Crianças Explosivas: quem são?

junho 29, 2011

Uma das situações familiares difíceis de lidar é quando um dos filhos tem o perfil de “criança explosiva”. Nestas situações em geral a relação familiar sofre um enorme desgaste, a criança recebe vários rótulos como rebeldes, mimados, manipuladores, mal-educados, exibidos e desafiadores.

Esses rótulos atingem não só a criança, obscurecendo suas qualidades, mas também os pais, que se sentem frustrados, confusos, irritados, tristes, culpados, impotentes, esgotados e desanimados. Estes rótulos ainda os colocam no lugar de pais incompetentes e em geral cria um abismo de incompreensão entre os pais e o filho “explosivo”.

O que é então “a criança explosiva”?

A criança explosiva é aquela que reage às situações com extrema inflexibilidade e pouquíssima tolerância à frustração. Ela reage às mudanças e pedidos simples com extrema rigidez, agressões físicas e verbais e tem uma enorme dificuldade em avaliar as consequências de suas atitudes quando se sentem frustradas.

 

Fonte: trecho do prefácio de Natércia Tiba para o livro “A Criança Explosica – Uma nova abordagem para compreender e educar crianças cronicamente inflexíveis e que se frustram facilmente”, de Ross G. Greene

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Eugenio Mussak, em “Papo de Líder” entrevista Içami Tiba

junho 27, 2011

Eugenio: Tiba, esse seu novo livro tem uma conotação interessante porque é dedicado a Pais e Educadores, considerando que os pais devem se comportar como educadores e, alem disso, a questão do educador, que encontramos em todos os lugares (inclusive nas organizações, nas empresas em que os líderes têm que se comportar como educadores). O título do livro é “Pais e Educadores de Alta Performance”. Isso me chamou atenção e gostaria que você me explicasse para todos entenderem o que você quer com isso: por que Pais e Educadores de Alta Performance?

 

Tiba: Porque a Alta Performance, em si mesma, é uma filosofia de vida, é a prática diária de fazer o melhor possível. Daí entra a conceituação do “o que é o melhor possível?”.

Normalmente, as pessoas não sentem falta do que elas não conhecem e aí, acreditam que o que estão fazendo é o melhor possível, sem se dar conta de que muitas vezes ele já repetiu isso. Ele entrou em uma rotina do “melhor possível” e isso já não é mais o “melhor possível”.    

 

Escute a entrevista completa aqui!

Fonte: Papo de Líder entrevista, em http://www.sapiensapiens.com.br/podcast-papo-de-lider/

 


Falta de tempo prejudica relação entre pais e filhos

junho 22, 2011

Como administrar a vida pessoal e, também, a profissional? Como dividir o tempo entre o seu trabalho e os seus filhos? Quem é pai ou mãe, provavelmente, já se fez essas perguntas.

 As respostas não costumam ser diferentes. Para os pais falta tempo e para os filhos, fica a ausência. E assim, essa relação que deveria ser tão íntima fica, muitas vezes, distante.

No vídeo você encontrará:

Pergunta: Minha filha tem 14 anos, estou desempregada e passamos muito tempo juntas. Mas, não temos afinidades, ela mal fala comigo, muda de comportamento a todo momento. Será idade ou eu que não aproveito sua companhia?

Dr. Içami Tiba: Mais do que a conversa, é preciso fazer foco na conversa. Pais que perguntam: e aí filho, tudo bem? Não estão dizendo nada. Agora, pergunta para o filho: e aquela lição que estava difícil para você, foi bem?  Foca a pergunta, porque aí tem assunto. Façam perguntas focais, porque as respostas serão focais.

 Mas não se sabe perguntar para quem você não convive. A convivência é que faz com que uma pessoa enriqueça a outra com curiosidades, ligações e conversas.

 … e muito mais.

Fonte: Entrevista com Dr. Içami Tiba, Jornal Globo News


O mundo corporativo e a Geração Y, por Milton Jung e Sidnei Oliveira

junho 20, 2011

A chegada de jovens que nasceram na era digital ao mercado de trabalho impõe uma série de desafios para eles, seus chefes e as empresas. A Geração Y tem ritmo e conceitos diferentes e o Mundo Corporativo precisa se ajustar a este momento. Na entrevista com o consultor de empresas Sidnei Oliveira, Milton Jung fala como esta turma pode explorar da melhor maneira possível seu talento e suas diferenças. A conversa também é interessante para você que está bem estabelecido na função que ocupa há alguns anos e precisa ficar atento para não ser atropelado por esta garotada que tem idade para ser seu filho.

 

No vídeo, você encontrará:

 As empresas brasileiras já estão sob o domínio da Geração Y?

 

Essas empresas estão sendo influenciadas pela Geração Y? É possível identificar mudanças dentro das corporações em função disso?

 

O mundo corporativo estava mais bem preparado do que os jovens para entrarem nesse mercado ou os jovens que estão chegando no mercado estão mais bem preparados do que o mundo corporativo para recebê-los?

 

O desafio para as corporações será fazer com que essas diferentes gerações consigam conviver em um mesmo ambiente?

 

E muito mais!

 Fonte: Milton Jung entrevista Sidnei Oliveira, no programa “Mundo Corporativo”, da rádio CBN. 


“Passo além”, por Içami Tiba

junho 15, 2011

 

Para saber mais sobre o evento de lançamento, veja: 


Somos todos educadores

junho 13, 2011

Todo ser humano é um educador em potencial, pois já nasce um aprendiz. Se ninguém lhe ensina nada, aprende com as próprias experiências. A educação é fundamental para a sobrevivência da civilização e da cultura. Não podemos mais imaginar que alguém viva absolutamente isolado da influência dos outros. Onde houve relacionamentos, estará presente a educação. Um indivíduo pode até se isolar para meditar no pico do monte Everest, mas não há como ter vivido até essa altura da vida sem, antes, ter conhecido outras pessoas. Basta lembrar que um dia ele nasceu de alguém.

Ninguém tem tempo nem condições de descobrir tudo sozinho neste mundo. O homem não para de ser inundado com novas tecnologias, ideias e costumes. Aprender com quem sabe tornou‑se imprescindível. Em qualquer ocasião, sempre há alguém ensinando e outro aprendendo, direta ou indiretamente.

 

Fonte: trecho do Pais e Educadores de Alta Performance, de Içami Tiba – Integrare Editora

ATENÇÃO! Nesta quarta-feira, teremos uma novidade aqui no blog, confiram!


CUIDADO! Você faz o uso contínuo de Desculpas?

junho 10, 2011

Evitar dar desculpas.

Esqueci!

Foi o outro.

Não sabia que era importante.

Não tive tempo.

Você não me falou isso.

Essas frases e tantas outras são os temperos  com os quais tentamos esconder nossa ineficiência, desorganização ou falta de empenho  Infelizmente, embora façam parte do dia a dia, elas  servem para nos privar da força que poderíamos ter.

Em essência, a desculpa representa o adiamento do esforço, enquanto as fraquezas internas  têm chance de se alastrar.

Assim como criticar alguém é apontar o dedo  para a sua própria intolerância ou incompetência,  dar desculpas é mentir a si mesmo. A própria palavra desculpa sugere o esforço que exige remover um sentimento de culpa qualquer e, na verdade,  pode acabar aumentando.

O uso contínuo de desculpas leva o indivíduo a  deixar de acreditar na sua capacidade de mudar.

 

Fonte: trecho do livro “Reflexões para uma vida Plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora


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