Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

fevereiro 27, 2014

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

 

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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Pais, filhos, jornais e brinquedos: a disputa pela atenção! Por Içami Tiba

fevereiro 24, 2014

 

Quando o pai chega em casa, o que ele mais quer é recuperar-se. Seu corpo está arrebentado e seu cérebro “em coma”. O seu jornal, televisão, internet funcionam como a fogueira no terreiro do jurássico caçador. Está dando uma ocupação para os olhos enquanto tudo se recupera em paz. E o que o filho mais deseja é brincar com o pai. Resumindo: o pai quer paz, e o filho quer o pai…

O filho, em busca de companhia, faz de tudo para chamar a atenção do pai. Aliás, as crianças estabelecem com os adultos uma relação em forma de túnel: elas ficam de um lado, o adulto de outro. Se o pai der atenção para outra pessoa ou mesmo para o jornal, o filho sente-se excluído. É como se o pai se instalasse numa das pontas do túnel e colocasse a televisão ou o computador no meio, e o filho ficasse na outra ponta. A relação com o filho foi bloqueada.

 

Os pais precisam encontrar um jeito, seja como for, de dar

atenção para o filho no momento em que ele pedir. Não adianta

enchê-lo de atenções quando ele não a quer mais.

Se o pai fizer valer sua vontade com base na lei do mais forte (repreender, agredir, reprimir), o filho sentirá que ele não é seu companheiro. Daí começam a surgir brechas que podem caminhar para o rompimento do relacionamento. O importante para o filho é a convivência e o companheirismo do pai. Se, por exemplo, o pai pegá-lo no colo enquanto lhe mostra um brinquedo, o que acontece? O pai se coloca ao lado do filho para observar o brinquedo que está na outra ponta do túnel. Da mesma forma, se o pai puser o filho ao seu lado, os dois terão diante de si a televisão e poderão assistir ao programa juntos. Contudo, para que o filho olhe para a TV ou qualquer outro ponto que o pai queira lhe mostrar, é preciso que o pai tenha olhado antes para o brinquedo dele.

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Que vida você quer para os próximos anos? Por Gabriel Carneiro Costa

fevereiro 20, 2014

Vencer na vida é vencer naquilo que você sabe que o deixa feliz.

Fixe a sua idade de vida hoje, neste exato momento. Agora reflita sobre a possibilidade de fazer um contrato com Deus e firmar um pacto a respeito da idade com a qual gostaria de morrer. Cruel? Não. É a vida. Particularmente, só tenho duas certezas: a de que estou vivo hoje e a de que vou morrer. A questão é o que farei entre esses dois pontos.

De posse da sua idade “desejada” de morte, subtraia a da sua idade atual e então terá uma expectative de tempo de vida. Exemplo: digamos que você tenha 47 anos e “deseje” morrer com 90. Nesse caso, o seu tempo restante de vida é de 43 anos.

Que vida você quer para esses anos?

Que história vai contar?

Não podemos mudar o que já foi vivido, mas podemos mudar o rumo previsto!

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

 

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Educar não é deixar a criança fazer só o que quer! Por Içami Tiba

fevereiro 17, 2014

Educar não é deixar a criança fazer só o que quer (ou seja, buscar a saciedade). Educar dá mais trabalho do que simplesmente cuidar dela porque é prepará-la para a vida. A vida da criança é regida pela vontade de brincar, de fazer algo. A cada movimento, está descobrindo a vida e os valores, num processo natural de aprendizagem.

Construir uma casa é muito mais fácil do que reformá-la. Reformar, no caso de um filho, seria o mesmo que sempre dizer “não” para algo que ele já fez muitas vezes. O melhor é ensinar aos poucos.

Quando quer fazer alguma coisa, a criança observa a reação dos pais; se ouvir um “não”, insiste. Quer testar se o que dizem é mesmo para valer – até incorporar aregra. Leva algum tempo, mas ela aprende. Então aquele critério de valor passa a fazer parte dela.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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As principais características de um líder. Por Ken O’Donnell

fevereiro 13, 2014

Descobri um site que transforma blocos de texto em “nuvens” que relacionam a frequência das palavras ao tamanho da fonte. Quanto maior a fonte, mais vezes a palavra ocorre no texto.

Por curiosidade, selecionei pelo menos cem textos de sites sobre liderança ou qualidades de líderes que eu tinha gravado no meu computador, passei para o programa que cria uma lista de frequência de palavras e ele selecionou apenas as virtudes ou valores.

Finalmente, submeti a nova lista ao site mencionado e ele gerou a seguinte nuvem de cinquenta valores:

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Vemos que “respeito” é a palavra em corpo maior pois é o valor que ocorreu mais vezes nos textos. “Confiança” está em segundo lugar e “resultados”, em terceiro. Sei que esse exercício tem pouco valor científico, mas pelo menos para mim confirmou algo em que sempre acreditei: o respeito é o valor mais imprescindível de um líder. É impossível criar um ambiente de confiança sem respeito. Igualmente, sem confiança e respeito, como seria possível conseguir os resultados esperados de um líder? Sem produzir resultados práticos, a conversa sobre ser um bom líder é meramente acadêmica.

A palavra “respeito” vem do latim respicere, que significa “olhar de novo ou olhar por trás”. Implica examinar uma situação ou pessoas de maneira especial, com mais profundidade. No sentido das capacidades de liderança mencionadas no quadro acima, o respeito se torna a chave para tudo o que está na lista.

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Fonte: livro “O espírito do líder 2 – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell. Integrare Ed.

 

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Ausência dos pais: a ausência física não se compensa com presentes nem com permissividade! Por Içami Tiba

fevereiro 10, 2014

O que tem atrapalhado bastante a educação dos filhos é a tentativa de os pais compensarem suas ausências através de hipersolicitude para atender os desejos mais inadequados, colocando os filhos como cobradores dos seus sentimentos de culpa.

Esse sentimento que ataca fortemente as mães não afetava muito os pais. Era comum o que acontecia com muitas famílias, cujo pai migrava em busca de trabalho. Não raro, esse pai se transformava em ex-pai. Praticamente não existe ex-mãe.

Tais compensações distorcem a educação, pois os pais, no afã de agradar os filhos, comportam-se inadequadamente, aceitando dos filhos o que não aceitariam de ninguém. Assim, os pais perdem a autoridade educativa sobre os filhos, gerando indisciplina em casa, prejudicando suas formações.

Os filhos, sem métodos nem regras a seguir, regidos pelo saciar dos seus desejos, tornam-se tão indisciplinados quantas forem as suas vontades. O que os filhos estão fazendo em casa, não poderão fazer na sociedade. Portanto, eles não estão sendo educados para serem cidadãos.

 

“Os filhos deveriam, desde já, praticar em casa o que terão que

fazer na sociedade. Esta é a verdadeira educação, tendo como

uma das suas bases a disciplina.”

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O caminho da diferenciação pode estar no significado! Por Arthur Bender

fevereiro 6, 2014

Esta é a minha tese central: que o SIGNIFICADO possa ser o caminho para a diferenciação e para a construção de valor das marcas. Nessa tese, teremos um cenário cada vez mais competitivo e no contexto extremo do brand management, as velhas fórmulas que funcionavam muito bem até bem pouco não funcionarão mais. Por quê?

Porque o contexto da competição mudou. Desculpe lhe avisar só agora, mas este é outro jogo. Este novo jogo tem novas regras para serem jogadas (ou quebradas). Mudou a velocidade e mudou a instantaneidade com que a tec­nologia é compartilhada por todos. O cara da esquina copia tão rápido quanto você consegue copiar o design do líder. Assim, num piscar de olhos tudo vai parar no tabuleiro do camelô.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações” de Arthur Bender – Integrare Ed.

 

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