Adolescência: o “bode”, a irritação, os riscos

outubro 31, 2011

O adolescente com frequência é desconfiado, tendendo a se mostrar repentinamente chateado ou irritado, além, claro de um tanto inconsequente.

Já viu isso em algum lugar? Isso lhe aborrece?

Toda essa inquietação é quase impossível de ser dominada por completo. Quem tem filho nessa idade sabe que eles têm rodinhas nos pés e língua afiada. Isso é um reflexo da redução das conexões de uma área do cérebro chamada “núcleo acumbente”, a área responsável pela recepção da dopamina. Nessa idade, os jovens perdem cerca de um terço dos receptores desse neurotransmissor e por isso frequentemente se mostram irritadiços e “de bode”, ou de “saco cheio”.

Nesse momento, muitos pais, não aguentando a cara feia, o mau humor repentino e não entendendo que justamente nessa fase os modelos estão sendo revistos e que rever nossas verdades é fundamental para formar nossa identidade, tendem a se afastar dos filhos. Numa idade em que estar presente é essencial, apostando no imediatismo e no espontaneísmo, no fazer o que se tem vontade, os pais dizem que seus filhos não têm limites, mas são eles que se limitam cedo demais.

Limitando seu afeto e sua presença, os pais perdem a conexão de confiança com os filhos, deixando de ser para eles um bom modelo, uma boa figura de autoridade, uma referência sadia e estável, justamente numa hora delicadíssima. Isso pode gerar diversas consequências danosas, seja na vida escolar ou em outras áreas.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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outubro 28, 2011

O que a mulher espera de um relacionamento amoroso:

 • companheiros carinhosos e compreensivos;

• divisão de tarefas domésticas;

• mesmo nível cultural e financeiro;

• respeito mútuo.

Atualmente a maioria das mulheres já desistiu de esperar a chegada do príncipe encantado. Elas procuram um parceiro que faça parte do seu universo, que queira, por exemplo, ir ao shopping ou passar um final de semana curtindo a natureza. Claro! Porque é preciso que o homem seja sensível, exerça sua masculinidade na hora certa e seja cavalheiro.

Qual é o parceiro ideal para você, o que realmente inspira um relacionamento e transmite a sensação de plenitude e paz? É importante que existam afinidades, uma vez que diferenças sempre haverá e são construtivas, mas em dado momento precisamos saber que estamos olhando a vida pelo mesmo foco.

Fonte: Trecho do Livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer jovem”, de Dra. Carla Goés Souza Pérez – Integrare Editora

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Sobre os atributos da identidade

outubro 26, 2011

Sócrates já pensava nessa questão da identidade e nos ensinou que todas as coisas do mundo possuem dois tipos de atributos. Os ESSENCIAIS, que fazem com que a coisa seja reconhecida como tal e a diferenciem de todas as outras; e os ACIDENTAIS, que ajudam a descrever essa coisa, porém, não são a sua essência. O que é essencial permanece ao longo de toda a vida, com sutis variações. O que é acidental muda de acordo com as aventuras e desventuras de seu sujeito.

Vamos pensar numa pessoa para facilitar o entendimento: o caráter dela permanece o mesmo (pelo menos nos seus pontos essenciais) desde criança. Se alguém é introspectivo e amigável, vai ser reconhecido por essas características ao longo de toda a sua vida. Uma criança curiosa será um velhinho curioso. Este é, então, um dos seus atributos essenciais.

Uma questão interessante a se pensar é que a frequência com que os atributos acidentais mudam também depende dos atributos essenciais. Se a empresa é mais conservadora, as manifestações físicas de sua identidade também mudam pouco: a marca gráfi ca, a decoração, a gestão de pessoas, o portfólio de produtos, tudo permanence estável e previsível ao longo de vários anos.

Já uma empresa mais inquieta, emocional, ousada, pode mudar várias vezes de marca, decoração, sistemas de gestão ou portfólio de produtos no decorrer de seu ciclo de vida.

Fonte: Trecho do Livro “DNA Empresarial”, de Lígia Fascioni – Integrare Editora

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Dores de Barriga

outubro 24, 2011

A dor de barriga mais comum que as crianças sentem é um desconforto incerto que vai e vem no meio do abdômen. Geralmente, é causado por bactérias na barriga, indigestão ou constipação. A dor de barriga considerada grave é a apendicite – rara e intensa. Certas dicas o ajudarão a distinguir uma dor leve de outras dores agudas.

Fonte: Trecho do Livro “The New Basics – O Que você precisa para cuidar bem de se filho, de A a Z”, de Michel Cohen – Integrare Editora

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Construindo equipes vencedoras na família empresária

outubro 21, 2011

Encontrar, hoje, um profissional que reúna alta qualificação em determinado tema e que tenha, ao mesmo tempo, visão ampla e sistêmica, associada a uma base filosófica, espiritual e humanística é uma tarefa das mais difíceis. Pois tenho o prazer de apresentar a você, leitor, uma pessoa que reúne esse conjunto de competências – o professor, consultor e autor Eduardo Najjar.

Ele consegue, neste livro, uma síntese também rara de obter.

Normalmente, o tema da empresa familiar é tratado sob a ótica dos negócios ou sob a perspectiva da família. Este livro consegue com maestria nos colocar diante do grande dilema dos negócios familiares: devo tomar decisões com base no business, optar pelo que é melhor para a empresa ou devo privilegiar a dimensão e os aspectos emocionais envolvidos em lidar com familiares? O autor aborda as duas faces do mesmo desafio apresentando casos com situações do mundo real de forma agradável e instigante, provocando a nossa reflexão.

Após vários anos dedicados ao ensino em reputadas escolas de administração, Najjar tem se dedicado ao tema da família empresária, indo muito além da empresa familiar. Tornou-se referência no Brasil e no exterior para aconselhar patriarcas e matriarcas, assim como orientar herdeiros a encontrar o equilíbrio necessário que leve a um maior grau de sucesso e resultados nos negócios, preservando a harmonia familiar e conseguindo obter maior felicidade em casa, sem destruir o negócio.

O livro trata da família e do mundo dos negócios, da razão e da emoção, dos naturais conflitos de papéis que surgem na dinâmica do dia a dia, da comunicação entre pessoas que vivem sob o mesmo teto e também nas salas da empresa. E como não poderia deixar de ser, aborda de frente o verdadeiro calcanhar de Aquiles das empresas: a sucessão.

Como identificar, desenvolver e engajar novos liÅLderes, substitutos e sucessores na família? Como fazer tudo isso se o melhor caminho é a profissionalização da empresa e a retirada dos familiares da gestão? Como separar patrimônio de gestão? Como estruturar a governança de uma empresa familiar?

Além de provocar a reflexao sobre essas questões e dar algumas pistas para o encaminhamento das soluções para esses dilemas, a segunda parte do livro nos traz um rico e interessante conjunto de histórias reais da vida de empresas familiares, comentando vários casos com tom bem-humorado e sem perder a profundidade.

Já comecei a usar na prática o conteúdo deste livro, mesmo antes de ser publicado. Determinado cliente meu, um jovem de 32 anos foi nomeado diretor-presidente de uma empresa de porte relevante, com faturamento superior a R$ 1 bilhão e com cerca de quinhentos colaboradores. Ligou-me, na véspera da sua primeira reunião com o Conselho de Administração da empresa, para perguntar como deveria tratar o presidente do conselho:

“Neste caso, chamo ele de meu pai ou de senhor presidente?”.

Nao sei que resposta você daria, caro leitor, mas a minha foi rápida: disse que mandaria um motoboy entregar a ele, em minutos, uma cópia dos originais do livro do Eduardo Najjar, ainda não publicado, aconselhando-o a ler naquela noite.

Desculpe, Eduardo, por ter utilizado os originais do livro sem sua autorização. Mas suas ideias fizeram um enorme bem àqueles pai e filho.

Você, leitor, que agora tem este livro em mãos, aproveite-o bem. Saboreie cada capítulo. Vá refletindo, tirando suas próprias conclusões. Convide seus familiares a ler o livro. Discuta, questione, mande um e-mail para o Eduardo Najjar contando o seu caso, as situações e dilemas em que vive, pois certamente ele vai respondê-lo. Um segredo: Eduardo Najjar é movido à paixão pelo que faz!

 

César Souza

Presidente da Empreenda Consultoria, consultor e autor

Fonte: Trecho do Livro “Empresa Familiar – Construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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Comparativo: Empresa Familiar x Empresa não familiar

outubro 19, 2011

Somente 15% das famílias empresárias conseguem passar o patrimônio para a terceira geração – um numero preocupante, principalmente quando verificamos que a razão predominante, desse índice são os conflitos familiares que, em geral, não são resolvidos adequadamente.

O quadro abaixo faz um comparativo das diferenças entre empresas familiares e não familiares. Algumas delas, quando não respeitadas, são a provável causa do índice de mortalidade das empresas, uma vez que as questões familiares podem atrapalhar o crescimento e o fortalecimento de uma empresa.

Fonte: Trecho do Livro “Empresa Familiar – Construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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Razão x Emoção na EMPRESA FAMILIAR

outubro 17, 2011

A EMPRESA FAMILIAR, em geral, convive com um antagonismo entre razão e emoção, do mundo dos negócios e da família.

Não raro, ouço dúvidas de pais, mães, filhos e sobrinhos quanto ¡a sua relação com a empresa da família, e com parentes que se comportam de forma diferente do esperado no tratamento do patrimônio e do negócio.

Todas as Empresas Familiares têm problemas e a raiz da maior parte desses conflitos é o comportamento e a atitude dos membros da família empresária.

A perpetuação da empresa familiar, assim como a transição de seu controle de uma geração para a próxima, depende, decisivamente, da harmonia entre os membros da família. As famílias que alcançam essa meta são as que conseguem identificar e trabalhar os conflitos inerentes ¡a convivência dos familiares em torno do patrimônio.

Fonte: Trecho do Livro “Empresa Familiar – Construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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