Procure não controlar! Procure criar valor! Por David Jones

janeiro 30, 2014

Como líderes, somos em geral usados para controlar as coisas a tal ponto que poderíamos quase acreditar que é uma das atividades fundamentais da gestão. Mas não é. O papel da gerência não é controlar, é criar valor. As mídias sociais oferecem uma série de maneiras eficazes para se criar valor: desde aumentar a colaboração, “escutar”, melhorar a comunicação, compartilhar ideias, até basicamente utilizar essa ferramenta rápida, gratuita e onipresente com grande proveito.

De fato, os líderes mais bem-sucedidos não serão aqueles que tentam controlar tudo, mas aqueles que relaxam e aproveitam essa revolução midiática em benefício de seus negócios. No entanto, a única forma de realmente entender essa revolução é fazer parte dela. Envie tweets, mensagens, escreva um blog, escute e interaja com funcionários, amigos, clientes e meios de comunicação.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam”, de David Jones – Integrare Ed.

 

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Ensine o seu filho a lidar com dinheiro… desde a infância! Veja algumas dicas. Por Içami Tiba

janeiro 27, 2014

Infelizmente alguns pais deseducam os filhos, dando a eles tudo o que eles querem. Mesmo que nada pese no bolso dos pais agora, qual o preço que futuramente vão pagar por não dar educação financeira aos filhos? Como eles vão aprender a lidar com dinheiro?

Já vi filhos que acabam perdendo tudo o que seus pais construíram na vida. Aqui vão algumas orientações fundamentais:

a. Ensine a criança a não usar o dinheiro que não seja dela, mesmo que esteja com ela. O dinheiro do lanche não pode ser gasto com figurinhas. Isso sera um desvio de verbas.

b. Estabeleça uma quantia semanal para figurinhas e extras (revistinhas, balas, bexigas ou sorvetes). Ensine a conferir o troco. Se a criança não souber mexer com dinheiro, ainda não está pronta para andar com ele.

c. Determine o que pode ser gasto mensalmente, semanalmente ou diariamente. Livros são investimentos dos pais em educação.

d. Ensine o que é consumir e o que é investir. Consumir é usar uma vez só, por exemplo, ou usar e estragar no dia seguinte. Investir é comprar algo que vai durar e que poderá ser usado várias vezes. Portanto, o cuidado tem que ser maior.

e. Crianças que vivem pedindo vales ainda não têm idade para receber mesada. Uma criança só consegue entender o período de uma semana porque a referência é o final de semana. Também não se deve aumentar a mesada só porque a criança gastou mais do que podia gastar.

f. Dê uma carteirinha com moedeira para que a criança possa tomar conta do seu dinheiro. O dinheiro tem que ser bem cuidado, não pode ficar jogado no bolso ou na bolsa misturado a outras coisas. Muito menos se pode misturar dinheiro com comida, pois o dinheiro, mesmo não estando sujo, é contaminado.

g. Ensine desde logo que a criança é dona do dinheiro e não o contrário. O valor da criança não está no dinheiro, mas no que ela consegue fazer com ele.

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O problema do: quero! Mas não sei o quê! Por Arthur Bender

janeiro 23, 2014

É comum encontrarmos pessoas que não têm a mínima ideia do que querem de concreto na vida nem de para onde estão indo. Elas dizem que querem muito melhorar, que rezam todas as noites para que as coisas aconteçam de verdade, mas nada aconteceu ainda. Quando você pergunta que coisas são essas, elas se atrapalham, gaguejam e não conseguem se expressar. Não conseguem traduzir com clareza qual é o seu objetivo.

Eu lhe pergunto, leitor, como você quer que as coisas “melhorem” se você mesmo não sabe o que quer da vida? Isso parece óbvio? Pois é, mas o óbvio ainda é um grande problema para muitos descontentes com a carreira e a profissão.

A maioria das pessoas, no fundo, só quer que as coisas melhorem, mas não faz nada para que isso aconteça. Não sabem dizer se para elas isso representa um melhor salário, um novo cargo, uma nova empresa. Só ficam se lamuriando o dia todo e, se você indagar, não conseguirão dizer nem do que não gostam, muito menos o que realmente querem da vida. E aí as coisas não acontecem mesmo. Se você não sabe, quem vai saber?

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Ed.

 

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Aprenda a desarmar uma birra! Por Içami Tiba

janeiro 20, 2014

A birra é a dificuldade de aceitar um limite; a criança reage agressivamente de forma inadequada, até conseguir o que quer, expondo pais a situações desconfortáveis, não importa onde nem como. O sucesso da birra é conseguir que os pais lhe dêem o que ela quer. O sucesso de uma birra alimenta a próxima.

O melhor meio de desarmar a birra é não atender nada do que for exigido por essa estratégia. A birra não é obrigar o outro a fazer o que o birrento quer? Portanto significa que o birrento está dependendo do outro. Cabe, assim, ao outro não dar sucesso à birra. A vitória do filho birrento, se houver, dependeu não dele, mas dos pais, que lhe deram a vitória.

Para desmontar o esquema de birras é produtivo o método educativo da coerência, constância e consequência. Coerência é a base sobre a qual os pais se norteiam nas ações de enfrentamento à birra. Se a mãe não aceita a birra, mas o pai (ou outro parente qualquer) a aceita, os adultos estão sendo incoerentes. Constância significa que o enfrentamento deve acontecer sempre, não importa onde, quando e nem por qual motivo. Se aceitarem a birra só porque têm visitas, os pais estão sendo inconstantes. Consequência é um dos ensinamentos mais importantes, pois tudo o que fazemos traz consequências, e a própria pessoa é responsável pelas consequências que seus gestos provocam.

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Ed.

 

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Temos que ser capazes de escolher! Por Dulce Magalhães

janeiro 16, 2014

É preciso ser capaz de abrir mão do que não se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar‐se levar. Desistir não quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

Para isso é preciso autoconhecimento, percepção plena, coragem para empreender mudanças, desapego para largar o que não é e, principalmente, clareza de valores, para não perder o rumo. Em algum lugar está o grande mar da consciência pura, contudo é fundamental seguir em sua busca com fluidez, flexibilidade e tolerância.

Que se comece o que há para começar. E para isso precisamos ir ao antes do começo, abrir espaço, respirar fundo, largar de mão, parar o que não deve continuar, mudar. Que hábito não queremos mais, que imagem queremos transformar, que relacionamento almejamos ter, que empreendimento sonhamos realizar, que viagem queremos fazer – tudo é possível desde que sejamos capazes de escolher.

Não há tempo, nem recurso, nem capacidade, nem nada que possa nos impedir de atingir quem queremos ser, pois, como nos ensina Goethe, se você é capaz de sonhar, é porque já é capaz de realizar.

E antes do início é o fim. Parar com aquilo que não é mais. Temos mania de acreditar que a vida é o que estamos fazendo. Não, o que estamos fazendo se transforma na vida que levamos. Se mudarmos o que fazemos, a vida, que é uma massa modelável de tempo e energia, também se modifica. Aprenda a parar seja o que for que não serve mais. Pare agora mesmo. Recomece de outra forma. Experimente fazer, viver, construir, planejar, realizar, se relacionar, ou o que seja, de outra forma. E não fique espantado se as coisas ao redor também se modificarem.

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos” de Dulce Magalhães – Integrare Ed.

 

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Pai é PAI e não ajudante da mãe! Por Içami Tiba

janeiro 13, 2014

Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiars importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar.

A mãe costuma pedir ajuda ao pai: Ajude aqui, por favor, fique um pouco com as crianças! Ele acha que está apenas ajudando a mãe e não se sente fazendo a sua parte. Muitos pais nada fazem enquanto suas mulheres não pedem. Para os filhos não interessa se é a mãe que está muito ativa ou se o pai é muito passivo. O que eles precisam é de pai e de mãe. Neste ponto, alguns pais reclamam que suas mulheres os tratam como se fossem filhos.

Paternidade é a atitude de estar pronto a atender seus filhos, sem esperar que a mãe peça.

Um pai acomodado, além de não ser um bom exemplo na família, estimula o filho a explorar a mãe. Numa família assim pode se estabelecer uma confusão entre pai acomodado/pai bonzinho e mãe ativa/mãe rabugenta – quando na realidade o pai é negligente e a mãe ativa é obrigada a cobrar as obrigações de todos.

Fica muito clara esta situação quando uma mãe reclama que ela é a “pãe” da família. Ela tenta preencher também as funções de pai, o que é quase impossível.

Há muitos homens, no entanto, que já assumem bem mais seu papel. Muito longe de querer substituir a mãe, eles querem tomar parte na educação do filho. Reparei em um passageiro que, em pleno voo, trocava as fraldas de seu bebê, que deveria ter um ano de idade. A mãe não estava presente. Um bebê cuidado pela mãe e pelo pai cresce com menos preconceitos e com menos machismo. Aquela família parece estar desenvolvendo a Alta Performance.

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Líderes precisam saber como administrar efetivamente suas próprias vidas a partir de dentro! Por Ken O’Donnell

janeiro 9, 2014

Líderes precisam saber como administrar efetivamente suas próprias vidas a partir de dentro. Ser organizado em relação a pensamentos, sentimentos e ideias nos dá uma chance maior de sobreviver e ajudar aos outros nos tempos de caos.

Antes de mais nada, os líderes do futuro experimentam suas transformações internas e são, desse modo, capazes de inspirar e motivar outras pessoas na mesma direção. Eles não memorizam textos nem são presos a paradigmas for a de moda, mas são aqueles que ousam, inspiram confiança, assumem e respeitam.

Apesar de tal evidente e clamorosa advertência, há ainda cinco tipos de pessoas e possibilidades:

» aquelas que ignoram a necessidade da mudar;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar, mas tentam manter o status quo operacional;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar, mas não sabem como;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar e fingem faze-lo;

» aquelas que aceitam sinceramente a necessidade de mudar, estabelecem um claro plano de ação e o põem em prática.

As primeiras são atropeladas pela mudança sem entender o que está acontecendo.

As do segundo tipo tentam viver inutilmente as épocas de ouro do passado, quando os paradigmas existentes funcionavam em parte.

            As do terceiro experimentam muitos processos de mudança entusiásticos, mas pouco convincentes, ou permanecem sem nenhuma perspectiva real. Elas implementam muitas ideias equivocadas, em geral com a maior competência.

As do quarto tipo enganam aos outros e a si mesmas.

As do quinto abrem as portas para novas possibilidades.

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Fonte: livro “O espírito do Líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Ed.

 

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