Amaury Jr. entrevista Malcolm Montgomery: Mulher – Um projeto sem data de validade

abril 29, 2011

O ginecologista Malcolm Montgomery propõe que o termo menopausa seja trocado por “pausas hormonais de envelhecimento”.

“O médico moderno tem que ver a mulher q curto, médio e longo prazo. Por exemplo, se você atende uma adolescente de 18 anos que quer tomar anticoncepcional, você tem que receitar um anticoncepcional que seja eficiente, sem efeitos colaterais, e que depois de 10 anos facilite que ela possa engravidar, e que proteja essa moça aos 50 anos do câncer ginecológico.” Malcolm Montgomery

Assista à entrevista no min 18:37 do vídeo! 

Entrevista 

http://mediacenter.amauryjr.com.br/mediacenter/principal_video.asp?id=1656

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Ioga e sexo: um corpo mais disponível

abril 28, 2011

Sexo faz parte até da Bíblia, mas não é assunto que se veja muito nos livros de ioga. Na verdade, a maioria quando vai até esse ponto, onde nem todos chegam, é para mencionar o controle do desejo, quase uma abstração do assunto. Mas, vamos falar francamente, é coisa rara um abnegado que espere alcançar a iluminação através da castidade – pelo menos em nosso mundo.

Quem procura a prática normalmente vai em busca de melhora física e eventualmente mental. Acaba encontrando outros aspectos e de quebra uma grata surpresa, que pode incluir melhora do desempenho sexual, já que além da onipresente respiração, os músculos internos diretamente envolvidos no caso também são trabalhados, como o períneo. Não que o objetivo primordial seja esse, é apenas uma espécie de bônus e dos mais agradáveis. E os asanas são capazes de soltar a imaginação para performances nunca imaginadas. Qualquer dúvida é só lembrar as imagens do Kama Sutra e suas exóticas posições sexuais – exóticas para nós, bem entendido.

Sexualidade é uma energia da qual dispomos para conhecer e amar, abertura para um diálogo mais amplo e profundo. Estresse e problemas traduzem-se em irritação e, defi nitivamente, esse não é o jeito ideal para encarar sexo. Ioga relaxa tanto a mente quanto o corpo, permite desfrutar melhor das sensações. Isso pode transformar principalmente os apressadinhos, alvos de grandes queixas, em tipos mais controlados e com maior capacidade de usufruir da relação. É aquela velha história de curtir o caminho em vez de procurar chegar ao destino rapidamente.

Fonte: trecho do livro “Ioga alem da prática – Teoria, exercícios e bate-papo com profissionais que utilizam a Ioga como fonte de juventude, sexo e emagreciento”, de Ruth Barros e Mario Amercio – Integrare Editora 


Título: Cuidado! Você acaba se tornando especialista nas coisas que te preocupam… Vale a pena?

abril 27, 2011

Infelizmente, isso não quer dizer que você se aperfeiçoa nisso; significa apenas que você se torna um especialista em preocupação. As pessoas que mantêm o hábito de se preocupar têm uma capacidade excepcional de imaginar o inimaginável.

 As pessoas se preocupam por diversas razões. Mas você já percebeu que é sempre por uma razão negativa? Elas não se preocupam com a possibilidade de assinar um contrato, ou de encontrar seu verdadeiro amor. Preocupam-se, sim, com a possibilidade de perder o contrato ou de envelhecer e acabarem solitárias.

 A preocupação nada mais é do que um produto de seu imaginação. Ótima notícia, pois quanto maior sua habilidade de usar a imaginação para preocupar-se, mais facilmente ela poderá ser aproveitada para eliminar as preocupações de sua vida.

Fonte: trecho do livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell 


abril 26, 2011

Aconteceu a uma hora de North Platte, vinte minutos a norte de Cheyenne.

– Acho que ele morreu!

Era a voz de uma mulher pelo rádio.

– Alguém aí está me ouvindo? Acho que meu marido morreu!

A transmissão dela estava a 122,8 megaciclos, a frequência Unicom dos aeroportos pequenos; sua voz era alta e clara: não devia estar muito longe dali.

Ninguém respondeu.

– Você consegue fazer isso, senhor Forbes. – Soava calma e paciente, aquela voz inesquecível, com um toque sulino.

– Senhor Dexter? – disse ele em voz alta, atônito.

Era seu instrutor de voo de quarenta anos atrás, uma voz que ele jamais iria esquecer. Ele lançou um olhar  rápido para o espelho, checando o assento de trás.

Estava vazio, é claro.

Não havia outro som a não ser o do motor barulhento e suave que seguia em frente.

– Alguém me ajude, ele morreu!

Ele apertou o botão do microfone.

– Pode ser, senhora – disse Jamie Forbes –, mas também pode ser que não. A senhora consegue pilotar  esse avião sem ele.

Os maiores mistérios são aqueles cujas

respostas se encontram diante de nossos olhos.

As melhores soluções são aquelas para

 as quais, de repente, nos damos conta de

 que sempre soubemos a resposta.

Criamos nossa própria realidade?

 Ou apenas nossas próprias aparências?

Do autor dos best-sellers

Fernão Capelo Gaivota Ilusões.

Uma história de descobertas, compreensão

 e expansão de horizontes.

Clique aqui e leia o primeiro capítulo do livro.

Fonte: trecho do livro “Hipnotizando Maria”, de Richard Bach – Integrare Editora


abril 25, 2011

Vamos começar esclarecendo que estamos falando de duas coisas diferentes. Rotina é a repetição sistemática de uma conduta. Monotonia indica que essa conduta é chata, sem sabor, aborrecida.

A rotina não é necessariamente ruim e, para algumas coisas, é necessária e desejável. Para obter bons resultados no estudo, no trabalho e na ginástica, por exemplo, é necessário que as atividades sejam repetidas sistematicamente, pois é de sua constância e de seu somatório que aparece o resultado. Eu, por exemplo, juro que gostaria de ter mais rotina em minha vida. Atualmente, meu trabalho me obriga a viajar muito, variando imensamente meus dias, o que significa que minha vida não tem rotina nenhuma. E, acredite, eu me ressinto disso. Gostaria de poder escrever todos os dias — isso me faria produzir textos mais sofisticados. Adoraria poder praticar um esporte regularmente, ou pelo menos freqüentar a academia três vezes por semana o ano todo, pois isso teria um impacto positivo em minha saúde. E por aí vai. Há várias atividades rotineiras que não são monótonas; pelo contrário, tornam-se desgastantes exatamente porque são feitas esporadicamente, sem a regularidade necessária à boa prática.

Casamento também é assim. Estar casado é conviver diariamente com um sem-número de pequenas rotinas, que podem ser maravilhosas. Ou não? Talvez a maneira como encaramos a rotina no relacionamento seja uma chance de avaliar se temos ou não um bom casamento, ou se precisamos, pelo menos, fazer alguns ajustes. Estar casado significa dormir com a mesma pessoa todas as noites e acordar ao lado dela todas as manhãs. Gostar disso significa ter um bom casamento.

A rotina de um bom casamento é composta por um imenso conjunto de minúcias adoráveis: beijar as costas do outro antes de dormir; levantar primeiro de manhã para ir ao banheiro e deixar a escova dele já com pasta de dente sobre a pia; servir, um ao outro, a primeira xícara do dia com a mistura exata do café com o leite; secar a louça enquanto o outro lava; ligar do trabalho no meio da tarde. Essas são rotinas, sim, mas rotinas saborosas, desde que nelas haja o tempero adocicado do amor em oposição ao amargo sabor da obrigação.

Estar casado é dividir os momentos que se repetem e, por isso mesmo, se aprimoram. Lembro-me de ter perguntado à minha mulher por que de repente ela parecia absorta e ausente — o que muito me irritava. Então, ouvi uma suave explicação: “Há momentos em que sinto necessidade de agradecer”. Levei um tempo para perceber — macho troglodita — que ela agradecia pela rotina, pelo prazer de ter ao seu alcance a segurança de entender sua vida e controlar seus movimentos.

A monotonia, em contrapartida, é a vilã não só do casamento, mas da vida como um todo. Definitivamente, a monotonia é inimiga de quase tudo de bom que nasce da alma humana. Ela mata a criatividade, afoga a alegria, sufoca as relações, amaldiçoa a felicidade. Monotonia significa manter o mesmo tom, mesmo tendo à disposição uma grande variedade deles. A palavra “monotonia” remete à metáfora auditiva, então vale a pena lembrar: o ouvido humano normal é capaz de perceber sons de freqü.ncias entre 15 e 25.000 Hz. Isso permite ao cérebro captar uma quantidade imensa de sons, porque ele precisa disso para conectarse com o ambiente e compreendê-lo. Não é justo — nem com a biologia nem com a psicologia, muito menos com a poesia — aprisionar alguém a poucos tons. A monotonia, via esta metáfora, é desumana e destrutiva.

Fonte: Texto retirado do livro “Caminhos da Mudança – Reflexões sobre um mundo impermanente e sobre as mudanças de “dentro para fora”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora



Os vários significados da comida

abril 20, 2011

Pais que entendem qualquer choro como necessidade de mamar sempre oferecem comida. Se o choro for causado por outro incômodo qualquer, a comida pode proporcionar certo alívio, mas não é o “remédio” certo. No entanto, comer é um forte instinto de sobrevivência, e a boca é a primeira zona de prazer estimulada em nosso organismo; por isso, dificilmente comer deixará de ser prazeroso, ainda que inadequado.

Se traçarmos uma linha direta sem interferência, a criança cujos pais têm esse tipo de conduta pode tornar-se um adulto que, diante de qualquer contratempo, vai procurar comida em vez de tentar resolver seu problema. É claro que essa relação não é tão simples assim. Inúmeras outras variáveis também precisam ser consideradas. Mas a raiz da obesidade pode estar aí.

Conforme cresce, a criança aprende progressivamente a digerir alimentos mais pesados e a diversificar os sabores, passando por uma grande evolução desde o colostro, o primeiro leite da mãe, até a feijoada com torresmo. No entanto, existe sempre uma maneira de infantilizar a criança. Basta desconsiderar o fato de que seu aparelho digestivo está amadurecendo e continuar a lhe dar papinhas. E ela acostuma-se a receber comida de fácil digestão. Equivale, numa correlação direta, ao adulto que não sabe mastigar os problemas e precisa “papinhá-los”. Se não for fácil, o problema é cuspido para fora. A pessoa não chega a superá-los porque nem os enfrentou. O problema é muito mais ligado ao “como-somos” dos pais, que origina dificuldades para os filhos, como se fosse uma herança – que as crianças são obrigadas a engolir – absorvida pela convivência.

A indisciplina está presente no desrespeito ao desenvolvimento biológico por parte dos pais: motivados pelo amor, pelo desejo de satisfazer todas as necessidades dos filhos, alguns pais não modificam seus comportamentos nem suas ofertas à medida que a criança cresce.

Fonte: trecho do livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora


Educação e Desenvolvimento no Brasil: uma necessidade urgente!

abril 19, 2011

Recentemente, uma revista de circulação nacional publicou estudo com a receita dos 7 passos que separam os tigres asiáticos, do Brasil, em desempenho educacional. Alguns deles deveriam ser imediatamente assumidos por nós, governo e sociedade civil, a saber:

Qual é, pois, a responsabilidade social mais urgente num país como o Brasil? Podem-se divisar duas, que não mais devem ser adiadas um só dia sequer, seja pelo governo, seja pela sociedade, principalmente pela sociedade, eis que, nas democracias, os governos só se movem quando empurrados pelo conjunto dos cidadãos:

Fonte: trecho do livro “Educação e Desenvolvimento no Brasil”, de Paulo Nathanael Pereira de Souza – Integrare Editora


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