Família e amigos no processo de separação. (por Maria Tereza Maldonado)

fevereiro 12, 2016

O processo de “digerir” o término do casamento é demorado, não apenas para o casal e os filhos, mas também para os familiares. Em muitos aspectos, é idêntico ao processo de luto pela perda de uma pessoa querida: fala-se sobre o assunto muitas vezes, há períodos em que a sensação de perda é aguçada, há a possibilidade de redimensionar os acontecimentos com o passar do tempo ou a possibilidade de paralisar-se na tristeza e no inconformismo. As repercussões no círculo de amigos, são também bastante extensas, com o término de algumas amizades, a permanência de outras e o início de novas relações.

 

 

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Fonte: livro “Casamento, término e reconstrução”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

 

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Uma estratégia para estabelecer foco e agregar valor em marca pessoal. (por Arthur Bender)

fevereiro 10, 2016

Uma estratégia interessante para começar a estabelecer o seu foco em busca de conhecimento e de valorização da sua marca pessoal é fazer uma série de questionamentos antes de tomar uma posição. Isso o ajuda a avaliar com mais clareza quais passos são os mais importantes.

 

São trêsperguntas:

 

  1. O que isso pode representar para agregar valor à minha marca pessoal hoje?
  2. O que isso pode representar para a minha marca pessoal daqui a alguns meses?
  3. O que isso pode representar para a minha marca pessoal daqui a alguns anos?

 

Ao se fazer essas perguntas, você passa a ser seletivo com seu conhecimento e com seus movimentos estratégicos; começa a priorizar oque realmente é importante para a sua marca e a sua carreira. Você dá sentido às coisas, hierarquiza suas prioridades e não perde oportunidades.

 

Lembre-se de que as coisas que realizamos hoje podem aparentemente não ter valor nenhum (nesse exato momento), sendo vistas como apenas mais uma tarefa a cumprir, mas passado algum tempo talvez você descubra que elas foram decisivas para gerar valor para a sua carreira e impulsioná-la. Ou foram o primeiro passo de uma nova etapa. Um degrau que, assim que foi conquistado, o levou a outros, que o levaram até onde você está.

 

Faça uma retrospectiva de quantas coisas você deixou passar sem se envolver e que poderiam tê-lo ajudado muito em sua trajetória. Agora pense nas coisas que ignorou (quando aconteceram) e que depois você descobriu que poderiam ter valorizado sua marca.

 

Quer exemplos? Uma palestra gratuita numa universidade ou numa entidade de classe pode parecer, num primeiro momento, mais um evento cujo preparo significa gasto de tempo e de energia. Perda de tempo, diria a maioria das pessoas. Ao fazer as perguntas propostas, você avalia as possibilidades de ganho a médio e a longo prazos.

 

 

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Fonte: livro “Personal Branding”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Valor não é preço por Eugenio Mussak

fevereiro 8, 2016

Pessoas não têm preço, têm valor. O trabalho de uma pessoa pode ser quantificado por sua utilidade ou por sua raridade, e pago por tais atributos, mas não a pessoa em si. Podemos comprar o serviço de alguém, mas não podemos comprar sua essência.

 

Entretanto, é sempre bom frisar que é isso mesmo que as pessoas têm de ter: essência. Conteúdo, valores, autoapreciação. Em vez disso, entretanto, muitas vezes o que encontramos ao pesquisar o interior de alguém é um imenso vazio. Aí fica difícil atribuir a alguém assim algum valor. Só preço. E se ela não tiver a competência que lhe dê utilidade ou raridade, nem isso.

 

Buscando jogar mais luz sobre esse tema, penso em uma pergunta difícil até de ser formulada. Uma pergunta que perturba, mas que deve ser feita. Então, vamos a ela: afinal quem atribui desvalor a alguém descartado como se fosse um objeto? Quem o descartou ou o próprio descartado? Sabemos que pessoas não são coisas, portanto não devem ser tratadas como tal, mas é importante lembrar que também não devem comportar-se como se fossem. Atribuir-se valor e fazer jus a ele dá à pessoa uma qualidade que é só sua, que é demasiadamente humana e que os objetos nunca terão: dignidade.

 

Revisitando a galeria de pessoas que passaram por minha vida – e não foram poucas –, encontro muitas que eu procurei por sua utilidade, mas que deixaram suas marcas, para o bem ou para o mal. Gostaria de falar de duas: Vilmar (nome fictício) e Seu Manoel (nome verdadeiro). O Vilmar é um profissional que realiza um trabalho complementar ao meu na área de educação. Nossas competências, somadas, nos dariam grande vantagem competitiva e poderíamos fazer bons trabalhos juntos. Estava animado com a parceria, mas esse ânimo não durou mais do que dois ou três encontros, pois rapidamente percebi que seus valores não combinavam com os meus. Ele coloca o resultado acima das questões éticas, e isso não combina com meu estilo. É claro que a parceria nem começou. Sim, ele era útil para mim, mas eu o descartei por seus valores. Ou pela falta deles.

 

Seu Manoel é um piauiense migrado para São Paulo em busca de trabalho e de oportunidade, e aqui ele se transformou em mestre de obras e da vida. Eu o contratei para reformar um apartamento e esperava dele o que se espera de um operário: eficiência e respeito aos prazos. Mas recebi muito mais, coisas como comprometimento, interesse sincero com a qualidade e com as melhores soluções, vigilância do trabalho dos outros fornecedores, confiança, respeito, amizade. Sim, eu e o Seu Manoel viramos amigos!

 

Meu apartamento ficou pronto, o serviço dele terminou e esgotou sua utilidade. Porém, ficou sua dignidade, seu sorriso fácil, seus comentários pertinentes, seus valores humanos. Estes, aliás, pude perceber também em sua família ao conhecer sua companheira de toda a vida, seu filho advogado, sua filha promotora de justiça. Seu Manoel é um exemplo de alguém que nunca é descartado, ainda que seu trabalho chegue ao fim.

 

Em resumo, todos nós podemos escolher como percorrer a vida. Há o atalho do preço, e há caminho do valor.

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Fonte: livro “Com gente é diferente” de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Espaços vazios. (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 5, 2016

Nada é mais urgente do que a necessidade de parar. Os espaços vazios se tornaram luxo em nossas vidas aceleradas. Temos a percepção da escassez do tempo, quando, na verdade, o tempo não mudou. O que mudou é a forma como vivemos diante do tempo. Como já dizia Shakespeare, o bom e o ruim são produzidos apenas pelos pensamentos.

 

Nesses últimos anos, tenho aprendido a dar pausas na minha vida. Tenho aprendido a desenvolver o olhar apreciativo. E a única forma de apreciar o mundo a nossa volta é estarmos conectados com o aqui e o agora. Nada mais. Viver o que estamos vivendo. Observar o que estamos observando. Explorar os momentos de silêncio, de vazio, de nada.

 

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Fonte: livro “Ponto Ágape”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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Ao anunciar mudanças na empresa, não assuste as pessoas! (por David Miller)

fevereiro 3, 2016

Uma vez tendo enxergado as mudanças através das lentes do controle, você pode começar a perceber o que acontece às pessoas quando você anuncia mudanças. Isso é particularmente verdade quando anuncia mudanças que elas não estão esperando.

 

As mudanças rompem com os fortes sentimentos de controle conscientes ou inconscientes que as pessoas desenvolvem no status quo ou no estado atual. Consequentemente, as pessoas no meio das mudanças geralmente se sentem inseguras e amedrontadas. Elas estão preocupadas que lhes possa faltar a capacidade de mudar; elas podem ter tantas outras mudanças acontecendo que simplesmente não têm mais a capacidade de lidar com isso. Elas também podem estar preocupadas em não ter as habilidades necessárias. A ideia de aprender uma nova forma de produzir pode causar desconforto, já que geralmente as pessoas têm dúvidas se ainda possuem as competências que precisarão para terem sucesso. Além disso, pode lhes faltar a confiança de que serão capazes de produzir da nova forma.

 

As pessoas geralmente constroem certo nível de confiança na forma como trabalham hoje; sua confiança pode balançar se elas tiverem de desaprender tudo isso e produzir de uma nova forma. E elas ficarão desconfortáveis com as novas formas de trabalho e com as novas relações de trabalho; existe um nível de conforto em poder fazer seu trabalho bem o suficiente para não causar qualquer estresse. Além do mais, quando as tarefas e as responsabilidades mudam, as relações de trabalho podem ser alteradas; as pessoas geralmente perdem as relações estabelecidas e se preocupam sobre como as novas serão.

 

 

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Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso”, de David Miller – Integrare Editora

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Sobre “100 frases de Içami Tiba” por Eugenio Mussak

fevereiro 1, 2016

Tiba era capaz de escrever sobre liberdade e disciplina (Disciplina, limite na medida certa), chamando nossa atenção para a importância desses dois valores, especialmente quanto à educação das crianças, mas também da condução de nossa vida adulta. Para tanto, valia-se da mesma naturalidade com que analisava as diferenças entre homens e mulheres (Homem cobra, mulher polvo). As diferenças, as nuances e as linhas limítrofes eram temas que lhe interessavam. Que lhe faziam cócegas no sangue.

 

Era intransigente com confusões que as pessoas fazem com frequência e que prejudicam enormemente suas vidas. Insistia em que não devemos confundir liberdade com libertinagem, autoridade com autoritarismo, dar afeto com sufocar, repreensão com repressão. Entender as diferenças entre essas posturas e aplicá-las adequadamente – desenvolvendo algumas, livrando-se de outras – estava na base de sua terapia extremamente libertadora pela simplicidade.

 

Dizia acertadamente que o comportamento do jovem na sociedade vai reproduzir o comportamento que teve em casa quando criança. Por isso insistia: Quem Ama, Educa! – mas não mima. Crianças mimadas em excesso, poupadas dos pequenos sofrimentos do cotidiano e das responsabilidades crescentes, tornam-se adultos “folgados”, que esperam do mundo mais do que estão dispostas a dar a ele. Ou seja, Tiba não queria cidadãos com grande tendência ao fracasso e à falta de ética. “Nutrir, sim, hipersaciar, jamais”. OK, mestre.
Esta coletânea de frases e pensamentos é o mosaico de um cérebro privilegiado, fértil, responsável e feliz. Mostra a diversidade de seu pensamento, a profundidade de sua visão e a simplicidade de sua interpretação.

 

 

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Fonte: livro “100 frases de Içami Tiba” – Integrare Editora

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