Algumas atitudes fundamentais para manter um ambiente de trabalho produtivo… por César Souza

outubro 30, 2013

FOCO e DETERMINAÇÃO

Devemos saber definir claramente as prioridades e hierarquizar as ações, ou seja, ter foco.

Não significa fazer uma coisa de cada vez, pois no mundo atual essa não é uma atitude vencedora. A realidade requer pessoas multifocadas. Porém, como o mundo está cada vez mais fragmentado e oferece múltiplos estímulos, corremos o risco de dispensar nossos objetivos e de empreender esforços na direção errada. Para surpreender pelos resultados é necessário ter muita disciplina, concentração e determinação.

Significa não joga a toalha nunca.

Pessoas perseverantes superam obstáculos, por mais intransponíveis que pareçam. Os verdadeiros líderes são resilientes, mesmo tendo de lutar contra seus medos para transpor momentos difíceis, inesperados e indesejados.

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza – Integrare Editora

 

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Formando um cidadão… Por Içami Tiba

outubro 28, 2013

Se um filho não cuida das suas próprias coisas nem do seu próprio quarto, ele não aprende a cuidar da própria casa. Então, como esperar que ele cuide da sociedade?

“Para desenvolver a cidadania, o filho tem que aprender que o que é bom e/ou cômodo para um não pode prejudicar os outros. O filho já tem que começar a praticar a cidadania familiar dentro da própria casa.”

Um filho pode ter se acostumado a viver na bagunça, mas ele não pode impor essa bagunça a quem não é bagunceiro.

É a confusão que existe entre estar acostumado e estar bem. Não é porque ele se acostumou com a bagunça que ela é boa. Se a família dele se incomoda com a bagunça, é ele que tem que amadurecer, e não a família, que deve regredir, aceitando esse comportamento retrógrado do filho.

Em vez de criticar, o pai deve simplesmente exigir que arrume o quarto, combinando que prejuízos o filho vai ter cada vez que o quarto estiver na bagunça. É o princípio da coerência, constância e consequência sendo aplicado.

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Fonte: livro “Adolescentes – Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Minhas crises cotidianas… Por Eugenio Mussak

outubro 25, 2013

Crises inesperadas: Situações inesperadas podem acontecer, claro, ainda que muitas delas possam ser evitadas com um pequeno exercício de previsão, mas isso é outra história.

Muitas vezes, uma crise se instala em nossa vida de repente, provocada por forças que não podemos controlar. Atire a primeira pedra quem nunca viveu uma crise financeira, profissional, emocional, ou mesmo de saúde. E levante a mão aquele que não se revoltou com a crise enquanto a vivia, e que não sentiu que ficou melhor depois que ela passou.

A crise exige tudo de nós, libera as forças que estavam adormecidas e nos aprimora imensamente. Uma crise pode tornar a pessoa melhor, acredite. Aliás, saiba que você não será julgado pelas crises que teve – pois elas são inesperadas –, e sim por como você reagiu a elas.

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

 

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Líderes se qualificam pelo estado das equipes que lideram, por Ken O’Donnell

outubro 23, 2013

Uma equipe de pessoas realmente preparadas para gerar sucesso na configuração atual não é apenas um grupo de seres humanos que trabalham juntos no seu pedaço do quebra-cabeça estratégico de uma organização, como uma máquina bem lubrificada e previsível.

Os membros são os participantes de uma emocionante história em curso que produz grandes resultados e reforça a comunhão de propósitos e da interligação entre eles. O desafio é criar uma história absorvente, com capacidade de formar um compromisso excepcionalmente forte na equipe. Sem isso, os membros tendem a preencher as lacunas com suas próprias questões mesquinhas.

Grupos de trabalho podem ser formados em minutos, mas equipes que geram resultados positivos de forma consistente levam tempo e cuidado para ser formadas. Esse é o trabalho de um líder consciente e inspirador.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Cuide dos seus pertences! Ensine isso aos seus filhos… Por Içami Tiba

outubro 21, 2013

Príncipes, princesas e tiranos não costumam guardar seus brinquedos após brincar. Ora, crianças que conseguem pegar seus brinquedos onde eles estão guardados são capazes também de guardá‑los no mesmo lugar. Só não o fazem porque não lhes ensinaram.

O que elas aprenderam é que outras pessoas sempre guardam seus brinquedos. Por mais amor que tenha, a mãe estará deseducando a filha ao abrir exceções, pois valores não comportam exceções.

No mundo em que vivemos, é muito importante que cada um aprenda a cuidar dos seus pertences, a alimentar seus vínculos afetivos, a preservar o seu planeta para seus descendentes. Esse é um valor que todo cidadão deve cultivar. Nada melhor que ensinar uma criança a cuidar dos seus brinquedos, pois eles são seus pertences de valor. A frase de ensinamento é: Quem não cuida do que é seu perde. Os pais devem combinar com o filho que ele tem de guardar os brinquedos depois que acabar de brincar. É importante estabelecer um prazo para que o ensinamento seja cumprido. Ensinamentos sem prazo de execução permitem desculpas como “depois eu guardo”, bem como, no dia seguinte, “esqueci de guardar”.

Caso não cuide dos seus brinquedos, eles serão doados para crianças pobres. Enquanto o filho não incorporar o valor de cuidar do que é seu, os pais poderão dar sempre uma última chance para que o brinquedo seja guardado, contando até três. Se, ao terminar a contagem, o brinquedo ainda continuar fora do lugar, os pais devem guardá‑lo para doar. E, muito importante: não podem ficar com pena do valor ou da criança e simplesmente esconder o brinquedo. Poupá‑la “gentilmente” apenas a deseduca. Guardar o brinquedo sem que a criança perceba também é antipedagógico.

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

 

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Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Lições para tempos turbulentos, por Ken O’Donnell

outubro 16, 2013

É muito melhor estar preparado para qualquer coisa que venha a acontecer do que planejar meticulosamente um futuro incerto.

Muito se fala em relação ao poder do pensamento para mudar o rumo de um indivíduo em um mundo complexo, mas o poder da vontade é ainda mais forte. Associado a

nosso potencial inato, torna-se irresistível!

Está na hora de parar de fazer de conta que podemos continuar insensíveis às necessidades de nosso planeta. A única utopia é acreditar que podemos caminhar rumo a um futuro melhor sem fazer transformações fundamentais na maneira como pensamos e agimos.

A crise mundial não é apenas uma questão de conservar e administrar recursos. É o espírito humano, que literalmente nos dá vida, que precisa de renovação. Quando o trabalho é movido por um propósito maior e imbuído de paixão, tanto os atos como o palco e os atores ganham nova vida.

Espiritualidade não é uma resposta simplista aos inúmeros problemas do mundo. É uma dimensão com capacidade de mudar nossas inclinações porque se encontra na raiz delas. Como Einstein nos alertou, não é possível resolver os problemas com a mesma mentalidade que os criamos.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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