Novas exigências no trabalho

setembro 21, 2011

Cada vez mais se exigirá do trabalhador a clara compreensão das máquinas e tecnologias com as quais deverá conviver e operar daqui para a frente. Para tanto, só com muita escolaridade, e muito boa escolaridade. Acabou o tempo de o trabalhador valer-se apenas de seus braços e algumas horas de treinamento in service para ocupar um posto de trabalho, onde estaria a salvo de incertezas, até a chegada de sua aposentadoria. A partir de agora, o que vai determinar oportunidades profis­sionais é o preparo geral e específico do trabalhador no ramo em que atua ou em outro para o qual se recicle, preparo esse a ser continuamente atualizado em programas de educação permanente, sejam eles presenciais ou digitais. Daí que a atual onda de desemprego atinja de preferência os menos escolariza­dos ou aqueles sem qualquer nível de escolarização.

E não adianta pensar em criação de novos empregos para contratá‑los enquanto se não fizer um gigantesco programa de capacitação desses desescolarizados, que veem suas oportunida­des de trabalho se evaporarem a cada dia que passa. Com isso, os jovens não conseguem seu primeiro emprego, os adultos perdem os empregos que tinham, e a informalidade campeia no mercado.

Fonte: Trecho do Livro “Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira”,

de Paulo Nathanael Pereira de Souza, Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Educação na atualidade (Novas exigências)

setembro 19, 2011

Na educação: urge que sejam reformulados radicalmente os objetivos e procedimentos da escola que aí está a fim de transformá-la num centro ativo de preparação dos alunos para a autodidaxia e a educação permanente. Há que diminuir a importância das lições formais que transmitem conhecimentos cediços e, não raro, defasados, para levar crianças e jovens a uma postura interativa com professores, livros, computadores e expe­riências extraescolares, a fim de que desenvolvam capacidades de autoaprendizagem, de organização e aplicação de informações, de gosto pela pesquisa, de postura crítica, de tomada de decisão e de ação empreendedora.

Dentro de uma sucessão de causas e efeitos se poderá afirmar que de uma boa educação vai depender o poder de competição do trabalhador e deste, sem dúvida, dependerá o sucesso nesta nova economia da informação.

Fonte: Trecho do Livro “Caminhos e Descaminhos da Educação Brasileira”, de Paulo Nathanael Pereira de Souza, Integrare Editora 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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