A diferença entre ser engraçado e ser inconveniente (por Max Gehringer)

julho 31, 2015

Toda empresa tem aquele sujeito que é o rei das tiradinhas. Ele não consegue resistir à tentação de transformar qualquer assunto em uma boa piada. Tem gente que até perde o emprego, mas jamais perde a piada. Os colegas às vezes riem, outras vezes acham que o humorista está sendo inconveniente, pois ele até conta a piada certa, mas na hora errada.

Já os chefes normalmente detestam o funcionário piadista, porque consideram que ele tira a atenção de quem precisa trabalhar com seriedade. E, só para menosprezar, dão ao coitado um apelido degradante — o palhaço da empresa.

Quando eu tinha 10 anos, eu era o palhaço da escola. Vivia dando minhas tiradinhas durante as aulas e, por causa disso, ficava constantemente de castigo. Meus pais foram chamados diversas vezes pelos professores e ouviram que, se eu continuasse a agir daquele jeito, seria um fracassado na vida, porque eu não levava nada a sério. Só que, uma vez por ano, a escola promovia uma festa no dia dos professores. E eu era o apresentador da festa. Vestido, só para variar, de palhaço. O palhaço Rapadura. E ali, no palco, eu repetia as mesmas piadas que contava na classe. Imitava os professores, a maneira como eles falavam e seus trejeitos. Só que, para minha surpresa, na festa, os professores riam e até aplaudiam. Mas, na aula seguinte, na primeira piada, eles me botavam novamente para fora da classe.

Representar o palhaço Rapadura foi uma lição que acabou sendo extremamente útil para minha vida profissional. Ser bem-humorado ajuda muito a quem quer chegar a um cargo de chefia. Desde que se saiba usar no momento certo o riso, o humor e, principalmente, a crítica irônica.

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Fonte: livro “Aprenda a ser chefe: um manual de dicas e sugestões para chefes presentes e futuros”, de Max Gehringer. Integrare Editora

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A habilidade de ser suave (por Educardo Almeida)

julho 29, 2015

Quando finalmente entendemos o que significa ser suave, percebemos que não só teremos maior chance de sucesso se desenvolvermos essa habilidade, como também daremos maior valor ao o que atingimos.

Conheço inúmeros casos de pessoas bem‑sucedidas que não são bons exemplos de flexibilidade. Mas a grande maioria delas, apesar de terem atingido o sucesso financeiro e social, costumam ter suas vidas cercadas de insucessos no campo emocional. Em outras palavras, são pessoas que conquistaram o mundo, mas perderam‑se pelo caminho. Não são, por esse motivo, o exemplo de sucesso que buscamos enfatizar.

Lembre‑se: sucesso não se mede pelo que se tem, mas por quem se é!

Para que a vida, os relacionamentos e o trabalho façam sentido, precisamos agir de forma suave, “fluindo” pelo caminho, no lugar de forçar a passagem. Quando desenvolvemos essa capacidade, percebemos que utilizamos muito menos esforço para realizar muito mais, pelo simples fato de estarmos em sintonia com nossa natureza. O caminho da suavidade é, por todos esses motivos, o caminho da inteligência emocional (que é dividida em inteligência intrapessoal e interpessoal), uma excelente maneira de gerenciarmos nossas relações sociais.

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Fonte: livro “No caminho da vitória : as mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida ”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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Relacionamentos por impulso (por Maria Tereza Maldonado e Mariana Maldonado)

julho 27, 2015

E esse gosto pelas novidades? Você troca de celular assim que um modelo novo é lançado, mesmo que o seu esteja atendendo perfeitamente bem às suas necessidades? Em que medida esse comportamento de jogar fora as pessoas sem ao menos se dar o tempo de conhecê-las melhor reflete o consumismo que nos induz a pensar que o produto novo é melhor do que o antigo? Você se alimenta com a esperança de que, se o namorado da vez não preencher as expectativas depois dos primeiros tempos de encantamento, o próximo será melhor? Não necessariamente!

Construir um relacionamento é um processo que depende de tempo e paciência, coisas que não combinam com a cultura da satisfação imediata. Relacionamentos rapidamente consumidos e descartados começam e terminam no impulso, sem tempo de nutrir o desejo e desenvolver o amor.

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Fonte: livro “Palavra de mulher: histórias de amor e de sexo ”, de Maria Tereza Maldonado, Mariana Maldonado – Integrare Editora

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Na educação, a firmeza também é uma representação do amor. (por Leo Fraiman)

julho 24, 2015

O amor, a doação e a expansão afetiva são importantes, mas o que seria de uma linda flor se ela não tivesse um caule firme, que lhe desse estrutura?

Há quem pense que os pais devem ser ou amorosos ou firmes, como se essas forças fossem contraditórias. Ao contrário do que se pensa, o amor é complementado pela firmeza, pelo limite, pela definição. Esta força estaria representada na mão esquerda. É a mão da rigidez, que direciona a força do amor que se tem e se quer doar. É a força que ajuda a saber a hora, o jeito e a intensidade certa das palavras, das regras, dos limites.

O cinto de segurança protege um filho de uma batida. As regras de um esporte ajudam a dar a mesma oportunidade a todos os envolvidos no jogo. A disciplina promove a concretização de nossos objetivos, driblando a falta de vontade que ocasionalmente visita a mente durante a realização de metas importantes.

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman. Integrare Editora

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Angústia e neurose por fazer tudo mais rápido. (por Arthur Bender)

julho 22, 2015

E nessa disponibilidade total em que permitimos definir nossas vidas, todo mundo tem agenda cheia e está sempre correndo. Não importa se é uma dona de casa estressada com os afazeres, um grande executivo que viaja o mundo a negócios ou um profissional liberal de qualquer área. Empregado ou empreendedor. Está ficando difícil encontrar gente que tenha algum tempo de sobra. Pode até ter. O difícil é admitir, porque parece que a sociedade adotou isso como padrão. Todo mundo precisa ser/estar cheio de coisas para fazer para ser aceito por todos nós.

E você já reparou que parece que todo mundo está ansioso quando fala? Você ameaça falar e a pessoa completa sua frase. Você tenta de novo e ela dispara “sim, sim, sim” e não o deixa concluir. Você tenta novamente e vê que não vai dar, porque não importa o que você diga, a ansiedade é tanta que o outro fica concordando para que você conclua logo.

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Preconceito, o veneno mortal dos relacionamentos (por Içami Tiba)

julho 20, 2015

A educação relacional deveria partir do ponto de vista de que, perante a natureza, todos os seres humanos são iguais, e as diferenças existentes não se medem por superioridade ou inferioridade, mas sim por graus de desenvolvimento.

Palavras podem ser controladas muito mais facilmente que a comunicação extraverbal. Muitos preconceitos passam pela comunicação extraverbal. Assim, não importa qual o assunto, se é comida, religião, raça, profissão etc., passamos o que sentimos junto com o que falamos. Crianças que dizem não gostar de algo que desconhecem estão mostrando um preconceito. Ou seja, têm uma ideia preconcebida antes do contato.

Existem também preconceitos positivos, quando se valoriza algo antes do contato. Muitos jovens atribuem à maconha poderes que ela não tem, num preconceito positivo, enquanto muitos pais consideram o filho um viciado se ele tiver fumado maconha, num preconceito negativo. Assim, num campo já minado, os preconceitos bilaterais explodem o relacionamento entre pais e filhos.

Nada pior para um relacionamento saudável que o eu relacionar-se consigo próprio pensando estar se relacionando com o tu. Se o Eu tem um preconceito em relação ao Tu, mesmo estando na presença do Tu, o Eu vê somente o preconceito e deixa de descobrir o verdadeiro Tu.

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Fonte: livro “Adolescentes: Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Criação de um ambiente poderoso (por Ken O`Donnell)

julho 17, 2015

Se meu intelecto estiver fraco, estarei à mercê do ambiente, seja ele qual for. Emoções e pensamentos específicos surgem dos sanskars, não necessariamente os de minha escolha.

Para ficar protegido de um ambiente negativo e criar outro, poderoso e positivo, eu devo:

• manter atenção profunda em minha natureza verdadeira;

• usar o intelecto para clarear a mente e tornar-me introspectivo;

• entrar profundamente no eu e escolher as emoções mais puras e mais elevadas de paz, poder, alegria ou qualquer qualidade necessária para uma situação específica, retendo essa qualidade na mente.

Em vez de esperar que as situações sempre me tragam benefício pessoal, devo mudar minhas atitudes para trazer benefício a todas as situações. Isso cria um ambiente poderoso de crescimento espiritual.

Onde há expectativa há sempre a possibilidade de desapontamento. A atitude de criar benefícios significa o fim da frustração. A natureza inata da alma é a paz. Por meio da Raja Yoga, desenvolvo o poder de manter a experiência de paz por longos períodos, mesmo enquanto falo ou ajo. Isso tem efeito muito natural sobre o meio ambiente, onde quer que eu esteja — numa sala, no elevador, num ônibus ou na rua. Por fim, posso afetar o mundo inteiro de forma positiva.

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O`Donnell. Integrare Editora

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