Viver sem propósito é viver sem paixão. E sem paixão, não existe chance de a sua marca chegar a ser reconhecida como excelente! Por Arthur Bender

julho 31, 2014

Acredito que marcas medíocres nunca entregam o que prometem porque nem elas sabem quem são, o que representam ou que valor podem entregar. São marcas perdidas, sem significado, sem causa, sem propósito, marcas sobreviventes, sem sal, sem tempero, mornas — que serão inevitavelmente atropeladas pela falta de relevância.

Fico indignado com marcas que são puro desleixo e desrespeito para com seus clientes. Marcas de produtos, de organizações e de profissionais que não estão nem aí para os seus públicos. Marcas que não cumprem acordos verbais nem escritos. Marcas que não cumprem nada do que prometem. Que vivem de armadilhas e emboscadas quando tudo de que gostaríamos, como consumidores, seria o contrário: um pouco mais de respeito. Por isso fico muito indignado com a estratégia burra de algumas marcas e com a enorme miopia de alguns profissionais do marketing e do branding.

E me incomoda muito mais o conformismo que tomou conta de todos nós. Porque, dessa forma, estamos sendo igualados e arrastados para a lama da média. Essa média sofrível que arranha a imagem, subtrai valor das marcas e destrói a reputação das organizações.

Nessas horas, me pergunto: por quê? Por que avançamos tanto em algumas coisas e ainda estamos tão atrasados em outras? Por que nos indignamos tanto com algumas coisas no mercado e em relação a outras baixamos a cabeça e simplesmente toleramos? Por que aceitamos isso?

 

Creio que na raiz da “baixa qualidade de entrega” do que recebemos em muitos dos serviços que adquirimos está a NÃO COMPREENSÃO DO PRÓPRIO SENTIDO DESSAS MARCAS. Por quê? Porque quando não encontramos significado no que fazemos, nos distanciamos muito de qualquer possibilidade de FAZÊ-LO COM EXCELÊNCIA. Não interessa o quê. E isso, irremediavelmente, destrói qualquer possibilidade de fazer brotar paixão e brilho nos olhos.

 

 

Fonte: livro “Paixão e Significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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RESPONSABILIDADE: um dos valores intangíveis da Educação Sustentável. Por Içami Tiba

julho 28, 2014

A pessoa responsável merece confiança, portanto é sustentável. A mentira não é sustentável e só complica a vida do mentiroso por acreditar que conseguirá enganar as pessoas.
Observação: Educação Sustentável, como processo racional, não é regida a ferro e fogo, mas sim com conhecimentos, esclarecimentos, descobertas, compreensões e na busca por soluções num bem-querer mútuo para que todos melhorem.

Ninguém fica responsável ou irresponsável de repente; a pessoa vai se formando aos poucos a ponto de a irresponsabilidade ser a gota que transborda o copo.

Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro: http://www.integrareeditora.com.br/livro.asp?id=119


FECILIDADE = REALIDADE – EXPECTATIVAS, por Sidnei Oliveira

julho 24, 2014

O entendimento da fórmula é simples: quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Os jovens atuais compõem a geração mais conectada da história, mas está um pouco distraída, não percebendo o momento singular que está vivendo e as possibilidades que podem alcançar. Por isso, acredito que eles precisam de um tipo de apoio especial. Apoio que os veteranos tiveram durante sua juventude, mas que agora, talvez também por se distraírem com suas próprias conquistas, acabaram se omitindo de realizar. Trata‐se do exercício da mentoria.

 

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos” de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

 

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A busca pelo equilíbrio: pensar precede o fazer, mas não adianta só pensar e não fazer. Por Içami Tiba

julho 21, 2014

Todo ser humano quer ser equilibrado e feliz. E a felicidade é um estado biopsicossocial bastante subjetivo. Isso significa que cada ser humano pode ter seu próprio critério de avaliação sobre o ser feliz.

 

O ser humano vive em dois mundos em constante interação: mundo interno e mundo externo.

O mundo interno é tudo o que está dentro do ser e é constituído por um tripé formado pelo que ele pensa (área mente), sente (área corpo) e percebe do ambiente ao seu redor (área percepção do ambiente).

O mundo externo é tudo o que ele percebe e com que se relaciona, mas está fora dele, formado por outro tripé, que são os relacionamentos (familiares e sociais), atividades (escola e trabalho) e seu ecossistema (território e pertences).

 

“Pensar precede o fazer, mas não adianta só pensar e não fazer. É a ação de nadar que me torna um nadador. Conhecimento é informação em ação. Para existir, preciso agir. “Penso, sinto e ajo, logo existo” é o modo como eu existo.”

 

Um pensamento pode criar uma ação, assim como uma ação pode gerar um pensamento. Toda ação busca o mundo externo. Portanto, ação e pensamento são uma interação dos mundos interno e externo.

Um pensamento, uma fantasia, um sonho, um devaneio podem gerar uma sensação física, um sentimento, uma emoção, e vice‐versa. Dessa forma, existe também uma interação entre os mundos externo e interno.

Se um filho (mundo externo) agride (ação) a mãe, seria natural ela sentir‐se mal (área corpo); mas, tão logo pensasse nos motivos da agressão (área mente), reagiria (ação para fora) respondendo a ela. Mas, se a mãe nada manifesta (não reação), a força que seria gasta para a reação acaba sendo gasta para se calar (reação que se volta para dentro). A agressividade engolida pode ser transformada em depressão.

Fica bem claro que não é o fato de ser agredida que deixa a mãe deprimida, mas a não reação dela à agressão recebida.

 

Fonte: livro “Adolescentes: Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A vida é uma luta: uma luta pelo que é justo e correto! Por Eduardo Almeida

julho 17, 2014

A boa luta, a luta pelo o que é justo e correto, está, em boa parte, esquecida, solapada sob o desconfortável silêncio de quem sente necessidade de agir, mas não encontra forças para mudar o cenário que percebe e vivencia.

Continuamos, por assim dizer, “deitados eternamente em berço esplêndido”, mesmo percebendo que a mão que balança esse berço, apesar de nos acalentar, nos manipula e silencia.

Somos submetidos a essa dura realidade unicamente porque é fácil dominar quem não tem consciência de sua própria força e grandeza.

E não me refiro aqui apenas ao lamentável cenário político com que coadunamos (no mínimo, por omissão). De modo geral, sem desenvolvermos a consciência de nossa índole guerreira, dificilmente seremos capazes de dar sentido, significado ao combate diário que é a vida em sociedade, assumindo o comando de nossas vidas e carreiras.

E não se pode negar: viver é um combate!

 

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Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo Almeida. Integrare Editora.

 

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Ensine o seu filho a ter DISCIPLINA. Por Içami Tiba

julho 14, 2014

Antigamente, há 50 anos, a pessoa disciplinada era quem seguia as regras sem transgredi-las. Hoje é também a capacidade de terminar o que se compromete a fazer. A disciplina ensina a não parar no meio, não abandonar o que começou e começar nova atividade.

 

Primeiro a criança termina o que começou e depois começa qualquer outra atividade que quiser.

Naturalmente, as crianças não nascem com a disciplina comportamental, mas elas podem facilmente ser mais disciplinadas se obedecerem a seu ritmo fisiológico como âncoras da programação diária. O sono e a alimentação podem rapidamente adquirir um ritmo saudável, com horários que respeitem o ciclo da fome e do sono. Crianças bem nutridas e bem dormidas são mais tranquilas e conseguem esperar mais para realizar suas vontades, significando que não são tão impulsivas, imediatistas e egoístas quanto as crianças que querem comer a qualquer hora e não dormir (ou dormir) na hora em que quiserem (e não quando for melhor para o organismo, para elas e para todos).

 

 

Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Pensar estrategicamente é se tornar a mudança… Por Dulce Magalhães

julho 10, 2014

O pensamento estratégico se desenvolve quando, ao invés de caminharmos pelos cenários com pré-concepções das possibilidades vindouras, abrimos nossos sensores para, a cada instante, redefinir nossa posição e rever nossos passos, dentro da mutação constante do caminho, sem perder de vista o propósito.

A essência do pensamento estratégico não é a capacidade de previsão, mas da mutabilidade necessária na imprevisibilidade da existência. Dessa forma, estratégia torna-se sinônimo de flexibilidade e faz parceria com criatividade.

Pensar estrategicamente é se tornar a mudança, é ser absorvido pela realidade a cada passo do caminho, sem se apegar ao mapa das expectativas, que, muitas vezes, forma uma névoa em que não conseguimos enxergar o verdadeiro território.

 

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Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã”, de Carlos Alberto Julio, Cesar Romão, César Souza, Clóvis Tavares, Eugenio Mussak, Içami Tiba, João Roberto Gretz, Leila Navarro, Luiz Almeida Marins Filho, Marco Aurélio Ferreira Vianna, Reinaldo Polito, Waldez Luiz Ludwig. Integrare Editora

 

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