Ao anunciar mudanças na empresa, não assuste as pessoas! (por David Miller)

fevereiro 3, 2016

Uma vez tendo enxergado as mudanças através das lentes do controle, você pode começar a perceber o que acontece às pessoas quando você anuncia mudanças. Isso é particularmente verdade quando anuncia mudanças que elas não estão esperando.

 

As mudanças rompem com os fortes sentimentos de controle conscientes ou inconscientes que as pessoas desenvolvem no status quo ou no estado atual. Consequentemente, as pessoas no meio das mudanças geralmente se sentem inseguras e amedrontadas. Elas estão preocupadas que lhes possa faltar a capacidade de mudar; elas podem ter tantas outras mudanças acontecendo que simplesmente não têm mais a capacidade de lidar com isso. Elas também podem estar preocupadas em não ter as habilidades necessárias. A ideia de aprender uma nova forma de produzir pode causar desconforto, já que geralmente as pessoas têm dúvidas se ainda possuem as competências que precisarão para terem sucesso. Além disso, pode lhes faltar a confiança de que serão capazes de produzir da nova forma.

 

As pessoas geralmente constroem certo nível de confiança na forma como trabalham hoje; sua confiança pode balançar se elas tiverem de desaprender tudo isso e produzir de uma nova forma. E elas ficarão desconfortáveis com as novas formas de trabalho e com as novas relações de trabalho; existe um nível de conforto em poder fazer seu trabalho bem o suficiente para não causar qualquer estresse. Além do mais, quando as tarefas e as responsabilidades mudam, as relações de trabalho podem ser alteradas; as pessoas geralmente perdem as relações estabelecidas e se preocupam sobre como as novas serão.

 

 

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Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso”, de David Miller – Integrare Editora

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Entendendo a nós mesmos para alcançar a mudança que desejamos. (por Dulce Magalhães)

dezembro 9, 2015

Para promover a mudança que almejamos precisaremos, portanto, investigar nossos bloqueios e mecanismos internos. Essa tarefa não é fácil nem poderá ser realizada sozinha. Teremos de contar com o feedback de outras pessoas.

 

Achamos que conseguimos lidar com tudo por conta própria, mas, se quisermos arrumar o cabelo, fazer a barba ou a maquiagem, enfim, mexer em nossa aparência, precisaremos de um espelho. Ao lidar com a aparência de nossas personagens na vida, precisaremos do outro como um espelho para enxergar a nós mesmos.

 

Para superar uma resistência à mudança devemos pedir e abrir‑nos para os feedbacks. Porém, isso não é suficiente, temos de exercitar a real intenção de aprender e rever conceitos e atitudes. Esse processo exigirá que duvidemos de nossas certezas arraigadas e nos coloquemos em posição de aprendizagem. Pense o seguinte: se o que você sabe não lhe permite mudar o que deseja, é porque o que você sabe não é suficiente para os seus propósitos. Abra mão de seu “saber” e comece a se perguntar sobre o que você ainda não sabe.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

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O que é consciência? (por Ken O`Donnell)

novembro 23, 2015

A consciência é, essencialmente, a percepção que a alma tem de sua própria existência. É o que está por trás do pensamento “eu existo” ou “eu sou”. Normalmente, junto com essa afirmação há algo mais — eu sou alguma coisa ou alguém. Esse acréscimo, que afeta a forma como a consciência funciona, pode ser chamado de autoidentidade. Como o que eu sinto que sou geralmente não permanece estável, o estado de consciência está sempre oscilando.

 

Num momento posso ter a consciência de que “sou um homem” ou “sou uma mulher” e, no próximo, “sou um engenheiro” ou “sou um alemão”. Num nível mais profundo, posso ter consciência de que “eu sou uma alma, um filho de Deus”.

 

Ao examinar qualquer processo de pensamento-decisão-ação, descobrirei que por trás dele sempre existe o sentimento de que eu sou uma coisa ou outra. A consciência é o trampolim de pensamentos, decisões e ações. Em outras palavras, a alma reage às circunstâncias externas de acordo com tudo o que ela sente ser naquele momento específico.

 

Por exemplo, um cirurgião é capaz de fazer uma cirurgia quando existe a consciência de ser um cirurgião. Essa mesma consciência destrava ou dá à alma acesso a toda informação e experiência relacionadas a ser um cirurgião.

 

Meu estado de consciência afeta meu estado mental, minha atitude e visão e, por fim, afeta as ações que desempenho e as situações nas quais eu me encontro. Se quero transformar todas as outras coisas, primeiro tenho de mudar meu estado de consciência.

 

As duas categorias básicas de consciência referem-se à alma ou ao corpo.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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O que acontece quando se para de inventar desculpas? (por Michael Heppell)

novembro 20, 2015

Quando você era criança e seu cérebro estava em plena produção, percebeu que, ao inventar uma desculpa por não ter feito algo, simplesmente se livrava daquilo. O problema é que isso ocorria aos 5 anos de idade. Agora, você já é adulto, mas ainda inventa desculpas para justificar o porquê de não ter feito, de não ter conseguido fazer, razões por que não fará, ou uma série infinita de modos de adiar compromissos, tudo para garantir que não precisará enfrentar uma determinada situação.

 

Se as desculpas são tão destrutivas, por que as usamos? Para saber a resposta, temos de retroceder dois passos. Encaremos de vez esta situação: muitas vezes, uma desculpa é uma mentira deslavada. “Não pude fazer isso hoje. Tive um dia cheio demais”. Tradução aproximada: “Droga! Passei metade do dia enrolando, quando devia estar fazendo o que era importante. Rápido, pense numa desculpa, mas que seja convincente. Já sei: direi que estava ocupado. Melhor ainda: direi que estava muito ocupado, tentando fazê-los sentir pena de mim”.

 

É possível que você nem soubesse dessas coisas. Isso porque talvez já estejam enraizadas no subconsciente, de modo que possam ser trazidas à tona numa fração de segundo. Parabéns! Portanto, se estão “enraizadas”, podem ser mudadas? Claro que sim, mas você terá de mudar também. Esse será o seu primeiro desafio. Na próxima vez em que se pegar inventando uma desculpa, mude e certifique-se de que sua explicação corresponde à verdade: “Essa é a verdade, a completa verdade, nada mais do que a verdade”.

 

Veja duas situações que mostram como isso pode funcionar.

 

Um homem vai ao mercado. Sua esposa lhe pede para trazer um produto de lá, mas ele se esquece completamente. Ao chegar e ser questionado por ela, ele provavelmente dirá: “Procurei no mercado inteiro e não encontrei; deve ter acabado”. Que tal mudar e dizer “Ah, não! Esqueci completamente. Não tenho desculpa. Vou voltar lá agora mesmo e buscar”.

 

Outra situação. “Como? Não recebeu meu e-mail? Bem, é que tivemos alguns problemas técnicos no sistema, deve ter sido por isso que a mensagem não chegou até você”. Que tal mudar e dizer: “Peço mil desculpas, mas ainda não enviei. Você poderia fazer a gentileza de me dar mais uma hora para completar a tarefa?”.

 

Não é melhor assim? Não sei quanto a você, mas comparando as desculpas esfarrapadas com uma boa dose de honestidade, prefiro a última opção.

 

Duas advertências:

  • Não perca seu emprego, amigo ou membro da família ao fazer isso. Antes pecar pelo excesso de cautela do que pela falta.
  • Teste seus próprios limites, indo um pouco além do que normalmente iria. Por que se preocupar?

 

Ocorre algo verdadeiramente libertador quando se para de inventar desculpas. A necessidade de justificar as ações (ou a falta delas) é significativamente reduzida. As pessoas passam a ver um outro lado seu, e você notará que elas reagem de modo diferente e mais positivo. O hábito de inventar desculpas faz seu caminho ser mais lento, cria obstáculos à criatividade e à confiança.

 

 

 

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Fonte: livro “Mude!”, de Michael Heppell. Integrare Editora

 

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Como relaxar de modo adequado (por Michael Heppell)

março 6, 2015

1. Reserve 15 minutos de seu dia. Sim, isso é possível: não assista ao telejornal, levante 15 minutos mais cedo, falte a uma reunião. Se realmente quiser, você encontrará 15 minutos.

2. Escolha um lugar onde você não será incomodado. Desligue seus telefones, feche as janelas etc.

3. Caso não se sinta confortável com o silêncio, coloque um CD relaxante para tocar.

4. Permaneça sentado. Se deitar, seu cérebro entenderá a mensagem de que você pretende tirar uma soneca, o que seria bom, mas não é esse o objetivo.

5. Respire profundamente duas vezes e feche os olhos.

6. Concentre-se em relaxar sua respiração, desacelerando-a.

7. Ao dar início ao relaxamento, concentre a mente em ideias, sons e imagens relaxantes.

8. À medida que estiver cada vez mais relaxado, concentre-se neste sentimento maravilhoso que é o estado de relaxamento.

9. Se sua mente começar a divagar, aceite o movimento criativo que ela faz mas retorne ao relaxamento.

10. Quando estiver relaxado, perceba-se transformando-se numa pessoa em forma e mais saudável. Visualize-se fazendo boas escolhas, ativo e com saúde e energia vibrantes.

11. Quando sentir que é a hora, conte lentamente de um a cinco e, a cada número, perceba-se cada vez mais alerta.

12. Chegando ao número 5, abra os olhos, faça um leve alongamento e aprecie o sentimento de completo relaxamento que acaba de criar.

Um relaxamento adequado requer disciplina e prática, mas os resultados são fantásticos. Esta é uma daquelas coisas que sabemos que são necessárias, mas para as quais geralmente não encontramos tempo. Bem, que tal perder o telejornal ou uma das novelas?

O relaxamento profundo é um elemento fundamental para ter uma saúde fantástica.

Fonte: livro “Mude! : como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell. Integrare Editora

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É hora de ter um corpo saudável (por Michael Heppell)

novembro 14, 2014

O.k., fanáticos pela boa forma física, estão prontos? Sim? Então, é hora de… PARAR, desacelerar, respirar fundo e relaxar. Você realmente pensou que eu fosse lhe sugerir um programa que o preparasse para enfrentar uma maratona daqui a um mês? Ora, a ideia deste livro é mudar! Nosso estilo aqui é outro.

Acredito fervorosamente que se você quiser ter um corpo saudável terá de começar por uma mente saudável. Mude e comece pelo plano interior.

Aprender a relaxar de forma adequada exige a mesma dedicação do preparo para uma maratona. A única diferença é que você usará outro tipo de músculo. Muitos associam o relaxamento a sentar-se diante da tevê, entregar-se à inércia total, a tornar-se uma pessoa largada. Mesmo que haja espaço para esse tipo de diversão, não é necessário ler um livro para descobrir como aperfeiçoá-la!

Desafio você a aprender a relaxar adequadamente e, enquanto estiver nesse estado maravilhoso, usá-lo como ponto de partida para atingir a saúde e a vitalidade perfeitas. Assim, estará muito mais inclinado a fazer aquilo que sabe que precisa fazer. Encontrará tempo para isso e se sentirá feliz com o processo todo.

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Fonte: livro “Mude – Como ajustar o ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell. Integrare Editora

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O foco não é ter uma vida feita de coisas boas ou ruins. A vida é completa, portanto tem coisas boas e ruins! Por Gabriel Carneiro Costa

agosto 28, 2014

A ansiedade também é uma emoção temporal, porém no sentido inverso. Não ficamos ansiosos por algo que já aconteceu. Elevamos a ansiedade quando projetamos o futuro, seja de curto ou de longo prazo. E, geralmente, depois que o fato que nos preocupava passa, nos damos conta de que nem foi tão difícil. Os pontos se ligam e tudo passa a fazer sentido. Encontramos explicação e alinhamento com a nossa vida e voltamos a ficar tranquilos.

Por isso, sempre acreditei que é importante ter fé. Não me refiro a uma religião específica, mas à fé de que lá na frente tudo fará sentido.

 

Para todo novo ciclo que se encerra, um novo se abre. E é assim com tudo aquilo que julgamos perdido. Seja algo material ou até mesmo uma pessoa amada. Toda perda gera uma transformação. Seja com pouca ou com muita dor, nós nos obrigamos a mudar em algum aspecto. Um ciclo de convívio com um familiar que falece se encerra para abrir um novo formato de convívio na família. Um grande amor que acaba abre espaço para um novo estilo de vida. Uma perda significativa de dinheiro, ou de algo material, é a oportunidade para recomeçar de forma diferente.

Não quero aqui diminuir a dor das perdas. Muitas vezes carregamos essas dores por anos, para somente depois se tornarem saudade. Mas o fato é que em todas as perdas sempre há a oportunidade de ter um ganho, mesmo que só venhamos a reconhecer isso mais tarde.

  

O processo de autoconhecimento tem início, meio, mas não tem fim. E uma vida feliz não é uma vida sem problemas, mas sim uma vida em que temos capacidade de resolvê-los.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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