Só se pode alcançar a felicidade quando tudo está perfeito! Mito ou verdade? (por Mike George)

março 28, 2016

Só se pode alcançar a felicidade quando tudo está perfeito: MITO.

Se você é do tipo perfeccionista, é provável que passe por uma dose diária considerável de estresse e de tensão. Este é um mundo imperfeito, onde nada jamais poderá ser perfeito. Por quê? Porque a perfeição é pessoal.

Para um perfeccionista, até mesmo a perfeição é imperfeita. Simplesmente porque a percepção da imperfeição significa projetar a própria imperfeição. Mas não diga isso a um perfeccionista, pois é pouco provável que ele entenda as coisas dessa maneira. Em algum lugar e com alguém (geralmente o pai ou a mãe), o perfeccionista aprendeu que só poderá atingir a perfeição se fizer algo perfeito (do ponto de vista de outra pessoa). Um erro clássico. Neste mundo caótico, nada pode ser perfeito. Somente quando o perfeccionista aceita a realidade como ela é pode encontrar o contentamento. Isso porque tudo já é perfeito do jeito que está. Não é a perfeição “perfeita”, mas do jeito que é. Porque esse é o modo como as coisas deveriam ser. E são.

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Fonte: livro “Os 7 mitos sobre o Amor” de Mike George – Integrare Editora

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Sinta-se “visível” para as pessoas que, de fato, importam. (por Maria Tereza Maldonado e Mariana Maldonado)

março 24, 2016

Apesar dos prazeres que cultiva, o medo de envelhecer está visível ao seu lado. É bom que você saiba que esse medo não assombra somente as mulheres. Os homens também temem a velhice, principalmente quando surgem os problemas com a ere­ção. Vivemos em uma sociedade consumista que valoriza de­mais a beleza física, o corpo sempre jovem e em forma. Isso passa a ser uma condição indispensável para ser apreciada e de­sejada pelo sexo oposto. Essa é uma das preocupações mais co­muns no consultório: “Mas, doutora, e agora? Estou ficando toda caída! Será que posso tomar algum remédio para isso?” Não é de admirar que muitas mulheres acabem tendo medo de enve­lhecer por se sentir ultrapassadas e fora desse mercado sexual.

Que tal fazer uma revisão mais profunda da autoestima e do próprio sentido da vida? A embalagem é mais importante que o conteúdo? Quando não se tem mais a embalagem do cor­po jovem, como desenvolver outros meios de sedução?

Qual o valor da beleza interior? A dor de se sentir invisível e o medo de envelhecer representam o medo da morte. Como disse Simone de Beauvoir, quando envelhecemos o futuro fica cada vez mais curto, e o passado, cada vez mais longo. Então, por que não cultivar com mais cuidado a serenidade, a paz dentro de você que irradia para quem está em volta? E o desenvolvimento da espiritualidade, como está? Vale lembrar que, mesmo sem ser praticante de alguma religião, é possível desenvolver-se espiritualmente, colocando na vida a perspectiva da transcendência.

Enfim, desejamos que você, ao refletir mais a fundo sobre suas qualidades, possa finalmente se sentir visível para as pessoas que de fato importam.

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Fonte: livro “Palavra de Mulher – Histórias de amor e de sexo” de Maria Tereza Maldonado e Mariana Maldonado – Integrare Editora

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Formando um cidadão (por Içami Tiba)

março 21, 2016

Se um filho não cuida das suas próprias coisas nem do seu próprio quarto, ele não aprende a cuidar da própria casa. Então, como esperar que ele cuide da sociedade?

Para desenvolver a cidadania, o filho tem que aprender que o que é bom e/ou cômodo para um não pode prejudicar os outros. O filho já tem que começar a praticar a cidadania familiar dentro da própria casa.

Um filho pode ter se acostumado a viver na bagunça, mas ele não pode impor essa bagunça a quem não é bagunceiro.

É a confusão que existe entre estar acostumado e estar bem. Não é porque ele se acostumou com a bagunça que ela é boa. Se a família dele se incomoda com a bagunça, é ele que tem que amadurecer, e não a família, que deve regredir, aceitando esse comportamento retrógrado do filho.

Mil vezes, em vez de criticar, o pai deve simplesmente exigir que arrume o quarto, combinando que prejuízos o filho vai ter cada vez que o quarto estiver na bagunça. É o princípio da coerência, constância e consequência sendo aplicado.

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Fonte: livro “Adolescentes – Quem Ama, Educa!” de Içami Tiba – Integrare Editora

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Imagine seu corpo como se fosse uma casa. Precisamos viver sabendo que esse corpo é único! (por Carla Góes)

março 18, 2016

É importante que sejamos tratados como um todo, monitorados mesmo, pois fatores genéticos, ambientais e alimentares são muito importantes para que possamos ter o equilíbrio ideal.

Sabemos que hoje a perspectiva de vida de homens e mulheres aumentou muito. E, apesar de fatores genéticos serem responsáveis pelo desencadeamento de determinadas doenças, podemos contar com a medicina como nossa aliada. Nós viveremos muito mais, isso é certo por isso precisamos ter consciência da importância dos cuidados com o corpo e a mente. É necessário ter um suporte físico e mental para acompanhar essa evolução e manter as estruturas do corpo saudáveis.

Precisamos viver sabendo que esse corpo é único, que nos foi dado e precisa de cuidados, porque afinal ele irá nos acompanhar até o último momento.

Imagine seu corpo como se fosse uma casa. Ela foi construída um dia e tudo era muito novo e foi cuidadosamente planejado. Para que essa casa seja habitada ao longo da vida, ela precisará de manutenção e cuidados constantes: uma pintura, uma limpeza no telhado, e assim por diante. Todo cuidado e carinho levarão você a ter um local tranquilo e saudável para viver, para que possa ter condições de seguir seus ideais de vida com mais felicidade, segurança, vitalidade e lucidez.

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Fonte: livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem” de Carla Góes – Integrare Editora

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Aprendendo a lidar com as crises (por Eugenio Mussak)

março 16, 2016

Há uma bela parábola budista que conta que uma jovem procurou Buda, pois estava em desespero por causa de uma grande crise que enfrentava. O homem santo pediu-lhe, então, que voltasse à sua aldeia e pedisse um grão de arroz a cada pessoa que lhe dissesse que nunca havia enfrentado uma crise pessoal.

Ela fez isso, mas voltou a Buda com as mãos vazias, pois não encontrara uma pessoa sequer que admitisse que não tivera crises em sua vida. Buda então lhe deu uma segunda missão: entregou-lhe um punhado de grãos de arroz e pediu que ela presenteasse com um grão cada pessoa que lhe contasse como a crise fortaleceu seu espírito.

Mais uma vez ela voltou ao mestre com as mãos vazias, mas com a mente cheia de ideias e o coração cheio de esperança.

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto” de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Pais e escola sob o comando dos filhos (por Içami Tiba)

março 14, 2016

Há pais que, por pagar a escola, acham que ela é responsável pela educação dos filhos. Quando a escola reclama de mau comportamento ou da indisciplina do aluno, os pais jogam a responsabilidade sobre a própria escola. “Já trabalhamos tanto, ficamos tão pouco tempo com os nossos filhos que não há horário para educá-los.” Usando esta desculpa como argumento, os pais deseducam os filhos, pois, durante os momentos de convivência, deixam-nos fazer tudo o que querem e não lhes fazem nenhuma cobrança.

Não se pode fazer tudo o que se quer, pois a vontade tem que ser educada. O que seria do trânsito, da sala de aula, dos clubes, dos aeroportos, do país se cada um fizesse o que tivesse vontade? Seria o caos. As regras existem para o benefício de todos, e a disciplina faz parte da educação de uma sociedade.

Os pais se unem aos filhos para reclamar da escola. É mais fácil e cômodo juntar-se ao reclamante do que fazê-lo ver o quanto ele pode estar enganado. O motivo dessa união é defender o filho a qualquer custo, mesmo que ele esteja errado. Se a escola pune, alegando que o aluno transgrediu tal regra, o filho geralmente conta a sua própria versão em casa. Nem sempre essa versão é verdadeira. Geralmente, ela serve ao filho para se proteger dos pais e manipulá-los contra a escola, fazendo-os acreditar que é inocente e que é a escola que está errada. O maior erro dos pais não está em querer proteger o filho, mas em não apurar a veracidade dos fatos. É neste gesto simples, mas firme, de procurar saber a verdade, que a ética é passada ao filho. Um filho não respeita pais que sejam manipulados por ele. Não confia em pais que caem na sua conversa, pois podem cair também nas conversas dos outros. Esta é a melhor maneira de perderem a autoridade.

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa” de Içami Tiba – Integrare Editora

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O corpo funciona melhor quando é bem tratado e vacila quando é mal compreendido. (por Malcolm Montgomery)

março 11, 2016

O corpo funciona melhor quando é bem tratado e vacila quando é mal compreendido. Da mesma forma, o clitóris tem seu melhor desempenho quando a mulher se sente repleto de vida e energia; quando literalmente se esfrega ao seu gosto, urra sua liberdade e dança sua valsa erótica.

O clitóris odeia ser amedrontado ou intimidado. Assim, a mulher que fica preocupada porque o parceiro pode achar que ela está demorando muito, demorará ainda mais. Se ela teme mostrar sua estria de 3 cm ao namorado, não está transando com ele, e sim com a estria. E se leu em alguma revista que, para agradar o parceiro tem de gemer em ré sustenido na hora do orgasmo, não vai gemer.

As mulheres orgásmicas assumem o comando do próprio prazer; não ficam esperando que os parceiros sejam habilidosos ou saibam ler sua mente para adivinhar o que querem. Elas descobrem as posições e ângulos que ativam mais suas sensações e facilitam a entrega. Sabem o que as deixa ansiosas e o que facilita o relaxamento.

As mulheres vão se aperfeiçoando no decorrer do tempo. Sua sexualidade só engrena depois de vários encontros com machos hipersensíveis. Por isso, as mais maduras em geral são mais orgásmicas que as jovens. O poder de conhecer a si mesmas, cultivado ao longo dos anos, traduz-se em melhor excitação e maior prazer sexual.

As que conseguiram escapar dos seus cinco opressores — o poder econômico, a cultura patriarcal, a natureza, a Igreja Católica e a mídia — provaram que possuem intenso desejo sexual. Reagem a estímulos tão rápida e prontamente quanto os homens.

É verdade que o desejo sexual feminino é complexo. Está ligado a várias regiões do cérebro. Envolve o temor, o medo, as experiências, o lirismo e até as divindades infernais. O livre-arbítrio e a autonomia têm peso considerável.

Mas se a mulher se reserva o direito de conhecer seu corpo e aprender o que é sensorial e o que é aversivo, ela facilita o trabalho do maestro, o clitóris, que pode reger a grande orquestra em sintonia com o desejo e a fantasia.

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Fonte: livro “Mulher – Um projeto sem data de validade” de Malcolm Montgomery – Integrare Editora

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