurança dos bastidores no espetáculo da sua empresa ou da sua vida. (por Clóvis Tavares)

abril 29, 2015

O lugar mais proibido em um show de mágicas são os bastidores. Por trás das elegantes cortinas vermelhas existe um universo em constante transformação. Enquanto o mágico se apresenta diante da atônita plateia, seus partners preparam o próximo número em uma frenética corrida contra o tempo. A cortina se abrirá em segundos e nada pode faltar para que o espetáculo continue com perfeição.

A confiança que o mágico deposita em seus parceiros tem de ser total e absoluta. Sua vida está nas mãos deles, pois qualquer erro pode ser fatal. Em uma turnê, o mágico e sua equipe formam uma verdadeira família, em que compartilham segredos e dividem seus sonhos, medos e expectativas.

Podemos dizer que, no camarim, o mágico se despe fisicamente. Mas é diante de sua equipe que ele mostra sem ilusões sua real personalidade; onde suas capas, cartolas e outros artifícios que compõem o personagem no palco não fazem a menor diferença. Essa metamorfose não se aplica apenas ao personagem central do espetáculo, mas a todos os partners que vestem seus papéis durante o show.

É nessa convivência íntima, em que cada personagem mostra sua verdadeira imagem, que está a chave do êxito de um maravilhoso espetáculo. É essa integração que fará com que a plateia sinta a enorme sinergia que envolve o mágico e sua equipe.

No mundo corporativo, a busca dessa intimidade nas equipes de trabalho também é o sonho de consumo de qualquer gestor. Ele sabe que somente haverá um comprometimento entre seus colaboradores se eles conhecerem profundamente seus partners, com seus defeitos e, principalmente, virtudes. Deve haver um entrosamento que seja maior que as buscas individuais, uma cumplicidade coletiva em que todos buscarão um objetivo maior e, nesse momento, criarão respeito e admiração pelos colegas.

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Fonte: livro “O show é você – encante as pessoas e realize o que parece impossível ”, de Clóvis Tavares– Integrare Editora

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Família: Organização sustentável e vencedora. (por Içami Tiba)

abril 27, 2015

A família, formada por pai, mãe e filhos ou seus equivalentes, é o agrupamento humano afetivo‑social‑ econômico mais bem-sucedido e sustentável que já existiu em toda humanidade. Existe e provavelmente existirá enquanto houver seres humanos. Entretanto, ela também pode ser parcialmente responsabilizada por uma série de sofrimentos e desgraças pessoais, familiares, profissionais e sociais que acompanhamos atualmente.

A família deveria ser o exemplo maior de relacionamentos integrais entre seus componentes. Daí a importância de os pais se prepararem para exercerem melhor suas funções de pais capacitando-se para educarem os filhos por meio de conhecimentos educativos. Do contrário, continuaremos às voltas com essa situação familiar caótica que observamos hoje.

De modo geral, a tendência da família é querer se livrar logo de um problema que incomoda, sem levar em conta uma visão estratégica para o futuro (isto é, sem sustentabilidade). Os pais precisam se preparar para a adolescência, quando grande parte dos conflitos estoura. É preciso transferir a visão do planejamento estratégico, tão difundida no mundo dos negócios para a educação, pensando em projetos de curto e longo prazos. Só assim será possível realizar uma Educação Sustentável que beneficie a pessoa, sua família e a sociedade.

Mas, atenção: a Educação Sustentável não se aplica exclusivamente ao bebê e à criança pequena. Mesmo que o filho esteja na adolescência e os pais se deparem com muitos desafios dentro de casa, ainda é possível aplicar essa noção. Qualquer momento é tempo para começar a Educação Sustentável. Aliás, o adolescente é capaz de entender muito melhor essa educação pela lógica que existe nela do que aquelas nas quais ele pode fazer o que quiser, ou não pode fazer nada porque uma autoridade não deixa.

Os pais são afetivamente importantes para a vida toda dos filhos mas têm que se tornar materialmente inúteis a eles. Se o filho aprende que é ele mesmo que terá de fazer, logo ele se sentirá capaz de sustentar algumas ações. Ninguém nasce sustentável e sustentabilidade deve ser construída por si dentro de si, para carregá‑la pela vida toda, para onde for. Os pais têm o dever de ajudar o filho a ser sustentável e de não serem o sustentáculo da vida dele.

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Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O vício em sofrer (por Dirce Fátima Vieira e Maria Luiza Pires)

abril 24, 2015

Os viciados em sofrimento sofrem sozinhos e remoem suas dores em silêncio, achando que não têm sorte, que tudo dá errado, que as coisas simplesmente não acontecem, que seu destino é sofrer.

Em consequência, eles têm a autoestima prejudicada. Sentem-se inseguros, desvalorizados, ansiosos. Sua postura de derrota e pessimismo muitas vezes os impede de se conectar com sua saúde psíquica e os distancia do sucesso pessoal e social.

No vício do sofrimento não existe uma droga concreta ou estímulo externo. O substrato é o próprio sofrimento, somado à atenção recebida dos outros como ganho secundário por essa atitude repetitiva assumida diante da vida. Hoje sabemos que alguns comportamentos compulsivos como: comer muito chocolate ou comida de forma exagerada, exercício físico, jogo, consumo, sexo, trabalho, internet e pequenos furtos são passíveis de tornarem-se vícios. Estes comportamentos funcionam da mesma forma como os viciados em alguma substância psicoativa – lícita ou ilícita. Todos estes casos e formas de vício são marcados pelo prazer momentâneo e por uma forma singular de se relacionar consigo e com o mundo.

Na experiência do vício em sofrimento o prazer é vivenciado como fugaz e seguido por uma sensação de frustração que remete consequentemente à falta, vazio ou carência inicial, caracterizando o ciclo de uma dependência, pois algo de essencial não foi preenchido ou reconfortado.

O ciclo do vício em sofrimento pode ser interrompido. Tal como em qualquer tratamento de abandono e superação de uma dependência, é necessário reconhecer e aceitar seu estado de submissão à adição para iniciar o processo de desconstrução da atitude.

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Fonte: livro “O Sofrimento como Vício: Entenda e Supere essa Dinâmica”, de Dirce Fátima Vieira e Maria Luiza Pires. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Autoavaliação Profissional (por Ken O’Donnell)

abril 22, 2015

Desenvolver o potencial mais elevado requer um processo de desaprendizagem de uma série de percepções, hábitos e padrões que foram adquiridos ao longo da vida. Ser um líder verdadeiramente efetivo em um mundo caótico exige coragem para destravar a sala interior da alma. O engraçado é que temos a chave, vemos o cadeado e ainda reclamamos de nosso potencial andar trancado.

Em tudo na vida precisamos fazer as perguntas certas para revelar as verdades mais profundas. Eis uma série de perguntas que um líder poderá fazer para descobrir se sua equipe anda bem. Peça a cada um para responder as questões de acordo com as instruções e faça o teste você também!

AUTOAVALIAÇÃO: COMO VOCÊ TRABALHA?

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Some os pontos das partes A e B e verifique o resultado:

80-100 Excelente pessoa que inspira os outros sem esforços.

60-79 Bom motivador, mas tem de desenvolver mais virtudes.

40-59 Razoável, mas tem de iniciar um trabalho de autodesenvolvimento.

20-39 Dificilmente você inspira alguém.

0-19 Você está precisando de ajuda.

Fonte: livro “O espírito do líder : lidando com a incerteza permanente, volume 2”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Cuidados na hora de comunicar aos filhos sobre a separação do casal. (por Içami Tiba)

abril 20, 2015

Entre os cuidados que devem ser tomados na hora de comunicar a separação, estão:

• Esclarecer que a separação é um problema entre o casal, que os filhos não têm culpa do que está acontecendo.

• Delimitar o que são questões conjugais e o que são questões familiares. Os filhos devem participar apenas do que diz respeito à família.

• Agir de forma ética com o ex-cônjuge. Não devem acontecer brigas e discussões na presença dos filhos.

• Não entrar nas questões de “quem tem razão”, para que os filhos não assumam o lugar de juízes no processo de separação.

• Ter posturas e atitudes positivas diante da separação, pois estas são absorvidas tanto quanto o conteúdo verbal dos discursos.

Os pais precisam, ainda, ter em mente que a comunicação a respeito da separação não se resume à parte verbal. As crianças menores estão muito atentas ao ambiente e ao estado emocional das pessoas que as circunda (expressão facial, linguagem corporal e clima afetivo).

O contato com o ex-cônjuge que não ficou com a guarda da criança deve acontecer com frequência e constância, para que a criança não receba a saída de um dos pais como uma perda, um abandono e/ou uma rejeição.

Os pais devem saber que cada filho, na sua individualidade, tem um tempo para elaborar e entender a separação. Muitas vezes, as dúvidas não surgem no momento do comunicado; por essa razão, é fundamental que os pais deixem claro que estão abertos e disponíveis para conversar sobre o assunto quando os filhos sentirem necessidade.

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Fonte: livro “Seja Feliz, Meu Filho”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Chocolate causa enxaqueca? (por Mario Peres)

abril 17, 2015

O mito do chocolate é bastante interessante. Muitas pessoas reclamam que o chocolate causa dor de cabeça, e existe uma base biológica para isso. A principal explicação é que, na fase anterior ao início da dor – a fase de pródromo, de 12 a 24 horas antes de se iniciar a enxaqueca em si –, com a sua implacável dor de cabeça, sintomas como irritabilidade, bocejos, sensibilidade à luz e barulho, ocorre também vontade de comer doces principalmente o chocolate. O indivíduo então sente vontade de comer o chocolate porque já está em crise! Isso mesmo, esses sintomas de pródromo já são da enxaqueca, e muitas vezes culpa-se o chocolate injustamente. Só podemos culpar o chocolate se houver ingestão excessiva ou se a pessoa for extremamente predisposta, mas em dois terços dos casos o que ocorre é, sim, o pródromo da enxaqueca nos enganando.

Fonte: livro “Dor de cabeça: o que ela quer com você?”, de Dr. Mario Peres. Integrare Editora

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A identidade do dono é a mesma da empresa? (por Lígia Fascioni)

abril 15, 2015

A identidade de uma empresa é seu DNA. Isso quer dizer que o conjunto de características que a tornam única e especial já nasce com ela, é congênito. Então, será que isso significa que a identidade da empresa é igualzinha à do seu dono ou fundador?

Vamos pensar: uma empresa é uma entidade muito diversa de um ser humano. Ela é formada por pessoas, cujo número varia com o tempo. Um negócio pode começar apenas com o proprietário ou com mais de 10 mil colaboradores (quando é fruto de uma fusão ou aquisição, por exemplo). Ela pode continuar por anos com um ou dois funcionários ou multiplicar várias vezes seu corpo original.

Já uma pessoa tem sua própria essência e sua maneira toda única de se comportar profissionalmente. Mesmo relaxada na vida pessoal, ela pode ser muito exigente como empresária. Outros atributos (em geral, a maioria) permeiam tanto a sua vida pessoal quanto a profissional.

Mas como separar uma coisa da outra? Será que elas precisam mesmo ser separadas? Sim, precisam.

Uma empresa é sempre maior que seu dono e, apesar de a maioria de suas características ser geralmente compatível (a empresa herda atributos do fundador), são naturezas distintas, inclusive com ordens de grandeza diferentes. Então, não se deixe enganar. Mesmo que o nome da empresa seja igual ao de seu fundador, não significa que ambos possuam a mesma identidade. Se o empreendimento tem mais de um sócio, já possui indícios de ser uma empresa com identidade própria.

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Fonte: livro “DNA empresarial : identidade corporativa como referência estratégica”, de Lígia Fascioni – Integrare Editora

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