Concentre-se no que existe de melhor

setembro 14, 2011

SEUS OBJETIVOS serão seu filtro na hora de selecionar o que servirá de conhecimento potencializador de sua marca pessoal. Se você quer avançar nos negocios, dentro da sua área, eu recomendo que se dedique com mais atenção aos periódicos desse setor, dando apenas uma passada rápida nos outros. No ramo de negócios, há excelentes títulos. Busque os melhores e se concentre neles.

Se voce ler todos os dias o melhor jornal de negócios, com certeza terá um conhecimento muito maior na hora de conversar com outro especialista do que se tentar ler cinco outros títulos simultaneamente.

Escolha um ou dois títulos entre os melhores. Concentre-se em dois ou três especialistas. Leia alguns articulistas respeitados e estude com profundidade cada comentário diário. Será muito mais produtivo do que tentar abraçaar a opinião de muitos comentaristas e não chegar a conclusão nenhuma.

Se você concluiu que o seu sonho é moda, invista nos últimos periódicos desse segmento. Consulte amigos, converse com especialistas. Veja o que eles recomendam. Leia aquilo que realmente interessa. Procure a “bíblia do setor” e as principais publicacoes sobre o assunto e concentre-se nelas. Nas suas viagens, procure conciliar lazer e trabalho. Vá visitar

aquele centro de moda com que sempre sonhou. Isso é um investimento na carreira e uma oportunidade de conciliar as coisas. Sem culpa!

Fonte: Trecho do livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

Anúncios

A Geração Y e o Ambiente

setembro 12, 2011

O lugar onde as experiências são desenvolvidas é extremamente importante para esses jovens que, diferentemente dos de outras gerações, não estabelecem prioridades para o ambiente físico, normalmente muito mais despojado. SEU FOCO PRINCIPAL ESTÁ NO RELACIONAMENTO COM OUTROS PARTICIPANTES DO DESAFIO.

Cabe ao líder proporcionar um clima de trabalho harmônico, flexível e favorável às experiências coletivas, contribuindo significativamente para a motivação de suas equipes. A omissão ou mesmo minimização dos efeitos de relacionamentos negativos favorece o surgimento de “compensações” informais, com o jovem concentrando suas energias em atividades desconectadas de suas metas.

É preciso substituir os atuais modelos baseados em produção e processos – que buscam incessantemente maior produtividade com menor custo – por modelos baseados em relacionamentos e resultados. Para isso, temos de nos desprender das premissas de autoridade e poder que conhecemos e adotar uma postura de aprendizes, buscando um novo modelo de desenvolvimento pessoal baseado nos novos instrumentos que a tecnologia atual proporciona.

Fonte: Trecho do livro “Geração Y – O nascimento de uma nova versão de lideres”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Coincidências existem?

setembro 9, 2011

Oito e meia da manhã, o café do aeroporto estava cheio. Ele encontrou um lugar, abriu o cardápio.

– Tudo bem se eu me sentar à sua mesa?

Jamie Forbes ergueu o olhar para ela, uma dessas pessoas de que você gosta no minuto em que bate o olho.

– Sente aí – disse ele.

Ela colocou uma mochila ao seu lado.

– É aqui que se aprende a pilotar?

– Não – respondeu ele, apontando para o céu pela janela.

– Você aprende a pilotar lá em cima.

Ela olhou e assentiu.

– Sempre disse que um dia iria aprender. Aprender a pilotar. Prometi a mim mesma, mas não transformei a promessa em realidade.

– Nunca é tarde – disse ele.

– Ah… – fez ela, com um sorriso melancólico. – Acho que para mim é. – Ela estendeu a mão. – Dee Hallock.

– Jamie Forbes.

Os dois olharam para o cardápio. Algo leve, só um lanchinho, pensou ele. Suco de laranja e torrada seriam uma opção saudável.

– Você está em viagem – comentou ele.

– Sim. Pegando carona. – Ela colocou o cardápio de lado e, quando a garçonete chegou, pediu: – Chá e torrada, por favor. De hortelã e com pão integral.

– Sim, senhora – disse a garçonete, memorizando o pedido fácil, e depois se voltou para ele.

– Chocolate quente e torrada de centeio. Carona?

– Você vai pilotar hoje – comentou a garçonete. – Não devia fazer um pedido tão leve, nesta manhã.

– Leve é bom – disse ele.

Ela sorriu e saiu para servir outra mesa, com os pedidos dos dois na cabeça.

– Você está pegando carona em carros ou aviões? – quis saber ele.

– Não tinha pensado em aviões – respondeu Dee. – É possível fazer isso?

– Pedir não dói. Mas é melhor tomar cuidado.

– Por quê?

– Aqui é região de montanha. Alguns aviões não voam tão bem quanto outros, bem alto, com passageiros.

Quarenta e poucos anos, pensou ele. Executiva. Por que está pegando carona?

– Respondendo à sua pergunta – disse ela –, estou testando uma hipótese.

Cabelos castanho-escuros, olhos castanhos, aquela beleza magnética que a curiosidade e a inteligência trazem ao rosto de uma mulher.

– Minha pergunta?

– Por que ela está pegando carona?

Ele piscou.

– Tem razão. Eu estava pensando em algo desse tipo.

Qual é sua hipótese?

– Não existem coincidências.

Interessante, pensou ele.

– Que tipo de coincidências não existem?

– Sou uma exploradora das oportunidades iguais – respondeu ela. – Não importa de que tipo. Você e eu, por exemplo; não me surpreenderia se nós dois tivéssemos um amigo importante em comum. Não me surpreenderia se houvesse um motivo pelo qual estamos nos encontrando. Nem um pouco.

Ela o olhou como se soubesse que havia mesmo.

– É claro que não temos como saber – disse ele.

Ela sorriu:

– A não ser por coincidência.

– Que é algo que não existe.

– É o que estou descobrindo.

Busca bacana, pensou ele.

– E está descobrindo mais coincidências por quilômetro nas estradas do que no seu escritório?

Ela assentiu.

– Não acha isso perigoso, pegar carona? Uma mulher atraente pedindo para ser apanhada por qualquer um na estrada?

Risada de isso-é-impossível.

– Eu não atraio o perigo.

Aposto que não, pensou ele. Tem tanta confiança assim em você mesma ou é apenas ingênua?

– A sua hipótese está se confirmando?

– Ainda não estou pronta para chamá-la de lei, mas acho que, pelo menos, logo mais será minha teoria.

Ela havia sorrido ao comentar sobre atrair o perigo; ele ainda não entendera aquilo.

– Eu sou uma coincidência? – perguntou ele.

– Jamie é uma coincidência? – disse ela, como se estivesse falando com alguém que ele não pudesse ver. – Claro que não. Vou lhe contar depois.

– Acho que você é uma coincidência – disse ele. – E não tem nada de errado nisso. Eu lhe desejo sorte em sua viagem.

– Não houve nenhuma palavra nesta mesa que significasse algo para você? – quis saber ela. – Nada que o tenha transformado até agora?

– “Até agora” é o termo operativo – disse ele. – Diga algo capaz de me chocar, moça, algo desconhecido para mim, que possa mudar minha vida, e concordarei que você não é uma coincidência.

Ela pensou a respeito, com um sorrisinho.

–      Vou lhe dizer uma coisa – falou. – Sou hipnotizadora.

Fonte: Trecho do livro “Hipnotizando Maria”, de Richard Bach

 Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

 Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Cumprimento da palavra dada

setembro 5, 2011

Se percebemos que uma pessoa se esforça para cumprir as promessas que faz, somos mais propensos a confiar nela. O contrário também é verdadeiro: quem faz promessas mas não as cumpre ganha a desconfiança alheia.

Somos capazes de compreender que alguém não honre a palavra dada se tiver um forte motivo para tal, mas, se isso acontece com alguma freqü.ncia, a pessoa perde a credibilidade.

Outra situação que também ocorre é que, se a promessa é importante e cria grande expectativa, porém não se realiza, o desapontamento faz com que haja uma quebra de confiança imediata. Um chefe que promete uma promoção e termina não honrando a palavra dada perde a credibilidade perante o funcionário.

Todas essas possibilidades recomendam cautela com as promessas que se faz. Melhor ser reconhecido como alguém que promete pouco, mesmo que não faça muito, do que ser reconhecido como alguém que promete muito e faz pouco.

 

Fonte: Trecho do livro “Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José Maria Gasalla

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

 Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


setembro 2, 2011

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

 

 Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 

 


%d blogueiros gostam disto: