A sexualidade feminina e o império dos sentidos! Por Malcolm Montgomery

abril 29, 2013

A sexualidade feminina é envolta pelo mistério.

            Eletrodos colocados nos genitais para avaliar a resposta sexual da mulher oferecem apenas alguns dados fisiológicos básicos. Essa resposta depende de muitos elementos desconhecidos e não se limita à equação linear: desejo + vasocongestão = orgasmo.

            Os sentidos têm um papel de destaque nesse processo. O sexo é sensorial. Apesar de vivermos em uma sociedade altamente técnica, dominada pela imagem e pelos sons, o olfato é o sentido com maior capacidade de memorizar e reproduzir nossas emoções mais profundas.

            As mulheres têm diferentes habilidades para perceber odores durante o ciclo menstrual, com máxima sensibilidade no período de ovulação.

            As glândulas apócrinas, que produzem odores corporais, são bem desenvolvidas e aparecem em maior número no sexo feminino.

          Estudos revelaram, ainda, que dormir cotidianamente com um homem aumenta a incidência de ovulação, independentemente de relação sexual. Supõe-se que o efeito seja provocado pelo odor axilar do parceiro. O cheiro é fundamental para a sexualidade humana, tanto para a atração inicial quanto para a manutenção de um relacionamento.

 

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Fonte: livro “Mulher – Um projeto sem data de validade”, de Malcolm Montgomery – Integrare Editora

 

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Noites calmas: de bem com o sono! Por Dra. Carla Góes

abril 26, 2013

Uma boa noite de sono é capaz de fazer verdadeiros milagres em nossa vida, principalmente no que diz respeito à saúde física e mental. O sono renova as energias, proporciona o descanso necessário e é de extrema importância no metabolismo, pois é no momento de repouso que são produzidas substâncias como a melatonina e os hormônios, como o GH (hormônio do crescimento), essenciais para mantermos o corpo jovem e em equilíbrio. Estudos provam que quem dorme menos que o necessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente e está mais propenso a infecções, obesidade, hipertensão e diabetes.

            Sabe aquela sensação de ânimo e disposição após uma noite bem dormida? Não é à toa que acontece, e o nosso corpo precisa disso.

            O sono ajuda a fortalecer o sistema imunológico, aumenta a concentração e diminui o estresse, causa este de muitas doenças. Pessoas que não conseguem ter uma boa noite de sono, como aquelas que sofrem de insônia, podem ter comprometidos o raciocínio, a aprendizagem, a realização de tarefas diárias, passando a executá-las como se fossem muito cansativas, chegando até mesmo a comprometer o ambiente de trabalho e a vida familiar. Num estudo realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, indivíduos que não dormiam havia 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue – quantidade equivalente a três doses de uísque.

            Além das essenciais horas de sono, o importante é que exista também qualidade, pois um repouso tranquilo é o ideal. Atualmente homens e mulheres muito sobrecarregados com a vida profissional, insegurança no trabalho, competição elevada, violência, entre outros fatores, chegam aos consultórios médicos com a queixa de que passam as noites resolvendo os problemas, porém, muitas vezes, acordam com a solução. Seria muito bom se isso não fosse prejudicial.

            Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono? Embora essa necessidade seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de sete a oito horas de sono diárias.

 

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Fonte: livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem”, de Dra. Carla Góes – Integrare Editora

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Morrer… para renascer! Por Gabriel Carneiro Costa

abril 24, 2013

Imagine que você faleceu.

            Visualize sua morte na posição em que se encontra, neste local, neste momento. Imagine seu corpo sendo levado ao velório e então seu caixão sendo aberto.

            Quem está no seu velório?

            O que dizem essas pessoas?

            O que pensam a respeito do que foi a sua vida?

            Quem você ama está lá?

           

            Imagine o seu próprio velório. Em determinado momento, um pequeno grupo se aproxima do seu corpo e o toca, em um movimento misto de carinho e de dor.

            Quem está tocando você?

            Essas devem ser as pessoas mais importantes na sua vida. Então, imagine a dor que eles — e você — sentem em uma cena dessas. Você não pode falar nada, afinal está morto. Pode apenas reconhecer essas pessoas e imaginar o calor delas ao tocar o seu corpo.

            E se lhe fosse permitido falar algo em apenas dois minutos? Que recado você daria a essas pessoas?

            Que recado daria na sua despedida?

            Que pedido de desculpas você faria?

            Como demonstraria o seu amor?

 

            Agora, como num passe de mágica, sinta a energia do seu corpo aqui e agora. Sinta o peso do seu corpo tocando o sofá ou a cadeira em que está sentado neste momento. Sinta que está vivo e que isso foi apenas um exercício.

 

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Fonte: livro “O encantador de Pessoas – Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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Pais: merecem, mas não recebem gratidão. De quem é a culpa? Por Içami Tiba

abril 22, 2013

Antes de sair para o trabalho, um homem de meia-idade coloca o pai dele, um velhinho de 90 anos, para tomar um pouco de sol. Ao voltar para casa no fim do dia, porém, percebe que aquele senhor idoso permaneceu no mesmo lugar, passando frio e no escuro. Esqueceram de guardar o idoso! Atônito, ele cobra dos filhos, netos desse senhor:

 

– Vocês se esqueceram de guardar o vovô!

 

            E, dirigindo-se a qualquer um deles, ordena: “Vai tirar o vovô do frio!”. Em resposta, imediatamente, um neto diz para o outro: “Eu tirei ontem. Agora, vai você!”.

 

 

O que aconteceu nessa história? Por que um homem que se sacrificou tanto pelos filhos tem de ser vítima de um jogo de empurra-empurra? Ele foi um mau pai? Ele maltratou os netos? Por que os netos não cuidam do avô?

            O pai lhes deu muito amor, proveu em tudo, perdoou. Mas não usou o lema “Quem Ama, Educa”. Ou seja, esses jovens não foram educados. Ele deu tudo do bom e do melhor para os filhos, mas não aplicou o amor que exige, a meritocracia, a cidadania familiar. Em suma, não agiu de modo que eles cumprissem com suas obrigações. Fez tudo pelos filhos e para que eles fossem felizes – só que felicidade à custa dos outros não dá autonomia, não é independência. E quem não tem autonomia nem independência não pode ser feliz.

            Será que é isso que os pais querem na velhice? Ser um empecilho, um incômodo para os filhos e netos? Não! Pais idosos merecem receber gratidão por tudo o que fizeram pelos filhos e netos, principalmente quando precisam de cuidados! Pois é hora de arregaçar as mangas: filho que merece ganha regalias. Aquele que não merece vai ter de se esforçar.

          Os pais não podem ter pruridos para colocar em prática a meritocracia – é essa a porção de amor que ficou faltando para esses jovens. Quando eles nasceram, ganharam um amor dadivoso, gratuito. Não tinham mérito nenhum para recebê-lo, mas ganharam simplesmente porque são filhos.

            Quando tiveram idade para aprender, passaram a necessitar de outro tipo de afeto – o amor que ensina. Porém, toda vez que não colocaram em prática os ensinamentos que estavam recebendo, foram poupados do amor que exige – ou seja, os pais optaram por ensinar outra vez o que já haviam ensinado quando deveriam ter exigido que fizessem o que lhes fora ensinado.

          Na época, os pais nem percebiam que estavam errando, talvez até pensassem que estivessem fazendo o melhor possível repetindo o ensinamento. A atitude de ensinar outra vez sem que o filho tente fazer o que aprendeu é negar a primeira lição, é não passar da primeira fase do aprendizado. Isso porque, ao ser exigida, a criança descobre na ação a sua responsabilidade. Quem nada faz, por nada responde. Promessas podem ser lançadas ao vento e palavras não supõem responsabilidade. O que realmente possui mérito é a ação prática, são os resultados.

 

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Os adolescentes de hoje, por Içami Tiba

abril 19, 2013

Os adolescentes de hoje começaram a ir para a escola praticamente com 2 anos de idade.

            Com as mães trabalhando fora de casa e o pai trabalhando mais ainda, eles passaram a infância na escola, com pessoas cuidando deles, num mundo informatizado. As ruas foram trocadas pelos shoppings, a vida passou a ser condominial, e as esquinas das padarias transformaram-se em esquinas virtuais e lojas de conveniência.

            As famílias, além de ficarem menores, se isolaram. Convivem mais com amigos que com familiares. Não visitam tios e primos, às vezes nem os avós.

            Essa convivência familiar menor que a social pode estar fazendo falta para a formação de vínculos familiares e valores na formação dos jovens. São valores como gratidão, religiosidade, disciplina, cidadania e ética.

            São tantas as variáveis que aconteceram para a geração de adolescentes de hoje que podemos comentar mais a simultaneidade que a causalidade dos seus comportamentos.

 

Hoje os adolescentes são muito apegados ao seu mundo social, seus amigos, seus programas, suas viagens, a ponto de seus pais se sentirem meros provedores.

 

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Fonte: livro “Adolescentes – Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Temos que ser capazes de escolher! Por Dulce Magalhães

abril 17, 2013

É preciso ser capaz de abrir mão do que não se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar‐se levar. Desistir não quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

            Para isso é preciso autoconhecimento, percepção plena, coragem para empreender mudanças, desapego para largar o que não é e, principalmente, clareza de valores, para não perder o rumo. Em algum lugar está o grande mar da consciência pura, contudo é fundamental seguir em sua busca com fluidez, flexibilidade e tolerância.

            Que se comece o que há para começar. E para isso precisamos ir ao antes do começo, abrir espaço, respirar fundo, largar de mão, parar o que não deve continuar, mudar. Que hábito não queremos mais, que imagem queremos transformar, que relacionamento almejamos ter, que empreendimento sonhamos realizar, que viagem queremos fazer – tudo é possível desde que sejamos capazes de escolher.

            Não há tempo, nem recurso, nem capacidade, nem nada que possa nos impedir de atingir quem queremos ser, pois, como nos ensina Goethe, se você é capaz de sonhar, é porque já é capaz de realizar.

            E antes do início é o fim. Parar com aquilo que não é mais. Temos mania de acreditar que a vida é o que estamos fazendo. Não, o que estamos fazendo se transforma na vida que levamos. Se mudarmos o que fazemos, a vida, que é uma massa modelável de tempo e energia, também se modifica. Aprenda a parar seja o que for que não serve mais. Pare agora mesmo. Recomece de outra forma. Experimente fazer, viver, construir, planejar, realizar, se relacionar, ou o que seja, de outra forma. E não fique espantado se as coisas ao redor também se modificarem.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Como sair da zona de conforto, sem sair da zona de satisfação? Por Gabriel Carneiro Costa

abril 15, 2013

Um dia, convidei m cliente para jogar golfe, pois sabia do interesse dele pelo esporte. Na data marcada, nós nos encontramos e fomos para a área de treino (drive range). Com a ajuda de um professor, ele aprendeu as noções básicas e, quebrando os protocolos do golfe, fomos juntos para o campo. Não jogamos em formato oficial, mas eu queria que ele experimentasse a diferença entre jogar sob pressão e jogar de forma leve. Desligamos os celulares e fomos para a parte mais silenciosa do campo, onde escutávamos apenas o barulho dos pássaros. Naquele momento eu não quis jogar, mas deixei-o jogar sozinho, para curtir o momento. Seu desempenho acabou sendo acima do padrão inicial, o que o deixou extremamente satisfeito. Ele estava alegre como uma criança e em pleno meio de semana experimentava uma sensação de total conexão com seu corpo, sua mente e seus desejos.

            Em seguida, propus começarmos a jogar os dois, e avisei que estaríamos em uma caçapa mais difícil, na qual eu jogava muito bem. Disse a ele que só o havia levado lá porque vi que ele tinha capacidade para tal. Naquele momento disparei o diálogo interno dele, que o levava a uma zona de total desconforto e também fora da satisfação.

            Por ser uma pessoa competitiva (e eu sabia disso), ele mudou sua expressão facial e resolveu voltar a pensar na técnica que o professor havia ensinado. Conforme o previsto, seu resultado foi vergonhoso, não conseguindo fazer a bola percorrer mais do que cinco metros. E o mais incrível e motivante nesse cliente era a capacidade que ele tinha de entender o processo de aprendizado sem grandes interferências minhas. Ele mesmo percebera que eu havia gerado a mesma pressão que ele gera nos sócios e que isso atrapalhara a sua performance. Ele parou de jogar por satisfação e passou a desejar apenas ir bem. Seu mapa mental também desenhava um pequeno cartaz com os dizeres: “Ter um desempenho acima do padrão é a sua obrigação”. E ali comprovávamos juntos que, fora da zona de satisfação, as mudanças não ocorriam da forma mais assertiva.

            Conheço muitos treinadores e preparadores de times e de atletas que pressionam para um bom resultado e conseguem resultados muito positivos. Não questiono esse método, até porque o meu trabalho tem outro objetivo. O meu foco está em vencer o próprio jogo.

            Os resultados positivos obtidos por pressão existem e sempre existirão. Porém, algumas pessoas acabam pagando essa conta mais tarde. E, pior, mais alguém paga esse preço junto.

            O meu objetivo como Coach de Vida nunca foi tornar os meus clientes pessoas vitoriosas. Meu propósito sempre esteve voltado a transformar as pessoas naquilo que elas julgavam ser o mais feliz possível. Vencer ou não sempre foi uma decisão do cliente, como consequência do trabalho. Jamais foi e jamais será a causa que me move a continuar ajudando as pessoas a encontrar suas zonas de satisfação.

 

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Fonte: livro “O encantador de Pessoas – Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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Caminhos para uma consciência mais elevada, por Ken O’Donnell

abril 12, 2013

Não importa quão elevada é a meta ou quão profunda é a filosofia: a base da espiritualidade sempre será a qualidade de minhas atitudes na vida prática. A lacuna que separa o ideal da prática atinge a todos nós em maior ou menor extensão e deixa bem clara a diferença entre satisfação e frustração. A felicidade pessoal está relacionada com a coerência entre o que acredito ser verdade e minhas ações. Se os ideais fornecem o fator motivador que impulsiona minha jornada à cons- ciência mais elevada, a prática é a metodologia que me leva adiante.

 

          Se eu assim escolher, a vida pode ser uma constante batalha, da manhã à noite, sete dias por semana. A vida passa como um relâmpago, muito rapidamente. Os anos fazem marcas em meu rosto, mãos e coração, enquanto persigo um número cada vez maior de objetivos e tento conciliá-los. A agitação constante entre casa e trabalho consome, um a um, os meus ideais, e me confor- mo com o panorama de uma vida difícil e uma aposentadoria nada confortável. Se eu deixar, a vida também pode tornar-se a fonte de minhas tensões se permanecer buscando bodes expiatórios para minhas culpas. É como se o caminho fosse salpicado de pedregulhos bloqueando minha passagem. Em vez de dar a volta ou passar por cima, eu os acuso. As palavras vêm à mente e à boca de forma fácil: “Se não fosse fulano de tal ou isso ou aquilo, eu seria capaz de…”. Em vez de amenizar meu infortúnio, essas queixas me afastam da real responsabilidade de mudar a situação. Eu simplesmente estaria delegando minha capacidade de mudar a pessoas ou objetos sobre os quais obviamente não tenho nenhum controle. Em outras palavras, eu só mudaria se mudasse também o bode expiatório.

 

            A vida pode também apresentar-me tantas escolhas e interesses que tenho de passar superficialmente de um para outro enquanto deixo escapar a profundidade do prazer real de viver. Oscilo entre fascínio e tédio, envolvimento total e desânimo, pois não abordo as questões mais profundas. Será que essa ou aquela atividade são de fato convenientes para mim e para os outros? Será que esse ou aquele interesse realmente me conduzirá a um estado de contentamento? Novamente os anos passam, eu olho para trás e vejo o que poderia ou deveria ter sido feito e não foi. O remorso torna-se o único troco do tempo, dinheiro, energia ou talento desperdiçados.

          Se eu tiver sorte, a vida se tornará uma grande escola. Por trás das dificuldades aparentes, existem lições maiores. Disfarçados de interesses transitórios e tarefas rotineiras estão os indicadores que podem levar-me de volta à verdade. Os relacionamentos que trazem consigo cenas repetitivas de ninharias ou amargura, com a mesma pessoa e pelas mesmas razões, servem para me mostrar fraquezas que tenho de trabalhar. Evidentemente, até poder transformá-las, estou condenado a repeti-las.

          Os desafios aparecem simplesmente para que eu revele o que de melhor existe em mim. Se eu tiver olhos para ver e coragem para avançar, a vida será uma experiência constante de motivos e incentivos para mover-me progressivamente no caminho de minha consciência mais elevada.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Mudando crenças e pensamentos, para ter novas atitudes! Por Gabriel Carneiro Costa

abril 10, 2013

É importante observar alguns conceitos sobre crenças, pois são elas que constituem o pilar central que interfere em nosso comportamento. São as crenças que temos sobre a vida que determinam nossos pensamentos diários. Estes influenciam diretamente nosso comportamento, atitudes e até mesmo a falta de ação. E a forma como agimos na prática é que determina os resultados que obtemos.

          Essa é a cadeia que nos leva das crenças mais profundas à vida que temos hoje. Se algo não está saindo como queremos, é bom avaliar de trás para a frente e descobrir quais comportamentos estão gerando esses resultados, quais pensamentos nos levam a nos comportar de determinada forma e quais crenças alimentam esses pensamentos. Entender essa lógica explica muita coisa, amplia muito a nossa consciência e nos possibilita provocar mudanças mais concretas para posteriormente obter resultados realmente diferenciados.

            Mas por que mudamos o nosso comportamento e com o tempo voltamos a agir como antes? Porque mudamos exclusivamente as nossas atitudes!

          Não revemos os nossos pensamentos, nem mesmo as nossas crenças, e isso, com o tempo, volta a nos pressionar a continuar agindo da forma como sempre agimos (ou simplesmente a não agir). Ou seja, para mudar comportamentos, precisamos mudar crenças e pensamentos. Aí sim teremos novas formas de agir que passarão a ser de fato o nosso estilo, não porque simplesmente agora queremos, mas porque agora acreditamos nisso e principalmente porque substituímos crenças e pensamentos antigos, que agora passam a embasar novas atitudes.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Costa – Integrare Editora

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Os 5 passos da Sabedoria… por Içami Tiba

abril 8, 2013

Estes 5 passos mostram o que acontece com a pessoa no seu comportamento à medida que seus conhecimentos se ampliam, isto é, sua performance cresce.

 

ETAPAS DOS PASSOS DA SABEDORIA:

 

1. Ingenuidade

            Os brasileiros viviam bem com os seus automóveis. Até que o presidente Collor os chamou de “verdadeiras carroças”. Ofendeu muitos ignorantes. Depois que conheceram como eram os carros atualizados, os brasileiros concordaram com Collor.

            Quem tinha a “carroça” estava orgulhoso do seu carro. Mas ele não sabia que o carro dele já estava muito ultrapassado em relação aos carros estrangeiros. Do mesmo modo, a ingenuidade leva a pessoa a acreditar que está fazendo o melhor, que sua performance está excelente.

 

O ingênuo nem sabe que não sabe.

 

2. Descoberta

            Pelos comentários que recebe das pessoas, a pessoa ingênua acaba descobrindo que nem sabia que não sabia. Agora descobriu que não sabe. Toda descoberta leva a um dilema. Permanece-se como está ou se avança para um mundo novo? Os que permanecem ficam defasados, obsoletos e complexados, pois agora sabem que não sabem. Os que avançam descobrem novidades e novas oportunidades que não enxergavam antes.

          Aquilo que não sabia, e agora é claro, passa a envergonhar as pessoas.

 

Agora ele sabe que não sabe.

 

3. Aprendizado

            É do humano ser curioso, querer saber mais, querer conhecer, querer aprender. Para isso conta com os cinco sentidos da sensopercepção: ver, ouvir, cheirar, saborear, tatear.

         O não querer aprender tem várias causas: falta de motivação, dificuldade em encontrar quem ensine, trauma psicológico, sofri- mentos etc. Trauma é quando o ensinante é horrível porque ele grita, agride, ofende, é rigoroso, é exigente, é tirano etc. O aprendiz sofre tanto que aniquila dentro de si o interesse em aprender.

            É neste passo que acontecem as seis etapas da construção de cada conhecimento.

 

Então, ele aprende o que não sabe.

 

4. Experiência

            Quando o humano aprende algo, quer experimentá-lo, imaginá-lo funcionando e confirmar pela ação prática. Essa experimentação confirma a viabilidade prática. Na experiência, o humano usa tudo o que já conhece, para testar algo novo.

            Na mitologia grega, Ícaro foi o primeiro homem a voar com asas feitas de penas de aves, coladas com cera e movidas pelos seus braços. Mas ele não poderia voar tão perto do Sol que derretesse as ceras e nem tão próximo ao mar que molharia as penas. Sentiu-se tão atraído pelo Sol que foi em sua direção, as ceras derreteram e Ícaro morreu ao cair no mar. Não adianta pôr asas de pássaros em peixe que ele não voa. Nem o humano voou, apesar de ser possível imaginá-lo voando.

 

Ele experimenta o que aprendeu.

 

5. Sabedoria

            Quando os resultados das experiências são bons, o humano os põe em prática, isto é, usa-os como se já fossem velhos conhecidos, ou seja, sabe do que precisa, como fazer e que resultado esperar.

          De tanto fazer, a pessoa nem precisa mais pensar para fazer. Simplesmente faz. A dificuldade existe para quem não conhece, isto é, ainda nem experimentou. Quem sabe dirigir senta e dirige. Não fica pensando quais instrumentos acionar para se movimentar. Simples assim. Quem tem muitos conhecimentos é considerado sábio, e o que ele tem é sabedoria.

            É nesse estágio que ele constrói novos conhecimentos, que outros ainda nem sabem que existem. Ele trabalha com vários conhecimentos já construídos e descobre novos conhecimentos.

 

O sábio nem se lembra do que já sabe, pois quer aprender sempre.

  

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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