A imagem não é algo controlável; apenas influenciável.

março 30, 2012

Ok! Então quer dizer que já que não posso fazer nada a respeito da imagem, devo demitir todo o departamento de marketing e começar a rezar para a minha empresa ser bem vista pelo mercado?

Não! Pelo contrário: marketing é essencial para qualquer empresa. Como já visto, não se tem controle sobre a imagem, mas a empresa certamente tem um papel preponderante na sua construção.

Não se pode esquecer que é a empresa que distribui as peças do quebra-cabeça e é justamente aí que ela precisa manter a coerência e a sintonia com a sua identidade.

Peças bem encaixadas e distribuídas de maneira compatível com os atributos da identidade podem não garantir o resultado desejado na cabeça do consumidor, mas certamente aumentam enormemente as chances de a empresa ser vista da maneira como ela realmente é.

Os consultores Brandt e Johnson (1997, p. 100) apresentam um quadro bastante esclarecedor sobre as diferenças entre os conceitos de imagem e identidade:

Fonte: trecho do livro “DNA Empresarial – Identidade Corporativa como Referência Estratégica”, de Lígia Fascioni  – Integrare Editora

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Palavras-chave e imagens-chave

março 28, 2012

O termo “chave”, junto dos termos “palavra” ou “imagem”, significa muito mais que “importante”. Significa que é uma “chave de memória”. A palavra-chave ou imagem-chave tem sido desenvolvida como um elemento criticamente importante para estimular sua mente e destrancar e recuperar suas memórias. Você escuta cada palavra e a coloca no contexto de seu conhecimento, assim como as outras palavras ao redor. Não precisar ter ouvido toda a gama de frases antes de formar uma resposta. Palavras-chave são, portanto, placas ou letreiros para seu selecionador de dados multidimensional: o cérebro.

Uma palavra-chave é uma palavra especial, escolhida ou criada para se tornar um ponto de referência singular para algo importante que se deseje lembrar.

Palavras estimulam o lado esquerdo do cérebro e são um componente vital para dominar a memória, mas elas não são tão poderosas sozinhas como quando você tem tempo para desenhá-las e transformá-las em imagens-chave. Imagens-chave estão no coração dos Mapas Mentais e do programa TEOB®.

Aqui está um exemplo simples de como uma palavra-chave e uma imagem-chave podem impulsionar sua memória.

• Quando tentamos achar uma imagem para encapsular o conceito de água no meio ambiente, gerenciamento de resíduos e problemas de escassez de água, podemos escolher a palavra “torneira”.

• A palavra “torneira” irá, como palavra-chave, ativar a memória analítica do lado esquerdo do cérebro.

• Desenhar uma torneira com uma gota de água pingando vai criar uma imagem-chave, o que irá conectar a memória visual no lado direito do cérebro.

• A figura vai se tornar um estímulo visual que representará a palavra escrita, além de água e gerenciamento de resíduos como uma indústria, com sua proibição do uso de mangueiras, canos vazando e baixa nos níveis dos reservatórios.

Sozinha, a palavra “torneira” não é suficiente para estimular a lembrança de todos os seus estudos sobre energia da água, pois ela não se conecta com o cérebro inteiro. A palavra como parte de uma frase não vai estimular a experiência também, pois a frase define e limita. No entanto, o propósito de uma palavra-chave transformada em imagem-chave é conectar tanto as funções do lado direito do cérebro quanto do lado esquerdo.

Essa ação irradia conexões e estimula a lembrança da informação completa associada.

Palavras-chave e seus contextos são elementos essencialmente importantes para a memória e para a rede dentro de sua mente, que são muito importantes para ajudar a entendê-las e interpretá-las.

Para se compreender quanto as palavras-chave são efetivas no quadro de um Mapa Mental, é necessário conhecer os princípios do Pensamento Irradiante e ordenação básica de ideias.

Fonte: trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”,  Tony Buzan  – Integrare Editora

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Networking corporativo

março 26, 2012

Atualmente o mundo corporativo se beneficia muito do networking. Originariamente usada para o trabalho, hoje seu uso foi ampliado para a rede de contatos que as pessoas têm uma com as outras.

Em qualquer canto, sempre há pessoas que podem nos fazer chegar às pessoas pretendidas com diferentes objetivos.

Basta que se tenha um bom networking. Hoje, uma pessoa vale também pelo networking que possui.

Hoje muitos recém-formados enviam milhares de currículos para empresas na esperança de serem chamados para o trabalho.

As empresas nem conseguem ler tantos currículos que chegam.

É aí que funciona bem o networking. Alguém que indique alguém. Saem ganhando o indicador, o indicado e a empresa contratante. O networking ajuda, mas ser selecionado depende da competência do indicado.

Agendamentos de consultas com bons profissionais liberais, constituições de empresa, fechamentos de negócio e tudo o mais que depender de relacionamentos humanos podem ser acelerados pelo networking. A união faz a força, diz um ditado popular brasileiro.

 

Fonte: trecho do livro “Família de Alta Performance”,  Içami Tiba  – Integrare Editora

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Crenças e conceitos adquiridos

março 23, 2012

Se às considerações da psicologia acrescentarmos o que diz a neurociência, teremos uma visão mais ampla das causas que nos levam a ter problemas de autoconfiança. Segundo a neurociência, nosso cérebro registra tudo o que gravamos nele, seja verdadeiro ou falso, positivo ou negativo, e a partir desses registros constituem-se as crenças que influenciam nossos comportamentos e conceitos.

No início da vida, o cérebro é como um disco rígido de computador completamente vazio. Então, conforme crescemos e temos as típicas experiências de tentativa e erro da infância, gravamos nesse disco o feedback que recebemos das outras pessoas. Podem ser retornos positivos e encorajadores como “não faz mal que você derrubou o leite, vamos limpar o chão e pegar outro” ou “tudo bem, da próxima vez você poderá fazer certo” ou “você é inteligente, estude um pouco mais e irá melhor na prova”. Mas também podem ser retornos arrasadores para a autoconfiança. Derrubamos o leite e ouvimos:

“Você é tão desastrado!” Cometemos um erro e perguntam:

“Por que você não faz nada certo?” Tiramos notas baixas e nos advertem: “Se você não for bem na escola, nunca terá um bom trabalho quando crescer”.

O que também nos influencia, e muito, são as crenças e conceitos que absorvemos do ambiente em que vivemos, especialmente do lar. Passar a infância ouvindo dizerem que “a vida é dura”, “nascemos para sofrer”, “quando a esmola é muita o santo desconfia”, “não se pode confiar nos outros”, “não dá para ser feliz o tempo todo”, “a sorte sorri apenas para alguns” e coisas do gênero, é o suficiente para nos fazer duvidar de nossa capacidade de ser bem-sucedidos e nos tornar desconfiados em relação aos outros.

 

 

Fonte: trecho do livro “Confiança – a chave para o sucesso pessoal e empresarial”,  Leila Navarro e José Maria Gasalla  – Integrare Editora

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Como você trabalha?

março 21, 2012

 

Some os pontos das partes A e B e verifique o resultado:

80-100 Excelente pessoa que inspira os outros sem esforços.

60-79 Bom motivador, mas tem de desenvolver mais virtudes.

40-59 Razoável, mas tem de iniciar um trabalho de autodesenvolvimento.

20-39 Dificilmente você inspira alguém.

0-19 Você está precisando de ajuda.

 

 

Fonte: trecho do livro “O Espírito do Líder 2 – Lidando com a incerteza permanente”,  Ken O’Donnell  – Integrare Editora

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Jovem para Sempre

março 19, 2012

Um fator relevante, hoje em dia, é o aumento da expectativa de vida dos profissionais mais experientes, que passam a buscar a requalificação e a consequente manutenção de suas posições. Como possuem a experiência, tornam‑se extremamente competentes, apresentando resultados significativos para as empresas.

Entretanto, há um efeito colateral nesse movimento de adaptação incomum no ambiente corporativo – é o atraso na formação de sucessores, principalmente na liderança. Com os profissionais veteranos apresentando resultados em padrões elevados de produtividade e erros menores, os desafios que propiciam o desenvolvimento não são apresentados aos profissionais mais jovens, provocando a desmotivação e, consequentemente, o descompromisso com a empresa.

Esses aspectos ficam mais evidentes quando analisamos os resultados de algumas pesquisas sobre as expectativas dos jovens profissionais, como por exemplo a questão da fidelidade corporativa:

 

 

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser Potencial ou Ser Talento? Faça por merecer”, Sidnei Oliveira  – Integrare Editora

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Seja bem-humorado

março 16, 2012

O bom humor pode salvar sua vida, sabia? É verdade! Hoje a ciência estuda a influência do bom humor, da alegria e da afetividade na vida das pessoas, principalmente no que diz respeito à saúde e à qualidade de vida. O bom humor também tem sido avaliado na prevenção de patologias e na recuperação mais rápida de doenças graves, como o câncer. Felizmente, nos dias atuais, não há nenhuma dúvida de que o estresse físico ou mental esteja diretamente relacionado à saúde. Os efeitos do humor sobre a saúde são muito evidentes, e você não faz idéia de quanto é saudável uma risada verdadeira.

Pessoas compulsivas, maníacas por trabalho, agitadas, que não sabem delegar responsabilidades, não fazem questão de férias e sempre negam a depressão ou as emoções estão mais predispostas ao infarto do miocárdio.

O estresse acelera muito o processo de envelhecimento. Tenho observado que pessoas que vivem em ambientes extremamente competitivos, com grau elevado de insegurança e violência, aparentam idade superior à idade real. Como viajo muito, não poderia deixar de observar o modo de vida de cada país e suas variações quando visito as cidades pequenas próximas às capitais, mas com estilo próprio e tão diferente de viver. Sempre que vou à Bahia, digo a mesma coisa a alguns amigos: “Vocês são conservados no sal grosso!”.

Essas pessoas, além de viverem em um lugar paradisíaco, aprenderam a lidar com suas ambições e vivem muito próximas de uma fonte regeneradora, que é a natureza e o mar.

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Beleza Sustentável – Como Pensar, Agir e Permanecer JOVEM”, Dra. Carla Góes Souza Pérez  – Integrare Editora

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