Quem aprende a aprender nunca mais deixa de aprender!

maio 31, 2011

Nossa mente pode se acomodar muito bem com o que já sabe e não sentir falta do que não conhece. Veja:

 

 

 

É atribuída a Oliver Wendell Holmes (1809-1894) esta frase: “A mente humana uma vez ampliada por uma nova ideia, nunca mais volta a seu tamanho original.” Eu ousaria complementar que é mais o usufruto de uma nova ideia de que uma simples ideia, pois muitas delas não saíram da mente e não passaram de fantasias e imaginações, muito próprias dos jovens. A ideia precisa ter uma realização palpável. O jovem tem a ilusão de poder vencer na vida sem estudar. A vida vai lhe comprovar que isso não é tão possível quanto se imagina. Pena que ele descubra essa verdade somente depois que deixar a escola.

 

Qualquer funcionário pode se tornar obsoleto e ser despedido do seu emprego. Essa obsolescência lhe tira a competência necessária para trabalhar no mundo de hoje. Ou ele vai para um subemprego, ou se atualiza e busca uma recolocação no mercado. Dessa mesma maneira, também os educadores podem estar obsoletos e seus métodos já não estarem condizentes com as necessidades dos alunos de hoje. Ou eles se atualizam, ou caem na ineficiência. Como os pais são para sempre, não há como não se atualizarem – sob o grave risco de os filhos perderem seu futuro.

 

Pais que aplicam a Cidadania Familiar, e a escola, a Cidadania Escolar, preparam melhor o jovem para ser Cidadão Ético, com valores internos e conhecedor dos seus direitos e obrigações. E a Cidadania Familiar começa desde muito cedo, quando a criança já toma iniciativas próprias. É a ocasião mais oportuna para aprender que, antes do poder fazer, avalie se deve ou não fazer.

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Ainda essa semana, disponibilizaremos no Blog o primeiro capítulo do livro para download!

 

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A educação como projeto de vida: com metas a atingir, estratégias de ação e competências específicas

maio 30, 2011

A maioria dos pais tem dificuldades em educar os seus filhos, pois suas experiências familiares e pessoais não são suficientes para formar valores nos seus filhos filhos. Muitos filhos têm “crescimento silvestre” e não educação “orquestrada” para construírem sua cidadania.

A maioria dos professores e educadores tem dificuldades de lidar com os seus alunos porque, para formar alunos, não basta esforços e iniciativas de boa vontade se não houver competências e estratégias de ação, principalmente para alunos que não têm motivação para aprender. Dizem esses jovens que “a escola é boa, o que atrapalha são as aulas”.

O que percebo é que falta aos pais e professores um preparo para orquestrar uma educação que realmente forme valores e competências nos seus filhos e alunos.

 

Quem conquistou a liderança deu um Passo Além  aos seus liderados, sejam eles filhos ou alunos. Mas, se quiser apenas manter essa posição, e não der mais Passos Além, ficará a Marcar Passo e será devorado pela obsolescência.

Pais e educadores que não derem um Passo Além do que habituaram a fazer com os seus filhos e alunos, estão a Marcar Passo. Seus educados não se desenvolvem, pois não é errando que se aprende, mas sim corrigindo o erro. Pior que não aprender é o aprender errado, isto é, fazer errado e achar que está certo e continuar errando. Porém, aprender onde errou e corrigir esse erro pode ter ajudado a acertar.

 

 

Ainda essa semana, disponibilizaremos no Blog o primeiro capítulo do livro para download!

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora


3ª parte do bate-papo com Sidnei Oliveira « Até quando você, jovem, será somente um potencial? Quando você começará a assumir o seu papel na sociedade e quando começará a tomar posição?

maio 27, 2011

No vídeo você encontrará:

O pai chega em casa e fala:

– Ah… hoje eu estou acabado!!!

E o filho, olhando para ele, pergunta:

– Pai, da onde você está vindo?

– Do trabalho filho… estava lá com o “capeta” do meu chefe…

ESTAMOS FALANDO QUE A EMPRESA É UM INFERNO… e o que acontece com esse jovem? Ele não quer ir para o inferno e muito menos trabalhar com o “capeta”! E aí ele começa a pensar em alternativas e a tecnologia possibilita muitas coisas.

Então, estamos vendo uma geração que tem muito mais possibilidades de empreender ideias, temos que dar liberdade porque pode surgir daí “aquela ideia que ninguém pensou”.

Colocamos o subtítulo do livro: Ser potencial ou ser talento?

E eu gostaria de dividir isso em dois públicos:

1) o pessoal acima de 30 anos que quer que o filho seja uma “águia”: não o trate como uma “galinha”, porque ele vai deixar de voar.

 2) o pessoal abaixo de 30 anos: vocês são melhores que nós e sabem fazer tudo melhor do que nós; vocês estão com muita velocidade, estão com muita energia, têm muita força. Ok! Isso mostra que vocês têm muito potencial! Mas… até quando? Até quando você, jovem, será somente um potencial? Quando você começará a assumir o seu papel na sociedade e quando começará a tomar posição?

Você está ganhando um mundo cheio de facilidades que ninguém teve em outras gerações: FAÇA POR MERECER!

Não adianta somente usufruir, você tem que merecer e só assim você se tornará o líder que estamos esperando.

Fonte: parte do bate-papo com Sidnei Oliveira no evento de lançamento do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”


Ok! Mas o que eu ganho definindo a identidade corporativa?

maio 26, 2011

          Apesar da evidente importância que a identidade de uma empresa tem sobre toda a sua gestão, o que se observa é um total desconhecimento sobre o assunto.

          Mesmo nos países mais desenvolvidos na cultura empreendedora, a identidade não é tratada com a gravidade devida. Basta que se conheçam as principais conclusões resultantes da discussão dos maiores especialistas do mundo no Foro Europeo de Madrid de 2002:

“Ninguém sabe o peso que a identidade e a imagem têm no sucesso e nos resultados das empresas.”

Joan Costa (2003, p. 70)

          Joan Costa ainda chama a atenção para o fato de que podemos saber o que o consumidor faz com um produto que ele comprou, pois é um ato verificável. Mas não sabemos o que as pessoas fazem com as informações que recebem, porque nem sempre há uma relação de causa e efeito clara e observável entre a informação e a atitude.

Esse desconhecimento, ainda segundo o autor, provoca um problema frequente: a contradição entre a identidade objetiva (o que a empresa é na realidade) e a imagem subjetiva (o que a empresa induz o mercado a pensar).

A importância de se defi nir bem a identidade de uma empresa começa pela necessidade de autoconhecimento. Sem saber quem ela é realmente, como uma organização pode fazer seu planejamento estratégico, definir missão, visão, valores? Como pode elaborar um plano de comunicação, se ele corre o risco de comunicar algo que contradiz a essência da empresa?

O que se vê por aí são declarações de missão cujo significado é completamente desconhecido dos próprios funcionários, valores que geralmente refletem apenas o “que o mercado quer” sem nenhuma relação com a real cultura da empresa. Mais que desperdício de recursos, isso é dinheiro investido para prejudicar a própria imagem.

Se a empresa não se conhece ou assume como identidade atributos desejados, mas não verdadeiros, ela distribui ao mercado peças que não se encaixam. A dissonância é percebida de maneira consciente ou não, mas nunca ignorada.

Outra oportunidade em que conhecer a própria identidade é de suma importância está nas situações de crise ou tomadas estratégicas de decisão. Tendo claros os atributos essenciais da empresa, é mais fácil posicioná-la de maneira coerente frente ao mercado, seus colaboradores e seus acionistas.

Fonte: trecho do livro “DNA Empresarial – Identidade corporativa como referencia estratégica”, de Lígia Fascioni 


2ª parte do bate-papo com Sidnei Oliveira « Veteranos e Jovens: precisamos conversar!!!

maio 25, 2011


No vídeo você encontrará:

O desafio do jovem hoje é trabalhar em empregos que ainda não existem, usando tecnologias que estão sendo inventadas, para resolver problemas que só descobriremos que são problemas daqui a algum tempo. ESSA É A MISSÃO DO JOVEM!

 … e isso é o nosso legado. Será que nós continuaremos cuidando da nossa vida enquanto o jovem cuida da dele?  Ou será que vamos juntar essa “turma toda”?

 VETERANOS E JOVENS: PRECISAMOS CONVERSAR! Precisamos parar de terceirizar o problema. Vejo muitos pais que terceirizam o problema para a escola (-Pago a melhor escola! O meu filho tem que sair educado! …e nem sempre ele sai bem educado).

 Sabe o que aconteceu? A Geração Y é uma geração que não tem cicatriz.

« veja mais em: http://migre.me/4Copj

 Prepare-se! Na sexta-feira, teremos outra parte do bate-papo com Sidnei Oliveira!

 

Fonte: parte do bate-papo com Sidnei Oliveira no evento de lançamento do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”


Pare de ser tão normal!!!

maio 24, 2011

Num mundo de alta competitividade, com milhares de profissionais normais e invisíveis, uma pequena diferença de comportamentoe de atitude pode resultar numa enorme vantagem competitiva. O mundo dos profissionais normais está prestes a falir como empresa. A normalidade não leva a lugar algum. Nenhuma marca bem-sucedida atingiu o sucesso por ser normal. O sucesso está ligado à criação de algo novo, diferente. Ninguém está disposto a pagar nem um centavo a mais pelo normal. O normal tem preço médio de mercado, é commodity.

O valor está na diferença. Isso vale para marcas corporativas e para marcas pessoais. A normalidade sá leva à guerra de preços de mercado, e aí, para se manter, você terá de dar muito desconto e fazer promoção com a sua marca. E esse é o primeiro passo para a perda de valor e para a invisibilidade no mercado.

Você pode não acreditar, mas a normalidade nao levará você a lugar algum. Num mundo cada vez mais dominado pela igualdade e pela medianidade, o valor está em não seguir o rebanho. O valor está em não seguir as regras, em não se conformar com o estabelecido, em contrariar a normalidade.

Pode parecer estranho, dependendo da ótica pela qual você olhar. Mas reflita bem e me diga se alguém construiu alguma coisa valiosa neste planeta conformando-se com a normalidade. Retroceda alguns séculos e constate isso. Pense nas artes, na música, nos negócios. Não se limite às invenções, mas reflita nas grandes transformações, nas grandes ideias, nas mudanças significativas, nos projetos brilhantes. Se pensar em cada uma dessas coisas, vai concluir que alguém não conformista foi lá, burlou as regras e fez diferente.

Fonte: trecho do livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora


Bate-papo com Sidnei Oliveira: Geração Y!!!

maio 23, 2011


No vídeo você encontrará:

Cadê o jovem?

Antigamente, considerávamos jovens os entre 25, 26 anos. Então, entrava na vida adulta, começa a trabalhar, e por volta dos 50 anos já pensava em trabalhar menos, curtir “aquela casinha na praia”…

E o que aconteceu?

A última geração que entrou foi a Geração X (há 30 anos atrás, nós éramos os jovens) e que entrou no mercado de trabalho com essa filosofia. Só que, agora, aos 50 anos, descobrimos que … temos pelo menos mais 30 anos de trabalho!

E o jovem de hoje? Não tem essa filosofia. Estamos vendo muitos jovens indo para uma direção e os veteranos indo para outra direção. E essa distância que está acontecendo está ocorrendo dentro de casa, nas empresas, nas escolas… vemos cada vez mais os jovens se distanciando; mas o jovem precisa da experiência do veterano.

O jovem não está voando e ele está doido para voar! … e estamos doidos para que ele voe … Então: como é que faz para ele voar?

 

Prepare-se! Na quarta-feira, teremos outra parte do bate-papo com Sidnei Oliveira!

 

Fonte: parte do bate-papo com Sidnei Oliveira no evento de lançamento do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”


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