Por que o medo de se abrir para o novo?

setembro 28, 2011

Estamos reduzindo as possibilidades de nossa vida e limitando o potencial de nossa obra pela dificuldade de nos abrirmos verdadeiramente para o amplo horizonte do novo. Os padroes que formatam nosso olhar sobre a existência também criam uma cortina de fumaça que nos ilude e confunde nossas percepções. Estamos presos na caixa de tijolos e enxergamos o mundo pela estreita fenda de nossas crenças.

Einstein, novamente, nos ensina que “não é possível resolver os problemas com o mesmo nível de conciência que os criou”. É preciso transcender o estado do pensamento e a percepção que gerou determinada situacao ou relação e raciocinar em um estado mais amplo e, portanto, mais cheio de possibilidades. 

Alternativas sao meios ou métodos novos, ainda nao pensados. “Alter” quer dizer outro, algo que pode ser diferente, mas faz parte do mesmo contexto; e “nativo”, algo nato, próprio daquela experiência. Alternativas são caminhos diversos que seguem para o mesmo destino. Por vezes persistimos em um caminho cheio de dificuldades e barreiras que desaceleram ou até mesmo nos impedem de prosseguir por n˜åo sermos capazes de ver outros caminhos, trilhas ou desvios possíveis, as alternativas.

A forma como enxergamos a realidade é que a modela. Vivemos dentro dos limites de nosso olhar, de nossa percepcao. Cada um de nós modelou uma lente, uma forma de ver a realidade, ou o que a ciência chama de paradigma. Essa formatacao não é  a verdade, é apenas um modelo pessoal da verdade. Sendo assim, precisamos estar atentos à possibilidade de ver outras formas, outros modelos de mundo

Fonte: Trecho do Livro “O Foco Define a Sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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