Ser um observador desapegado

maio 30, 2012

No corre-corre de todos os dias preciso parar de vez em quando para recarregar as baterias internas e colocar tudo na sua perspectiva correta. A prática de levar os pensamentos além daquilo que está acontecendo é fundamental para tomar o pulso da situação e das pessoas e organizar os pensamentos, as palavras e as ações. Esse vai e vem consciente tem a funcionalidade de uma roupa folgada.

Se preciso estar presente e concentrado, posso vestir-me de atenção. Mas, se não é necessária a minha participação atenta, posso retirar-me para o estado de observador desapegado. Não somente um observador, um membro da plateia da peça da vida que se deixa levar pelas emoções do momento, mas também o desapegado que foi tão além que não tem como voltar.

Desapego consciente não é ignorar ou afastar-se das cenas e das pessoas, e sim não ser afetado negativamente por elas.

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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A NeoEmpresa e o conflito de gerações

maio 28, 2012

Grande pesquisadora da natureza dos conflitos dentro das organizações, Mary Parker Follett nos fez pensar que as soluções nascem da convergência. Usando esse raciocínio:

– A Geração Y possui valores e atitudes muito diferentes sobre o trabalho, o mundo corporativo e a vida em geral – destacou a Gerente Financeira. – É importante entender o que querem esses jovens da minha geração para superar as dificuldades crescentes de atrair e manter os talentos com potencial de liderança, investindo no que podemos chamar de “líder Y”.

Verificamos que os jovens buscam maior individualidade, maior customização nas relações, um significado para suas vidas e a comprovação de que o jeito de ser, a alma da empresa é compatível com sua personalidade.

Deve-se ter cuidado com a necessidade de coerência nas tentativas de motivar alguns desses jovens. Uma vez um trainee se queixou comigo porque um gerente havia dito que ele deveria se comportar como o “dono do negócio” e não como empregado. Ele perguntou: “Vou ter a remuneração como se fosse dono? Vou ganhar parte da riqueza que serei capaz de gerar?”

Salientamos também que a diversidade não deve se restringir apenas ao tema das gerações. É muito importante percebermos como a diversidade mais ampla – participação das mulheres em cargos decisórios, pessoas com pensamentos diferentes e inclusão de minorias, só para citar alguns exemplos – gera valor aos negócios.

 

 

Fonte: livro “A NeoEmpresa- O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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Você também acha que as empresas devem se preocupar mais com suas reais atitudes do que com a imagem que “vendem” para o mercado a respeito de seus negócios?

maio 25, 2012

Para David Jones esta condição está amparada em atitudes realmente alinhadas com os valores e conceitos da responsabilidade corporativa e mudança social. Isso porque muitas empresas, segundo ele, “brincam” de praticar esse conceito visando os retornos financeiros que este título pode proporcionar, quando, na verdade, ainda estão longe de alcançarem, de fato, este patamar e destaca: “estamos em um momento em que atitudes assim precisam acabar, pois somente as empresas que tiverem transparência conseguirão sobreviver e prosperar.”

Leitura fundamental para quem se relaciona com clientes, fornecedores, parceiros e público em geral pela web, Empresas que cuidam prosperam defende que a revolução provocada pela utilização em massa das mídias sociais obriga as corporações a entenderem que a comunicação influencia e faz a diferença no mundo corporativo. E mais: que responsabilidade e mídias sociais têm muito mais em comum do que suspeitam os empresários.  “Na próxima década, as empresas e líderes com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos”, completa o autor.

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David Jones destacou-se por ser um visionário do setor, defendendo a responsabilidade corporativa e a mudança social. Ele é o presidente mundial mais jovem da história da publicidade, dirigindo a Havas e a Euro RSCG Worldwide. Também foi o responsável por impulsionar a Campanha por Justiça Climática tck tck tck de Kofi Annan, uma das mais bem-sucedidas campanhas por uma causa da história, e é cofundador da One Young World, organização sem fins lucrativos que dá oportunidade a líderes promissores do mundo todo de expressar suas opiniões. David trabalhou ao lado de David Cameron e do Partido Conservador do Reino Unido de 2007 até a eleição de Cameron como primeiro-ministro em 2010.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As redes sociais como instrumento de mudança social

maio 23, 2012

Tenho convicção de que as mídias sociais serão um potente propulsor de responsabilidade e mudança sociais positivas no próximos anos, influenciando o comportamento de indivíduos, corporações e governos.

No mundo antigo, ser um agente de mudança significava um grande esforço, desconforto e até perigo. No mínimo, certamente exigiria sair de casa. Hoje você pode fazer parte de um movimento no mesmo tempo que leva para se tornar fã, clicar em ‘curtir’, carregar um vídeo ou compartilhar um link. Os céticos muitas vezes desprezam isso, considerando uma atividade fútil e sem sentido, e algumas podem ser de fato, mas temos visto, repetidas vezes, que a tecnologia conecta os ativistas com o restante do mundo, permitindo que encontrem partidários e ampliem sua causa.

Depois do desastroso terremoto e do tsunami no Japão, especialistas norte-americanos viajaram para ajudar nas questões tecnológicas e de TI. Quando a largura de banda da Internet era necessária na tarefa, vários dos maiores sites da web no Japão foram suspensos. Apesar da largura de banda que estava usando, o Facebook foi mantido aberto, pois estava atuando como uma ferramenta de valor inestimável, ajudando as pessoas a fazer conexões e a encontrar os desaparecidos.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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As empresas precisam fazer o bem para prosperar

maio 21, 2012

Antes da crise financeira, a tendência que crescia mais rapidamente no mundo dos negócios era o avanço da responsabilidade social, e a crise econômica só acelerou isso. O mundo inteiro percebeu claramente que a busca implacável do lucro a qualquer preço quase levou o sistema financeiro e econômico mundial ao colapso. Hoje, muitas empresas com a percepção de que a filosofia do “lucro por si só” não é mais a chave para o sucesso sustentável estão tentando mudar, de modo efetivo, a forma como operam.

Prosperar e fazer o bem não são mais vistos como excludentes. De modo geral, a crise aumentou a expectativa dos consumidores de que as empresas devem dar tanto quanto recebem.

A voz do consumidor já exerce grande influência e esse fenômeno só vai aumentar. As mídias sociais proporcionaram às pessoas uma ferramenta incrível para manter a honestidade das empresas, compartilhar informações e, acima de tudo, criar movimentos para apoiar ou derrubar empresas, líderes ou governos de quem elas gostam ou não. E tudo isso a uma velocidade impressionante.

Há provas contundentes de que a forma como as empresas conduzem seus negócios está se tornando mais importante do que nunca. Uma pesquisa realizada em 2010 constatou que 86% dos consumidores acham importante que as empresas não visem apenas o lucro. Chegou a hora de as empresas se darem conta disso!

Esta mudança de rumo não se restringe à necessidade de as empresas causarem menos danos, mas, em última análise, ao ato de fazerem o bem.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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A Geração Y e seus desejos

maio 18, 2012

Atualmente, descobrir quais são as expectativas dos jovens se tornou um grande desafio para as gerações veteranas. Pais perdem a paciência com seus filhos, educadores sofrem com a insubordinação de seus alunos e gestores ficam perplexos diante da aparente falta de comprometimento e foco dos novos profissionais.

Estamos diante de um novo momento de ruptura comportamental, semelhante ao que se viu nos anos 1960-1970.

Novos costumes culturais surgem com maior velocidade, e a adaptação constante é agora uma necessidade básica diante dos avanços tecnológicos.

Contudo, não é apenas na tecnologia que está o desafio de adaptação, mas também nas relações pessoais que são comandadas por comportamentos, atitudes, objetivos, expectativas e sonhos. Esses elementos, que formam o novo padrão de relacionamento, também mudaram de forma profunda e já não possuem muitas conexões com os modelos e as referências do passado.

Um erro muito frequente é pressionar as pessoas a adotar posturas e fazer escolhas usando as mesmas premissas que foram utilizadas com sucesso em outra época.

Parece óbvio que essa atitude irracional dificilmente trará efeitos positivos, entretanto é isso mesmo o que se espera, pois é com essas referências que as pessoas são julgadas, principalmente os jovens. Um exemplo de premissa deslocada no tempo é a questão da relação do empregado com a empresa. Por muito tempo, valorizou-se o funcionário que dedicava toda sua vida a uma mesma corporação. Atribuíam‑se a esse servidor algumas características comportamentais que certamente moldariam seu futuro profissional; contudo, no contexto atual, dificilmente seriam consideradas

 

Fonte: livro “Geração Y – Ser Potencial ou Ser Talento? Faça por merecer”, de Sidney Oliveira – Integrare Editora

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Deixe que seus olhos brilhem

maio 16, 2012

Pense bem. É ótimo falar com um especialista. De qualquer área, não importa qual. A gente se encanta quando vê alguém apaixonado pelo que faz, que conhece realmente o assunto, empolga-se em falar, está motivado, buscando mais. Dá para notar claramente a diferença entre uma pessoa que vibra com o que faz e uma que está naquela área por completo acidente.

A diferença entre os especialistas, as estrelas do segmento e os medianos é que os olhos dos primeiros brilham quando eles falam. Isso é evidente, não dá para esconder. Você se sente seguro ao falar com eles. Inspiram confiança e merecimento. A marca deles vale mais que a dos outros.

Esse é o poder da reputação e da percepção sobre o público. Agora compare essa situação com outras em que você se defrontou com os medianos numa área profissional. Quando você pergunta alguma coisa, eles gaguejam, desviam o olhar, vacilam e não sabem responder muito bem. Você questiona conceitos ou procedimentos e eles dizem que vão consultar o diretor ou pesquisar um pouco mais para lhe dar a resposta. Sua insegurança está estampada nos olhos, e seu valor diminui na mesma proporção. Num mundo de excessos, com pouco tempo para todos, com grandes demandas em qualquer área, ninguém quer perder tempo com quem não tem segurança do que faz. Em áreas como marketing, de importância vital para as empresas, muitas vezes quem tem essa responsabilidade é o presidente e, no momento das grandes decisões, ele certamente não quer falar com quem é inseguro, mas sim com quem decide ou tem muita certeza da solução que está lhe indicando. E isso só se consegue com duas coisas: conhecimento e paixão.

Esses dois aspectos serão vitais para agregar valor à sua marca pessoal, independentemente da área em que você atua. Portanto, jamais se desvie disso.

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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