No que o líder deve ser focado para ter sucesso em sua liderança? (por Luiz Marins)

junho 8, 2016

Daniel Goleman, festejado autor de Inteligência Emocional, fala de três focos essenciais que um líder deve ter:

 

1º – Foco Interno – o líder tem que prestar atenção aos seus sentimentos internos, acreditar nos sinais dados pelo seu corpo, acreditar nos seus sentimentos não racionais. Ele dá como exemplo aquela sensação estranha que você tem quando alguma coisa não vai dar certo naquele negócio ou decisão. Grandes líderes obedecem a essas reações. Bons líderes conhecem e respeitam suas reações internas.

 

2º – Empatia – o líder deve aprender a se colocar no lugar de seus liderados. Ele cita três tipos necessários de empatia:

(a) Empatia cognitiva – quando o líder procura entender as razões e argumentações de seus liderados, dialoga com eles buscando a compreensão racional da situação.

(b) Empatia emocional – quando o líder procura entender como seus liderados estão se sentindo em determinada situação. Qual o papel que as emoções podem estar tendo.

(c) Empatia de servir – quando o líder demonstra a seus liderados que está disposto a ajudá-los a crescer. É uma empatia de lealdade em relação a seus liderados, demonstrando confiança.

 

3º – Foco Externo – o líder tem que entender o sistema em que está inserido. Ele deve conhecer as políticas, a visão, a estratégia de sua empresa e de seu setor e saber trabalhar com essa visão sistêmica.

 

Muitos líderes podem ser excelentes em um ou dois desses focos e ainda assim não terão sucesso. Há líderes que têm foco interno e muita empatia, mas não conseguem entender o sistema em que estão inseridos.

Há líderes que entendem muito bem o sistema da empresa e do setor mas não têm empatia. Assim, é preciso desenvolver esses três focos para uma liderança eficaz. E esse desenvolvimento é possível através da consciência de sua necessidade e autodesenvolvimento do líder, que deverá prestar muita atenção nesses três focos durante o exercício de sua liderança.

 

2016-06-08_73+1

Fonte: livro “73+1 Perguntas sobre liderança, gestão, marketing, vendas, motivação e sucesso” de Luiz Marins – Integrare Editora

 Saiba mais sobre o livro!

2016-05_73+1_lançamento Vila

 

 


O interesse e o empenho em educar o filho devem ir além da informação. (por Içami Tiba)

junho 6, 2016

A grande vantagem do ser humano sobre os animais é a possibilidade de modificar seu comportamento, criando soluções para o que o prejudica ou não lhe satisfaz.

 

Um pai integrado tem de superar o machismo e ser uma pessoa verdadeiramente interessada em educar o filho.

 

O interesse e o empenho em educar o filho devem ir além da informação. É preciso que as informações sobre educação, desenvolvimento, drogas, sexualidade e relacionamentos integrais saiam dos livros e entrem na rotina familiar. E, em geral, não é fácil levar a teoria para a prática. A maior dificuldade surge quando conflitos internos dos pais interferem nas ações educativas, e isso não depende da idade dos filhos.

A omissão dos pais, que permite à criança fazer tudo o que deseja, ou a explosão diante de qualquer deslize do filho, além de não educar, distorcem a personalidade infantil, tornando a criança folgada (sem limites) ou sufocada (entupida, reprimida, tímida).

No futuro, ela poderá se revoltar quando for contrariada, ou tiver força suficiente para se rebelar contra o opressor. Portanto, é importante que os pais busquem ajuda quando não conseguem fazer o que tem de ser feito.

A boa educação não se deve pautar pelos conflitos ou problemas que os pais tiveram em sua infância, mas pelas necessidades de cada filho. Mesmo que o casal tenha três filhos, cada um deve ser tratado como se fosse único, pois, embora os três tenham a mesma carga genética, o que prevalece é a individualidade.

 

2016-06-06_QAE

 

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos” de Içami Tiba – Integrare Editora

 Saiba mais sobre o livro!

Promo_JUNHO


Podemos confiar mais nos nossos instintos? (por Caroline Ward)

junho 3, 2016

Quando nos perdemos e, em vez de desempenhar nos tornamos nossos belos papéis, seja o de mãe, parceira, amante, amiga, dona de casa, curandeira, professora ou defensora da sabedoria, estes papéis logo modelam uma mudanca para limitadas armadilhas que confinam nosso espírito e diminuem nossa expressão.

Uma vez ocorrido isso, desconectamo-nos do nosso conhecimento inato, nossa sabedoria natural e começamos a confiar mais nos outros do que em nós mesmos. Procuramos orientação de especialistas, sublimando nosso inerente conhecimento. O aprendizado é uma coisa, mas a deferência é totalmente diferente. Quantas mulheres, inerentemente, souberam que alguma coisa não estava certa com os seus filhos ou seus próprios corpos e, entretanto deixaram que um especialista em medicina dissesse a elas outra coisa apenas para descobrir depois que estavam certas e, algumas vezes, tarde demais.

Por outro lado, quando nos conectamos com a nossa existência Eterna, somos intuitivamente sábios e confiamos na nossa sabedoria. Sabemos como viver, como ser pai e mãe, como amar e como curar. Não precisamos dos outros para nos dizer como fazer. Podemos nos associar a um especialista, mas é uma sociedade. Entretanto, quando perdemos nossa conexão com a nossa natureza eterna, a história sutil da nossa própria energia da alma, nós perdemos nossa fonte de poder e damos aos outros o poder de sermos definidos por eles.

 

2016-06-03_As 4 faces da mulher

Fonte: livro “As 4 faces da Mulher”, de Caroline Ward – Integrare Editora

 Saiba mais sobre o livro!

Livro na promoção do mês! Saiba mais.

 

 


%d blogueiros gostam disto: