Ser ativamente interessado no que os outros tem a dizer. (por Douglas Miller)

dezembro 23, 2015

Estar ativamente interessado nas necessidades, pensamentos, sentimentos e crenças das outras pessoas é uma habilidade vital. Isso dá suporte àquelas margens-chave de efetividade pessoal, como autoconfiança, exercício de influência, negociação e atuação em redes.

 

Quando você mostra ativamente um interesse por outras pessoas, elas não apenas serão atraídas por você, mas também lhe responderão em um nível mais profundo, porque compreenderão que não só está interessado nelas mas também compreende suas necessidades e interesses. Isso torna-se predominante, por exemplo, em situações de negociação nas quais há conjuntos conflitantes de interesses. Se você compreender a pessoa com quem está negociando e as necessidades que estão impulsionando o comportamento dela, estará numa posição muito melhor para encontrar uma solução.

 

Em um nível mais direto, todos nós temos um tipo de pensamento que sugere: “O que vou ganhar com isso?”. Se você compreender esse aspecto e procurar estabelecer isso com aqueles com que interage, poderá influenciar melhor a conversa (a outra pessoa estará pensando: “O.k., você quer que eu faça isso, o que ganho com isso?”); poderá também negociar melhor (você diz: “Se isso é importante para você, então podemos entrar num acordo…”); e poderá atuar melhor em redes, pois compreenderá as necessidades de seus contatos.

 

Dentro dessa “viagem para outros mundos” está implícita uma habilidade central, sem a qual é impossível desenvolver relacionamentos produtivos e significativos com as pessoas – saber como ouvir com mais comprometimento do que a maioria das pessoas.

 

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller – Integrare Editora

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Entendendo a nós mesmos para alcançar a mudança que desejamos. (por Dulce Magalhães)

dezembro 9, 2015

Para promover a mudança que almejamos precisaremos, portanto, investigar nossos bloqueios e mecanismos internos. Essa tarefa não é fácil nem poderá ser realizada sozinha. Teremos de contar com o feedback de outras pessoas.

 

Achamos que conseguimos lidar com tudo por conta própria, mas, se quisermos arrumar o cabelo, fazer a barba ou a maquiagem, enfim, mexer em nossa aparência, precisaremos de um espelho. Ao lidar com a aparência de nossas personagens na vida, precisaremos do outro como um espelho para enxergar a nós mesmos.

 

Para superar uma resistência à mudança devemos pedir e abrir‑nos para os feedbacks. Porém, isso não é suficiente, temos de exercitar a real intenção de aprender e rever conceitos e atitudes. Esse processo exigirá que duvidemos de nossas certezas arraigadas e nos coloquemos em posição de aprendizagem. Pense o seguinte: se o que você sabe não lhe permite mudar o que deseja, é porque o que você sabe não é suficiente para os seus propósitos. Abra mão de seu “saber” e comece a se perguntar sobre o que você ainda não sabe.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

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Por que é mais fácil motivar os outros do que a nós mesmos? (por Douglas Miller)

fevereiro 20, 2015

Fico sempre surpreso pelo modo como erguemos muralhas em torno de nossas próprias ambições (“Não consigo fazer isso agora porque…”) e, no entanto, aplicamos um pensamento muito diferente à vida dos nossos amigos e colegas (“Vai fundo! Você consegue fazer isso”). Se você usa o Facebook, provavelmente verificou como os amigos incentivam uns aos outros (embora esse encorajamento por vezes pareça ter uma certa superficialidade).

Com os amigos, vemos razões para fazer as coisas antes de buscar razões para não fazer. A conquista dos grandes objetivos e as mudanças de vida não são bem-sucedidas sem planejamento e um pensamento cuidadoso. Mas a perspectiva positiva do “Consigo fazer isso” vem primeiro.

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Fonte: livro “A sorte como hábito: o que pensam, sabem e fazem as pessoas que tem sorte no dia a dia”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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Sorte (por Dulce Magalhães)

dezembro 12, 2014

Há resultados que consideramos ruins, indesejáveis, malévolos ou, até, insuportáveis. Perdas são constantemente vistas como intoleráveis ou injustas; e aí começa nossa viagem pelo campo da percepção. O foco, a forma como enxergamos alguma coisa, nosso ângulo de visão, determina o resultado.

Não é apenas o resultado em si que conta, mas a valoração: o sentido e o significado dados aos eventos é o que realmente os define. Para ilustrar essa ideia, em minhas palestras criei uma pequena história sobre um homem preso em uma caixa de tijolos. Tudo o que ele via era a partir de uns tijolinhos tirados de sua frente. Ele via um pedacinho de céu, um fragmento de montanha e um pássaro que passava de vez em quando. E, quando lhe perguntavam como era o mundo, ele o descrevia dessa forma. À medida que conseguia tirar mais tijolos de sua frente e via mais coisas, sua descrição do mundo também mudava.

Até que, um dia, um grande terremoto abalou toda a região onde ele morava e os tijolos foram todos ao chão. O homem olhou ao redor e viu muita coisa que nunca tinha visto antes: lagos, animais, pessoas, povoados, plantas, flores, uma infinidade de coisas. Então, ele exclamou espantado: “Como o mundo mudou!”

Não é o mundo que muda, é o nosso olhar sobre ele que precisa se transformar, pois o mundo contém todas as possibilidades de vida que existem, incluindo as que ainda vamos descobrir. Mudar de mundo, verdadeiramente, é mudar de olhar.

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães. Integrare Editora

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Qual o seu objetivo de vida? (por Douglas Miller)

outubro 31, 2014

Para muitas pessoas ter um “objetivo de vida” – com frequência definido quando eram bem jovens – jamais se move realmente da fantasia para a realidade. As circunstâncias assumem o controle, sendo muitas vezes usadas como desculpa para não executar o trabalho extremamente duro necessário para a materialização do sonho. O sonho é encantador; a ideia de trabalhar duro, nem tanto. Sua disposição para realizar esse esforço é determinada pelo quanto você realmente quer fazer a coisa com que sonha. A pessoa que vacila diante do trabalho duro ou dá um jeito de encontrar coisas melhores para fazer provavelmente não deseja realmente aquele sonho.

Para ter êxito você precisa de um claro equilíbrio entre o coração (que proporciona o impulso emocional) e a cabeça (que fornece o pensamento lógico, de visão límpida, que transforma o objetivo de vida – o sonho, a fantasia – em um plano de ação). Haverá reveses ao longo do caminho, que também testarão seu “desejo”.

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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Temos que ser capazes de escolher! Por Dulce Magalhães

janeiro 16, 2014

É preciso ser capaz de abrir mão do que não se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar‐se levar. Desistir não quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

Para isso é preciso autoconhecimento, percepção plena, coragem para empreender mudanças, desapego para largar o que não é e, principalmente, clareza de valores, para não perder o rumo. Em algum lugar está o grande mar da consciência pura, contudo é fundamental seguir em sua busca com fluidez, flexibilidade e tolerância.

Que se comece o que há para começar. E para isso precisamos ir ao antes do começo, abrir espaço, respirar fundo, largar de mão, parar o que não deve continuar, mudar. Que hábito não queremos mais, que imagem queremos transformar, que relacionamento almejamos ter, que empreendimento sonhamos realizar, que viagem queremos fazer – tudo é possível desde que sejamos capazes de escolher.

Não há tempo, nem recurso, nem capacidade, nem nada que possa nos impedir de atingir quem queremos ser, pois, como nos ensina Goethe, se você é capaz de sonhar, é porque já é capaz de realizar.

E antes do início é o fim. Parar com aquilo que não é mais. Temos mania de acreditar que a vida é o que estamos fazendo. Não, o que estamos fazendo se transforma na vida que levamos. Se mudarmos o que fazemos, a vida, que é uma massa modelável de tempo e energia, também se modifica. Aprenda a parar seja o que for que não serve mais. Pare agora mesmo. Recomece de outra forma. Experimente fazer, viver, construir, planejar, realizar, se relacionar, ou o que seja, de outra forma. E não fique espantado se as coisas ao redor também se modificarem.

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos” de Dulce Magalhães – Integrare Ed.

 

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Papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos. Qual é o seu? Por Douglas Miller

dezembro 20, 2013

Tantos de nós operam em grupos – em equipes de trabalho, clubes, academias e até mesmo como parte de uma família –, que é importante ter clareza sobre o que você traz para o grupo.

Os papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos incluem:

✤ Líder. Isso não tem nada a ver com ser um gerente. É sobre os outros olharem para você em busca de orientação porque o respeitam: você tem boa reputação, sua credibilidade é alta ou você tem experiência (ou tudo isso junto). Esse papel é dividido em dois – a abordagem “ordene e diga” e o método mais colaborativo, mais consensual. Os líderes tendem a ter uma preferência por um ou pelo outro.

✤ Pensador. Você tem ideias novas ou oferece perspectivas diferentes? Por exemplo, gosta de atuar como advogado do diabo? Mas sempre expressa suas ideias? Às vezes os pensadores podem ser os mais quietos em um grupo – mas lembre-se de sempre apresentar suas ideias.

✤ Harmonizador. Aqui você fornece a cola emocional para o grupo, reparando relacionamentos, resolvendo desavenças, mostrando empatia e gerando coesão, talvez até mesmo diversão.

✤ Fazedor. Os fazedores se baseiam na ação. Eles veem possibilidades em vez de perigos, e geram positividade em torno do grupo.

✤ Realizador/consertador. Enquanto os fazedores fazem coisas, os realizadores fazem a coisa certa. Eles também são com frequência os consertadores: têm um alto grau de inteligência prática e conseguem chegar ao cerne da questão quando o grupo apresenta problemas.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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