Preparando as novas gerações de herdeiros. (por Eduardo Najjar)

junho 24, 2015

Entre tantos outros, dois princípios gerais devem ser ensinados aos jovens da família, desde tenra idade:

(1) informações restritas sobre a família devem permanecer restritas e

(2) o regime para o casamento dos familiares é separação total de bens e acordo nupcial!

Os filhos das famílias empresárias não escolheram os negócios que herdaram, tampouco os sócios com quem vão dividi‑los: pais, irmãos, primos, tios e agregados. A família deve oferecer um processo de desenvolvimento a seus herdeiros visando ao seu crescimento pessoal, profissional e na sociedade familiar. O ideal é que esse processo seja implementado enquanto o fundador estiver vivo e com saúde. Será solicitado deles o comprometimento com o trabalho a ser desenvolvido, sua ativa participação e seu compromisso moral e ético com os demais participantes da empresa e com a família. Alguns dos assuntos a ser trabalhados são:

  • Cultura e valores da família.
  • Preparação para o papel de sócio: antes de pensar no que vai fazer na empresa da família (ou fora dela), deve preparar‑se para ser sócio.
  • Diferença entre o papel de dono e a futura posição de sócio: o dono foi apenas o fundador.
  • Postura pessoal e moral na sociedade da família.
  • Direitos e deveres, ônus e bônus.
  • Análise dos projetos pessoais e profissionais de cada herdeiro.
  • Subordinação do modelo de gestão ao modelo societário.
  • Definição do posicionamento de cada herdeiro: dentro ou fora da gestão da empresa da família, do conselho de administração e do conselho de família.
  • Aspectos estratégicos e operacionais da gestão da empresa.
  • Aspectos econômico‑financeiros da gestão de empresas e, especificamente, da gestão da empresa da família (dos negócios da família).

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Fonte: livro “Empresa familiar: construindo equipes vencedoras na família empresária”, de Eduardo Najjar – Integrare Editora

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Ideias geniais (por David Jones)

março 11, 2015

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Inúmeros fatores representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores. Abrangendo desde os bebês de patins da Evian até a campanha “Refresh” da Pepsi, da Domino’s Pizza ao Gatorade, da promoção de tweet da Uniqlo à marcação dos móveis da Ikea – a criatividade social impulsiona a marca social. E os profissionais de marketing que entenderem e alavancarem esse poder terão êxito, independentemente dos novos canais e desafios que possam surgir.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam: por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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O que realmente conta – Os 5H (Por Jõao Roberto Gretz)

janeiro 7, 2015

Quais são os 5 H? Humor, humildade, humanidade, harmonia e honestidade.

Ter humildade não é sentir-se inferior, nem mostrar-se submisso. É ter consciência das próprias limitações e, ao mesmo tempo, ter vontade de se aprimorar. É aceitar críticas, acolher sugestões e compartilhar com os outros o que se conhece.

           Humanidade é a realização plena da natureza humana. Envolve os sentimentos de bondade e benevolência em relação aos semelhantes, ou de compaixão e piedade, em relação aos desfavorecidos. É uma atitude que faz bem a todos, e mais ainda a quem a pratica.

          Harmonia é a capacidade de bem conviver, gerando um ambiente agradável e solidário, com verdadeiro espírito de equipe, totalmente afinado no alcance de objetivos comuns.

          Honestidade é a valorização da verdade e da ética em todos os relacionamentos – pessoais, funcionais, comerciais etc. Uma equipe de trabalho que se fundamenta também na honestidade é mais sólida, mais confiante, mais segura e mais positiva em todas as suas ações e atitudes.

As pessoas com senso de humor tendem a ser mais criativas, menos rígidas, mais flexíveis e mais dispostas a considerar e incorporar novas idéias e novos métodos. O segredo do humor é ver as coisas por um outro ângulo. Situações que parecem sérias e difíceis tornam-se às vezes simples de lidar, quando vistas de modo bem-humorado.

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Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã”, Vários autores – Integrare Editora

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Procure não controlar! Procure criar valor! Por David Jones

janeiro 30, 2014

Como líderes, somos em geral usados para controlar as coisas a tal ponto que poderíamos quase acreditar que é uma das atividades fundamentais da gestão. Mas não é. O papel da gerência não é controlar, é criar valor. As mídias sociais oferecem uma série de maneiras eficazes para se criar valor: desde aumentar a colaboração, “escutar”, melhorar a comunicação, compartilhar ideias, até basicamente utilizar essa ferramenta rápida, gratuita e onipresente com grande proveito.

De fato, os líderes mais bem-sucedidos não serão aqueles que tentam controlar tudo, mas aqueles que relaxam e aproveitam essa revolução midiática em benefício de seus negócios. No entanto, a única forma de realmente entender essa revolução é fazer parte dela. Envie tweets, mensagens, escreva um blog, escute e interaja com funcionários, amigos, clientes e meios de comunicação.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam”, de David Jones – Integrare Ed.

 

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Quanto custa a perda de talentos e clientes? Por César Souza

setembro 11, 2013

Mito que deve ser combatido: o maior concorrente de uma empresa é quem fabrica os mesmos produtos ou presta os mesmos serviços.

É mais fácil culpar o concorrente pelo insucesso no negócio.

Na realidade, o maior adversário de uma empresa está quase sempre dentro da própria casa: falta de clareza no rumo, estrutura inadequada, falta de integração entre as áreas, atitudes e práticas equivocadas sobre os clientes, as pessoas e os parceiros. A desintegração entre pessoas e entre departamentos cria um custo invisível considerável, da ordem de 15% do nosso custo total, que deveria ser contabilizado no balanço da nossa empresa.

Perdemos talentos e clientes vão embora devido à falta de integração. Quanto custa isso? Vamos monetizar e contabilizar esse custo?

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Fonte: livro “A NeoEmpresa – O futuro da sua carreira e dos negócios no mundo em reconfiguração”, de César Souza. Integrare Editora

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Mídias sociais + Responsabilidade social, por David Jones

maio 17, 2013

A meu ver, mídias sociais e responsabilidade social não são temas distintos – na realidade, eles estão totalmente interligados. Na próxima década, as empresas com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar muito do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos.

O risco de ser uma das empresas punidas pelos consumidores com poder de decisão, por não agir corretamente, supera de longe as desvantagens de mudar e ser uma empresa melhor. Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência.

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. A conduta socialmente responsável vai tornar a minha empresa mais bem-sucedida e lucrativa? Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas também? Estou convencido de que sim. As mídias sociais atribuíram enorme poder de decisão às pessoas. E acredito que as pessoas são fundamentalmente boas e vão usar esse poder para tornar o mundo um lugar melhor.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Transparência Radical

novembro 28, 2012

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

Fonte: trecho do livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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