Treinando a memória

outubro 31, 2012

Princípios básicos da memória:

Imaginação e associação são as pedras fundamentais em que se baseiam as técnicas de memorização. Quanto mais eficiente for o uso delas – por dispositivos-chave de memorização como palavras, números e imagens –, mais potentes e efetivas serão sua memória e sua mente.

Para aprimorar a memória e ativar o campo mental de associações e ligações, desenvolvi algumas técnicas de memória.

Uma delas é a associação.

Seja o que for que você queira memorizar, certifique-se de associá-lo ou ligá-lo a algo que já esteja em seu campo mental, algo como “um dois, feijão com arroz…”. Se você ligar suas imagens a coisas que façam parte da sua realidade e associá-las a algo familiar, elas ficarão fixas em um local e você então conseguirá se lembrar dessa informação com mais facilidade. A associação trabalha ligando ou pescando informações com outras informações, como o uso de números, símbolos, ordens e padrões.

 

Fonte: trecho do livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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A responsabilidade social como estratégia de negócio

outubro 29, 2012

            Tornar um negócio mais socialmente responsável envolve trabalho árduo e afeta todos os aspectos de uma empresa, desde como os funcionários são tratados até as ações nos ambientes locais e globais, além do compartilhamento e tratamento das comunidades locais e globais. Não se trata apenas de generosidade ou ações corretas isoladamente; a empresa como um todo não pode simplesmente ser “banhada em bondade”. A responsabilidade social deve ser a base da estratégia de negócios.

O Walmart se submeteu a esse processo e está colhendo os frutos. Na primeira metade da década de 2000, estava perdendo 8% dos compradores devido a sua reputação desfavorável. A expectative era de que os negócios aumentassem e o Walmart não estava conseguindo satisfazê-la.

Em 2005, o então chefe executivo, Lee Scott, fez um importante discurso para os funcionários da empresa, no qual estipulou várias metas ambiciosas. Dentre elas, eles deveriam aumentar a eficiência da frota de veículos, uma das maiores dos EUA, no prazo de três anos e dobrar a eficiência dentro de dez anos; reduzir em 30% a energia utilizada nas lojas; reduzir os resíduos sólidos em 25% no período de três anos… e a lista continua.

 

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Seguindo a meritocracia: do ignorante ao virtuoso

outubro 26, 2012

Se essa pessoa se empenhar e praticar dez mil horas de violino, como comprovou Malcolm Gladwell no seu livro Fora de Série (Outliers), criará inteligência para a tarefa, tornando‑se expert. Em dez mil horas, ela vai desbravar uma área do cérebro desconhecida, conquistá‑la aos poucos e criar expertise. Uma vez dominada a técnica, bastará aperfeiçoá‑la – muito diferente de tecer dez mil horas a mesma teia de aranha.

Assim, a estrutura biológica e o funcionamento da mente são tão sofisticados que, quanto mais se usam, mais aprimorados eles se tornam. Tanto que o envelhecimento mental nada mais é do que o desuso do que se desenvolveu. A mente é uma energia viva que se expande com o uso ou se retrai com o desuso. Tal como um músculo que se atrofia quando é imobilizado para que se processe uma recuperação de uma fratura óssea.

Quando falamos em sucesso, não nos referimos a uma conquista estanque – um prêmio para o resto da vida. Depois que se domina o que atraiu o sucesso, é preciso ir atrás de novos desafios, aprimorando‑se e buscar novas vitórias que revertam em novos sucessos.

Um dos grandes sofrimentos do ser humano é não suportar viver longe do sucesso, uma vez tendo experimentado o seu sabor. Algumas pessoas são frágeis e não desenvolveram a personalidade, mas sim uma certa função. Essa função é resultado de um trabalho; porém, é preciso aperfeiçoar o trabalhador para que tenha outras funções de sucesso. Tais pessoas ganham popularidade instantânea, tornando‑se conhecidas, reconhecidas por estranhas, com sua autoestima elevada às alturas pela atenção alheia. Se não tiver ou puder desenvolver novas competências, toda essa movimentação festiva em torno delas se esvai e perdem a notoriedade.

Mas viver no anonimato como viviam antes se torna insuportável. Passam a correr atrás do sucesso e essa é uma premissa errada: entram em depressão, desvalia, baixa autoestima, abuso de drogas e até podem cometer suicídio. Em resumo, o sucesso pode atrapalhar uma pessoa se ela não estiver preparada para tê‑lo.

Por outro lado, nem todas as pessoas que merecem têm sucesso. Quando o sucesso gera um legado para a humanidade, contribuindo para o avanço da civilização, a pessoa torna‑se célebre e merece ser homenageada, com feitos comemorados mesmo após a sua morte.

Pais que estão preocupados com o sucesso de seus filhos não podem embriagá‑los com a falta de mérito para obtê‑lo. Quando um jovem sai para desbravar o mundo, ele é apenas mais um. Pode acabar se frustrando se tiver uma autoimagem distorcida.

Portanto, ao educarem seus filhos, os pais não podem simplesmente achar que qualquer ação do filho merece aplausos. Isso é amor gratuito, dadivoso, que existe dentro de casa. Na rotina da vida, não será no emprego e muito menos no âmbito social que o querido e protegido filho irá conseguir atrair o sucesso se não o merecer.

 

Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance” de Içami Tiba – Integrare Editora

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Aprendendo a Fluir!

outubro 24, 2012

O primeiro passo para quem deseja fluir é fazer uma reflexão sobre o tipo de onda em que está embarcando. Aqui não me refiro àquelas que surgem do nada e nos carregam compulsoriamente, mas às que nós mesmos escolhemos por influência da sociedade.

É uma sociedade que cultua o sucesso e aponta modelos para seguir, como o executivo que dá palestras, o empresário que fez fortuna da noite para o dia ou o profissional famoso que é referência de mercado. De olho nos resultados e no reconhecimento que esses modelos obtiveram, tentamos trilhar a mesma carreira que eles trilharam – aí podemos pegar uma onda que nada tem a ver conosco, exige-nos manobras difíceis e imensos esforços. Em vez de fluir, acabamos de fato caindo da prancha mais cedo ou mais tarde, pois tentamos viver a vida dos outros, não a nossa; procuramos desenvolver os potenciais alheios em lugar de reconhecer e burilar os nossos; insistimos em perseguir as oportunidades que surgiram para os outros e não percebemos as que surgem para nós.

Para fluir, temos de seguir as ondas que nos levam ao encontro do nosso propósito, ou seja, o papel que viemos desempenhar neste mundo. Uma forma de reconhecer o propósito é por meio dos talentos, uma espécie de inteligência inata que possuímos para fazer determinadas coisas. Outra é nos deixar guiar por aquilo que nos apaixona e tem relevância para nós. Precisamos deixar de lado os modelos de sucesso dos outros (que até podem funcionar para eles, mas não necessariamente funcionarão para nós) e questionarmos: “O que me faz satisfeito? O que eu quero de verdade para mim?”. Já o sentimento da relevância diz que o que fazemos é importante: quando sentimos que há relevância no que fazemos, valorizamos o que fazemos, acreditamos no que fazemos, apreciamos o que fazemos. E fluímos.

 

Fonte: Leila Navarro em “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã” – Integrare Editora

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As nossas escolhas criam a nossa realidade

outubro 22, 2012

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”. Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‑los.

Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto: quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

 

 

Fonte: livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora 

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Você pensa antes de falar?

outubro 19, 2012

 

Clareza de idéias é uma qualidade dos bons comunicadores: eles tornam claros os pensamentos para que os outros possam “vêlos”. Organizam as idéias antes de organizar as frases. Comece a observar se você pensa antes de falar, assim como pensa antes de escrever, e se organiza as frases com a melhor lógica possível. Depois, treine a melhoria da organização de suas frases. Sim, ter clareza pode ser uma questão de treinamento.

Não tenha medo de ser considerado pedante por conjugar os verbos corretamente, fazer concordância pronominal e pronunciar as palavras por inteiro, sem comer finais ou deixar partes entregues ao subentendido. Prefira ser elogiado pela clareza. Quando alguém não entender sua mensagem, pergunte a si mesmo: “Por que será que eu não me fiz entender?”, em vez de transferir a responsabilidade ao outro, perguntando: “Por que será que ele não me entendeu?”.

Clareza de expressão é a manifestação externa da lucidez do pensamento. Pessoas lúcidas são as que luzem, ou seja, emitem “luz”, e seu traço principal é a coerência das idéias na construção das frases. “Lúcida” é o nome que se dá à estrela mais brilhante de uma constelação, também chamada “estrela alfa”. “Lúcida” é ainda a designação de uma técnica de lapidação de diamantes que confere à pedra um brilho maior, que se traduz em imensa beleza. Pessoas lúcidas também são assim: brilham mais pela maneira como se comunicam.

Demonstre lucidez pela organização de seu discurso. O ritmo adequado da fala facilita o entendimento da mensagem. Observe a velocidade, pois há quem fale depressa demais, assim como há quem fale muito devagar. O primeiro tipo angustia o interlocutor, pois não cria o tempo necessário à interpretação; o segundo irrita com a monotonia, pois o entendimento de uma frase acontece antes que ela termine, e isso pode gerar dispersão. O timing verbal também deve levar em consideração o comprimento das frases, a obediência à pontuação e a ênfase das sílabas mais significativas. E, principalmente, lembre-se de colocar suas opiniões dentro, e não por cima  da conversa geral com outras pessoas: isso garantirá que você seja sempre uma pessoa agradável de conversar.

 

Fonte: livro “Caminhos da Mudança” de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Para a criação de energia!

outubro 17, 2012

Aqui está o melhor guia (em minha opinião) para queimar calorias e manter-se em forma (baseado em rápidas pesquisas na área médica e compartilhado aqui somente porque funciona em meu caso).

 

Dê o primeiro passo: Não importa como, mas comece. A espera pela matrícula na academia, pelo programa de exercícios perfeito ou por uma solução metabólica feita sob medida para você não passa de uma desculpa para não se movimentar.

 

Busque a variação: Encontrei um senhor de 80 anos que era capaz de fazer 200 flexões. O problema: este era o único tipo de exercício que ele sabia fazer. Você irá deparar com experts que alegam que o método deles é o melhor ou o único para manter-se em forma. Recomendo que você teste vários deles até encontrar o tipo de exercício que lhe agrada mais e que funciona em seu caso particular. Numa semana típica, posso fazer uma corrida de 10 km e uma de 4 km, acompanhar a série de exercícios em DVD de Davina McCall (brilhante, e minha predileta) e dois ou três exercícios da série de Paul Mort, a fim de queimar calorias. Se tenho bastante tempo livre, minha sessão leva de 30 a 45 minutos. Se estou com pressa, faço cinco minutos.

 

Exercite-se ao lado de alguém: Sempre faço isso ao lado de minha esposa. Eu a estimulo e ela certamente me motiva. Quem mais pode lhe dar uma dura se você decidir pular um dia?

 

Faça alongamentos: Eu não gostava de me alongar, achava isso uma perda de tempo. À medida que fui melhorando minha forma física e meus músculos cresciam, fui colecionando pequenas contusões. Isso parou de acontecer quando aprendi a me alongar da maneira correta.

 

Mantenha a postura: Ter uma postura adequada irá melhorar todos os aspectos de sua vida. Marque uma consulta com um osteopata ou um quiroprata e pergunte a eles o porquê.

 

Beba muita água: Comece bebendo 1,5 litro por dia. Fazer exercícios quando o corpo está desidratado provoca um desgaste desnecessário para o organismo.

 

A alimentação consiste em 80%: Por mais que eu tenha exaltado os benefícios do exercício físico, lembre-se de que cerca de 80% do ganho ou da perda de peso deve-se à alimentação.

 

Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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Como é difícil tirar as rodinhas!

outubro 15, 2012

            Ganhar a bicicleta era o principal sonho daquela criança. Foram muitos os momentos de expectativa em frente à vitrine da loja. A felicidade sonhada já estava nos planos dos pais havia algum tempo. Contudo, contrariando toda ansiedade do coração, a razão insistia em criar um momento especial para realizar o desejo da criança.

Aqueles pais viveram no tempo das bolinhas de gude, das pipas, dos jogos de queimada e de pular corda. Já estava distante o tempo em que a televisão era um instrumento disputado ruidosamente pelas crianças e, algumas vezes, silenciosamente pelos pais. Eram dias em que desenhos, seriados, noticiários e novelas colocavam pais e filhos em lados opostos. Naqueles anos, poucas crianças podiam usufruir de um quarto individual, quanto mais de um brinquedo.

Compartilhar era uma condição imposta pela realidade de famílias ainda numerosas. Quando o presente chegou, ficou evidente a dimensão do planejamento dos pais. A bicicleta era moderna e estava acompanhada de todos os acessórios possíveis: capacete, bomba de ar, buzina, luzes de sinalização, amortecedores hidráulicos e, principalmente, as indispensáveis rodinhas de segurança. Tudo para garantir que os momentos alegres não fossem estragados por quedas e machucados.

A primeira volta que a criança deu na nova bicicleta foi um momento mágico, com sorrisos em todos os rostos. Sob o olhar atento dos pais, a criança pedalava e ganhava velocidade. Algumas vezes, ousava passar com a roda por cima de uma pedra, buscando novas emoções nos pequenos saltos. Depois de alguns dias, a criança adquiriu uma relação íntima com a nova companheira de alegrias, libertando-se dos acessórios mais pesados e se aventurando por caminhos mais sinuosos. O único acessório que mantinha em sua bicicleta eram as rodinhas de segurança. Elas permitiam uma série de manobras emocionantes sem que isso representasse um tombo.

Os pais tentaram tirar as rodinhas, mas não tiveram sucesso. A criança já estava tão acostumada que não aceitava a retirada do equipamento. Quando as rodinhas eram retiradas, a criança simplesmente abandonava a bicicleta.

A criança foi crescendo e seus pais, sempre preocupados em proporcionar grandes alegrias a ela, foram substituindo as rodinhas por modelos maiores e mais resistentes: as novas aventuras eram muito mais desafiadoras e exigiam cada vez mais proteção. Há alguma coisa estranha nesse comportamento, aparentemente aceitável e natural. Não podemos condenar a criança, afinal, todos nós gostamos de rodinhas nos protegendo, facilitando nossos caminhos e nossos desafios. Também é compreensível a atitude dos pais, que sempre irão se preocupar em proteger seus filhos. Eles nunca terão forces para tirar as rodinhas. Quem já aprendeu a andar de bicicleta sabe que somente uma decisão pessoal pode retirá -las.

Esse é o desafio dos jovens da Geração Y. Eles precisam assumir uma postura menos acomodada e mais proativa em relação às suas próprias escolhas. As rodinhas podem proteger, mas também limitam os movimentos e as chances de alegrias. Também precisam aprender a confiar em seu talento e na força que os erros acrescentam ao crescimento pessoal, porque, mesmo não andando de bicicleta, tombos e machucados acontecerão.

A única ajuda que podem desejar é a de ter o apoio de alguém segurando o banco por alguns instantes antes da grande aventura.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Invista na sua marca pessoal!

outubro 10, 2012

Eu falo aqui de coisas simples. De investimentos práticos que dependem muito mais de boa vontade do que de recursos financeiros. De iniciativas que podem lhe dar visibilidade e novas oportunidades. Você acha que é difícil fazer isso? Que não existem essas oportunidades gratuitas, assim? Então eu lhe pergunto o seguinte: quantas vezes você foi à universidade em que se formou e se ofereceu para dar uma palestra gratuita para os alunos do curso em que se graduou, levando um pouco da sua experiência de mercado e de conhecimento prático?

Quantas vezes no ano passado você parou num fim de semana para pensar num tema da sua área e montar, por iniciativa própria, um curso na empresa para os colegas e funcionários?

Quantos projetos para solucionar problemas da empresa você montou, organizou e mostrou à diretoria no ano passado? E neste ano? Refiro-me àqueles de iniciativa própria, não àqueles óbvios, que lhe pediram (e que, se você não fizesse, seria despedido). Quantos? Dos que foram aprovados, quantos você abraçou com garra, esforçando-se a todo custo, e levou adiante porque acreditava neles?

Quantos cursos você solicitou à empresa e, como ela não liberou a verba, você, numa atitude corajosa, sabendo que era muito importante para VOCÊ, pagou do próprio bolso (ou pegou emprestado), inscreveu-se e foi fazer sozinho?

Você leu algum livro na semana passada? Quantos interessantes leu no mês passado? E no ano passado? O quê?!! Só o livro Quem mexeu no meu queijo?

Dentre os livros que leu e adorou, quantos você comentou com os colegas de trabalho para que eles também pudessem ter acesso a esse conhecimento?

Quantos artigos interessantes já escreveu e procurou publicar nos veículos do seusegmento?

Quanto tempo você dedicou à reflexão sobre novas ideias ou projetos ou à implementação de projetos de terceiros na sua entidade de classe, clube, igreja ou associação comercial?

Para qual instituição colaborou no ano passado, aplicando seus conhecimentos e habilidades em favor de uma causa social?

Quantas viagens fez no ano passado, em busca de conhecimento profissional? Nenhuma? Só foi para a praia?

Você se juntou a alguma entidade empresarial da sua área, buscando mais conhecimento ou relacionamentos no setor? Certo, eu sei. Sua cidade não tem nenhum grupo de profissionais, e o seu segmento é muito desorganizado. Ótimo. Já pensou em tomar a iniciativa de reunir profissionais do seu setor emontar um programa para ampliar conhecimentos e trocar experiências?

Quantas palestras gratuitas você realizou no ano passado? Quantas, mesmo? Quantas reuniões de informação e treinamento promoveu na empresa – sem a ajuda dela –, somente pelo prazer de repartir seu conhecimento com sua equipe e trocar experiências?

Você pertence a alguma rede na web de profissionais interessados em temas do seu segmento que possam ser discutidos a distância?

Eu sei. Você vai dizer que não tem tempo e que tudo é sempre difícil na sua vida. Que tem 200 e-mails para responder diariamente, uma agenda sempre lotada e nem um minuto livre. Você acha que a vida dos outros é diferente?

O tempo é o mesmo para todos. O que faz a diferença entre fracasso e sucesso é a forma como você aplica seu tempo. É como diz um amigo meu: “O Bill Gates tem as mesmas 24 horas que nós”. É bom pensar no que você faz com o seu tempo e quanto dele aplica naquilo que realmente vai gerar valor para a sua marca pessoal e para a sua carreira a longo prazo.

As estatísticas provam que mais de 90% do nosso tempo profissional é aplicado naquilo que, a longo prazo, não vai gerar nada de valor para nossa marca pessoal e nossa carreira. Operação. Reação. Operação. Reação. E assim vamos, mergulhados numa rotina estressante, sem pensar muito no que vai acontecer lá na frente. É uma viagem cega rumo ao futuro.

A pergunta é: que tipo de investimento de longo prazo você está fazendo na sua marca e na sua carreira?  

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Elementos-chave da CRIATIVIDADE

outubro 8, 2012

Divagar, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

 

OS QUE ACREDITAM EM DEVANEIOS

Se divagar é bom, qual a diferença entre os devaneios cotidianos e os devaneios de mentes bem-sucedidas ou de gênios? Pense nisso. A mente do gênio divaga o dia todo, exatamente como você faz, ele gosta de divagar tanto quanto você, mas tem uma vantagem muito significativa: o gênio trabalha para fazer o sonho se tornar realidade. Você deveria fazer o mesmo.

Todos os gênios criativos, sem exceção, em todos os campos, fi zeram exatamente a mesma coisa: sonharam e trabalharam para fazer seu sonho se tornar realidade. O devaneio de Thomas Edison, por exemplo, era iluminar o planeta Terra à noite por toda a eternidade. Após 6 mil experimentos, ele alcançou seu sonho.

CRIANDO UMA MENTE CRIATIVA

Todos temos uma mente criativa – eu tenho, você tem. A questão é como chegar a ela. Como se faz isso, então?

Já percebemos que a criatividade floresce quando conseguimos harmonizar os lados direito e esquerdo do cérebro. Indivíduos criativos fazem algumas coisas que os distinguem de pessoas com pensamento normal não treinado ou destreinado.

Os elementos-chave da criatividade incluem:

• imaginação;

• associação;

• capacidade de pensar rápido;

• capacidade de ser original;

• flexibilidade;

• capacidade de produzir um grande volume de coisas.

Esses elementos podem ser desenvolvidos facilmente assim como os músculos do corpo.

 

Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora 

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