Escolhas! (por Sidnei Oliveira)

fevereiro 18, 2015

Tudo começa com as escolhas. Vivemos momentos fantásticos e também momentos terríveis. Independente da forma como as coisas ocorrem, sempre seremos responsáveis pelas consequências, pois ao tomar nossas decisões influenciamos tudo o que nos acontece. Somos aquilo que escolhemos ser!

É evidente que há pedras no caminho, desafios que não conhecemos, momentos de pouca energia, enfim, não é fácil fazer escolhas… Contudo, uma coisa é bastante interessante – não importa o quanto erremos em nossas escolhas, sempre podemos recomeçar, pois na verdade nossa vida é feita de ciclos e sempre que um acaba outro tem início.

Nossa vida é dominada por nossas escolhas, mesmo quando inocentemente acreditamos que não escolher nos isenta das consequências. Bobagem! Não escolher também é uma escolha, mas com resultados muitas vezes inesperados. Por isso você deve fazer escolhas e estabelecer metas que levem a um efetivo envolvimento com elas.

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Fonte: livro “Geração Y: ser potencial ou ser talento? faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Os desafios das escolhas e decisões

setembro 21, 2012

Claro que há coisas que podem e são simultâneas, mas elas não nos dão angústia porque não exigem decisão. É a escolha que nos angustia que nos tira do centro, que nos faz repensar valores, prioridades, responsabilidades. É para isso mesmo que vivemos o dilema das decisões, para nosso autoconhecimento. O desconforto da escolha nada mais é do que um chacoalhão para sairmos de nosso espaço já conhecido e muito habitado e nos aventurarmos a olhar um cenário mais amplo da vida.

Há todo um potencial contido em cada escolha. As coisas talvez não corram do jeito que imaginamos e até podemos concluir que o caminho escolhido foi um erro; porém, de fato, todo caminho nos ajuda a compreender um pouco mais dessa habilidade incrível que é caminhar. Seguir em frente, aprender e, às vezes, até refazer o percurso – o que nunca é um retrocesso – é sempre um jeito novo de caminhar, com mais sabedoria, depois de um percalço, de um desafio, de um conflito ou de um insucesso. Tudo é apenas caminho para novos e ainda mais amplos horizontes.

E a chave para abrir esse portal de oportunidades são as escolhas. Cada decisão nos leva a novos conceitos sobre quem somos e o que queremos, mesmo que nossa escolha seja manter tudo como está – isso fala mais de nós do que imaginamos. Eleger algo é definir que tipo de vida queremos naquele momento.

Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Escolhas criam realidades

fevereiro 6, 2012

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”. Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‑los.

Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto.

Fonte: trecho do livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Um homem preso em uma caixa de tijolos

setembro 26, 2011

Tudo que ele via era a partir de uns tijolinhos tirados de sua frente: ele via um pedacinho de céu, um pedacinho de montanha e um pássaro que passava de vez em quando. Quando lhe perguntavam como era o mundo ele o descrevia desta forma. Na medida que ia conseguindo tirar mais tijolos de sua frente e via mais coisas, sua descrição do mundo também mudava, até que um dia, um grande terremoto abalou toda a região onde ele morava e os tijolos foram todos ao chão. O homem olhou ao redor e viu muita coisa que nunca tinha visto antes: lagos, animais, pessoas, povoados, plantas, flores, uma infinidade de coisas. Então, ele exclamou espantado: Como o mundo mudou!

 

Não é o mundo que muda, é o nosso olhar sobre ele que precisa se transformar, pois o mundo contém todas as possibilidades de vida que existem e, inclusive, as que ainda vamos descobrir. Mudar de mundo, verdadeiramente, é mudar de olhar.

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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