Onde o bebê deve dormir? Por Içami Tiba

setembro 30, 2013

Esta é uma pergunta que ouço muito em minhas palestras. Na cama dos pais? Numa cama separada? Num quarto separado? Sozinho? Acompanhado de um adulto?

Antes de tudo, é preciso fazer um levantamento das condições da família. Quando existe um quarto disponível só para o bebê, é preciso ter certeza de que seja possível perceber o que acontece com o recém-nascido lá dentro. Se as portas ficarem abertas, essa percepção é facilitada. Com a monitoração (transmissão de som e imagens através de aparelhos eletroeletrônicos), as portas podem ficar fechadas.

Mesmo que haja enfermeira, babá ou qualquer outra pessoa que possa dormir no quarto do bebê para atendê-lo, a criança deve pegar no sono sozinha, sem ninguém no quarto, pois a criança que precisa da presença de alguém para dormir irá chamar esse alguém se acordar de noite.

Se o quarto individual não for possível, nada impede que o bebê possa inicialmente dormir no quarto dos pais, mas o ideal, para a melhor formação dele, é que não seja na cama dos pais. Isso é importante também para o casal.

Mas calma! Não é porque o filho nasceu e se separou do corpo da mãe que tem de se afastar totalmente dela. Nos primeiros meses, para facilitar as mamadas noturnas, é mais prático para a mãe que o bebê fique no quarto dormindo num carrinho, num cestinho ou num berço.

 

A criança com autonomia de sono, que sabe esperar, é mais independente e feliz que uma irritada e ranzinza, que se recusa a dormir.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Você é feliz? Por Michael Heppell

setembro 27, 2013

A maioria das pessoas se coloca à espera de uma boa razão para ser feliz; só então elas optam por ficar contentes. Mas você não precisa se sentir feliz antes para que só depois a felicidade apareça nos eventos diários. Na verdade, é possível criar um estado de felicidade a qualquer momento que desejar.

            No entanto, ser feliz pelo simples prazer da felicidade requer algumas estratégias. Esta seção tem o intuito de apresentar alguns passos iniciais.

            Não fique analisando estas perguntas. Apenas responda sim ou não.

 

– Você consegue ficar feliz e triste no mesmo dia?

– Você consegue ficar feliz e triste numa mesma hora?

– Você já passou por situações em que o mesmo acontecimento o deixou feliz num primeiro momento e triste no seguinte?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes do que outras?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes o tempo todo?

– Há momentos de sua vida em que, mesmo tendo muitas razões para estar feliz, você sente que é mais fácil ficar meio mal-humorado, mostrando certa tristeza?

– Na verdade, estar mal-humorado é uma questão de escolha pessoal?

– Mal-humorado… não é um belo adjetivo, esse?

– Agora, a melhor de todas… se estar mal-humorado é uma escolha pessoal, é possível optar pelo estado de felicidade?

 

            Imagino que tenha respondido sim à maioria das questões. Essas perguntas simples têm a mera intenção de fazê-lo começar a pensar que você tem, de fato, a possibilidade de escolher. Tal escolha torna-se ainda mais clara no momento em que você dispõe das ferramentas adequadas.

 

Você pode escolher ficar mal-humorado ou ser feliz.

 

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Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

 

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8 atitudes que todo jovem potencial deve ter! Por Sidnei Oliveira

setembro 25, 2013

O trabalho colaborativo ocupa cada vez mais espaço nas empresas, desafiando os profissionais a terem um perfil integrador, mantendo abertos todos os canais de conexão. Isso exige do jovem algumas atitudes mais alinhadas com os objetivos da empresa em que trabalha, para que receba desafios coerentes com todo o seu potencial e assim intensifique o desenvolvimento de sua carreira.

            O jovem que pretende ser avaliado como potencial precisa desenvolver oito atitudes principais:

 

1. Ser conectado

Identificando conexões entre situações complexas e ambíguas, muitas vezes sem uma relação óbvia, utilizando-as para chegar a conclusões sobre questões-chave.

 

2. Ser flexível

Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento a respeito das ferramentas de conexões e das novas tecnologias.

 

3. Construir relacionamentos

Desenvolvendo alianças estratégicas e buscando alcançar benefícios mútuos ao promover seus objetivos, sempre em alinhamento com os valores e estratégias pessoais seus e de seus relacionamentos.

 

4. Valorizar a individualidade

Procurando “deixar a própria marca” em suas realizações, fazendo escolhas que promovam suas habilidades e conhecimentos.

 

5. Priorizar a inovação

Questionando abertamente o status quo de modo contributivo. Apontando as oportunidades específicas de mudança e, sempre que possível, apoiando iniciativas de inovações.

 

6. Focar em resultados

Persistindo em seus objetivos com energia, sempre na direção das metas planejadas, superando obstáculos e incertezas. Planejando o tempo todo as contingências, para garantir a obtenção de resultados.

 

7. Valorizar a estratégia

Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades.

 

8. Ter atitude

Identificando e lidando com assuntos de forma pro-ativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

 

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Fonte: livro “Profissões do Futuro – Você está no jogo?” de Sidnei Oliveira. Colaboradores: Camila Caputti e Felipe Maluf. Integrare Editora

 

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O sábio tem a humildade de ser um eterno aprendiz! Por Içami Tiba

setembro 23, 2013

O sábio vai querer aprender, seja com quem for, mesmo que seja com um aluno. Nesta hora, o aluno passa ao professor o que este precisa naquele momento, e não tudo o que ele sabe. Assim, ele ensina o professor na medida da necessidade da realidade deste. O que aconteceria ao professor se o aluno quisesse ensinar tudo o que soubesse de uma vez, independentemente da necessidade dele? Assim o aluno aprende vendo o sábio aprender com ele. Quer dizer, o professor, ao aprender, está também passando a atitude da humildade de aprendiz.

O sábio tem a humildade de ser um eterno aprendiz.

A sabedoria está em todo lugar.

O sábio é que a identifica e a pratica.

            Portanto, o sábio nada tem de onisciente. A onisciência limita a ampliação do conhecimento. Assim, também, a baixa autoestima pode limitar o aprendizado, se o pensamento é de que ele “nunca vai conseguir aprender alguma coisa”.

Dessa maneira, tanto a onipotência quanto a impotência inibem o desenvolvimento dessa pessoa, que passa a ser retrógrada. Ser retrógrado mede mais uma posição na vida do que a quantidade de conhecimentos que ela possui.

Quanto melhor for a integração relacional,

maior será o desejo de aprender o que não se sabe.

Quando uma pessoa pára de querer aprender,

começa a envelhecer.

Quando se adquire novo conhecimento, é natural um certo deslumbramento no início, como ocorre com a criança que aprende a ler: procura as letras conhecidas em todos os lugares. Ou com o recém-formado, que se torna um acadêmico perfeccionista. A prática, entretanto, se encarregará de mostrar-lhes que não é apenas esse saber que tem valor.

 

O saber de uma pessoa, ninguém o tira.

Mas a vaidade de saber pode estragá-la.

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Fonte: livro “Ensinar Aprendendo – Novos paradigmas na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Educar: um ato social! Por Leo Fraiman

setembro 20, 2013

A educação é um projeto de toda a família.

Família é aquilo que nos é familiar, comum, que diz respeito a todos.

Se um filho é bem-sucedido nos estudos, isso tem um impacto na vida dele, de seus pais e mesmo na sociedade, que no futuro poderá contar com uma pessoa mais bem preparada, um cidadão mais bem formado em seus valores e um profissional melhor.

Criar um filho é uma missão da família, mas com mas com impacto em toda a sociedade. É um ato cidadão. A vida é um ato contínuo, e as nossas ações têm consequências de complexidade e reverberação crescentes. A pessoa que somos na infância influencia o modo como chegamos à adolescência e o tipo de adolescente que somos impacta no tipo de adulto e de profissional que seremos.

Por isso, criar um filho é um compromisso com toda a sociedade. Cada um cria filhos que irão impactar na vida de muitas outras pessoas, pois vivemos em uma enorme rede de interdependência social. Crescer em um ambiente sem pais participativos pode ser nocivo para o indivíduo e para toda a sociedade, é uma questão pública e não apenas privada.

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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O que você quer na sua vida? Faça as perguntas certas! Por Arthur Bender

setembro 18, 2013

O problema é que, na verdade, a maioria das pessoas não tem muita clareza do que quer da vida, nem do caminho que está sendo trilhado. E o pior, não se permite fazer perguntas ou se entregar à reflexão, quando essa reflexão é sobre si mesmo. A tendência é colocar todo o peso da responsabilidade sobre os outros, como se o problema fosse sempre alheio, externo. E quando não se quer resolver, o problema ou a solução sempre serão alheios à nossa vontade. Sempre será culpa dos outros, para acobertar a nossa própria incompetência na solução e o nosso desconforto com perguntas sobre o tema.

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Seus filhos são consumistas? Por Içami Tiba

setembro 16, 2013

“Meus filhos são consumistas!” – reclamam muitos pais.

            Mas quem são os responsáveis pelas crianças? Elas não consomem sozinhas, faz parte do ser humano querer tudo o que vê – isso desde criança –, assim como faz parte da vida pedir. Pedir não custa nada. A criança pede o que quiser, porque lhe é natural pedir. O custo é repassado para os pais que assumem o ônus desses pedidos sem educá‑la corretamente. Assim é que parece natural à criança ter o que quer.

            Portanto, são os pais que ajudam os filhos a educarem o consumismo. Esse é um vício que os pais desenvolveram nos filhos porque a eles se submeteram. Na realidade, os pais têm um outro vício: o de não educar os desejos, separando‑os das necessidades. Para um consumista, o desejo é sua necessidade. O estabelecimento dos limites entre desejos e necessidades cabe aos pais. Se os pais respondem: “Agora não!”, a criança sabe que este “não” vale para agora. Quem sabe daqui a pouco pode? – Daí, logo em seguida pede outra vez, pois não tem muita noção do tempo.

            Tal observação, é claro, vale para qualquer resposta evasive que os pais dão aos filhos: “Hoje não!”; “Aqui não!”; “Estou sem dinheiro!”, “Depois eu compro!” etc. Na lógica das crianças, existirá, no futuro, a possibilidade da compra, basta inventar um bom argumento.

            Os pais poderiam explicar uma só vez por que não compram. Repito: esse é o amor que ensina. Diante da insistência da criança, em vez de os pais darem a mesma ou outra explicação, eles deveriam simplesmente negar e comunicar qual é a consequência se o filho pedir outra vez: “Não! E, se pedir outra vez, sairemos daqui” ou “Você sai da loja e nos espera lá fora” – ou qualquer outra alternativa viável no momento.

            Pais devem combinar entre si as premissas da educação de não postergar consequências. Não devem apenas utilizar frases vazias, como “Nunca mais você sai conosco!”, “Chegando em casa, você vai ver!”, “Você vai ficar este final de semana sem ver televisão!” etc.

           

Já atendi pais que fizeram sacrifícios no orçamento doméstico para comprar mais um par de tênis de marca para o filho único deixar jogado em casa depois de pouco uso. A responsabilidade dessa compra equivocada é dos pais e não de um filho financeiramente dependente deles. E o grande drama é que o consumista nunca é feliz, pois desvaloriza o que tem para sofrer com o que “ainda não tem”.

  

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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