O que é mais importante para sua carreira atualmente: habilidade técnica ou habilidade comportamental? (por Daniela do Lago)

outubro 29, 2014

O que é mais importante para sua carreira atualmente: habilidade técnica ou habilidade comportamental? É bem verdade que ambos são importantes para sucesso na carreira de qualquer profissional, mas, sem dúvida, o fator que te impulsiona na carreira ou que te faz tropeçar é sua habilidade comportamental.

Hoje, tudo mudou. Vivemos em um mundo tecnológico veloz em que qualquer profissional com um mínimo de vontade consegue ser um especialista de qualquer coisa a um custo de uma banda larga. Isto quer dizer que a habilidade comportamental está sendo valorizada, é o que faz a diferença na vida de qualquer profissional.

Habilidade comportamental não pode ser comprada, terceirizada ou até mesmo ensinada, não é de fora para dentro e sim de dentro para fora. Não está atrelada a idade cronológica, tampouco a experiência profissional. Conheço vários profissionais com idade cronológica avançada e são extremamente imaturos em termos comportamentais. Da mesma forma que conheço vários jovens que não têm sequer experiência profissional e são extremamente maduros na parte comportamental. Habilidade comportamental está ligada a escolha interna de cada ser humano.

O conteúdo do livro se destina a todo profissional de empresa independente do momento da carreira, ou seja, os textos buscam orientar aquele que está iniciando na empresa até quem está se aposentando, sempre com intuito de fazê-los crescer, aprender e avançar na carreira!

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Fonte: livro “Despertar Profissional – Dicas práticas de comportamento no trabalho”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa! Por Eugenio Mussak

setembro 17, 2014

A máxima “Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa” nunca foi tão verdadeira como na atualidade. E não porque os conceitos de eficiência (fazer certo a coisa) e eficácia (fazer a coisa certa) tenham sido de repente recuperados e considerados essenciais. E sim porque nunca antes tivemos tanta coisa para fazer.

Nas empresas, há pelo menos três motivos para que essa realidade tenha se instalado. Primeiro porque as equips estão ficando, gradativamente menores. Não é incomum que se diga que, antes, a equipe tinha quatro componentes, e agora são só três para fazer o trabalho de cinco. A necessidade de reduzir custos e a indisponibilidade de pessoas qualificadas estão por trás dessa dura realidade.

O segundo motivo é o surgimento natural da cultura de multifuncionalidade, que tomou conta do mundo corporativo na virada do século. Hoje não basta que você seja muito bom em sua área, precisa ser multi. Todos na empresa são vendedores, diz o marketing; é preciso que cada um cuide dos custos, afirma o financeiro; esperamos sugestões e contribuições para melhorar a qualidade, informa a produção; cada gestor é um gestor de pessoas, transfere o RH. E todos têm razão.

E, para coroar, o terceiro motivo é de ordem geral, ou global. O mundo em que vivemos tem como principais características a velocidade das mudanças, a imprevisibilidade e a incerteza. A questão tem influência tão capital nas empresas que a Profa. Rita McGrath, da Columbia Business School, de Nova York, acaba de lançar um livro chamado simplesmente O fim da vantagem competitiva. O que a autora propõe (e demonstra com inúmeros exemplos) é que a dinâmica dos mercados exige uma análise permanente, quase diária, dos fatores que permitem a empresa manter-se viva e competindo. A vantagem competitiva que nos trouxe até aqui não será suficiente para nos levar adiante. Não só tudo é transitório, como a transitoriedade está com pressa.

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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A filosofia dos medíocres: o comportamento que assassina cada vez mais carreiras! Por Eugenio Mussak

setembro 10, 2014

Com frequência vemos o MDA (menor desempenho aceitável) sendo praticado por aí. É uma filosofia dos medíocres. Gente que faz o menor esforço só para cumprir tabela, sem a preocupação com o surpreender, superar, evoluir. Uma legião de acomodados no destino que eles mesmos construíram, que vão levando a vida esperando que algo melhor aconteça algum dia, por sorte. Aquele tipo que sempre passou de ano com média 6, a menor nota suficiente. Você conhece…

Esse é o tipo de comportamento que assassina carreiras, e que não cabe mais no mundo competitivo em que estamos. Nas empresas, vivemos a era da excelência, da qualidade, da preocupação com os detalhes e do aprimoramento contínuo. Definitivamente, não podemos fazer só o mínimo, pois o cliente é mais exigente e o concorrente está preparando o bote.

 

Felizmente, a filosofia do MDP (maior desempenho possível) também é adotada por muitos, em todos os lugares, e salva o nosso dia.

Gente que sabe que dá para melhorar o desempenho sempre, e não se contenta em ficar como está. Aliás, ninguém se mantém igual – ou melhora ou piora. Ficar igual é ilusório porque você sempre está sendo comparado com a média, e esta continua subindo. É que vivemos, atualmente, em um mundo mais exigente.

 

E quem vai se sair melhor no mundo mais exigente? MDAs ou MDPs?

Resposta fácil de dar, mas condição difícil de atingir em uma equipe com pessoas que têm níveis diferentes de capacitação, motivação e integração. Nada, claro, que não possa ser resolvido com uma boa Gestão de Pessoas. O ID agradece.

 

Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Necessidades que nem imaginamos… Por Arthur Bender

julho 24, 2013

Outra consequência de uma sociedade em que tudo é excedente e grandioso é a perda de parâmetros para fazer julgamentos de valor.

            Na sociedade do excesso acabamos nos acostumando a ver números grandiosos. Tudo parece que é ou que tenta ser exponencial, com valores gigantescos e cifras cada vez maiores que causam um efeito interessante: simplesmente não prestamos mais atenção. Pouca coisa hoje nos impressiona em termos de “números grandiosos”. Porque tudo parece que passou a ser grandioso.

            Passamos para um estágio de aceitar qualquer número gigantesco e não pensar mais nele porque simplesmente não temos mais noção se o que estamos vendo é real ou é falso. Perdemos o parâmetro do que é grande. Não conseguimos julgar a diferença entre o grande, o muito grande e o excepcionalmente grande, ou a comparação entre o enorme, o gigantesco e o fantástico, porque parece que tudo ficou turbinado e, quando tudo é superlativo, o cenário não impressiona mais, fica tedioso.

 

Necessidades que não imaginamos

Talvez tenhamos chegado a um padrão de conforto muito especial que podemos dizer que seria inimaginável há poucos anos. E se você pensar bem, o que temos hoje é inimaginável. Por quê? Porque, na verdade, imaginamos poucas coisas como as que consideramos indispensáveis atualmente. Sonhávamos com outras coisas e temos hoje itens com que nunca sonhamos e que parecem ter se tornado imprescindíveis na nossa vida. Ou você algum dia sonhou que dependeria de um aparelho eletrônico como o iPad?             Ou imaginou que um pedacinho de papel com cola na ponta, como o Post-it, seria indispensável no seu escritório? Ou desejou um telefone que fosse smartphone? Ou sonhou que teríamos as operadoras de celular que temos? Bom. Não vamos discutir isso.

 

Eu sequer sonhei com isso

O que aconteceu é que acabamos em outro futuro não sonhado. Em um futuro que não era o planejado e no qual muitas das certezas que tínhamos em relação aos itens indispensáveis se transformaram em outros completamente diferentes do que imaginávamos. Assim, fomos acumulando outras coisas e sendo surpreendidos por novidades que acabaram (nas nossas mentes consumistas) se tornando indispensáveis. Os pen-drives ganharam mais capacidade, os closets das mulheres cresceram e chegamos onde estamos.

 

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Outra consequência de uma sociedade em que tudo é excedente e grandioso é a perda de parâmetros para fazer julgamentos de valor.

O que aconteceu é que acabamos em outro futuro não sonhado. Em um futuro que não era o planejado e no qual muitas das certezas que tínhamos em relação aos itens indispensáveis se transformaram em outros completamente diferentes do que imaginávamos. Assim, fomos acumulando outras coisas e sendo surpreendidos por novidades que acabaram (nas nossas mentes consumistas) se tornando indispensáveis.

 

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

 

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Sobre as famosas “DRs”: são mesmo necessárias no relacionamento?

outubro 5, 2012

No campo do casamento, parece que não há muito jeito, ou o casal discute minimamente a relação, ou vai acabar discutindo intensamente na relação. Quem olha de fora e vê um casal discutindo irritada e raivosamente sobre pequenas bobagens, sobre assuntos sem importância não vê – e o casal na maioria das vezes também não vê – que o sofrimento é outro.

Geralmente há algum tema ou algum sentimento que foi evitado, ou que não foi resolvido, que não foi dito, mas que insiste em retornar por outros caminhos. Não é assim mesmo que acontece no dia a dia do casamento? Pense na última discussão que você e seu cônjuge tiveram, veja se foi mesmo em torno do verdadeiro problema, será que foi? Ou foi apenas uma maneira momentânea de descarregar a irritação? O que você acha?

É preciso esclarecer, desde já, um equivoco muito comum sobre essa questão de conversa amorosa. Enganase quem pensa que “discutir a relação” serve para resolver problemas. Não é nada disso, resolver problemas é motivo para reuniões – e olhe lá. Não se discute a relação para trocar informação ou resolver problemas (os problemas são só o pretexto). Discute-se a relação para criar um sentimento de ligação, para se sentir ouvido, sentir-se amado, pedir garantias, desfazer e às vezes fazer fantasias, e coisas assim. Discutir a relação não é uma transação cognitiva, é uma transação afetiva, uma espécie de relação sexual não corporal, não no sentido do prazer evidentemente, mas no sentido da intimidade, do envolvimento, do enlaçamento.

Certa vez um paciente me disse que agora, depois

de anos de casamento, ele estava aprendendo

a conversar com sua mulher, e explicou:

“Agora eu consigo escutar o que ela tem para

dizer sem querer ficar resolvendo tudo”. É essa

a arte da conversa amorosa.

Existem pessoas e casais que conseguem afrouxar o nó em silêncio, mas estes são alguns poucos sortudos, já que a maioria de nós tem mesmo de recorrer à palavra, esse instrumento tão frágil e tão confuso. Acontece que não é uma coisa simples este negócio de falar-no-amor, algumas pessoas não gostam, e não querem nem saber da história de discutir a relação, outras não sabem como fazer isso, enquanto outras têm muita ilusão, e outras ainda parecem que só sabem fazer isso.

Por causa dessas dificuldades, e numa tentativa de transformar “a briga” em “um diálogo” este livro apresenta algumas ideias sobre como começar uma conversa, onde pode ser melhor conversar, quando conversar e quando adiar; e também sobre o que conversar e se convém ou não evitar algum tema, e finalmente sobre como terminar um conversa, se é que existe tal coisa em um casamento.

 

Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Sem meritocracia não há educação

setembro 28, 2012

Os pais não podem ter pruridos para colocar em prática a meritocracia – é essa a porção de amor que ficou faltando para esses jovens. Quando eles nasceram, ganharam um amor dadivoso, gratuito.

Não tinham mérito nenhum para recebê-lo, mas ganharam simplesmente porque são filhos. Quando tiveram idade para aprender, passaram a necessitar de outro tipo de afeto – o amor que ensina. Porém, toda vez que não colocaram em prática os ensinamentos que estavam recebendo, foram poupados do amor que exige – ou seja, os pais optaram por ensinar outra vez o que já haviam ensinado quando deveriam ter exigido que fizessem o que lhes for a ensinado.

Na época, os pais nem percebiam que estavam errando, talvez até pensassem que estivessem fazendo o melhor possível repetindo o ensinamento. A atitude de ensinar outra vez sem que o filho tente fazer o que aprendeu é negar a primeira lição, é não passar da primeira fase do aprendizado. Isso porque, ao ser exigida, a criança descobre na ação a sua responsabilidade. Quem nada faz, por nada responde.

 

            Promessas podem ser lançadas ao vento e palavras não supõem responsabilidade. O que realmente possui mérito é a ação prática, são os resultados.

 

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Os desafios das escolhas e decisões

setembro 21, 2012

Claro que há coisas que podem e são simultâneas, mas elas não nos dão angústia porque não exigem decisão. É a escolha que nos angustia que nos tira do centro, que nos faz repensar valores, prioridades, responsabilidades. É para isso mesmo que vivemos o dilema das decisões, para nosso autoconhecimento. O desconforto da escolha nada mais é do que um chacoalhão para sairmos de nosso espaço já conhecido e muito habitado e nos aventurarmos a olhar um cenário mais amplo da vida.

Há todo um potencial contido em cada escolha. As coisas talvez não corram do jeito que imaginamos e até podemos concluir que o caminho escolhido foi um erro; porém, de fato, todo caminho nos ajuda a compreender um pouco mais dessa habilidade incrível que é caminhar. Seguir em frente, aprender e, às vezes, até refazer o percurso – o que nunca é um retrocesso – é sempre um jeito novo de caminhar, com mais sabedoria, depois de um percalço, de um desafio, de um conflito ou de um insucesso. Tudo é apenas caminho para novos e ainda mais amplos horizontes.

E a chave para abrir esse portal de oportunidades são as escolhas. Cada decisão nos leva a novos conceitos sobre quem somos e o que queremos, mesmo que nossa escolha seja manter tudo como está – isso fala mais de nós do que imaginamos. Eleger algo é definir que tipo de vida queremos naquele momento.

Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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