Construa alianças (por Waleska Farias)

janeiro 28, 2015

No contexto da construção de aliança as responsabilidades devem ser compartilhadas. Quando me comprometo com a indicação de alguém para compor o quadro funcional da empresa do meu cliente me torno corresponsável.

Nos trabalhos em parceria, em que construímos um vínculo de confiança, méritos e riscos devem ser compartilhados. Unir-se ao outro faz parte do processo, afinal, trata-se de uma aliança.

As pessoas, dada a enorme dificuldade de aceitar pontos de vista divergentes dos seus, tornam-se reféns da grande resistência de trabalhar em conjunto, pois não sabem como estreitar ligações e conservá-las.

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Fonte: livro “O líder integral : porque o bom ser humano precede o bom líder”, de Waleska Farias – Integrare Editora

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“Meus filhos são consumistas!” – reclamam muitos pais. Mas quem são os responsáveis pelas crianças? (por Içami Tiba)

janeiro 26, 2015

“Meus filhos são consumistas!” – reclamam muitos pais. Mas quem são os responsáveis pelas crianças? Elas não consomem sozinhas, faz parte do ser humano querer tudo o que vê – isso desde criança –, assim como faz parte da vida pedir. Pedir não custa nada. A criança pede o que quiser, porque lhe é natural pedir.

São os pais que ajudam os filhos a educarem o consumismo. Esse é um vício que os pais desenvolveram nos filhos porque a eles se submeteram. Na realidade, os pais têm um outro vício: o de não educar os desejos, separando-os das necessidades. das necessidades.

Para um consumista, o desejo é sua necessidade. O estabelecimento dos limites entre desejos e necessidades cabe aos pais.

Se os pais respondem: “Agora não!”, a criança sabe que este “não” vale para agora. Quem sabe daqui a pouco pode? – Daí, logo em seguida pede outra vez, pois não tem muita noção do tempo. Os pais poderiam explicar uma só vez por que não compram. Esse é o amor que ensina. Diante da insistência da criança, em vez de os pais darem a mesma ou outra explicação, eles deveriam simplesmente negar e comunicar qual é a consequência se o filho pedir outra vez: “Não! E, se pedir outra vez, sairemos daqui” ou “Você sai da loja e nos espera lá fora” – ou qualquer outra alternativa viável no momento.

Pais e educadores de alta performance_Içami Tiba_Integrare_Edit

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Nada se perde, tudo se transforma (por Gabriel Carneiro Costa)

janeiro 23, 2015

A ansiedade também é uma emoção temporal, porém no sentido inverso. Não ficamos ansiosos por algo que já aconteceu. Elevamos a ansiedade quando projetamos o futuro, seja de curto ou de longo prazo. E, geralmente, depois que o fato que nos preocupava passa, nos damos conta de que nem foi tão difícil. Os pontos se ligam e tudo passa a fazer sentido. Encontramos explicação e alinhamento com a nossa vida e voltamos a ficar tranquilos.

Por isso, sempre acreditei que é importante ter fé. Não me refiro a uma religião específica, mas à fé de que lá na frente tudo fará sentido.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas : como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Seja bom, mas não seja bonzinho (por Max Gehringer)

janeiro 21, 2015

Existe um tipo de profissional que a gente encontra em qualquer empresa porque ele existe em grande número no mercado de trabalho. Todo mundo na empresa gosta deles, eles são elogiados pelos colegas e gozam da inteira confiança dos chefes. Só tem um probleminha. Essa gente muito amada passa anos na mesma função, ganhando a mesma coisa e com remotas possibilidades de receber uma promoção.

O problema do empregado bonzinho é que suas qualidades são também os seus defeitos. Para começar, ele é um conciliador. Não briga, não discute, não polemiza. Para ele, o empate sempre é um ótimo resultado. Ele sempre concorda com o que os outros falam, mesmo quando discorda, e por isso é tão querido. Mas o pior de tudo é que o funcionário bonzinho acredita que as pessoas são boas por natureza. E isso, no mercado de trabalho, não é necessariamente verdade. Não estou falando em desonestidade ou falta de ética, mas em ambição, superação e — quando é preciso — confronto. Brigar por uma ideia até quase o limite da impertinência.

Gente como o bonzinho é um balsamo no ambiente competitivo das empresas. Ele é aquele tipo de pessoa que, quando está dirigindo, fica sempre preocupado com os outros motoristas, não ultrapassa ninguém, deixa que os apressadinhos o ultrapassem e não liga para as buzinadas que leva por ser o único a respeitar o limite de velocidade naquela avenida.

Tudo isso é ótimo. A questão é que as empresas não promovem os que dão a vez aos outros sem reclamar. Elas promovem os que arriscam e ultrapassam.

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Fonte: livro “Aprenda a ser chefe : um manual de dicas e sugestões para chefes presentes e futuros”, de Max Gehringer – Integrare Editora

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Cérebro do adolescente: aprenda a lidar com ele (por Içami Tiba)

janeiro 19, 2015

Nas meninas, o cérebro amadurece cerca de dois anos mais cedo. O hormônio sexual feminino, o estrogênio, tem papel importante na remodelação desse órgão. Os mesmos hormônios que provocam o terremoto corporal e a confusão mental, com o passar do tempo se incumbem de colocar ordem na casa.

Durante a maturação cerebral, a síntese de mielina, substância gordurosa e isolante que envolve os neurônios como o plástico de um fio elétrico, torna seu funcionamento mais eficiente.

Mas, enquanto as áreas cerebrais de processamento emocional não estiverem maduras, o adolescente tenderá a revelar um humor instável. Encarar situações novas ou pessoas com opiniões diferentes pode levá-lo ao típico curto-circuito emocional, inexplicável durante tantas décadas e agora, finalmente, mais bem compreendido.

O cérebro amadurecido dos pais deveria tratar com especial carinho aqueles em amadurecimento, usando paciência para ouvi-los até o fim, para realmente entendê-los. No lugar de qualifica-los pejorativamente, e assim diminuir a autoestima, melhor seria perguntar-lhes como vão resolver eventuais dificuldades, obstáculos e problemas que surgirem pela frente. Focalizando cada hipótese e raciocinando sobre ela é que o(a) adolescente vai exercitando a prudência, a previdência, alternativas resolutivas e responsabilidades. É uma maneira de exercitar o amadurecimento.

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Fonte: livro “Adolescentes: quem ama, educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Não são eles – é você! (por Mike George)

janeiro 16, 2015

Pare um momento para refletir sobre a última vez em que sentiu raiva de alguém. Talvez seja difícil perceber que sua raiva nunca é criada por ninguém além de você mesmo.

Embora “pareça” que as atitudes da outra pessoa são responsáveis pelo seu estado emocional, trata-se simplesmente, na verdade, da sua “reação” à pessoa ou ao acontecimento. Você apenas se esquece de que tem a opção de escolher e que não precisa reagir com raiva. Essa escolha é facilmente obscurecida pela raiva, que parece crescer naturalmente em você. Talvez acredite que ela é instintiva, portanto algo saudável, e que nada deve ser feito quanto a isso. Eis por que tantas pessoas defendem a própria raiva e se irritam facilmente quando alguém tem uma opinião diferente!

A raiva é um processo aprendido; portanto, pode ser desaprendida. Isso significa: não a reprima, não a sufoque, não a expresse. A única coisa que resta disso tudo é a transformação. A transformação da raiva requer a compreensão das causas que originam seu sofrimento emocional. Quando você enxerga a causa, tem duas opções:

a) parar de produzir esse sentimento; ou

b) continuar a criá-lo.

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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