dezembro 23, 2011


Desenvolvendo a intuição

dezembro 23, 2011

O que acontece quando se lança uma moeda ao ar a fim de tomar uma decisão? Centenas de pensamentos passam pela mente do momento em que a moeda deixa a mão até o resultado final: cara ou coroa. Oculto nessas mensagens está o verdadeiro resultado que você deseja obter.

Se estou trabalhando ao lado de alguém que não consegue decidir entre A e B, digo: “O.k., vamos tirar na moeda”. E então decidimos: cara será A, coroa será B. Então, jogo a moeda para o alto, com força. Assim que a recolho, eu a cubro e pergunto a essa pessoa: “Que lado você estava esperando como resultado?”. Em 90% dos casos, ela me dará a resposta. Nesse momento, coloco a moeda no bolso e jamais revelo o lado em que ela caiu.

Quando você sabe de algo, você realmente sabe.

Se você aprender a desenvolver essa intuição, não terá mais a necessidade de tomar decisões por meio da moeda.

 

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Mude!” de Michael Heppell – Integrare Editora

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Transcendendo as ilusões

dezembro 21, 2011

Uma critica, por exemplo, não deveria ser vista como nada alem disso. Pode ser ferina, honesta, maldosa, construtiva etc., mas é apenas uma crítica, não uma definição da pessoa, nem mesmo uma síntese da verdade. Acreditamos que a critica pode definir e rotular uma pessoa, estabelecendo um limite ou uma condição de ser e agir. Essa é outra questão, que não pode ser confundida com critica.

Vemos através dos véus da ilusão que nossos modelos mentais nos dão. Definimos interiormente o que é prosperidade, sucesso, realização, solução, problema, enfim, tudo o que diz respeito à vida, e passamos a agir de acordo com esses padrões internos considerados verdades absolutas.

Fonte: trecho do livro “O Foco Define a Sorte” de Arthur Bender – Integrare Editora

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Quais os seus objetivos para o próximo ano?

dezembro 19, 2011

Diga sem pestanejar: quais são seus objetivos para este ano? Vamos!

Rápido, sem pestanejar! Vamos! Pelo menos três. Concretos, rápido!

Não! Não vale dizer que quer ser feliz. Todos nós queremos ser felizes.

Exercite um pouco a imaginação. Se você tivesse, hipoteticamente, o poder de decidir o que quer conquistar e se isso fosse conseguido agora, num estalar de dedos, o que seria? Fama? Fortuna? Reconhecimento?

Reputação? Quanto é uma fortuna para você? Dobrar o salário? Triplicar?

A força dos objetivos:

Existem várias teorias sobre o assunto. Uma delas é que, ao escreve suas metas e objetivos numa folha de papel, você se compromete com eles e o universo conspira a seu favor. Uma teoria meio à Paulo Coelho, concordo, mas que pode funcionar se você acreditar nisso.

Outros dizem que, se escrever suas metas e objetivos numa folha de papel e olhar todos os dias para eles, você se comprometerá com isso.

Criará uma atitude mental favorável que o ajudará a se concentrar naquilo que quer. No mínimo, vai decorar isso de tanto ler e repetir, o que pode ajudá-lo a manter a mente focada nos seus objetivos.

Eu não descarto nenhuma das duas. Acredito nessa “conspiração cósmica” com aquilo que está escrito, mas acredito também que o poder maior é do seu próprio compromisso. Quando você escreve, é obrigado a pensar no assunto. Ao escrever, automaticamente está mentalizando e se comprometendo com o que quer. E isso passa a ser um compromisso pessoal com a sua marca e com você mesmo.

A cada objetivo alcançado, faça um grande risco sobre ele com um pincel atômico colorido e anote ao lado: “Conquistado!”.

Você vai o descobrir o imenso prazer de fazer isso. É quase como o de uma criança que ganha um brinquedo novo no Natal! É genial ir até o seu quadro de objetivos e dizer: “Estou aqui assinalando mais uma das minhas conquistas!”. Você vai achar fantástico fazer isso! Pode acreditar.

Isso lhe dará forças para ir atrás das conquistas seguintes. Quando sentimos essa força ao conquistar os primeiros objetivos, tudo se torna mais palpável e ganha corpo. ACREDITE!

 

 

Fonte: trecho do livro “Personal Branding” de Arthur Bender – Integrare Editora

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Educação Sustentável

dezembro 16, 2011

Fonte: Coluna do autor Içami Tiba para a revista Viva São Paulo. Nov/2011


Waffles

dezembro 14, 2011

Jennifer, 11 anos, acorda, arruma a cama, dá uma olhada ao redor do quarto para verificar se tudo está no devido lugar e dirige-se à cozinha para preparar seu café da manhã. Examina o que há no freezer para comer, apanha um pote de waffles congelados e conta quantos ainda restam — seis.

“Vou comer três waffles agora e três amanhã de manhã”, pensa Jennifer consigo mesma. Põe então três waffles para tostar e em seguida senta-se para tomar seu café-da-manhã.

Algum tempo depois, sua mãe e seu irmão de 5 anos, Adam, entram na cozinha. A mãe pergunta ao menino o que ele gostaria de comer no café da manhã. “Waffles”, responde Adam. Assim, ela abre o freezer para apanhálos.

Porém, Jennifer, que estava até então ouvindo tudo atentamente, dá vazão à sua raiva.

— Ele não pode comer esses waffles que estão aí! — grita Jennifer, enrubescendo rapidamente.

— Por que não? — pergunta a mãe, já com a voz alterada e a pulsação acelerada, tentando a todo custo entender o comportamento da filha.

— Porque eu é que vou comê-los amanhã de manhã! — berrou Jennifer, saltando da cadeira.

— Mas o seu irmão também quer, e hoje! — berrou a mãe em resposta.

—    Ele não pode comê-los! — gritou Jennifer, agora encarando a mãe.

A mãe, precavida contra as agressões físicas e verbais das quais sua filha é capaz nesses momentos, e já desesperada, pergunta ao filho se há alguma outra coisa que ele gostaria de comer.

— Eu quero waffles… — choraminga Adam, escondendo-se atrás da mãe.

 

Jennifer, extremamente frustrada e agitada, empurra a mãe, tirando-a do caminho, apodera-se do pote de waffles congelados, bate com força a porta do freezer, lança ao chão uma das cadeiras da cozinha, agarra o prato de waffles torrados e sai dali para o seu quarto batendo o pé, evidentemente irritada. Seu irmão e sua mãe começam a chorar. A verdade é que essa mãe não está sozinha; existem por aí milhares de Jennifer. Os pais de crianças como ela com freqüência descobrem que as estratégias que normalmente são efi cazes para modelar o comportamento de outras crianças — como explicar, ponderar, tranqüilizar, acalentar, insistir, ignorar, recompensar e punir — não têm o mesmo resultado. Mesmo os medicamentos comumente prescritos em geral não promovem uma melhora satisfatória.

Se você tem um filho ou uma filha como Jennifer, provavelmente sabe bem como os pais se sentem frustrados, confusos, irritados, tristes, culpados, completamente desarmados, esgotados e desanimados.

Essas crianças têm qualidades maravilhosas e um tremendo potencial. Na maioria das vezes, suas habilidades cognitivas usuais desenvolveram-se em um ritmo normal. Contudo, a infl exibilidade e a baixa tolerância a frustrações na maior parte do tempo obscurecem seus traços positivos, causando nelas e nas pessoas ao redor imenso sofrimento. Não há nenhum outro grupo de crianças tão mal compreendido. Seus pais normalmente são pessoas afetivas, atenciosas e bem-intencionadas, mas com freqüência se sentem culpados por não serem capazes de ajudar os filhos.

Fonte: trecho do livro “Criança Explosiva”, de Ross W. Greene – Integrare Editora

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Participação dos Pais na educação escolar

dezembro 12, 2011

Quais são os benefícios do envolvimento dos pais na educação escolar?

De que forma uma boa aliança entre a casa e a escola impactam nos resultados escolares?

A união entre os pais e a escola contribui diretamente para a melhoria do cotidiano escolar em vários sentidos. Com um senso de aliança casa-escola, forma-se uma equipe que atua em conjunto. Há uma partilha de interesses, um fortalecimento das falas de ambos e maior organização da vida dos filhos. Quando cada parte indica uma direção a seguir, os filhos se perdem no meio do caminho e tendem a estacionar.

É interessante que a escola ofereça serviços de orientação familiar por seus próprios profissionais ou por especialistas. Se, por um lado, isso pode ser levado como mais uma “sobrecarga”, mais uma atribuição à escola, pode ser visto também como uma forma de esta obter uma elevação nos níveis de comunicação com as famílias que atende e em seus resultados.

Desejar que os pais participem mais sem oferecer motivação e sem pensar em estratégias para formar e gerenciar essa aliança não é eficaz e gera frustração em todos os envolvidos. Os pais se sentem excluídos, os educadores se sentem frustrados e os alunos ficam abandonados, perdidos e, não raro, confusos.

Orientar as famílias e aproximar os pais da educação de seus filhos traz, ainda, outros benefícios:

➥ provê estratégias para os pais poderem melhorar sua relação com os filhos;

➥ ajuda o educador a conhecer a família, saber como os pais reagem às atitudes dos filhos, formam e gerenciam suas expectativas e resultados alcançados;

➥ permite ajudar a definir com mais clareza o papel dos pais no estabelecimento de limites com os filhos e ajudá-los a se sentirem mais seguros nas suas orientações;

➥ coloca a escola como promotora de um importante serviço a sua comunidade, estabelecendo assim um papel de prevenção no atendimento aos pais, e claro, aos alunos;

➥ ocorre uma melhoria do rendimento em notas, participação e andamento escolar (comportamentos e atitudes gerais).

A escola proativa passa a não receber os pais somente quando os filhos apresentam problemas, mas sim para desenvolver um trabalho sério, profundo e comprometido, que gera um vínculo de mais confiança, reciprocidade e proximidade.

Um importante senso de continuidade é o que a criança sente quando seus pais e sua escola têm um bom relacionamento. Isso permite que a criança deseje ir mais a fundo no que faz, assuma mais riscos e se desenvolva intelectualmente com mais afinco. O envolvimento dos pais na educação é um dos fatores mais importantes para o aumento considerável de possibilidades de sucesso na vida escolar.

O recebimento de informações ocorre dentro da sala de aula, mas a construção de hábitos, principalmente os de esforços, disciplina e respeito, começam dentro das casas, no seio da família, que também deve fazer sua parte.

Fonte: trecho do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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