Transformando o amor em realidade…

junho 29, 2012

As coisas que buscamos já estão em nós. Mas talvez você esteja pensando: “Espere um pouco. Façamos aqui um confronto com a realidade.

Se o amor, a paz e a felicidade já estão sempre dentro de mim, por que não os sinto o tempo todo?”. Talvez pelo fato de ter aprendido a “acreditar” que, para sentir essas coisas, precisa ir buscar algo, ser algo ou encontrar alguém. Mas, na verdade, a única maneira de sentir essas coisas é “dando” alguma coisa, pois, quando você dá algo com amor, quem é que sente primeiro esse amor? Você mesmo! Mas não me interprete mal: não estou sugerindo que vá para o escritório amanhã e saia dizendo “Eu te amo” para todos ao redor. Bem, pode fazer isso, se quiser, mas eu não recomendaria (se fi zer, conte-me como foi!).

Porém, que aparência tem a energia do amor, quando posta em ação? Que tipos de comportamento são motivados, moldados e estimulados pelo amor? Reserve um momento para compor uma lista, numa folha à parte, a qual, provavelmente, será parecida com a seguinte.

 

 

As suas ações nascem daquilo que é verdadeiro dentro de você, a partir da energia do seu coração. Você está usando a energia do seu coração, que é o amor, e, à medida que a usa, que a partilha, não importa de que maneira, você é a primeira pessoa a senti-la e a sentir-se fortalecido com ela.

 

Fonte: livro “Os sete mitos sobre o Amor”, de Mike George – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 

Anúncios

A linguagem do corpo é o toque

junho 27, 2012

Uma criança tratada com carinho terá, certamente, uma sexualidade feliz. Os mais ou menos acariciados — a imensa maioria — dependerão do que virá depois. E os mal-acariciados, mesmo diante de condições favoráveis, terão poucas chances de um contato corporal bem-sucedido.

Já atendi mulheres que continuaram com o corpo “anestesiado” mesmo depois de vários tratamentos: terapia hormonal, regressão a vidas passadas, numerologia, psicanálise e até bênçãos de pai de santo.

Quando se beija ou se abraça uma pessoa, muitas vezes é possível deduzir como sua sexualidade primitiva foi trabalhada. Algumas viram soldados de chumbo ou porcos-espinhos ao menor contato com a pele alheia.

A sexualidade natural e sua energia atingem fundo a emoção. Brilham! Hipnotizam a mente e inundam os olhos de magia.

 

 

 

Fonte: livro “Mulher – Um projeto sem data de validade”, de Malcolm Montgomery – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Como anda a sua Performance?

junho 25, 2012

Alta Performance é fazer e pensar o melhor possível.

Parece fácil conseguir pensar e fazer o melhor possível: pessoas esforçadas acreditam, em geral, que estão dando o melhor de si – e com isso acham que se encaixam no modelo. O conceito “o melhor possível”, no entanto, não é o que elas conhecem, mas o que, de fato, pode ser feito como o melhor possível.

Às vezes, “o melhor possível” de uma pessoa é ultrapassado por nova tecnologia, técnica ou expertise do mercado. Exemplo:o telefone celular. Alguém que não tenha o seu tem de parar tudo em que estiver envolvido para buscar um telefone fixo e fazer uma ligação. Mas, quem tiver o seu aparelho móvel, onde quer que haja sinal, pode estabelecer comunicação na hora. Poupou tempo e esforço, locomoção e energia.

 

Numa linha do tempo, antes do celular, o telefone fixo já era um grande invento: quem não o conhecia achava que o telegrama era o recurso de vanguarda; e, enquanto não havia telegrama, o “melhor possível” era uma carta. No ano 490 a.C., o soldado Pheidippides partiu de Maratona, na Grécia, para Atenas levando a notícia que os gregos venceram os persas. Correu 40 mil metros, entregou a mensagem, caiu e morreu de exaustão. Hoje, num clicar do mouse, sua mensagem seria passada em segundos para o todo o planeta.

Uma pessoa que não esteja afeita à excelência que se produz na área dela não está focada no “melhor possível”: ela precisa pesquisar, atualizar‑se, capacitar‑se para os recursos já existentes em seu presente. Essa observação serve para lembramos que há pessoas totalmente autocentradas – que acreditam que, se algo for o melhor para elas, então é bom para o mundo. Agem e pensam como se fossem o centro do Universo. Ocorre, todavia, que “o melhor possível” não reside no indivíduo, mas no relacionamento que ele estabelece com os outros e com o seu meio ambiente.

 

 

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de  Içami Tiba – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 


Amizade com o tempo

junho 22, 2012

Os gregos, que encontravam explicação para tudo por meio das forças emanadas pelo monte Olimpo, não se contentavam em ter um deus do tempo, tinham logo dois: Chronos e Kairós. Um só deus grego não seria suficiente para explicar a relação do homem com o tempo, tamanha a tensão que existe entre ambos.

A única proeza em que o homem teve sucesso, a respeito do tempo, foi conseguir medi‑lo. Para isso, analisou ciclos, como os movimentos da lua e do sol, observou seu efeito sobre a natureza e então padronizou os tempos, do ano, das estações e dos dias, posteriormente divididos em frações, chamadas, horas, minutos, segundos. Em sua arrogância, o humano acreditou que, ao medir o tempo, o controlaria. Doce ilusão. As medidas só serviram para aumentar a sensação da passagem veloz do tempo, que escorre pelas mãos, como a água que, formada por moléculas, sempre encontra um caminho para seguir seu destino, que é a gravidade. O tempo é assim, líquido, escorre pelas mãos, atraído pela gravidade do destino.

Mas nem tudo está perdido, pois nós, humanos, podemos ser apenas pobres mortais, mas temos uma ferramenta que nos permite controlar, se não o tempo, nossa própria existência. Ela se chama consciência. E nos permite conviver com o tempo a partir de três visões: da física, da metafísica e da ética. Do ponto de vista físico, o tempo pode ser medido; no âmbito da metafísica, o tempo pode ser sentido; e, de acordo com a ética, o tempo deve ser vivido.

 

Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de  Eugenio Mussak – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Você precisa ser diferente?

junho 20, 2012

Você deve estar se perguntando sobre aquelas pilhas de revistas que ensinam a fazer currículos e as centenas de recomendações de artigos que falam da importância de dominar várias áreas e possuir um amplo conhecimento genérico. É um debate quente entre especialistas de RH e gerenciadores de carreiras.

É a grande moda do momento. Poucos defendem a ideia de ser especialista. A maioria diz que você tem de ser generalista, que o mercado precisa de generalistas. Eles sustentam que a pessoa deve ter amplas habilidades e dominar vários campos para ter sucesso no mercado de trabalho. Eu concordo e ao mesmo tempo discordo das duas teses. Como estrategista de marcas, acredito numa coisa poderosa: você precisa

ser diferente.

Não tiro a razão deles, mas o que defendo com unhas e dentes é que você tem de ser DIFERENTE. Seu trabalho precisa ser diferente, seu foco deve ser estreito e diferenciado, sua marca precisa ter um valor singular e relevante para o seu segmento. O mercado procura a diferença. As pessoas valorizam a diferença e pagam mais por isso. Não importa se ela está na ultraespecialização ou na justaposição de diversas habilidades.

Você precisa encontrar essa diferença e construir sua posição. Num mundo hipercompetitivo, só há duas alternativas: ou você é hiperespecialista e constrói seu próprio segmento dentro do segmento, ou é um profissional hifenizado e constrói sua marca sobre duas ou três especialidades que o tornam diferente de qualquer outro. Mas continua a ser um profissional DIFERENTE.

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de  Arthur Bender – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Escolhas, sempre as escolhas!

junho 18, 2012

Uma das frases que mais ouço dos jovens é:

 

– Não sei o que quero fazer, só sei que quero fazer o que gosto…

 

Essa é uma postura muito firme que aparentemente demonstra personalidade. Parece bastante nobre ter esse tipo de comportamento diante da vida; contudo, essa demonstração de determinação é inútil, pois está associada à total falta de objetivos, de uma missão de vida, de um significado para as escolhas e decisões que tomamos. Quase sempre, ao ouvi‑la, lembro-me de outra frase:

 

– Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve.

 

Há certa confusão quando o jovem precisa definir seu caminho para o futuro. Na maioria das vezes, ele confunde as metas com o próprio significado em que deveria basear as suas escolhas – sua missão pessoal.

As metas têm um papel muito importante em nossas vidas. Indicadores de sucesso para nossas estratégias, elas servem como guias que indicam a direção que queremos tomar, mas não conseguem alcançar um significado maior do que a expectativa ou o resultado que estabelecemos. E é exatamente isso que confunde e fragiliza a busca por um objetivo na vida do jovem.

É muito comum encontrar jovens que dizem ter como objetivo de vida coisas como conquistar a independência financeira, comprar uma casa, trabalhar no exterior, ser um executivo de sucesso etc. Nada contra querer alcançar objetivos assim, eles são desafiadores para qualquer um e representam etapas importantes no desenvolvimento pessoal. Entretanto, coisas dessa natureza não significam nada além de metas.

Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de  Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Gestão de Mudança COM SUCESSO!

junho 15, 2012

Livro discute a importância do envolvimento das pessoas nos processos de mudança nas empresas

A chave para realizar mudanças bem-sucedidas é fazer uma implementação centrada em pessoas. Esta metodologia, adotada em mais de 35 países, agora está disponível a gestores, líderes e agentes de mudança no Brasil

 Mudar para evoluir. Mudar para se renovar. A mudança não é mais exceção, mas parte do cotidiano das organizações por questões tecnológicas, de competitividade e até de sobrevivência. Mas como implementar mudanças com sucesso de qualquer natureza, amplitude ou profundidade? Como envolver todos os responsáveis pelo processo de transição e engajar as pessoas para a mudança ocorrer? E o mais importante: como concretizar a mudança tendo alcançado os resultados esperados?

Trazer luz a tais questões é exatamente o objetivo do britânico David Miller que lança no Brasil, pelo selo Integrare Business, Gestão de Mudança com Sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas. Com prefácio de Simone Costa, sócia e diretora da Dextera – consultoria especializada em gestão de mudança com quinze anos de mercado – e revisão técnica de Rogério Faé Rodrigues, consultor da Dextera, o livro apresenta abordagem assertiva sobre como conduzir processos de mudanças nas empresas, a partir da experiência de 25 anos do autor como consultor da área de gestão de mudança.

Gestão de Mudança com Sucesso auxilia o leitor a entender como implementar mudanças bem-sucedidas a partir do envolvimento e engajamento das pessoas. “Há diferentes aspectos que surgem em minha mente quando falamos sobre mudança – estratégia, tecnologia, processos e pessoas são alguns deles. O livro é dedicado ao último aspecto. Preparar as pessoas para a adoção da mudança, afinal, é o que causa os maiores problemas e é nesse aspecto que você deve ser bem-sucedido para ter alguma chance de alterar os outros três” – ressalta o autor. Segundo David, a obra explora o que é preciso fazer para facilitar a mudança quando as pessoas têm de adotar novas formas de atuação que requerem um afastamento significativo de como elas vinham trabalhando.

Para o autor, a necessidade ou urgência de mudar é uma oportunidade de crescimento e melhoria para as empresas. No entanto, o inesperado sempre causa impacto no ser humano, pois é mais fácil permanecer na zona de conforto do que enfrentar o novo e se adaptar a ele, já que as pessoas tendem a mostrar temores e resistências diante das mudanças. Isso ocorre principalmente, quando, na gestão empresarial, a transformação organizacional não foi apresentada de forma clara.

O autor defende uma comunicação transparente entre gestor e colaboradores e a prática de um discurso que estimule a mudança, além de oferecer direção, incentivo e capacitação à equipe de projeto. A partir daí, as transformações podem se tornar molas propulsoras para o desenvolvimento do profissional, o qual, em conjunto com os demais colaboradores, geram os resultados desejados para empresa.

Mudar com sucesso

 

Segundo pesquisas, cerca de 70% das iniciativas de mudança falham ao alcançar o que foi prometido, e isso se deve ao fato de a empresa estar desalinhada com os objetivos da mudança. Aproximadamente 33% dos líderes não estão preparados para apoiar e serem agentes transformadores ou desconhecem os processos necessários para conduzir as pessoas para produzirem os resultados da organização.

Diante deste cenário, David Miller apresenta seis fatores críticos de sucesso baseados nos pilares da metodologia PCI (Implementação Centrada em Pessoas), desenvolvida pela Changefirst®, que podem auxiliar gestores, líderes e agentes de mudança durante a implementação. São eles:

Propósito compartilhado da mudança, Liderança eficaz de mudança, Processos de engajamento, Compromissos dos sponsors locais, Forte relação pessoal e Desempenho pessoal sustentado.

“Este livro, tem como objetivo auxiliar o leitor a mudar o comportamento e criar apropriação em sua organização, de forma que mudanças de sucesso se tornem regra, não a exceção”, reforça o especialista.

Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso – Uma abordagem organizacional focada em pessoas”, de  David Miller – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 


%d blogueiros gostam disto: