E-mails quentes, cabeça fria!

janeiro 30, 2013

           Perguntei a um empresário muito famoso o segredo do seu sucesso. Entre as várias atitudes que ele mencionou, a que mais se destacou foi a disciplina, que pode e deve ser aplicada a tudo, até a um simples e-mail.

            Quem nunca recebeu um e-mail carregado de raiva? Ou uma bronca pelo correio eletrônico da empresa? Eu já, e foram vários!

            Descarregar no e-mail é muito mais fácil do que pessoalmente. Olhando a tela do computador, ficamos muito mais à vontade e protegidos para extravasar – às vezes com total (outras vezes sem nenhuma) razão. A nossa tendência ao receber um e-mail desse tipo é logo dar o troco e responder na mesma moeda, iniciando uma briga não presencial. Afinal, se o outro pode, por que a gente não pode?

            Justamente para esses casos a dica desse empresário se revelou muito útil. Ao abrir um e-mail com essas características, ele nunca responde imediatamente. Prefere deixá-lo descansar em sua caixa de entrada por, no mínimo, 24 horas. Assim, a sua resposta a uma provocação tende a ser mais sábia e produtiva, em vez de apenas colocar ainda mais lenha na fogueira, sob pena de queimar a reputação que você está construindo com tanto esforço, na empresa e no mercado. Como no e-mail tudo o que foi escrito fica registrado, uma resposta errada pode ter efeito muito negativo na sua vida profissional.

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Construindo relações sadias… por Eugenio Mussak

janeiro 28, 2013

Ser capaz de construir relações humanas adequadas, que têm o que acrescentar, é uma das qualidades da pessoa estruturada, da personalidade sadia. Mas, se selecionamos nossas companhias pelo tipo de influência que elas exercem sobre nós, então, por que às vezes nos deixamos influenciar negativamente por algumas pessoas? Será que, nesse caso, estamos vivendo alguma fase autodestrutiva?

            Sim, existe essa possibilidade, mas o mais provável é que quem se deixa influenciar negativamente ainda não tenha aprendido a lidar com as relações, a começar pela relação consigo próprio. Saber o que é bom para si mesmo e ser fiel a seus valores e a seus desejos requer uma dose de maturidade que demanda tempo, estudo, leitura, exemplo, lucidez, amorosidade.

            Ser maduro significa permitir que as influências, agradáveis ou não, nos ajudem a construir conceitos, conhecimentos e percepções que serão benéficos na medida em que nos ajudam a pensar com qualidade. Ser maduro significa assumir a autonomia por seus sentimentos sem transferir para os demais a responsabilidade pela consequência de suas ações e por sua eventual infelicidade. Na maturidade ganhamos a chance de sermos influenciados de maneira positiva porque aprendemos a ler os textos escritos pela vida, o que é uma conquista e tanto, por isso mesmo tão desejada e tão difícil de ser alcançada.

 

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Por que eu deveria escolher você?

janeiro 24, 2013

Porque num mundo complexo, o que as pessoas mais querem é a simplicidade de entender rápido por que escolheriam você e não os outros. O mesmo acontece com as marcas do mercado corporativo e com os produtos que você compra todo dia. Nossa tomada de decisão está precisando de diferenciais que vão além dos produtos e serviços em si. O consumidor deste século, que sofre estressado com um número absurdo de opções muito parecidas, está se perguntando: “Tá, e o que mais você me oferece? Que causa você representa? Que valores você defende? Que princípios baseiam a sua marca? O que você significa? Por que eu o seguiria? Por que eu estabeleceria uma relação com a sua marca?

Confiança no compartilhamento dos mesmos valores

            Por que isso? Porque num mundo onde não entendemos muito bem para onde estamos indo, com uma grande velocidade de mudanças que não nos permite cristalizar nada, mais nos agarramos às marcas conhecidas. Marcas em que confiamos e que comungam dos nossos princípios.

Confiança, por sinal, passa a ser um dos ativos sagrados das marcas pessoais e marcas de mercado. Porque quando temos oferta demais, nosso cérebro trava na hora das escolhas e nos agarramos com muio mais intensidade naquilo em que confiamos.

Como também acontece quando estamos saturados de ofertas iguais ou escolhemos com base no preço ou no que as marcas significam. Por isso é importante que nós, como marcas, saibamos muito bem qual é o significado da nossa bisca e que princípios e bandeiras defendemos.

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Um bom ponto para refletirmos!

janeiro 21, 2013

Parece óbvio, mas formalizar metas ajuda bastante. O simples fato de escrevê-las num pedaço de papel aumenta muito seu compromisso de batalhar por elas. Assim, tendo um plano, no final do ano você poderá fazer a sua retrospectiva – o que alcançou? O que ainda não deu certo? – e reiterar suas metas para o ano seguinte.

 

“O que fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz.”

Pablo Picasso (1881-1973)

 

            Mas tome cuidado para que esse plano não vire uma obsessão. Se isso acontecer, o resultado pode ser outro. É preciso equilíbrio nas nossas ambições, ou corremos o risco de nos tornar escravos delas.

           A obsessão por metas é uma força que nos mantém tão envolvidos em alcançar objetivos que chegamos a sacrificar nossos propósitos mais importantes, informa o especialista em gestão Marshall Goldsmith, no livro Reinventando o seu Próprio Sucesso. Nessa hora, podemos colocar tudo a perder. Por causa de uma visão equivocada do que queremos em nossas vidas, nos iludimos achando que seríamos mais felizes se tivéssemos mais dinheiro, menos peso ou se recebêssemos uma promoção, e corremos atrás dessas metas sem cessar. E aí pagamos um preço alto, alerta Goldsmith: negligenciamos nossas famílias, nossos entes queridos, nossos sonhos, ignoramos o verdadeiro sentido que nos move em tudo.

           Outro tipo de obsessão resulta da visão, também equivocada, do que os outros esperam de nós, acrescenta Goldsmith. É como aquele chefe que aumenta as suas metas e você, para superá-las, sai como um louco atropelando tudo e todos. No fundo, o que você realmente quer é agradá-lo. Goldsmith conclui que buscas honestas por objetivos difíceis definidos por terceiros podem nos transformar em trapaceiros.

Bom ponto para refletirmos!

 

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

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A liberdade e os novos tempos

janeiro 18, 2013

A maior liberdade que o ser humano tem é o poder de escolha. A qualquer momento, ele pode escolher o que fará nos próximos passos. O complemento dessa liberdade é a responsabilidade de assumir as consequências de suas escolhas. Portanto, liberdade significa ter responsabilidade consequente. Caso contrário, a liberdade geraria uma confusão tão grande, que ninguém mais teria boa qualidade de vida.

            A liberdade é relativa, variando conforme as pretensões, porque não existe a liberdade absoluta. Quando se faz uma escolha entre duas situações, a que não foi escolhida ou se perde ou fica em segundo plano. Logo, o exercício da liberdade já envolve uma perda. No cotidiano, a liberdade está em fazer uma escolha bem adequada conforme as consequências pretendidas. A vida propicia tantas oportunidades que, se não houver responsabilidade, qualquer pessoa pode se desorganizar ou se perder.

            A mente não possue fronteiras, e inteligente que somos, podemos realizar devaneios, desde que se transformem em sonhos com projetos de execução. Num inverno, com tempo coberto e frio, gostaríamos de estar numa praia aberta, com sol gostoso e céu azul. Mas é impossível viver as duas situações ao mesmo tempo. Podemos, entretanto, escolher entre ficar ou ir para um ou outro lugar. Uma vez na praia, a liberdade muda de figura.

            Uma casa com crianças sem adultos que se responsabilizem por elas é um claro exemplo das consequências de liberdade sem responsabilidade. Os filhos desde pequenos têm de aprender a lidar com a liberdade responsável. A aquisição da responsabilidade é um aprendizado obrigatório e, quanto mais cedo os filhos aprenderem, tanto melhor viverão todos.

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Por um equilíbrio entre os dois lados do cérebro!

janeiro 16, 2013

Os estudos da neurociência mostraram que a divisão de tarefas é única para cada um de nós, mas há algumas funções comuns à maioria dos seres humanos.

 

            Na maioria das pessoas, o córtex esquerdo lida com a lógica, palavras, listagens, números, linearidade, análise e ações do gênero – as atividades denominadas “acadêmicas”.

            Enquanto o córtex esquerdo está engajado nessas atividades, o direito está mais na “onda alfa”, ou estado de repouso, pronto para ajudar. O cortex direito lida com ritmo, imaginação, cores, devaneios, percepção espacial, gestalt (tendência auto-organizacional) e dimensões.

            Pesquisas subsequentes mostraram que, quando as pessoas eram encorajadas a desenvolver uma área mental que consideravam fraca, em vez desse desenvolvimento desviar outras áreas, ele parecia produzir um efeito sinérgico com todas as áreas do desempenho mental em evolução.

 

Parece, então, que, quando nos descrevemos como talentosos em certas áreas e não em outras, o que estamos realmente descrevendo é que nessas áreas nosso potencial foi desenvolvido com sucesso e as outras ainda estão dormentes, mas que podem, com o tratamento adequado, florescer.

 

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Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Compartilhamos TUDO, mas queremos privacidade…

janeiro 14, 2013

Nosso interesse de classe média passa a ser muito seletivo com quem está próximo e totalmente sem barreiras com quem está distan­e. E isso mostra o nosso contrassenso atual e o impacto do paradoxo: próximo/distante. Você fotografa o prato da sua comida na mesa de domingo para colocar no Instagram e manda pela internet para que todos vejam, mas não gosta quando o porteiro pega sua correspon­dência para lhe entregar em mãos porque isso afeta a sua privacidade. Estranho, não?

 

            Você coloca a foto da festinha dos seus filhos no Facebook para milhares de pessoas verem, e elas podem ser curtidas, copiadas, coladas, encaminhadas, colecionadas, mas preocupa-se com a interferência na privacidade da vida dos seus mesmos filhos quando monitorados por câ­meras na escola. Você “tuita” o tempo todo e compartilha com milhares de pessoas muitas das suas opiniões pessoais, algumas muito pessoais, que você deveria guardar somente para si, mas inexplicavelmente, não gosta que sua diarista saiba da sua vida pessoal, mesmo morando com você. Por onde você passa, faz check-in e registra os lugares para que todo mundo saiba onde foi, mas reclama da futilidade das celebridades, que divulgam fotos fazendo compras no shopping. Você publica suas fotos o tempo todo nas mais diversas e íntimas situações, mas critica o absurdo interesse das pessoas por reality shows como o Big Brother.

 

Sabemos da vida privada de gente famosa como o Neymar e nos interessamos muito pelos detalhes sórdidos das festinhas noturnas e bebedeiras de jogadores como Ronaldinho Gaúcho ou Adriano Imperador, mas não sabemos onde nosso filho estava na madrugada passada nem como ele voltou para casa esta manhã.

            Sabemos da vida dos artistas da novela e suas banalidades, mas não como vamos conversar com nossos filhos sobre álcool, sexo, drogas ou medos. Acompanhamos muitos dramas de gente distante com um interesse cada vez maior, e fugimos dos dramas que estão sentados co­nosco, solitários, dividindo o mesmo sofá.

 

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

 

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Para ser reconhecido: conheça-se!

janeiro 11, 2013

 

A competência mais requisitada dos líderes pelos CEOs das grandes empresas mundiais não é a capacidade de motivar pessoas, administrar conflitos ou recrutar times vencedores. A competência mais valorizada nas pessoas com potencial para ocupar o topo das organizações é o autoconhecimento. Ouvi esse argumento da professora Christine Porath, da Universidade de Georgetown, em Washington, e coautora do livro The Cost of Bad Behavior e de um interessante artigo publicado na revista Harvard Business Review, “Happiness Means Profits”.

Na hora fiquei surpreso, mas, pensando bem, faz sentido. Se você se conhece, tudo fica mais fácil. Christine Porath argumentou: desenvolver o autoconhecimento é um passo fundamental em todo líder. Para liderar os outros é preciso, primeiro, se liderar! Parece óbvio. Mas por que é tão difícil?

 

Autoconhecer-se significa olhar para dentro de si mesmo, o que gera um enorme desconforto. É muito mais divertido prestar atenção nos outros. Que atire a primeira pedra quem nunca fez isso! Eu mesmo faço isso às vezes, apesar de considerar esse comportamento pouco produtivo.

Deixar de reparar nos outros é uma missão quase impossível. Esse comportamento deve fazer parte do nosso DNA. Proponho equilibrar essa atitude, reparando menos nos outros e mais em nós mesmos.

Gostaria de atrair a atenção do leitor para as vantagens de começar a se reconhecer (do latim recognoscere, que significa “conhecer de novo”). Isso mesmo, reparar em si com a mesma energia dedicada a reparar nos outros, mas com novo olhar. Esse exercício de reconhecimento pode ser o início de uma busca mais profunda de quem você é, do que procura e deseja e de como quer ser visto pelo mundo.

 

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

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Tudo depende da forma como você encara a vida!

janeiro 9, 2013

 

Se você reduzir as coisas, certamente terá uma visão decepcionante de quase tudo — da maioria das empresas, das profissões e dos cargos que conhece hoje. Ao contrário, se você se permitir olhar as coisas de um modo diferente, mais amplo e buscando significado, terá outra interpretação de muitas funções ou profissões que talvez considere pesadas, insignificantes ou tediosas.

O processo de reduzir e de ampliar pode ser aplicado em quase tudo o que você imaginar — sempre com a mesma lógica de resultados. Você baixa o farol e vê tudo sob as lentes do “apenas lógico” e tudo fica pequeno, frio, básico e, no máximo, necessário. Pelo contrário, se você levantar o farol, tentará dar um significado maior para as coisas, verá encadeamento, sairá do padrão e verá as coisas sob outro ângulo — as coisas ganham um novo sentido.

Funciona desta forma: pense de maneira reduzida numa rede de varejo de eletro e móveis e ela se tornará um lugar que empurra coisas e mais coisas de que as pessoas não precisam, transformando-as em consumidores endividados e cheios de coisas inúteis em casa, que logo precisarão ser trocadas de novo. Se você for o empreendedor de um varejo assim ou se apenas trabalhar lá aprovando o crédito por essa lógica pequena e dura, acabará admitindo que vive para causar prejuízo aos seus clientes. Ou seja, você trabalha para lesar os outros. Faz sentido? Espero que não, por isso quero que você conheça outros exemplos dessa forma reduzida de ver e avaliar o que está ao nosso redor.

Pense nos bancos e diminua completamente o valor desse negócio — você dirá que eles vivem para achacá-lo com taxas de toda ordem. E que eles só lhe emprestam dinheiro para que você afunde em dívidas e não tenha como pagar. Ou seja, você passa a acreditar que os bancos existem para que você viva afundado no cheque especial todo mês. Faz sentido?

Dessa forma, você poderia creditar as mortes no trânsito somente à indústria automotiva e não incluiria os motoristas. Compreende a distorção? Seria como creditar a responsabilidade pela preguiça a quem fabrica camas. Ou ainda responsabilizar a Nigella Lawson ou o criador da receita do sorvete Häagen-Dazs de doce de leite pela obesidade no mundo.

Você compreende o que quero lhe mostrar? Quero que você perceba que pode estar vendo as coisas por uma perspectiva, no mínimo, míope. E a falta de foco pode estar fazendo você entender que o culpado é o mensageiro que lhe traz a notícia. Você pode estar julgando os resultados pelo meio e não pelo fim em si. Talvez pareça muito simplório isto que vou dizer, mas tudo — absolutamente tudo — pode ganhar um novo sentido partindo da sua perspectiva e do significado que você atribui ao contexto. Tudo depende de como você encara as coisas. Há gente que sempre olhará tudo pelo negativo e transformará qualquer coisa em algo sem nenhum significado.

 

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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