Ganhar ou perder, errar ou acertar.

novembro 30, 2011

Ganhar ou perder, errar ou acertar, tudo isso é apenas ilusão, situações transitórias em uma realidade fugaz. Vivemos tudo isso só para aprender mais sobre nós mesmos, o que queremos e quem somos. Nada é para ter, guardar, perder; tudo é apenas para aprender.

Entretanto, vivemos a ilusão da posse e até guerreamos por ela, vivemos a ilusão do acúmulo já sabendo que não poderemos carregar nada para além desta existência.

Confundimos “ter” com “viver” e passamos boa parte de nossa vida em uma busca incessante por obter mais e mais: uma casa, depois uma casa melhor e maior; um carro, depois um carro mais confortável ou luxuoso; mais roupas, sapatos, livros, diplomas, contatos superficiais. É tanta busca fora, tantas aspirações ilusórias, que nos esquecemos de olhar para nós mesmos e nos perguntar o que é mais importante, deixando de perceber que nao há objeto que possa substituir a sensação e o sentimento de verdadeira vida.

Esse talvez seja o maior e mais significativo desafio para ganharmos foco, o ajuste preciso dos valores, das prioridades. É preciso ter em mente que o tempo passa!

E como passa. Mais rápido do que gostaríamos, mais lentamente do que sabemos, mais intensamente do que somos capazes de sentir.

Fonte: Trecho do Livro “O Foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Adversidades e frustrações – Elas existem!

novembro 28, 2011

Pais participativos devem treinar a mente de seus filhos a lidar com as adversidades e as frustrações com criatividade e paciência, além de espírito inovador. Quando isso não é feito, a química cerebral pode viciar o adolescente em uma série de hábitos perigosos, como:

Pais que entendem que o treino para lidar com a frustração é parte fundamental da formação de seus filhos estão fazendo um grande favor a eles. Esses pais os ensinam a regular seus desejos de acordo com as possibilidades reais e a buscar alternativas sadias, criativas e dignas de ser gratificados. Com isso há uma chance muito maior de não se habituarem a ser sempre atendidos, o que é algo impossível na vida real.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Foco não é monotonia!

novembro 25, 2011

Ter foco não é se tornar monótono, um samba de uma nota só. Ao contrário, é ser mais diverso, mais criativo, mais curioso, um buscador por excelência. É preciso acolher e viver o novo, ao menos de vez em quando. E, especialmente, é preciso ser capaz de abrir mão do que nao se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar-se levar. Desistir nao quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

Mudar de curso, como um rio, para continuar em direção à união com o vasto mar. Tornar-se maior depende de ser capaz de fluir pela vida, sem se estagnar em certos modelos rotinas, compromissos ultrapassados, deveres impostos.

Há uma missão maior: alcançar a si mesmo, realizar-se.

 

Fonte: Trecho do Livro “O Foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Uma rápida passagem pela teoria da comunicação

novembro 23, 2011

Comunicar é fazer a mensagem que uma pessoa deseja transmitir atingir o interlocutor com perfeição para que ele consiga entendê-la.

Simples e básico. Além dos fatores, três aspectos impedem os membros de famílias empresárias de ser receptores eficazes:

Fonte: Trecho do Livro “Empresa familiar – Construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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A distancia entre o sonho da gente e a conquista tem um nome: ATITUDE.

novembro 21, 2011

A projeção da vida e a construção do projeto de vida começa na barriga da mãe, com os sonhos que ela já tem para o próprio filho.

Se eu não me conhecer, souber quem sou, de que forma posso contribuir, minha vida terá pouco sentido. Quem é o professor de projeto de vida? Todos nós! Todos nós criamos sentido para a vida.

 

Fonte: Trecho do vídeo “A Construção do Projeto de Vida a partir da sala de aula”, com Leo Fraiman, autor do livro MEU FILHO CHEGOU À ADOLESCÊNCIA, E AGORA?

 

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Compreenda a adolescência e se aproxime do seu filho na fase que ele precisa … e muito! – de você

novembro 18, 2011

Amar um bebê é tarefa simples. A natureza nos dotou de células-espelho, espalhadas pelo cérebro, que são responsáveis pela imitação de expressões faciais de nossos semelhantes.

Suzana Herculano-Houzel, em seu livro Por que o bocejo é contagioso, explica que é quase impossível não rir quando outra pessoa ri para nós por causa delas, dessas células. Elas nos conduzem a uma imitação facilitada, que faz com que leiamos com alguma precisão os sentimentos e intenções alheios, permitindo perceber quem é nosso amigo e de quem devemos nos defender.

É devido a esse tipo de células que temos sido tão eficientes em formar grupos e, graças a elas, conseguimos vencer nossa fragilidade natural. Que chance teríamos de vencer um tigre, uma cobra ou um jacaré com nossos braços, bocas e mãos? Como somos muito mais frágeis e indefesos do que esses animais, usamos nossas células-espelho para nos aliarmos uns aos outros. Se não corremos, podemos (juntos) criar um carro, que nos leva longe de nossos predadores. Nossos olhos não enxergam longe, mas (em grupo) criamos óculos. Nossas mãos não são tão fortes como as de um gorila, mas (unidos) podemos criar armas, abater outros animais e sobreviver da caça.

Esse tipo de célula se aprimora com o uso e por isso, quando se convive em um ambiente onde há validação mútua, onde as pessoas se percebem e se respeitam, é mais fácil reconhecer os sentimentos alheios e ter consideração, o que nos leva ao respeito social e à solidariedade.

Pais participativos exercitam suas células-espelho constantemente e por isso percebem o que seus filhos sentem com mais facilidade. Sendo percebidos, esses filhos também tendem a considerar os outros com os quais convivem, sejam amigos, colegas ou professores.

Pais assim têm bom-senso, ou seja, eles sentem bem seus filhos e as necessidades reais deles. E as atendem.

Crescer em um ambiente de validação mútua é um dos fatores mais relevantes para a saúde de uma pessoa. O pior dos castigos que uma pessoa pode sofrer, muito pior do que a própria agressão, é o abandono.

Pense na história da humanidade, o que se fez com as lideranças tidas como “perigosas”: o ostracismo, o isolamento e a separação do grupo sempre foi uma estratégia de enfraquecimento alheio.

Quando um preso se comporta mal, ele é mandado para a solitária.

Quando um filho se comporta mal, ele é mandado para o quarto.

O princípio é o mesmo: necessitamos de contato humano para estar bem e felizes. Ser privados disso em nosso desenvolvimento tem consequências graves em diversas áreas da vida.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida JUNTOS”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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O que o amor não é!

novembro 16, 2011

Essas quatro confusões elementares a respeito do amor são assimiladas bastante cedo, na vida. São inocentemente transmitidas de uma geração para outra, fortalecidas e amplificadas por Hollywood, de modo particular, e pelo marketing, de modo geral. São incorporadas à linguagem e à cultura e, no entanto, servem apenas para dar sustentação ao estresse dentro de nós mesmos, bem como ao conflito nos relacionamentos.

Fonte: Trecho do Livro “Os 7 mitos sobre o amor”, de Mike George – Integrare Editora

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