Aprenda a se manter jovem

janeiro 31, 2011

              O envelhecimento pode e deve ser atenuado pela conscientização da necessidade de diminuir fatores de agressão das células e fortalecer as barreiras que impedem as agressões.

              O envelhecimento está relacionado aos seguintes aspectos:

• genética;

• alimentação;

• qualidade de vida;

• nível de estresse;

• prática de atividades físicas;

• sono saudável;

• características pessoais;

• patologias associadas.

Dra. Carla Góes, em “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer jovem”

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Polvo (mulher) e cobra (homem) vão ao banheiro

janeiro 28, 2011

Quando adolescente, eu gostava de espiar os banheiros das mulheres. Meus pais ficavam zangados comigo e me chamavam de sem-vergonha. O que eles não sabiam é que eu já era um “pesquisador comportamental”.

Vou fazer um relato do que aprendi estando atento a tudo o que se passava nos banheiros masculinos e femininos, acrescentando algumas situações “extrabanheiro” para tornar minhas comparações mais pitorescas.

As diferenças entre cobras (homens) e polvos (mulheres) já são perceptíveis antes mesmo de eles entrarem no banheiro. A caminho, a polvo anuncia em alto e bom som o seu estado fisiológico por onde vai passando: Ah, estou tão apertada! O que sempre me intrigou era para quem ela estaria dizendo isso, já que ninguém lhe perguntara nada. Então, outra polvo, conhecida da primeira ou não, capta a mensagem e logo corresponde: Eu também! E lá vão as duas ao banheiro batendo o maior papo.

Ninguém consegue falar com um cobra que está a caminho do banheiro com passos largos e apressados, a cara fechada num ar agoniado e solene. Quem quiser lhe perguntar algo que dê uns toques em seu ombro. Então, o cobra para e ouve, já que andar, controlar a bexiga e co nversar são coisas demais para fazer ao mesmo tempo.

No banheiro, a polvo se fecha no reservado e despe quase metade do corpo para sentar-se no vaso sanitário. Não importa o tipo de serviço a ser feito – gasoso, líquido ou sólido -, ela sempre verifica suas roupas íntimas. É por causa da menstruação, um acontecimento tão importante que usa vários verbos para anunciá-lo: “veio, chegou”, “desceu” etc. Quando a menstruação chega, a polvo faz uma caretinha e diz: Xii, veio! A caretinha é porque a menstruação incomoda. Mas o incômodo seria ainda pior se era para ter “vindo” e não “veio”. Realmente, é mais do que apropriado chamar a menstruação de incômodo quando “vem” e ainda mais quando “deveria ter vindo” e “não veio”…

No caso de “ter vindo” e a polvo estar sem absorvente higiênico, ela entra logo em ação. Olha para cima e, sem ao menos saber quem está no banheiro, pergunta: Alguém tem um absorvente pra me emprestar? Sempre existe aquela polvo superorganizada e metódica, que coloca três absorventes na bolsa ao sair de casa. Nada me surpreenderá!, pensa ela. Ela empresta o absorvente sem pestanejar. Aliás, ela não empresta, ela dá. Nunca polvo alguma cobrar empréstimo: Você me devolve o absorvente que lhe emprestei ontem? 

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A Filosofia da Amorosidade

janeiro 27, 2011

Quem vive em estado de amor, tem a amorosidade como filosofia, experimenta o amor Ágape todos os dias. Esse é um tema que não escapou aos filósofos, que se explica por sua importância. “Na essência, todos os seres humanos são idênticos. Na verdade, somos parte do Um”, conclui Erich Fromm, para explicar a amorosidade. “Ser amado precede a graça de amar e prepara o estado de amor”, pensa Comte para explicar a origem de tudo.

 

Platão, em O banquete, põe à mesa duas soluções para explicar a amorosidade: como não podemos fugir de nossa incompletude, temos de direcionar o nosso para outros corpos e gerar filhos; ou então expressá-lo por meio da arte. Da política, da poesia, das ciências, das filosofias ou o que for, sempre dando prioridade especial do belo.

Eugenio Mussak, em “Preciso dizer o que sinto”


Da paixão ao amor

janeiro 26, 2011

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento.

As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

Alfredo Simonetti, em “O Nó e o Laço”


Técnicas de Relaxamento

janeiro 25, 2011

Incluir exercícios de relaxamento no tratamento da ansiedade e do estresse tem dado um feedback muito positivo. A grande maioria dos pacientes relata uma sensação de maior bem-estar com a utilização das técnicas de relaxamento e também assinala melhoras significativas em sua saúde física.

 

Existe uma série de exercícios e técnicas de relaxamento, todas muito boas e recomendadas. O mais importante é que você utilize aquela em que lhe possibilite atingir paz física e mental. Experimente algumas e observe o resultado: se sua mente começar a se esvaziar e depois de algum tempo permanecer quieta, como se nada mais importasse na vida, a não ser a manutenção daquele estado mágico de paz e harmonia, saiba que você encontrou a sua técnica ideal. Depois disso é só treinar, afinal o hábito faz o monge!

 

Ana Beatriz B. Silva, em “Mentes com Medo – Da compreensão à superação”

 

 


Atenção vigilante

janeiro 24, 2011

 

Descobrir talentos naturais, se analisarmos bem, não é um bicho de sete cabeças. É lógico que requer certo desprendimento discernir aquilo em que somos bons de outros atributos em que somos deficientes, mas não se trata de algo muito complicado. É um movimento reflexivo e analítico, e requer paciência. Contudo, plenamente, exequível a qualquer mortal. E, nisso, o autoconhecimento é essencial. Sem ele não conseguimos chegar a essas constatações.

Recentemente, li um livro escrito pela parceria entre Tenzin Gyatso, a 14ª santidade budista Dalai Lama – há cinquenta anos à frente do povo tibetano – e o consultor Laurens van den Muyzenberg, intitulado Liderança para um mundo melhor.

Os autores sugerem que tenhamos como objetivos de autoconhecimento a capacidade de desenvolver o que chamam de atenção vigilante, definida como um estado de conscientização atenta e plena dos próprios atos, pensamento e motivação, num trabalho profundo de observação de si mesmo, da realidade interna.

Carlos Alberto Carvalho Filho, em “Você é o Cara”

Ilustração de “Cria Ideias”

 


janeiro 21, 2011

 

Eu sou otimista e continuo tendo fé e tenho fé especialmente em 3 coisas:

 

1º) tenho fé nas pessoas, no ser humano, porque apesar de tanta coisa ruim que vemos nesse mundo ainda vemos muito atos de generosidade e grandiosidade humana;

2º) tenho fé no futuro, porque o futuro depende, acima de tudo, de nossa vontade e ela é grande;

3º) tenho fé na própria fé. Acredito na importância da fé.

 

Vídeo originalmente publicado pelo autor, Eugenio Mussak, no dia 25 de dezembro

 


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