Todo mundo quer ser jovem!

fevereiro 29, 2012

Fico espantado com o número de aparelhos, cremes e técnicas que nos são oferecidos hoje para retardar ou inibir os efeitos do envelhecimento. Nossa sociedade detesta a palavra “velho”. Preferimos as expressões “idade de ouro”, “melhor idade” e tantos outros eufemismos, tudo menos ser velho. Faz-se de tudo, gasta-se de tudo e recorre-se a tudo para evitar a passagem do tempo. Todos querem ser jovens. Sempre. De manhã, de tarde, e mais ainda, de noite.

Em vez de os filhos imitarem os pais, admirarem seu estilo de vida, como acontecia tempos atrás, hoje são os pais que desejam os programas, o corpo, as roupas e o estilo de vida dos filhos. É mais divertido, é mais gostoso, é mais leve e mais fácil. Mas tudo na vida tem seu preço. Se os pais excluem da rotina diária comportamentos, atitudes e palavras do mundo dos adultos, podem acabar perdendo a confiança dos filhos e a autoridade perante eles.

 

 

Fonte: trecho do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman  – Integrare Editora

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Filho, não grite…

fevereiro 27, 2012

O que uma criança detesta é que gritem com ela, mesmo que ela grite com os outros. Quando um filho gritar com a mãe, esta deveria se retirar e ir para um lugar fora do alcance dos olhos e da voz dele. Quando ela voltar, deve perguntar ao filho “Por que a mamãe foi embora?”. Na resposta, espera-se que surja a responsabilidade dele. E então ela poderia acrescentar: “… e todas as vezes que você gritar, eu vou sair de perto de você”. Porque só dizer não basta.

 

Entretanto, é comum a mãe perder autoridade pelo desgaste da convivência e pela intimidade abusiva que se cria, além de ela temer ser dura demais e traumatizar a criança.

 

 

Fonte: trecho do livro “Família de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Homem se realiza, mulher se relaciona

fevereiro 23, 2012

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são

muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são

muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

O homem tem uma tendência para encontrar respostas que se ajustem perfeitamente às perguntas, e a mulher, porque não consegue isso, ou porque desconfia de respostas tão certinhas assim, suporta mais as incertezas e assim sustenta por mais tempo as perguntas em aberto. O mundo masculino tem referências claras como as margens de um rio, e o mundo feminino de que referências dispõe já que é mar? Pense: quantas margens tem o mar?

 

Fonte: Tredo do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti

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Imaginação

fevereiro 17, 2012

De certa forma, os mágicos ainda existem porque nos fazem sonhar, acreditar que algo inexplicável está acontecendo, ao vivo, na frente de nossos olhos. Essa arte, que existe há tantos séculos, nos dias de hoje, em que vivemos cercados de atribulações, serve para resgatar nossa infância, muitas vezes perdida entre cálculos e planilhas que só adultos entendem e que tiram do nosso dia a dia o encanto trazido pela imaginação. Ver um mágico atuar é como uma viagem à terra do nunca, onde podemos voar, desafiar a espada do Capitão Gancho e ter a certeza de que lutaremos contra inimigos poderosos, mas tudo acabará bem. Portanto, meu amigo leitor, abandone de vez a necessidade de querer descobrir como o mágico faz o truque durante o show.

Esse pensamento só vai atrofiar a sua alegria e prendê-lo no chão do palco. Deixe, uma vez por outra, aquela imaginação fértil que você tinha quando criança voltar a desabrochar nos seus devaneios. Deixe-se enganar, encantar. Acredite que a mágica é real durante cada ato, que não estamos ali para enganá-lo e dizer que você foi incapaz de descobrir nossos segredos. Estamos ali porque amamos o palco, dedicamos horas ensaiando os gestos, as performances e, até mesmo, as músicas para fazer você chorar de rir e esquecer a dura realidade do mundo. O papel do mágico nos dias de hoje é mais do que fazer você e seus filhos sonharem. É tentar resgatar, lá no fundo do seu coração, a criança sonhadora que está escondida e esquecida em algum lugar na sua alma.

Dê a si mesmo a oportunidade de sorrir das lembranças infantis que certamente virão à sua mente quando você deixar a sua imaginação fluir. Essas lembranças se tornarão um bálsamo que irá trazer alívio nos momentos em que, pressionado por trabalho ou por problemas pessoais, você se sentir sem ter para onde correr. Corra para dentro da sua imaginação e não se esqueça de que lá você sempre poderá mais que os seus inimigos, sejam eles quais forem!

 

 

Fonte: trecho do livro “O show é você”, de Clóvis Tavares – Integrare Editora

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Xingar o funcionário X Elogio, reconhecimento e feedback

fevereiro 15, 2012

As lideranças, de uma forma geral, deparam-se diariamente com inúmeras situações em que, mais do que repassar informações, necessitam comunicar problemas e dar feedbacks, muitas vezes negativos.

Para a comunicação de situações problemáticas, o líder deve ser específico a fim de que as pessoas compreendam sobre o que ele está falando, mas sem críticas, caso contrário gerará comportamentos defensivos.

Para ser específico, o líder terá que:

• descrever o que era esperado, ou seja, o que deveria estar acontecendo ou o comportamento desejado;

• descrever o que observou e em que aspecto isso difere da sua expectativa; e

• perguntar o motivo pelo qual, na opinião das pessoas, o problema aconteceu.

Por fim, deve parar de falar para ouvir o que as pessoas têm a dizer, sempre valorizando a participação de cada um.

Muitas vezes, é tentador protelar o feedback negativo porque o líder sente-se desconfortável ao dá-lo. Mas o atraso reduz a clareza e a utilidade do feedback. Da mesma forma, amortecer a crítica com uma série de comentários iniciais também gera uma reação emocional negativa.

Fonte: trecho do livro “Endomarketing de A a Z – Como alinhar o pensamento das pessoas à estratégia da empresa”, de Analisa de Medeiros Brum – Integrare Editora

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Líder: saiba a importância de transmitir segurança

fevereiro 13, 2012

Atitude relacionada à variável consistência, já que seu efeito está associado a uma trajetória, e não a um fato isolado. Existem chefes alarmistas, que desenham cenários terríveis, ampliam o tamanho e a gravidade dos problemas ou dão exagerada importância a determinados fatos.

Muitas vezes, agem assim para se valorizar ou para mobilizar as pessoas. Ocorre que, se um chefe assusta a todos dizendo:

“Estamos perdidos, a situação é grave, o panorama é terrível”, e depois as pessoas percebem que a situação não era tão grave, elas perdem a confiança nele. O líder tem de ser lúcido e agir como um estabilizador emocional de sua equipe, transmitindo segurança e tranquilidade.

Segurança, diga-se de passagem, é uma das necessidades básicas do ser humano, segundo o psicólogo americano Abraham Maslow, formulador da teoria conhecida como hierarquia das necessidades humanas. Particularmente, em uma sociedade como a atual, a segurança está se tornando um elemento crítico. Portanto, se um líder quiser incrementar a confiança de sua equipe deve, entre outras coisas, proporcionar-lhe a sensação de segurança.

Fonte: trecho do livro “Confiança –A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José Maria Gasalla – Integrare Editora

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Ego e apego – como interferem nas discussões

fevereiro 10, 2012

Uma maneira certeira de desarmar a si mesmo e também ao outro antes que uma discussão se inicie é simplesmente dizer: “Interessante, posso perceber por que você acredita nisso. Eu mesmo não consigo, meu ponto de vista é diferente. Mas me diga mais sobre o seu ponto de vista a respeito desse assunto”.

No momento em que se desapega e para de se identificar com a própria crença, o “calor” desaparece, a sua resistência em relação à crença da outra pessoa se dissolve, e a comunicação normal é restabelecida. Sempre funciona. Tudo o que tem a fazer é desapegar o self da crença que está criando e sustentando em sua mente. A menos, é claro, que você seja uma dessas pessoas que gostam de provocar uma discussão a fim de ter um pretexto para ficar zangado (plano emocional), para então poder satisfazer sua dependência emocional.

A compreensão do ego e de como você o cria lhe permite compreender por que as pessoas fazem o que fazem, por que se comportam de determinadas maneiras, por que você se comporta de determinado modo, particularmente nos momentos em que “reage”, em vez de “responder”.

 

 

Fonte: trecho do livro “Os 7 mitos sobre o amor – Uma viagem da mente ao fundo da alma”, de Mike George – Integrare Editora

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