Nossa mesa de trabalho também forma a imagem de marca pessoal (por Arthur Bender)

março 4, 2015

Nossa mesa de trabalho diz um pouco do que somos e mostra alguns sinais de nossa marca pessoal. Os objetos que estão sobre ela e a forma como está organizada revelam muito sobre a pessoa. É incrível como as salas e as mesas de trabalho podem dar claros sinais da marca de cada um. É como se sobre elas houvesse um grande luminoso com o slogan pessoal de cada um. Em algumas se vê uma enorme placa luminosa piscando: “Aqui fica um sujeito bagunçado”. Em outras, um estilo impecável, imaculado, como se ninguém trabalhasse ali. Outras ainda retratam o estilo familiar, com fotografias da família espalhadas pelas paredes. Por todo lado, há pequenos símbolos das coisas que as pessoas apreciam e que revelam um pouco da sua marca pessoal.

Na primeira oportunidade que você tiver, dê uma espiada na sua empresa. Olhe mesa por mesa e compare-as com a imagem que você tem das pessoas. Observe e comprove o que estou falando. Até as flores sobre algumas mesas têm a cara da imagem de marca do dono. Algumas estão meio secas ou mortas, outras bem cuidadas. Outras são caras e modernas.

Agora olhe a sua mesa com bastante atenção e se pergunte: os sinais que a sua mesa dá refletem aquilo que você quer vender como imagem de marca pessoal?

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Fonte: livro “Personal Branding: Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Conquiste poder para a sua Marca Pessoal

julho 18, 2012

A teoria dos espaços vazios na conquista do poder

                  Toda instituição tem vazios de poder, e quem preenche esses vazios, assumindo responsabilidades, pelos outros ou pela instituição, conquista poder. Uma vez assumido esse controle, ele raramente é desafiado. Se não for desafiado, com o passar do tempo se tornará legítimo e inquestionável.

As marcas de profissionais-estrelas estão sempre observando espaços vazios e buscando uma solução para preenchê-los, como forma de impulsionar sua marca pessoal e dar mais valor à sua carreira.

 

Encontre espaços vazios nas empresas

Se você não sabe como isso pode ser uma estratégia de marca pessoal, explico melhor. Numa empresa, há cargos com especificações bem definidas no contrato ou na carteira de trabalho. Nesses contratos sempre se encontra um cargo ou uma função. É assim que empregamos uma secretária, um diretor comercial, um gerente de contas, um gerente de recursos humanos.

O que acontece é que ninguém consegue descrever com exatidão tudo o que um cargo deve abranger, mesmo um bem simples, como o de secretária. Uma secretária precisa regar as violetas da mesa todo dia? Precisa manter as gavetas limpas e organizadas? Está escrito que

ela precisa ser gentil? Onde está especificado que ela deve ser pró-ativa, representar a empresa e pensar no crescimento dela? O que sera proatividade para ela?

 

O que não está nos manuais

                  Nada disso está descrito nos manuais. Como não há muita clareza,as empresas contam com o bom senso de cada um. Uns cumprem à risca aquilo que acham que a empresa espera deles. Outros tentam fazer um pouquinho mais. Aí começa a diferença.

Algumas companhias são extremamente rigorosas em seus treinamentos e descrevem ponto a ponto como um funcionário deve atender seus clientes numa loja, por exemplo. Nesse manual há regras que estabelecem que ele seja gentil, dê bom-dia ou boa-tarde, pergunte o nome do cliente, sorria etc. Mas jamais se encontrará nada prescrevendo o que o funcionário pode fazer para encantar o cliente. Seria impossível inserir tudo num manual. É aí que surgem as oportunidades e os vazios, e quem preenche se destaca e começa a brilhar.

Conforme cresce a hierarquia, torna-se mais difícil ainda. Os profissionais com cargos acima de gerente têm muito mais responsabilidades e muito menos rotinas a cumprir. Um gerente que comanda um grupo de contas com seus assistentes deve manter os clientes satisfeitos, ser responsável pela equipe de trabalho, capaz de gerar novos negócios, de resolver conflitos internos e externos com os clientes etc.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Você precisa ser diferente?

junho 20, 2012

Você deve estar se perguntando sobre aquelas pilhas de revistas que ensinam a fazer currículos e as centenas de recomendações de artigos que falam da importância de dominar várias áreas e possuir um amplo conhecimento genérico. É um debate quente entre especialistas de RH e gerenciadores de carreiras.

É a grande moda do momento. Poucos defendem a ideia de ser especialista. A maioria diz que você tem de ser generalista, que o mercado precisa de generalistas. Eles sustentam que a pessoa deve ter amplas habilidades e dominar vários campos para ter sucesso no mercado de trabalho. Eu concordo e ao mesmo tempo discordo das duas teses. Como estrategista de marcas, acredito numa coisa poderosa: você precisa

ser diferente.

Não tiro a razão deles, mas o que defendo com unhas e dentes é que você tem de ser DIFERENTE. Seu trabalho precisa ser diferente, seu foco deve ser estreito e diferenciado, sua marca precisa ter um valor singular e relevante para o seu segmento. O mercado procura a diferença. As pessoas valorizam a diferença e pagam mais por isso. Não importa se ela está na ultraespecialização ou na justaposição de diversas habilidades.

Você precisa encontrar essa diferença e construir sua posição. Num mundo hipercompetitivo, só há duas alternativas: ou você é hiperespecialista e constrói seu próprio segmento dentro do segmento, ou é um profissional hifenizado e constrói sua marca sobre duas ou três especialidades que o tornam diferente de qualquer outro. Mas continua a ser um profissional DIFERENTE.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de  Arthur Bender – Integrare Editora

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Deixe que seus olhos brilhem

maio 16, 2012

Pense bem. É ótimo falar com um especialista. De qualquer área, não importa qual. A gente se encanta quando vê alguém apaixonado pelo que faz, que conhece realmente o assunto, empolga-se em falar, está motivado, buscando mais. Dá para notar claramente a diferença entre uma pessoa que vibra com o que faz e uma que está naquela área por completo acidente.

A diferença entre os especialistas, as estrelas do segmento e os medianos é que os olhos dos primeiros brilham quando eles falam. Isso é evidente, não dá para esconder. Você se sente seguro ao falar com eles. Inspiram confiança e merecimento. A marca deles vale mais que a dos outros.

Esse é o poder da reputação e da percepção sobre o público. Agora compare essa situação com outras em que você se defrontou com os medianos numa área profissional. Quando você pergunta alguma coisa, eles gaguejam, desviam o olhar, vacilam e não sabem responder muito bem. Você questiona conceitos ou procedimentos e eles dizem que vão consultar o diretor ou pesquisar um pouco mais para lhe dar a resposta. Sua insegurança está estampada nos olhos, e seu valor diminui na mesma proporção. Num mundo de excessos, com pouco tempo para todos, com grandes demandas em qualquer área, ninguém quer perder tempo com quem não tem segurança do que faz. Em áreas como marketing, de importância vital para as empresas, muitas vezes quem tem essa responsabilidade é o presidente e, no momento das grandes decisões, ele certamente não quer falar com quem é inseguro, mas sim com quem decide ou tem muita certeza da solução que está lhe indicando. E isso só se consegue com duas coisas: conhecimento e paixão.

Esses dois aspectos serão vitais para agregar valor à sua marca pessoal, independentemente da área em que você atua. Portanto, jamais se desvie disso.

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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O que lhe dá muito prazer?

janeiro 23, 2012

Uma reflexão profunda sobre aquilo que lhe dá muito prazer. Para descobrir, pense em qual foi a última coisa em que seu trabalho estava tão bom que você não viu as horas passarem: aquilo o absorveu de tal forma que todo o resto não importava mais. A ideia era só terminar aquele projeto. Que coisa era essa?

Essa é uma boa reflexão: pensar no que gostamos muito de fazer dentre as atividades que desenvolvemos durante o dia. Na loucura da rotina de trabalho, realizamos diversas coisas e acabamos não percebendo o que fazemos com muito prazer e o que fazemos de forma mecânica porque é apenas uma obrigação.

Pare e pense. Pense bastante até descobrir: qual é a atividade que, se você fizesse todos os dias, seria um grande prazer? Aquilo que transformaria sua rotina de trabalho. Aquilo que você faria mesmo sem receber nada em troca. O que você realmente gosta de fazer. Aquilo que parece uma grande brincadeira.

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Quais os seus objetivos para o próximo ano?

dezembro 19, 2011

Diga sem pestanejar: quais são seus objetivos para este ano? Vamos!

Rápido, sem pestanejar! Vamos! Pelo menos três. Concretos, rápido!

Não! Não vale dizer que quer ser feliz. Todos nós queremos ser felizes.

Exercite um pouco a imaginação. Se você tivesse, hipoteticamente, o poder de decidir o que quer conquistar e se isso fosse conseguido agora, num estalar de dedos, o que seria? Fama? Fortuna? Reconhecimento?

Reputação? Quanto é uma fortuna para você? Dobrar o salário? Triplicar?

A força dos objetivos:

Existem várias teorias sobre o assunto. Uma delas é que, ao escreve suas metas e objetivos numa folha de papel, você se compromete com eles e o universo conspira a seu favor. Uma teoria meio à Paulo Coelho, concordo, mas que pode funcionar se você acreditar nisso.

Outros dizem que, se escrever suas metas e objetivos numa folha de papel e olhar todos os dias para eles, você se comprometerá com isso.

Criará uma atitude mental favorável que o ajudará a se concentrar naquilo que quer. No mínimo, vai decorar isso de tanto ler e repetir, o que pode ajudá-lo a manter a mente focada nos seus objetivos.

Eu não descarto nenhuma das duas. Acredito nessa “conspiração cósmica” com aquilo que está escrito, mas acredito também que o poder maior é do seu próprio compromisso. Quando você escreve, é obrigado a pensar no assunto. Ao escrever, automaticamente está mentalizando e se comprometendo com o que quer. E isso passa a ser um compromisso pessoal com a sua marca e com você mesmo.

A cada objetivo alcançado, faça um grande risco sobre ele com um pincel atômico colorido e anote ao lado: “Conquistado!”.

Você vai o descobrir o imenso prazer de fazer isso. É quase como o de uma criança que ganha um brinquedo novo no Natal! É genial ir até o seu quadro de objetivos e dizer: “Estou aqui assinalando mais uma das minhas conquistas!”. Você vai achar fantástico fazer isso! Pode acreditar.

Isso lhe dará forças para ir atrás das conquistas seguintes. Quando sentimos essa força ao conquistar os primeiros objetivos, tudo se torna mais palpável e ganha corpo. ACREDITE!

 

 

Fonte: trecho do livro “Personal Branding” de Arthur Bender – Integrare Editora

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Carreira em Debate – Com Arthur Bender | Parte 2

dezembro 7, 2011

Fonte: Entrevista Arthur Bender, autor de “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, para o site: http://produtive.com.br/site/home/

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