Quais os seus objetivos para o próximo ano?

dezembro 19, 2011

Diga sem pestanejar: quais são seus objetivos para este ano? Vamos!

Rápido, sem pestanejar! Vamos! Pelo menos três. Concretos, rápido!

Não! Não vale dizer que quer ser feliz. Todos nós queremos ser felizes.

Exercite um pouco a imaginação. Se você tivesse, hipoteticamente, o poder de decidir o que quer conquistar e se isso fosse conseguido agora, num estalar de dedos, o que seria? Fama? Fortuna? Reconhecimento?

Reputação? Quanto é uma fortuna para você? Dobrar o salário? Triplicar?

A força dos objetivos:

Existem várias teorias sobre o assunto. Uma delas é que, ao escreve suas metas e objetivos numa folha de papel, você se compromete com eles e o universo conspira a seu favor. Uma teoria meio à Paulo Coelho, concordo, mas que pode funcionar se você acreditar nisso.

Outros dizem que, se escrever suas metas e objetivos numa folha de papel e olhar todos os dias para eles, você se comprometerá com isso.

Criará uma atitude mental favorável que o ajudará a se concentrar naquilo que quer. No mínimo, vai decorar isso de tanto ler e repetir, o que pode ajudá-lo a manter a mente focada nos seus objetivos.

Eu não descarto nenhuma das duas. Acredito nessa “conspiração cósmica” com aquilo que está escrito, mas acredito também que o poder maior é do seu próprio compromisso. Quando você escreve, é obrigado a pensar no assunto. Ao escrever, automaticamente está mentalizando e se comprometendo com o que quer. E isso passa a ser um compromisso pessoal com a sua marca e com você mesmo.

A cada objetivo alcançado, faça um grande risco sobre ele com um pincel atômico colorido e anote ao lado: “Conquistado!”.

Você vai o descobrir o imenso prazer de fazer isso. É quase como o de uma criança que ganha um brinquedo novo no Natal! É genial ir até o seu quadro de objetivos e dizer: “Estou aqui assinalando mais uma das minhas conquistas!”. Você vai achar fantástico fazer isso! Pode acreditar.

Isso lhe dará forças para ir atrás das conquistas seguintes. Quando sentimos essa força ao conquistar os primeiros objetivos, tudo se torna mais palpável e ganha corpo. ACREDITE!

 

 

Fonte: trecho do livro “Personal Branding” de Arthur Bender – Integrare Editora

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Por que o medo de se abrir para o novo?

setembro 28, 2011

Estamos reduzindo as possibilidades de nossa vida e limitando o potencial de nossa obra pela dificuldade de nos abrirmos verdadeiramente para o amplo horizonte do novo. Os padroes que formatam nosso olhar sobre a existência também criam uma cortina de fumaça que nos ilude e confunde nossas percepções. Estamos presos na caixa de tijolos e enxergamos o mundo pela estreita fenda de nossas crenças.

Einstein, novamente, nos ensina que “não é possível resolver os problemas com o mesmo nível de conciência que os criou”. É preciso transcender o estado do pensamento e a percepção que gerou determinada situacao ou relação e raciocinar em um estado mais amplo e, portanto, mais cheio de possibilidades. 

Alternativas sao meios ou métodos novos, ainda nao pensados. “Alter” quer dizer outro, algo que pode ser diferente, mas faz parte do mesmo contexto; e “nativo”, algo nato, próprio daquela experiência. Alternativas são caminhos diversos que seguem para o mesmo destino. Por vezes persistimos em um caminho cheio de dificuldades e barreiras que desaceleram ou até mesmo nos impedem de prosseguir por n˜åo sermos capazes de ver outros caminhos, trilhas ou desvios possíveis, as alternativas.

A forma como enxergamos a realidade é que a modela. Vivemos dentro dos limites de nosso olhar, de nossa percepcao. Cada um de nós modelou uma lente, uma forma de ver a realidade, ou o que a ciência chama de paradigma. Essa formatacao não é  a verdade, é apenas um modelo pessoal da verdade. Sendo assim, precisamos estar atentos à possibilidade de ver outras formas, outros modelos de mundo

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Aprender é próprio da espécie humana. Mas, quem são os mentores?

junho 2, 2011

Essa fala de Içami Tiba nos alerta para o fato de que todos nós – mas principalmente as crianças – aprendemos com o ambiente em que estamos inseridos através da interação com as atitudes das pessoas e com os valores reinantes. Aprender é próprio da espécie humana, e cabe aos educadores direcionarem esse fantástico potencial para que não se desperdice na construção de maus hábitos e condutas que não agregam valor.

Há muitos séculos, Sócrates – provavelmente o primeiro grande educador – no alertou para esse fato, criando a expressão maiêutica, que, em grego, significa a arte de dar à luz. Segundo o filósofo, a função do mestre seria a de ajudar o conhecimento a nascer, o aluno a construir seu próprio saber. Para tanto, quem assume a função de educar – a mais nobre entre as tarefas humanas – assume, ao mesmo tempo, a imensa responsabilidade de influenciar mentes, almas e futuros.

Se a educação do jovem não for direcionada, acondicionada por saberes úteis e valores elevados, ele aprenderá de qualquer maneira, só que, neste caso, sem garantia de que estará sendo formado um cidadão digno, com sua performance orientada à produção do bem.

Por isso Tiba insiste que todos somos educadores – ou educacionistas, para usar uma expressão do senador Cristovam Buarque – e que não podemos deixar de investir em nossa qualificação para tal. Sua orientação terapêutica, como psiquiatra, é a de ajudar pessoas a se inserirem no processo permanente do desenvolvimento humano.

Ninguém passa pela vida sem aprender e sem ensinar. Trata‑se de um destino genético próprio de nossa espécie. Estamos condicionados a aprender e a ensinar, entretanto, essa missão precisa ser aprimorada constantemente, pois o conhecimento cresce exponencialmente, e os valores humanos devem ser polidos diariamente, para evitar que a poeira da luta pela sobrevivência social retire seu lustro.

O precioso deste livro é ser um cadinho intelectual, em que teorias e experiências, conceitos clássicos e conselhos práticos, se encontram e se fundem em uma mensagem final de grande profundidade e imensa utilidade. Apresentado de forma simples, sem sofisticação desnecessária – ao contrário, com uma linguagem clara e correta – Pais e Educadores de Alta Performance atinge o objetivo a que se propõe: tirar os temas da educação do ambiente acadêmico, hermético, e colocá-lo ao alcance de todos, especialmente daqueles que mais precisam aprimorar‑se enquanto educadores: os pais.

Ser de Alta Performance, na visão criativa do autor, é dar mais Passos Além do que ficar Marcando Passo. Pois foi o que ele fez com este livro, deu mais um Passo Além, para que seus leitores – e aqueles que serão influenciados por eles – possam dar o seu próprio passo, seguro e otimista. Aliás, otimista porque seguro, e seguro porque educado. Boa leitura!

 Eugenio Mussak – Educador e escritor

Fonte: trecho do Prefácio feito por Eugenio Mussak para o livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba

 

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