Dividindo tarefas com os filhos! Você faz isso? Por Içami Tiba

junho 30, 2014

Mães saudáveis preparam os filhos para arcar com as suas responsabilidades. Com o passar dos anos, elas vão delegando à criança o poder de se cuidar. Essa autonomia pode dar ao filho a sensação de felicidade, aumentar sua autoestima e retroalimentar o sistema de recompensa. Felicidade ou saciedade que se ganha de mão beijada não aumenta a autoestima porque dispensa exatamente a capacidade de crescer em liberdade.

Isto, entretanto, é muito diferente de abandonar totalmente o filho para que ele se cuide sozinho. Uma criança abandonada afetivamente tem autoestima baixa e procura garantir-se por meio da exigência de saciedade em seus mínimos desejos. Torna-se intolerante diante das frustrações porque não tem dentro de si a força da autoestima saudável.

 

Geralmente, a criança pode fazer bem menos do que precisa fazer. Não importa. Nada é mais gratificante para ela do que a sensação de ser capaz de realizar algumas atividades, principalmente quando o benefício é para si mesma. Ela estampa no rosto um olhar de vitória quando consegue vestir a própria roupa, amarrar o tênis, pegar um copo de água. Como se cada realização fosse um aprendizado que vai servir de base para um outro desafio, uma nova realização!

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Pior do que a estabilidade é o sucesso momentâneo! Por Arthur Bender

junho 26, 2014

A estabilidade e o sucesso momentâneo funcionam como uma lente for a de foco para a autoavaliação. Pior do que a zona de conforto proporcionada pela estabilidade é o sucesso momentâneo. Muitos profissionais ficam tão impressionados com seu sucesso na empresa que se esquecem completamente da sua marca pessoal. Esquecem que, por

trás do cargo que está escrito no cartão de visita, existe uma marca pessoal, e esta sim é a coisa mais importante a ser trabalhada. No cartão, a marca pessoal adquire um sobrenome – com o status do nome da empresa, só isso, nada mais.

O que não podemos esquecer é que os cargos mudam, as empresas mudam – são vendidas, juntam-se a outras, alteram planos, quebram, não precisam mais de você, falham. Sua marca pessoal deve resistir, crescer e prosperar, independentemente das empresas. O que vale aqui é o nome – seu nome, sua marca, sua reputação –, e não o sobrenome da empresa.

 

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Desejar é diferente de precisar! Içami Tiba

junho 23, 2014

Os pais têm de ensinar a diferença entre precisar e desejar desde quando os filhos começam a entender o que se fala. “Você precisa comer!” é muito diferente de perguntar “Você quer comer?” A pergunta abre a possibilidade de o filho não comer. Os pais aceitam que não coma?

Se os pais ficam angustiados porque o filho não come, não devem perguntar, têm mais é que informar a necessidade de comer. Não precisa ficar bravo nem triste nem fazer agrados, carinhas e beiços. Perguntou? Tem de aguentar as respostas. “Você quer brincar?” é diferente de “Vá brincar lá fora!”. Querer algo sem arcar com responsabilidades consequentes não é sustentável. Nenhum cidadão pode curtir sua liberdade se não puder assumir as consequências dos seus atos.

 

Responsabilidade não é uma brincadeira opcional, é uma questão ética.

 

Se os pais levam tudo para a negociação, perdem a autoridade inerente à Educação Sustentável. Nesta, a primeira a ser mantida é a promessa feita. Se adormecer, tem de ser despertado. Responsabilidade não é uma brincadeira opcional, é uma questão ética. “Já que ele dormiu, ele fará amanhã!” não pode acontecer. Ele tem de despertar e fazer. Na próxima vez, fará com mais facilidade. Insustentável é a educação em que se confunde negociação com obrigação. As duas situações existem, cada uma tem seu valor, uma não vale mais que a outra, mas é questão de uso adequado ou não.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora 

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Desconfiança: proteção ou muralha? Por Leila Navarro

junho 18, 2014

Nossa falta de confiança é generalizada e se estende a estranhos, colegas de trabalho, governos, instituições, projetos, empresas, mudanças, enfim, qualquer coisa que possa representar algum tipo de ameaça à nossa estabilidade ou segurança.

E assim fazemos da desconfiança a muralha que nos separa dos perigos do mundo exterior. Mas até que ponto ela nos protege e até que ponto nos aprisiona? Enquanto vivemos seguros aqui dentro, o que estamos deixando de viver lá fora? Poderemos ser pessoas autoconfiantes, realizadas e felizes nos limites de nossa muralha ou para isso teremos de nos aventurar para além dela?

A situação é no mínimo contraditória, pois enquanto desconfiamos para não sermos passados para trás não conseguimos ir em frente. A desconfiança nos aconselha a ficar nos limites do conhecido, a evitar riscos e a nos fechar para os outros, ao passo que o mundo de hoje – especialmente no que diz respeito à carreira profissional – requer abertura para o desconhecido, coragem para arriscar e integração com as pessoas.

 

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Fonte: livro “Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José María. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Ensine o seu filho a cuidar de si mesmo! Por Içami Tiba

junho 17, 2014

Se um filho subisse sobre a mesa, fosse para a borda e lá ficasse em pé olhando para o chão, o que os pais fariam? Correriam em direção a ele gritando: “Não pule”; “Você vai cair!”, etc. Difícil é ensinar durante uma emergência como esta. Ao ouvir “Não pule”, o filho identifica primeiro a ação forte “pular” para depois ouvir a negação. Pela ansiedade dos pais aflitos gritando com ele, o filho compreende o “pular” e já pula antes de compreender o “não”. E se o filho escuta “Você vai cair!”, ele simplesmente cai, porque é uma ordem…

Se os pais querem que ele pare, sejam diretos e firmes, com voz de comando: “Pare!”. Ele para. E, então, os pais vão com passos firmes, sem afobação nem correria, para pegá‑lo durinho como uma pedra.

Assim que puderem, os pais devem explicar o perigo de subir na mesa e ensinar onde o filho pode subir sem riscos. Um filho aprende a lidar consigo sentindo na sua pele o que os pais fazem com ele. Se os pais o maltratam, ele aprende a se maltratar.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Por uma Educação Sustentável! Içami Tiba

junho 9, 2014

EDUCAÇÃO SUSTENTÁVEL é um projeto racional que leva em consideração as emoções, os sentimentos, os afetos, a vontade, os desejos, os sonhos, os relacionamentos humanos e também as estratégias de ação para melhores resultados. E aí que entra a sustentabilidade, com as recentes preocupações mundiais com preservação e recuperação das condições da vida humana no planeta Terra.

Nada é mais sustentável que a educação de valores, pois uma vez aprendidos e praticados, passam a fazer parte da vida do aprendiz pelo resto de sua vida. Não há nada que custe tão pouco como o aprendizado e sua prática, que dure tanto e seja tão útil e tão sustentável do que a excelência de um valor sustentável.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Sou eu que posso realizar meus sonhos!!!

junho 5, 2014

“Percebi que a vida é curta demais para ficar sofrendo e frustrado com os erros que tive no passado. Posso aprender com eles e também utilizar minhas realizações como fonte de confiança na minha capacidade de construir novas oportunidades de atuação.

O que não consegui hoje, posso conseguir amanhã, ou um pouco mais à frente. Daí o tesouro, presenteado por Sidnei: sou eu que posso realizar meus sonhos. Planejar, realizar, fracassar, aprender, confiar novamente, buscar um mentor, inovar e aspirar novos níveis de atuação.

Sidnei lhe ajudará a descobrir e fazer o que realmente quer, mas ele não passará a mão na sua cabeça. Você pagará um preço por isso. Escolhas, Foco e Valores.

Do que estou falando? Saberá ao ler o livro!”

Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos.

 

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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