Pai que é grosseiro ensina filho a ser grosseio! Por Içami Tiba

abril 28, 2014

Pai que é grosseiro com o filho pequeno está ensinando‑o a ser grosseiro também. O filho homem aprende a se submeter ao pai, que é mais forte, mas fica instigado a competir com ele e quando puder vai submetê‑lo aos seus caprichos. Porém, o pai que conseguiu submeter o filho, por ser mais forte, usou uma lei machista e não educacional. Assim, esse filho tem na sua matriz de identidade o machismo. Portanto, é natural que em todos os seus papéis o machismo apareça, sob a forma de grosseria a outras pessoas que por qualquer motivo o contrarie. Quando chegar a sua vez de ser pai, o filho repetirá a atitude de seu pai.

 

Para que isso não aconteça, terá de evoluir e aprender a conter o machismo que está na matriz da sua identidade e não somente na sua função de pai.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Algumas atitudes fundamentais para manter um ambiente de trabalho produtivo… por César Souza

abril 24, 2014

FOCO e DETERMINAÇÃO

Devemos saber definir claramente as prioridades e hierarquizar as ações, ou seja, ter foco.

Não significa fazer uma coisa de cada vez, pois no mundo atual essa não é uma atitude vencedora. A realidade requer pessoas multifocadas. Porém, como o mundo está cada vez mais fragmentado e oferece múltiplos estímulos, corremos o risco de dispensar nossos objetivos e de empreender esforços na direção errada. Para surpreender pelos resultados é necessário ter muita disciplina, concentração e determinação.

Significa não joga a toalha nunca.

Pessoas perseverantes superam obstáculos, por mais intransponíveis que pareçam. Os verdadeiros líderes são resilientes, mesmo tendo de lutar contra seus medos para transpor momentos difíceis, inesperados e indesejados.

 

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

 

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Filha: espelho da mãe, por Içami Tiba

abril 22, 2014

Se a mãe quiser saber o que uma filha pequena acha dela é só brincar de “vamos fazer de conta”, de fingir. Faça uma proposta: “Filha, vamos brincar de mãe e filha? Eu finjo que sou sua filha e você finge que é minha mãe.” Deixe a filha fazer do jeito que ela quiser e faça o maior esforço para não interferir no “fingimento” dela, de não corrigir o que ela faz ou fala.

Se a filha for agressiva, exigente, brava, ofensiva, bruta, carinhosa, beijoqueira, gritona e determina que tudo tem que ser do jeito dela, etc. não fique brava, nem fique aconselhando como ela deveria ser ou fazer.

 

O que a filha demonstra é a percepção dela sobre a mãe, seja qual tenha sido a intenção da mãe. Ela não capta o que você quer ao falar com ela. O que ela capta é o que lhe interessa e consegue. Pode ser que você nem se sinta como ela demonstrou, mas é a imagem que ela tem sobre você. Em vez de ficar brava ou triste ou até mesmo querer corrigi‑la, corrija‑se você mesma.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Educação em tempos de Internet, por Içami Tiba

abril 14, 2014

 Algumas pessoas acham que a internet atrapalha a educação, tanto dos alunos quanto dos filhos. Há alguns anos uma diretora guardou a chave um computador que a escola pública havia recebido, pois ela não sabia mexer nele. Deve ter achado que ela era o limite máximo que a escola deveria ter como conhecimento, ou seja, “se eu não sei, ninguém mais pode saber” ou, pior ainda, “ninguém deve saber o que eu não sei”.

 

A educação tem a finalidade de formar futuros cidadãos, e os educadores não podem dispensar nada do que existe hoje, porque os educandos têm de construir uma base sólida para se lançar ao futuro, que pode sempre nos surpreender. Se dispensamos os computadores estamos alijando os filhos do que já existe hoje em larga escala na construção, já desatualizada, da sua base para

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Pai é pai e Amigo é amigo! Por Içami Tiba

abril 10, 2014


É dentro da família que se constata o quanto o pai abriu mão do seu poder de chefe e ainda não encontrou o seu novo papel de pai educador sustentável. De fato, como provedor, já não é mais o único e passou a contar com a receita financeira da esposa, resultante do seu trabalho fora de casa. Já não são raras as situações nas quais as esposas têm rendimentos superiores aos dos maridos.

No trabalho fora de casa, os homens estão perdendo empregos numa escala inversamente proporcional ao ganho de vagas de empregos das mulheres. Diante dessa circunstância, os desempregados mais versáteis começaram a ajudar suas esposas, mães dos seus filhos, e já adquiriram certa prática de cuidar da casa e dos filhos, com ou sem a supervisão delas.

O que fica patente é a dificuldade que os pais masculinos sentem para se constituírem educadores sustentáveis dos seus próprios filhos. Por não querer perder o vínculo com eles, elevaram os filhos à categoria de amigos e não raro já se aclamam “sou o seu melhor amigo”, querendo dizer com isso que o amor de amigo é melhor que o amor de pai. O que eles não pensam é que amigo é ótimo, mas não é de amigo que o filho precisa para sua formação e educação, mas sim de um pai. Portanto, fica óbvia a confusão que se instala quando o pai abre mão de ser pai e adota a condição de amigo.

Em resumo, o que um filho precisa hoje é de um pai educador sustentável. Pois o pai não pode se contentar em ser o auxiliar da mãe. Ele tem de descobrir sua nova paternagem sustentável. O que não pode ocorrer é um filho ficar sem pai.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba. Integrare Editora

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Problemas do casal não são problemas dos filhos! Por Içami Tiba

abril 7, 2014

Quando os cônjuges se desentendem, separados ou não, não há motivos para envolver seus filhos. É falta de respeito aos filhos que nada tem a ver com isso. A verdade é o melhor caminho para a tranquilidade dos filhos. Se o pai não concorda com a ação da mãe, não deve expressar essa discordância na frente dos filhos. A tendência dos filhos é acharem‑se culpados. Digam claramente que vocês têm de conversar entre vocês, caso os filhos se interessem em saber o que vocês devem ter demonstrado. Os pais são as referências das vidas dos filhos crianças. Tanto que para tudo o que fazem chamam a atenção dos pais e quando não, dão uma espiada para ver se os pais estão olhando.

 

Se os pais querem que os filhos sejam felizes, não levem para eles problemas que eles não têm competência nenhuma para resolver.

 

O pai está com problema financeiro? A mãe está sobrecarregada no trabalho? Seja qual for a intenção, os pais não devem levar problemas pessoais aos filhos que não têm o que fazer. Mas não deixe de falar diretamente com os filhos o que percebem de problemático em cada um. Primeiro fale separadamente com o interessado. Caso não resolva, podemos todos ajudar, lembrando a ele que está fazendo outra vez o que já está combinado que não deve fazer. As crianças têm memória curta e no embalo do entusiasmo com as brincadeiras, podem fazer o que já sabem que não deveriam fazer.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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A importância de passar aos filhos os valores intangíveis. Por Içami Tiba!

abril 3, 2014

Os valores intangíveis formados dentro de uma pessoa fornecem‑lhe a base de segurança suficiente para não se deixar influenciar facilmente. Uma pessoa com valores formados não se deixa influenciar a ponto de mudar seu comportamento. Mesmo que os amigos de convivência queiram interferir. Mas para uma pessoa que ainda não formou esses valores, é muito fácil ser influenciada pelo que os outros falam ou fazem.

A internet não pode ser considerada educadora, pois é apenas um instrumento nas mãos de quem a utiliza. Ela não tem ética das relações (ética relacional) e fornece a quem procura qualquer material que outro usuário posta – seja para o bem ou para o mal. Funciona 24 horas por dia, é incansável, repete a mesma informação quantas vezes for solicitada. É extremamente solícita, sem escolher usuários nem idioma, nem cultura, idade, gênero, localização, profissão, credo, ou tipo de consumidor. Basta, nas redes, ser aceito por quem postou, às vezes à custa de identificação e senha. A internet é uma rede virtual de informação e conteúdo espalhada por todos os cantos do mundo. Para se ter acesso a esse universo, basta um aparelho com acesso a ela. O mundo da internet estará onde houver conexão digital: em casa, na escola, na rua, no ar que nos circunda através do clima familiar, nuvem regional e atmosfera global.

Não é a internet que invade e submete os nossos filhos. São as pessoas, inclusive eles próprios, que se submetem e a acessam de qualquer lugar do mundo.

Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba. Integrare Editora

 

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