Você estava no lugar certo, mas na hora errada? Por Douglas Miller

novembro 1, 2013

Você estava no lugar certo, mas na hora errada?

Estava no lugar certo, na hora certa?

Não é o que você conhece, mas sim quem você conhece que importa?

Será que é isso mesmo ou, então, podemos mudar o nosso caminho?

Existem certos aspectos da vida sobre os quais você não tem controle algum. Mas se você pensa que o destino rege seu futuro, sempre comprovará estar certo porque ficará sentado em uma poltrona confortável esperando que os eventos aconteçam com você.

Eles vão controlá-lo porque você escolheu não os controlar.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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O que você quer na sua vida? Faça as perguntas certas! Por Arthur Bender

setembro 18, 2013

O problema é que, na verdade, a maioria das pessoas não tem muita clareza do que quer da vida, nem do caminho que está sendo trilhado. E o pior, não se permite fazer perguntas ou se entregar à reflexão, quando essa reflexão é sobre si mesmo. A tendência é colocar todo o peso da responsabilidade sobre os outros, como se o problema fosse sempre alheio, externo. E quando não se quer resolver, o problema ou a solução sempre serão alheios à nossa vontade. Sempre será culpa dos outros, para acobertar a nossa própria incompetência na solução e o nosso desconforto com perguntas sobre o tema.

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado! Por Douglas Miller

setembro 6, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado!

✤ Desacelere – permita que seus pensamentos o alcancem.

✤ Diminua a pressão e dê tempo para que seus melhores pensamentos

amadureçam.

✤ Não deixe seus pensamentos jogados à toa até serem esquecidos.

✤ Reformule e repense seus problemas.

✤ Evite dizer para tudo: “Não cabe neste caso”.

✤ Aprecie o que o torna diferente.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos. Por Dean Cunningham

agosto 23, 2013

Existe uma percepção comum no universo da autoajuda: a de que somos capazes de manipular ou controlar a vida. Criar nossa própria realidade. Fazer com que as coisas aconteçam. E mais: se não conseguimos isso, é porque devemos tentar com mais afinco. Tenha mais fé, use mais os seus sentimentos e assim por diante. Porém, todos esses conselhos induzem a erros.

Com certeza, a sensação de que se pode ter algum controle sobre a vida é saudável. Sem ela, não haveria nenhum motivo para fazer planos, estabelecer objetivos e partir para a ação. E, ainda que tal sensação de controle seja uma ilusão, ela tem utilidade. O problema é que o mantra “Você é capaz de criar sua própria realidade” passa a impressão de que o controle pode ser total. O que, realmente, não é o caso. Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos.

Ainda assim, buscamos um controle absoluto. Tentamos conduzir o mundo em determinadas direções. É como se nos julgássemos capazes de impedir que o mundo gire, segurando-o nos braços. Claro que isso não é possível. O universo nos levará para onde bem entender. Porém, em nossos esforços de adquirir o controle, ficamos tensos, aceleramos o ritmo, nos empenhamos mais, acumulamos coisas para fazer ao mesmo tempo. No entanto, a vida jamais poderá ser submetida a um controle total.

“Quem é que não deseja ter boa saúde, ter dinheiro e se divertir? Porém, quando não é possível fazer com que nossas preferências se materializem, devemos estar dispostos a aceitar esse fato e seguir adiante. Isso não significa abandonar a esperança de ter um futuro melhor, e sim aproveitar o máximo aquilo que obtemos. É claro que não seremos capazes de controlar o mundo exterior, mas podemos sempre escolher a melhor atitude a adotar diante dele.”

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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As nossas escolhas criam a nossa realidade

outubro 22, 2012

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”. Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‑los.

Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto: quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

 

 

Fonte: livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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O risco de tentar

julho 27, 2012

 

Disse Theodore Roosevelt: “Prefiro arriscar coisas grandiosas para alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-me à derrota, a formar fila com os pobres de espírito que não gozam nem sofrem muito, porque vivem numa penumbra cinzenta na qual não conhecem derrotas nem vitórias”.

Dita por alguém com o histórico desse homem, essa frase faz sentido e ganha legitimidade. Mas ninguém precisa ser presidente, nem explorador, nem ganhar o prêmio Nobel para perceber que, da vida, é possível receber muito ou receber pouco, e contribuir mais ou contribuir menos, sempre dependendo dos riscos que se deseja aceitar. Theodore afirmava ser do tipo que prefere enfrentar o risco de perder ao risco de não ganhar.

Traduzindo para o bom português: quem não arrisca não petisca.

 

É matemático: quem não tenta não corre riscos, mas também nada consegue. Aprendemos a caminhar porque tentamos e não desanimamos com os primeiros tombos, ou seja, com as primeiras derrotas — sem eles ainda estaríamos engatinhando. Roubamos o primeiro beijo correndo o risco de levar um tapa; conseguimos o primeiro emprego arriscando-nos a levar um rotundo não; passamos no vestibular sob o risco de ser reprovados (é o que acontece à maioria). Não haveria a menor possibilidade de conseguir alguma dessas vitórias sem a predisposição a suportar o fracasso.

Esse é o risco. Mas cuidado: há tentativas e tentativas. Mestre Yoda, o forjador de guerreiros do Universo, afirmou: “Faça, ou não faça — a tentative não existe”. Foi uma lição necessária a seu pupilo Luke Skywalker, que disse, desacreditando de si mesmo, que faria uma “tentativa” de retirar a nave encalhada no pântano, o que enfureceu o mestre.

 

Ora, pessoas que dizem que vão apenas “tentar” estão dizendo, por antecipação, que não conseguirão; afinal, “era difícil, e tudo não passou de uma mera tentativa”. E aí fica tudo bem, pois o mundo desculpa a falha decorrente de uma tentativa despretensiosa. Essa é a tentativa pela tentativa, sem compromisso com o resultado. A derrota que deriva dessa tentativa inglória não tem importância, porque é acobertada pela própria pequenez.

O compromisso com a tentativa é bem diferente do assumido com o sucesso. Não obter o resultado esperado causa indignação, mas reforça a certeza de conseguir o que se quer na próxima vez, até porque agora já se conhece o caminho errado. Esse foi o espírito de Thomas Edison que, na 999ª tentativa frustrada, disse: “Descobri mais um modo de não fazer a lâmpada”. A tentativa seguinte deu certo — e o mundo nunca mais foi o mesmo.

 

Devemos correr riscos sim, pois sem eles não há conquistas. Navegar é preciso, lembra o poeta, e com isso ele traz duas mensagens: a de que precisamos navegar para conquistar mundos, e a de que deve haver precisão na aventura de navegar. O marujo navega sabendo para onde vai e conhecendo os riscos de navegar. Somente assim ele chega ao destino.

 

Fonte: livro “Caminhos da Mudança – Reflexões sobre um mundo impermanente e sobre as mudanças de dentro para fora” de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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TEMPO: 24 horas

novembro 9, 2011

O tempo diário tem uma energia de começo e fim de ciclo, de renovação, que não podemos desperdicar. Ao final de cada dia há uma espécie de  fechamento de contas e balanço do dia, um tempo para olhar o que fizemos e pensar no que desejamos fazer. É sempre tempo de avaliação e de planejamento.

Todos os dias são oportunidades em potencial para planejar e realizar mudanças; contudo, devemos nos colocar no espírito certo, de pensar sobre o que foi e o que queremos que seja, enfim, cada dia é um tempo propício para exercitar o maravilhoso poder de escolher o futuro que queremos viver.

Fonte: Trecho do Livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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