Qual o seu objetivo de vida? (por Douglas Miller)

outubro 31, 2014

Para muitas pessoas ter um “objetivo de vida” – com frequência definido quando eram bem jovens – jamais se move realmente da fantasia para a realidade. As circunstâncias assumem o controle, sendo muitas vezes usadas como desculpa para não executar o trabalho extremamente duro necessário para a materialização do sonho. O sonho é encantador; a ideia de trabalhar duro, nem tanto. Sua disposição para realizar esse esforço é determinada pelo quanto você realmente quer fazer a coisa com que sonha. A pessoa que vacila diante do trabalho duro ou dá um jeito de encontrar coisas melhores para fazer provavelmente não deseja realmente aquele sonho.

Para ter êxito você precisa de um claro equilíbrio entre o coração (que proporciona o impulso emocional) e a cabeça (que fornece o pensamento lógico, de visão límpida, que transforma o objetivo de vida – o sonho, a fantasia – em um plano de ação). Haverá reveses ao longo do caminho, que também testarão seu “desejo”.

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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O que é mais importante para sua carreira atualmente: habilidade técnica ou habilidade comportamental? (por Daniela do Lago)

outubro 29, 2014

O que é mais importante para sua carreira atualmente: habilidade técnica ou habilidade comportamental? É bem verdade que ambos são importantes para sucesso na carreira de qualquer profissional, mas, sem dúvida, o fator que te impulsiona na carreira ou que te faz tropeçar é sua habilidade comportamental.

Hoje, tudo mudou. Vivemos em um mundo tecnológico veloz em que qualquer profissional com um mínimo de vontade consegue ser um especialista de qualquer coisa a um custo de uma banda larga. Isto quer dizer que a habilidade comportamental está sendo valorizada, é o que faz a diferença na vida de qualquer profissional.

Habilidade comportamental não pode ser comprada, terceirizada ou até mesmo ensinada, não é de fora para dentro e sim de dentro para fora. Não está atrelada a idade cronológica, tampouco a experiência profissional. Conheço vários profissionais com idade cronológica avançada e são extremamente imaturos em termos comportamentais. Da mesma forma que conheço vários jovens que não têm sequer experiência profissional e são extremamente maduros na parte comportamental. Habilidade comportamental está ligada a escolha interna de cada ser humano.

O conteúdo do livro se destina a todo profissional de empresa independente do momento da carreira, ou seja, os textos buscam orientar aquele que está iniciando na empresa até quem está se aposentando, sempre com intuito de fazê-los crescer, aprender e avançar na carreira!

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Fonte: livro “Despertar Profissional – Dicas práticas de comportamento no trabalho”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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Educar dá trabalho, mas os frutos são colhidos pelo resto da vida (por Içami Tiba)

outubro 27, 2014

Bebês e crianças pequenas já “dizem” o que se passa com eles. Mãe e pai precisam “ouvi-los”, para poder dialogar com eles. Se a expressão do filho mudou de repente, isso significa que algo o atingiu, mesmo que isso não fosse a intenção dos educadores.

A psique humana é como uma loja de cristais caríssimos. E mãe e pai às vezes se comportam como elefantes nessa loja. O barulho, a quebradeira, o estrago ocorrido são percebidos pela alteração súbita da expressão da criança.

Os pais, porém, podem ficar sossegados, pois não é qualquer motivo que destrói a loja inteira. E nem tudo o que foi destruído é irrecuperável.

As crianças dão muitas oportunidades para os pais errarem, mas as oportunidades para acertarem são maiores.

O medo de errar pode paralisar o elefante. Não há pais que queiram errar com os filhos, pelo contrário. Por medo de errar é que acabam errando, pois não estabelecem limites. Só um erro não traumatiza o educando. O que distorce a educação é os pais frequentemente deixarem de agir quando necessário. Mas a vida oferece muitas oportunidades de compensar o prejuízo.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O risco de viver (por Eugenio Mussak)

outubro 24, 2014

O dia-a-dia do cidadão que pega trânsito, faz negócios, participa de reuniões, fala em público, faz entrevista de emprego e enfrenta chefe nervoso é, sim, cheio de pequenos “riscos”. E esses riscos, às vezes, surgem simultaneamente e se acumulam, como em uma poupança de desafios que não desaparecerão enquanto não forem enfrentados.

Ninguém tem sucessos sem enfrentar desafios: só petisca quem se arrisca.

Assuma o risco, mas prepare-se para ele. Não exceda os limites. Vá em frente, mas seja prudente.

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Fonte: livro “Caminhos da Mudança”, de Eugenio Mussak. Integrare Editora

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A dieta dos pensamentos (por Gabriel Carneiro Costa)

outubro 22, 2014

Vivi boa parte da vida com problemas de sobrepeso. E foi justamente nessa questão que comecei a pôr em prática tudo o que estudei nos últimos anos sobre comportamento humano.

Como a maioria das pessoas que está acima do peso, já tentei diversas vezes fazer dieta. Acabo sempre emagrecendo, mas depois o peso volta. E assim foi por anos… Emagrecer é ótimo, o difícil é fazer dieta! Pensando dessa forma, iniciei um longo processo de reflexão sobre o assunto.

Mas, antes de refletir a respeito da capacidade de emagrecer, é importante observar alguns conceitos sobre crenças, pois são elas que constituem o pilar central que interfere em nosso comportamento. São as crenças que temos sobre a vida que determinam nossos pensamentos diários. Estes influenciam diretamente nosso comportamento, atitudes e até mesmo a falta de ação. E a forma como agimos na prática é que determina os resultados que obtemos.

Essa é a cadeia que nos leva das crenças mais profundas à vida que temos hoje. Se algo não está saindo como queremos, é bom avaliar de trás para a frente e descobrir quais comportamentos estão gerando esses resultados, quais pensamentos nos levam a nos comportar de determinada forma e quais crenças alimentam esses pensamentos. Entender essa lógica explica muita coisa, amplia muito a nossa consciência e nos possibilita provocar mudanças mais concretas para posteriormente obter resultados realmente diferenciados.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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Conseguir bons resultados sem que o filho os mereça equivale a falsificar o mundo para ele. (por Içami Tiba)

outubro 20, 2014

Se, em casa, a família perdeu a chance de educar, a escola é uma excelente oportunidade, ainda que isso não seja obrigação dela, pois a escola é a única instituição em que quase todas as famílias brasileiras sempre tiveram algum tipo de contato. Pais e mães devem respeitar as regras da escola, e não tentar adaptá‑las à falta de competência do filho, seja mudando‑o para uma escola menos exigente, seja incentivando a aprovação sistemática, ou mesmo arquitetando em favor da reclassificação do aluno reprovado.

Conseguir bons resultados sem que o filho os mereça equivale a falsificar o mundo para ele. Com isso, mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho, ele não conseguirá produzir o que se espera.

Terão os pais que pedir ao chefe do filho um salário melhor, ou promoção para ele?

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Exercite a sua sorte (por Dulce Magalhães)

outubro 17, 2014

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”.

Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‐los. Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto.

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães. Integrare Editora

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