A cegueira da estabilidade. (por Arthur Bender)

dezembro 4, 2015

É uma pena, mas, na maioria das vezes, a estabilidade nos deixa cegos para uma avaliação correta dos sinais que estamos emitindo para o mercado e acabamos tendo de aprender pela dor. O ideal seria que estivéssemos sempre preocupados com isso, numa eterna avaliação da nossa imagem de marca. Num planejamento estratégico de marca de produtos, isso é feito rotineiramente, como forma de estar atento às movimentações do mercado e da concorrência e às ameaças que possam surgir daí. Nas marcas pessoais isso deveria funcionar da mesma forma. Avaliar, avaliar, avaliar. Avaliar e reavaliar sempre. O que o mercado queria dos profissionais cinco anos atrás é completamente diferente do que quer hoje.

 

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Fonte: livro “Personal Branding”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Estratégia não é achar que tudo é possível (por Arthur Bender)

setembro 2, 2015

Os livros de autoajuda e os cursos de motivação tentam nos fazer crer que podemos conseguir tudo e só pelo querer nos tornaremos fortes e imbatíveis em nossas conquistas. Ao sair de uma palestra dessas, você se sente um gigante, cheio de motivação, emocionado com sua força interior, com lágrimas nos olhos e no dia seguinte tudo desmorona e você volta à velha rotina de querer sem saber como fazer. E descobre que não sabe como chegar lá.

Você precisa de estratégia. Pensar estrategicamente na sua marca pessoal e na sua carreira e cercar-se de informação para determinar a rota certa, o movimento certo. Isso implica uma dose alta de autocrítica e análise e muito poucas divagações e sonhos. Estes servem maravilhosamente bem para você visualizar o futuro lá na frente, cristalizar essa imagem na mente e saber aonde quer chegar. Servem para alimentar o motor e poder suportar as dificuldades do caminho. Mas os sonhos são o ponto de partida, e não de chegada. Pode deixar o incenso queimando, as velas acesas e o sininho de vento pendurado na janela (eu também gosto disso), mas você precisa de estratégia para chegar lá! Existe uma guerra lá fora, e para falar de estratégia precisamos falar em termos militares. Não se assuste. Essa guerra é interna – é você com sua marca.

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Nossa mesa de trabalho também forma a imagem de marca pessoal (por Arthur Bender)

março 4, 2015

Nossa mesa de trabalho diz um pouco do que somos e mostra alguns sinais de nossa marca pessoal. Os objetos que estão sobre ela e a forma como está organizada revelam muito sobre a pessoa. É incrível como as salas e as mesas de trabalho podem dar claros sinais da marca de cada um. É como se sobre elas houvesse um grande luminoso com o slogan pessoal de cada um. Em algumas se vê uma enorme placa luminosa piscando: “Aqui fica um sujeito bagunçado”. Em outras, um estilo impecável, imaculado, como se ninguém trabalhasse ali. Outras ainda retratam o estilo familiar, com fotografias da família espalhadas pelas paredes. Por todo lado, há pequenos símbolos das coisas que as pessoas apreciam e que revelam um pouco da sua marca pessoal.

Na primeira oportunidade que você tiver, dê uma espiada na sua empresa. Olhe mesa por mesa e compare-as com a imagem que você tem das pessoas. Observe e comprove o que estou falando. Até as flores sobre algumas mesas têm a cara da imagem de marca do dono. Algumas estão meio secas ou mortas, outras bem cuidadas. Outras são caras e modernas.

Agora olhe a sua mesa com bastante atenção e se pergunte: os sinais que a sua mesa dá refletem aquilo que você quer vender como imagem de marca pessoal?

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Fonte: livro “Personal Branding: Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Viver sem propósito é viver sem paixão. E sem paixão, não existe chance de a sua marca chegar a ser reconhecida como excelente! Por Arthur Bender

julho 31, 2014

Acredito que marcas medíocres nunca entregam o que prometem porque nem elas sabem quem são, o que representam ou que valor podem entregar. São marcas perdidas, sem significado, sem causa, sem propósito, marcas sobreviventes, sem sal, sem tempero, mornas — que serão inevitavelmente atropeladas pela falta de relevância.

Fico indignado com marcas que são puro desleixo e desrespeito para com seus clientes. Marcas de produtos, de organizações e de profissionais que não estão nem aí para os seus públicos. Marcas que não cumprem acordos verbais nem escritos. Marcas que não cumprem nada do que prometem. Que vivem de armadilhas e emboscadas quando tudo de que gostaríamos, como consumidores, seria o contrário: um pouco mais de respeito. Por isso fico muito indignado com a estratégia burra de algumas marcas e com a enorme miopia de alguns profissionais do marketing e do branding.

E me incomoda muito mais o conformismo que tomou conta de todos nós. Porque, dessa forma, estamos sendo igualados e arrastados para a lama da média. Essa média sofrível que arranha a imagem, subtrai valor das marcas e destrói a reputação das organizações.

Nessas horas, me pergunto: por quê? Por que avançamos tanto em algumas coisas e ainda estamos tão atrasados em outras? Por que nos indignamos tanto com algumas coisas no mercado e em relação a outras baixamos a cabeça e simplesmente toleramos? Por que aceitamos isso?

 

Creio que na raiz da “baixa qualidade de entrega” do que recebemos em muitos dos serviços que adquirimos está a NÃO COMPREENSÃO DO PRÓPRIO SENTIDO DESSAS MARCAS. Por quê? Porque quando não encontramos significado no que fazemos, nos distanciamos muito de qualquer possibilidade de FAZÊ-LO COM EXCELÊNCIA. Não interessa o quê. E isso, irremediavelmente, destrói qualquer possibilidade de fazer brotar paixão e brilho nos olhos.

 

 

Fonte: livro “Paixão e Significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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O caminho da diferenciação pode estar no significado! Por Arthur Bender

fevereiro 6, 2014

Esta é a minha tese central: que o SIGNIFICADO possa ser o caminho para a diferenciação e para a construção de valor das marcas. Nessa tese, teremos um cenário cada vez mais competitivo e no contexto extremo do brand management, as velhas fórmulas que funcionavam muito bem até bem pouco não funcionarão mais. Por quê?

Porque o contexto da competição mudou. Desculpe lhe avisar só agora, mas este é outro jogo. Este novo jogo tem novas regras para serem jogadas (ou quebradas). Mudou a velocidade e mudou a instantaneidade com que a tec­nologia é compartilhada por todos. O cara da esquina copia tão rápido quanto você consegue copiar o design do líder. Assim, num piscar de olhos tudo vai parar no tabuleiro do camelô.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações” de Arthur Bender – Integrare Ed.

 

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O que você quer na sua vida? Faça as perguntas certas! Por Arthur Bender

setembro 18, 2013

O problema é que, na verdade, a maioria das pessoas não tem muita clareza do que quer da vida, nem do caminho que está sendo trilhado. E o pior, não se permite fazer perguntas ou se entregar à reflexão, quando essa reflexão é sobre si mesmo. A tendência é colocar todo o peso da responsabilidade sobre os outros, como se o problema fosse sempre alheio, externo. E quando não se quer resolver, o problema ou a solução sempre serão alheios à nossa vontade. Sempre será culpa dos outros, para acobertar a nossa própria incompetência na solução e o nosso desconforto com perguntas sobre o tema.

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Necessidades que nem imaginamos… Por Arthur Bender

julho 24, 2013

Outra consequência de uma sociedade em que tudo é excedente e grandioso é a perda de parâmetros para fazer julgamentos de valor.

            Na sociedade do excesso acabamos nos acostumando a ver números grandiosos. Tudo parece que é ou que tenta ser exponencial, com valores gigantescos e cifras cada vez maiores que causam um efeito interessante: simplesmente não prestamos mais atenção. Pouca coisa hoje nos impressiona em termos de “números grandiosos”. Porque tudo parece que passou a ser grandioso.

            Passamos para um estágio de aceitar qualquer número gigantesco e não pensar mais nele porque simplesmente não temos mais noção se o que estamos vendo é real ou é falso. Perdemos o parâmetro do que é grande. Não conseguimos julgar a diferença entre o grande, o muito grande e o excepcionalmente grande, ou a comparação entre o enorme, o gigantesco e o fantástico, porque parece que tudo ficou turbinado e, quando tudo é superlativo, o cenário não impressiona mais, fica tedioso.

 

Necessidades que não imaginamos

Talvez tenhamos chegado a um padrão de conforto muito especial que podemos dizer que seria inimaginável há poucos anos. E se você pensar bem, o que temos hoje é inimaginável. Por quê? Porque, na verdade, imaginamos poucas coisas como as que consideramos indispensáveis atualmente. Sonhávamos com outras coisas e temos hoje itens com que nunca sonhamos e que parecem ter se tornado imprescindíveis na nossa vida. Ou você algum dia sonhou que dependeria de um aparelho eletrônico como o iPad?             Ou imaginou que um pedacinho de papel com cola na ponta, como o Post-it, seria indispensável no seu escritório? Ou desejou um telefone que fosse smartphone? Ou sonhou que teríamos as operadoras de celular que temos? Bom. Não vamos discutir isso.

 

Eu sequer sonhei com isso

O que aconteceu é que acabamos em outro futuro não sonhado. Em um futuro que não era o planejado e no qual muitas das certezas que tínhamos em relação aos itens indispensáveis se transformaram em outros completamente diferentes do que imaginávamos. Assim, fomos acumulando outras coisas e sendo surpreendidos por novidades que acabaram (nas nossas mentes consumistas) se tornando indispensáveis. Os pen-drives ganharam mais capacidade, os closets das mulheres cresceram e chegamos onde estamos.

 

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Outra consequência de uma sociedade em que tudo é excedente e grandioso é a perda de parâmetros para fazer julgamentos de valor.

O que aconteceu é que acabamos em outro futuro não sonhado. Em um futuro que não era o planejado e no qual muitas das certezas que tínhamos em relação aos itens indispensáveis se transformaram em outros completamente diferentes do que imaginávamos. Assim, fomos acumulando outras coisas e sendo surpreendidos por novidades que acabaram (nas nossas mentes consumistas) se tornando indispensáveis.

 

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

 

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