Novas condutas e atitudes de um líder, por Ken O’Donnell

novembro 29, 2013

As qualidades de um líder verdadeiro e consciente nascem do trabalho interno realizado em nós mesmos. Elas não surgem de uma posição ocupada, de uma norma ou de um decreto. Ser ou não ser esse líder é uma questão de conduta, caráter e personalidade. O que, por sua vez, vem

das atitudes e da visão que usamos para nos guiar de dentro para fora. O equilíbrio entre três fatores:

• atitudes,

• relacionamentos e

• situações

produz a química de uma boa liderança.

Se permitirmos que a conduta de nossos colaboradores ou as adversidades das circunstâncias nos dominem, perderemos a identidade e o autocontrole necessários para sermos verdadeiros líderes. Se nos mantivermos concentrados e firmes em relação ao que realmente somos, com toda a força positiva de nosso caráter, os colaboradores e as situações tenderão a nos favorecer.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken  – Integrare Editora Editora

 

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O mundo mudou… bem na minha vez! Por Dado Schneider

novembro 27, 2013

Em português bem simples: o futuro nos reserva momentos inesquecíveis, organizados e divertidíssimos para quem estiver familiarizado com o mundo DIGITAL. Mas também reserva um inferno para quem não acompanhar as mudanças.

Por que não viver naturalmente neste século? É porque esse conhecimento vem de baixo para cima, de uma geração mais jovem para uma mais velha! E isso não havia ocorrido antes na humanidade.

Jovens ensinando aos mais velhos é uma afronta, um acinte, uma ofensa, para quem acha que o mundo continua sendo regido e comandado pelos mais velhos. Meu manifesto pela ”Digiriatria” é um alerta a muita gente boa, legal, bacana e competente que está se boicotando e atrasando sua evolução.

Gente que, se demorar mais uns dois ou três anos para acordar, não conseguirá mais acompanhar o ritmo da sociedade.

Atualmente, o poder está nas mãos de

quem tem entre 40 e 60 anos de idade,

pois estes mesclam experiência com

atualização.

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Fonte: livro “O mundo mudou… bem na minha vez!”, de Dado Schneider – Integrare Editora

 

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Mais do que simples provedores, pais têm que ser líderes educadores! Por Içami Tiba

novembro 25, 2013

Mais do que simples provedores e exemplos, os pais têm que ser líderes educadores. E desempenhar essa função no sentido pleno: educar vem do latim educare, e, segundo o Dicionário Houaiss, é “dar (a alguém) todos os cuidados necessários ao pleno desenvolvimento da personalidade”. Educar é ajudar a desenvolver o ser humano de dentro para fora.

Líder é a “pessoa cujas ações e palavras exercem influência sobre o pensamento e comportamento de outras” (Dicionário Houaiss). Líder é quem consegue passar ao liderado sua energia de vida, torcida, reconhecimento do empenho/competência do seu liderado, elogio e gratidão pelos resultados obtidos, compartilhando cada etapa, do despertar até a realização.

O relacionamento do líder com os seus

liderados traz dentro de si grande admiração

mútua, sinergia afetiva nas trocas e uma

forte união para um objetivo comum. Todo

bom líder prepara novos líderes.

            Líder educador é o pai ou mãe que consegue que o filho desperte, veja o realizável, identifique, entenda, se entusiasme, se comprometa e realize o melhor que pode.

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Fonte: livro “Adolescentes – Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Veja as soluções que se ocultavam por trás de uma visão tradicional e unidimensional, por Michael Heppell

novembro 22, 2013

Ao aprender a apreciar variados pontos de vista, imediatamente você passa a enxergar soluções que se ocultavam por trás de uma visão tradicional e unidimensional.

 

De que modo você age quando tenta fazer a promoção de sua empresa para seu cliente mais influente? O mínimo que se espera é um serviço 5 estrelas, acompanhado de uma série de medidas.

Quando o Milestone Hotel, em Kensington, Londres, deparou com esse desafio, sua administração decidiu mudar. Ao examinar com atenção as demandas de seu cliente Amex, a equipe do Milestone rapidamente descobriu que havia uma competição acirrada no oferecimento de serviços 5 estrelas, então “reconfigurou” seu encontro com os representantes da Amex, fazendo-lhes uma pergunta brilhante: “Se houvesse uma commodity a ser oferecida aos seus clientes que não pudesse ser comprada pelo dinheiro, qual seria?”. A resposta deles foi “o tempo”.

Foi então que o Milestone criou um pacote especial para seus hóspedes da Amex, a “permanência 24 horas”. Não importa a que horas você chega ao hotel, o quarto será seu por 24 horas.

Você consegue imaginar a possibilidade de fazer o check-in às 18h e deixar o hotel às 18h do dia seguinte? Nada de correria para deixar o hotel, nenhuma necessidade de deixar as malas guardadas. Perfeito.

Que tipo de desafio você é capaz de mudar,

“reconfigurar” e enfrentar de “cabeça erguida”,

obtendo resultados incríveis?

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Fonte: livro “Mude – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora Editora

 

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Não confie em ninguém com mais de 30 anos! Por Sidnei Oliveira

novembro 20, 2013

Este é o limite imposto pela humanidade para o final da juventude – 30 anos –, estabelecendo que a partir dessa idade não é mais tolerável que uma pessoa tome decisões erradas ou tenha atitudes irresponsáveis.

Claro que esse comportamento hipócrita só contribui para tornar mais nítidas as diferenças de percepções e de expectativas, levando os jovens a desconsiderar qualquer contribuição que possa ter origem nos pensamentos de quem tem mais de 30 anos.

De alguma forma os discursos rebeldes dos anos 1960 e 1970 são hoje modelos de comportamentos implantados nas pessoas e têm como consequências mais visíveis os atuais conflitos de gerações que observamos em diversos cenários de nossa sociedade.

A atitude de distanciamento entre os jovens e os veteranos impede uma verdadeira integração, bloqueando a transferência de aprendizados por meio das decisões certas e erradas que cada juventude alcançou em sua trajetória. Um encontro de gerações somente será possível se houver entendimento adequado entre os jovens de todas as idades.

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Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

 

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Não confundam consequências com castigo: consequências despertam a cidadania nas pessoas! Por Içami Tiba

novembro 18, 2013

Os pais têm que ensinar o filho a assumir as consequências dos seus atos. Se um filho não sabia que não podia fazer, os pais têm que ensiná-lo e já comunicar as consequências. Se o filho já sabia, e mesmo assim errou, está na hora de cobrar dele.

Não confundam consequências com castigo. Consequências são produtos da responsabilidade.

            A existência das consequências depende muito mais do filho que cumpre ou não cumpre o seu dever. Se o cumprir, nada lhe acontece. Se não cumprir, haverá consequências. Consequências despertam a cidadania nas pessoas; isto é, deve-se fazer o que tem que ser feito, mesmo que os pais não estejam presentes. Esse é o desenvolvimento do dever. Quem cumpre os seus deveres tem alta performance na vida.

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Fonte: livro “Educar para formar vencedores – A nova família brasileira”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Não seja “amigo” do seu filho… seja PAI! Por Leo Fraiman

novembro 15, 2013

Os pais permissivos são os pais “amiguinhos”: esses pais oferecem poucas regras e limites, dão muito afeto e se envolvem bastante na vida dos filhos. Representam 15% dos pais, sentem-se frequentemente sobrecarregados e, assim, cedem com facilidade aos pedidos e chantagens.

É muito mais fácil ser amigo, aceitar tudo, rir de tudo e minimizar as consequências de certos atos, dizendo que “tudo é normal”, que tudo que se faz de errado “é coisa de adolescente”. É mais fácil passar a mão na cabeça dos filhos do que ser pai ou mãe de verdade.

Aqui temos de pensar no significado das palavras “fácil” e “difícil”. A ideia de que “ser amigo é mais fácil” serve a quem? Ao pai, à mãe. Afinal, com essa postura, praticamente cessa o estresse deles, cessam as cobranças, as broncas, a necessidade de orientação e presença.

Os pais devem pensar nas consequências dos sins e nãos, de estarem presentes ou de se ausentarem, de serem pais de verdade ou escolherem ser apenas amiguinhos. Na dúvida, é melhor ser pai e mãe do que amigo, pois estes os filhos têm aos montes na escola.

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida Juntos?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora Editora

 

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