Crianças precisam sentir que pertencem a uma família (por Içami Tiba)

março 30, 2015

Elas carregam esse amor dentro de si para onde forem, inclusive em seus primeiros passos na escola. A sensação de pertencer à família as defende de ser adotadas por traficantes, bandos de delinqüentes ou fanáticos de qualquer espécie.

 

Aprovar tudo o que a criança faz ensina-lhe que quem a ama satisfaz todas as suas vontades. Mas a própria vida vai se encarregar de contrariá-la. E a escola oferece o primeiro passo para isso: o aluno fica sem os pais na sala de aula. Há alunos que não querem aceitar esta regra da educação. Podem eles entender que a escola não os ama, por contrariá-los. Cabe aos pais demonstrar que estão de acordo com as regras da escola que escolheram e não reforçar o que pensam as crianças, querendo permanecer com eles. Esses pais dão, na verdade, o exemplo da transgressão quando poderiam mostrar as diferenças da vida entre o lar e a escola.

 

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Fonte: livro Quem Ama, Educa! : formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O verdadeiro amor não causa cansaço (por Mike George)

março 27, 2015

Algumas pessoas acreditam estar sempre doando, doando, doando, e têm a sensação de que isso lhes rouba a energia, que é cansativo. Esse sentimento revela apenas que o “verdadeiro amor” não está em ação. Enquanto o coração se esforça para demonstrar amor, a mente pensa: “Você está sempre tirando de mim, porque não me dá nada em troca, porque não reconhece o meu amor?”. Se existir o menor desejo de obter algo em troca, não se trata de doar, mas de receber. Por trás da aparente expressão de generosidade, existe o “desejo” de conquistar. E o amor não alimenta desejos em relação a si mesmo. É a intenção de “receber” algo, que está por trás do gesto de doar, que cria o pensamento negativo quando não há reciprocidade. E essa é a verdadeira razão do sentimento de energia roubada, de exaustão.

Um sinal claro de que a energia do amor está fluindo de verdade é que ele nunca provoca cansaço, só lhe dá energia, só o fortalece.

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Fonte: livro “Os 7 mitos sobre o amor: uma viagem da mente ao fundo da alma ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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Trabalho em equipe: Ninguém vence sozinho (por Eduardo Almeida)

março 25, 2015

Apesar de o talento e a disciplina serem fatores importantes para um lutador subir ao cage, um exército de outras pessoas precisa dedicar meses a fio para sua preparação.

Uma boa equipe não estará completa sem técnico, preparador físico, preparadores em três modalidades de luta, nutricionista, médicos, fisioterapeuta, empresário, diversos sparrings (pessoas que treinam com o lutador) e uma legião de pessoas que torcem para o seu sucesso, os fãs. Ou seja, mesmo dentro da luta, a vitória de um indivíduo é fruto do trabalho de um time.

E, na vida, também é assim: cada momento de glória que uma pessoa vivencia significa anos de investimento de outros indivíduos. Por isso, diferentemente do mundo corporativo, é muito raro vermos, no cenário da luta, pessoas que se julgam as únicas responsáveis por suas vitórias, dentro do conhecido modelo “self‑made man”. A maioria delas sabe o quanto suas equipes batalharam para o seu sucesso.

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Fonte: livro “No caminho da vitória: as mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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O que você passa sobre a vida para o seu filho reflete na forma como ele enfrentará a prórpria vida (por Leo Fraiman)

março 23, 2015

Conte ao seu filho as lições que aprendeu no seu trabalho, na sua vida. Fale com ele sobre seu aprendizado, sobre as experiências bem-sucedidas, como superou situações delicadas, suas ou de seus amigos e colegas de trabalho.

Muito do que o filho pensa sobre o trabalho, a vida e o mundo adulto vem do que ele ouve dos pais no dia a dia. Não é preciso pintar o mundo de cor-de-rosa apenas para proteger o filho das adversidades e desafios. Por outro lado, falar apenas nos problemas ajuda a formar uma apatia defensiva. Os filhos precisam ouvir que você acredita neles, em si, nos outros e na vida. O excesso de otimismo pode ser tão prejudicial quanto o pessimismo de carteirinha. Deixe seu filho guiar seu próprio espírito.

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? como construir um projeto de vida juntos ”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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O efeito dominó da grandeza (por Judy Rodgers e Gayatri Naraine)

março 20, 2015

Os psicólogos já documentaram amplamente os efeitos negativos da violência e das catástrofes sobre aqueles que as presenciam. Volumes e volumes foram escritos a respeito da síndrome do estresse pós-traumático e outras consequências biológicas para os espectadores de atos de terror. Menos estudado mas igualmente importante é o que acontece a quem presencia atos grandiosos.

Um dos pioneiros nessa pesquisa é Jonathan Haidt, professor de psicologia da Universidade da Virgínia. Diz ele: “Em meu trabalho, deparei com um tipo de emoção que poucos têm investigado: a que sentimos quando outras pessoas fazem coisas boas, habilidosas ou admiráveis. É uma emoção pouco usual porque, primariamente, não diz respeito a nós mesmos, nossos objetivos ou preocupações mesquinhas comuns. Ela nos proporciona uma sensação edificante, inspiradora; faz com que nos sintamos melhores; transcende a si própria”. Indagamos a Dadi Janki sobre o efeito dominó da grandeza. Ela disse: “Quando nossa intenção é pura, tem impacto vibrante nos outros. Quando somos tocados por uma qualidade boa – inspirada por uma virtude ou valor – e agimos num patamar elevado, nossa ação consegue inspirar os semelhantes. É lei natural que as almas respondam ao tipo de intenção que percebem nos outros.”

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Fonte: livro “Algo além da grandeza: conversas com o cientista Humberto Maturana e a yoguini Dadi Janki”, de Judy Rodgers e Gayatri Naraine. Integrare Editora

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Um mito em relação a liderança: Um líder tem que ser carismático (por Cesar Souza)

março 18, 2015

Liderança não é sinônimo de carisma, nem de falar bem, muito menos de extroversão e simpatia. São crenças improcedentes. Se uma pessoa tem carisma, ótimo, isso facilita o exercício da liderança. Mas, se não tem, não está impedida de liderar. O carisma pode até alavancar o líder, mas não substitui outras formas necessárias. O líder eficaz precisa ter conteúdo. Afinal de contas, “saco vazio não para em pé por muito tempo”. Pois é, líder vazio, só cheio de carisma, tem um prazo de validade limitado.

Lembro‑me dos inúmeros lideres competentes, nos quatro continentes, cujo grau de carisma não é muito elevado. Mas isso não os impediu de exercer a liderança de forma eficaz. Até pessoas tímidas podem ser lideres eficazes quando sabem construir com suas equipes o rumo a seguir, têm coragem para tomar decisões difíceis e cercam-se de profissionais que os complementam, inclusive para compensar seu baixo nível de carisma quando as circunstâncias exigem. Ah, quanta gente perde a chance de exercer liderança porque se julga tímida e pouco carismática… Precisamos fugir dessa armadilha mental!

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – o futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

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O Educador do Futuro. (por Içami Tiba)

março 16, 2015

Quando é o futuro? É o amanhã para quem vive hoje. Mas é o hoje para quem vive olhando para trás, para o desatualizado, para o obsoleto, antiquado. Educação é o preparo do homem para o próximo passo, para o amanhã, para a sua futura carreira pessoal, profissional e social. Portanto, o educador do futuro é o de HOJE.

Quem é esse educador? É toda pessoa que se dispõe a ajudar a formação e o desenvolvimento físico, intelectual e ético de um ser humano. Essa ajuda pode ser direta, através de uma ação dirigida para um educando – como faz o professor em sala de aula ou os pais em casa com os seus filhos. Pode ser indireta, quando o educador divulga as suas ideias, seja qual for o veículo de comunicação utilizado.

Todo professor é um educador, mas nem todo educador é professor. Não conheço um curso específico para educador, enquanto que, para professor, existem inúmeros. As funções do educador transcendem e ultrapassam as do professor.

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Um bom caminho é o consenso (por Maria Tereza Maldonado)

março 13, 2015

A busca do consenso é um esforço de cooperação no sentido de encontrar uma solução aceitável para todos, em vez de insistir numa luta competitiva de forçar os perdedores a “engolir” uma solução inaceitável. A solução de problemas por colaboração é muito útil para conflitos envolvendo múltiplas partes, especialmente em questões ambientais e de políticas públicas.

Na maioria das vezes, quando escolhemos as maneiras “bélicas” de solução de conflitos os custos emocionais são altos. Os financeiros também, quando entramos em litígio, em processos que podem demorar muitos anos nos tribunais, com o risco de que a decisão judicial não seja tão favorável como gostaríamos. Por esses motivos, o terreno da solução alternativa de conflitos está se ampliando em muitos países, mostrando que há caminhos mais eficazes e econômicos de resolver conflitos, sem usar violência ou recorrer à justiça.

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Fonte: livro “O bom conflito”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

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Ideias geniais (por David Jones)

março 11, 2015

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Inúmeros fatores representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores. Abrangendo desde os bebês de patins da Evian até a campanha “Refresh” da Pepsi, da Domino’s Pizza ao Gatorade, da promoção de tweet da Uniqlo à marcação dos móveis da Ikea – a criatividade social impulsiona a marca social. E os profissionais de marketing que entenderem e alavancarem esse poder terão êxito, independentemente dos novos canais e desafios que possam surgir.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam: por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Use o nome apropriado para chamar os filhos. (por Içami Tiba)

março 9, 2015

Muitos pais gostam de chamar os seus filhos de: “anjinho”; “queridinho da mamãe”; “meu bebê”; “meu príncipe”; “Miguelito”; “mindinho”; “feijãozinho”, etc. Percebam se ele gosta de ser assim chamado ou não. Nunca o chame na frente dos amigos pelos nomes íntimos, nem o infantilize. Algumas crianças podem usar os mesmos termos para praticar bullying com ele, que não terá forças para reagir… As mais cruéis podem até criar sinônimos horríveis para os ouvidos das crianças.

Se é para chamar sua atenção, não chame com nomes afetuosos: “Meu príncipe, vem cá que você fez uma coisa errada”. Isto não combina com a seriedade da comunicação, com o chamado que é muito afetivo. Chame-o com o nome completo, em alto e firme tom: “Charles Gilberto, venha cá!”, e não: “Vem cá, queridinho da mamãe, que eu quero conversar com você”, em tom meloso.

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Fonte: livro “Educação familiar: presente e futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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