Nossa mesa de trabalho também forma a imagem de marca pessoal (por Arthur Bender)

março 4, 2015

Nossa mesa de trabalho diz um pouco do que somos e mostra alguns sinais de nossa marca pessoal. Os objetos que estão sobre ela e a forma como está organizada revelam muito sobre a pessoa. É incrível como as salas e as mesas de trabalho podem dar claros sinais da marca de cada um. É como se sobre elas houvesse um grande luminoso com o slogan pessoal de cada um. Em algumas se vê uma enorme placa luminosa piscando: “Aqui fica um sujeito bagunçado”. Em outras, um estilo impecável, imaculado, como se ninguém trabalhasse ali. Outras ainda retratam o estilo familiar, com fotografias da família espalhadas pelas paredes. Por todo lado, há pequenos símbolos das coisas que as pessoas apreciam e que revelam um pouco da sua marca pessoal.

Na primeira oportunidade que você tiver, dê uma espiada na sua empresa. Olhe mesa por mesa e compare-as com a imagem que você tem das pessoas. Observe e comprove o que estou falando. Até as flores sobre algumas mesas têm a cara da imagem de marca do dono. Algumas estão meio secas ou mortas, outras bem cuidadas. Outras são caras e modernas.

Agora olhe a sua mesa com bastante atenção e se pergunte: os sinais que a sua mesa dá refletem aquilo que você quer vender como imagem de marca pessoal?

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Fonte: livro “Personal Branding: Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Cometi um erro na empresa, e agora? (por Daniela do Lago)

janeiro 14, 2015

Todos cometemos erros, não dá para acertar o tempo todo. Erros e acertos fazem parte da carreira de qualquer profissional. Somos seres humanos falíveis por natureza e, independentemente de buscarmos nosso aperfeiçoamento e acertos, temos nossos momentos de erros e fraquezas.

Só não erra quem não faz e o erro muitas vezes é necessário para nosso crescimento. Por outro lado, o erro é sinônimo de retrabalho, perda de tempo e, principalmente, dinheiro.

Assuma seus erros, sem drama, sem culpa, sem punição. Reconheça que foi responsável, aprenda com a experiência e se comprometa a mudar. É claro que não é fácil simplesmente se sentir assim. Para ajudar nessa difícil tarefa, a seguir descrevo algumas orientações de como administrar algumas situações de erros no trabalho e como evitá-los:

Responsabilidade: não esconda sua falha e nunca adie a comunicação. É importante agir com seriedade e assumir a responsabilidade do ato, procurando sempre não piorar a situação com demonstrações de “culpa exagerada”.

Agilidade e rapidez: é fundamental tomar medidas para reduzir os danos causados, identificando as falhas o mais rapidamente possível e ao mesmo tempo oferecer um plano para resolver o problema.

Seja honesto com o seu superior: seja você o portador da má notícia. Melhor ele ouvir de você do que de outro. Além disso, leve seu plano para resolver a situação.

Entre em contato com todos os que foram afetados pelo seu erro.

Não tente colocar a culpa em outros: admitir seu erro fará com que seja respeitado por seus colegas.

Procure focar no positivo de forma a mostrar que algo de bom pode ser extraído do ocorrido.

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Fonte: livro “Despertar profissional : dicas práticas de comportamento no trabalho”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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Se queres paz, prepara‐te para a Guerra: paz sem a capacidade de combater não é paz, mas submissão, apatia ou covardia, por Eduardo Almeida

setembro 3, 2014

Se queres paz, prepara‐te para a guerra.

Certamente essa é uma frase que parece paradoxal.

Todavia, podemos compreender com ela que somente quem está preparado para a luta pode se sentir realmente seguro e em paz frente às inúmeras ameaças da vida, sejam elas físicas ou psicológicas.

A paz só é possível quando temos consciência e trabalhamos nossa força, sempre preferindo escolher o caminho da paz.

Não há soberania em uma empresa, em uma nação ou em sua vida sem uma elevada disposição para a luta. Por isso, somente quando reconhecemos e desenvolvemos essa capacidade, podemos optar por não lutar, pois não nos sentimos ameaçados pelos ataques que sofremos e, ao mesmo tempo, desenvolvemos uma atitude que não estimula o abuso por parte de outras pessoas.

Paz sem a capacidade de combater não é paz, mas submissão, apatia ou covardia.

 

Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo Almeida – Integrare Editora

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Obtendo comprometimento: no trabalho, na relação. Por Eugenio Mussak

dezembro 30, 2013

Muitos anos depois dessas histórias, agora já adulto e trabalhando como consultor de empresas, volto a deparar com o fenômeno do comprometimento, pois, assim como aquele contador e o chefe escoteiro, os gestores modernos estão interessadíssimos em formar equipes com pessoas comprometidas. Então surge a pergunta de 1 milhão de reais: afinal, será que é possível entender o fenômeno do comprometimento e providenciar para que as pessoas se comprometam com uma causa, uma missão, um trabalho ou uma relação?

Então vamos direto ao segredo do mistério. Ainda que haja variações, as pessoas costumam responder favoravelmente a alguns fatores que determinam o comprometimento. Os cinco principais são:

•A admiração. Sentimento gostoso de sentir e de provocar. Fundamental para qualquer tipo de relação, a admiração provoca o desejo de permanecer junto da pessoa admirada ou de engajar-se em uma tarefa cujo resultado se admira. Não conseguimos permanecer ao lado de alguém que não admiramos nem ser eficientes trabalhando em uma empresa cujos valores não provocam em nós nenhuma admiração.

• O respeito. Não há comprometimento sem respeito, e ele deve ser mútuo. Deriva da admiração e leva ao passo seguinte.

•A confiança. Só confiamos em quem admiramos e respeitamos. E só nos comprometemos com alguém se confiamos nele.

•A paixão. Esse sentimento surge com frequência por alguém a quem admiramos, respeitamos e em quem confiamos. Simples assim.

• A intimidade . Sim, pois queremos ficar ao lado, conviver e misturar nossa vida com a pessoa por quem estamos apaixonados. E também podemos nos apaixonar por causas, empresas e, claro, times de futebol. E com eles queremos continuar convivendo, sendo íntimos.

Pronto. Se existirem essas cinco condições básicas, o comprometimento será mera consequência. Quando um terapeuta é procurado por um casal com problemas de relacionamento, ele não questiona o comprometimento em si, mas as cinco condições acima. Se uma delas estiver deficiente, prejudicará o comprometimento que sustenta a relação.

As condições que sustentam uma relação  entre duas pessoas também garantem a boa relação das pessoas com a empresa onde trabalham, com a instituição com a qual colaboram, com o grupo de amigos de final de semana, com a igreja que freqüentam, com o time pelo qual torcem, e assim por diante.

Uma análise cuidadosa dessa questão  nos remete a uma situação circular: uma relação só vale a pena se as partes estiverem verdadeiramente comprometidas com ela; e as pessoas só se comprometem com uma relação se ela valer a pena.

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Fonte: livro “Caminhos da Mudança”, de Eugenio Mussak – Integrare Ed.

 

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Um bom ponto para refletirmos!

janeiro 21, 2013

Parece óbvio, mas formalizar metas ajuda bastante. O simples fato de escrevê-las num pedaço de papel aumenta muito seu compromisso de batalhar por elas. Assim, tendo um plano, no final do ano você poderá fazer a sua retrospectiva – o que alcançou? O que ainda não deu certo? – e reiterar suas metas para o ano seguinte.

 

“O que fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz.”

Pablo Picasso (1881-1973)

 

            Mas tome cuidado para que esse plano não vire uma obsessão. Se isso acontecer, o resultado pode ser outro. É preciso equilíbrio nas nossas ambições, ou corremos o risco de nos tornar escravos delas.

           A obsessão por metas é uma força que nos mantém tão envolvidos em alcançar objetivos que chegamos a sacrificar nossos propósitos mais importantes, informa o especialista em gestão Marshall Goldsmith, no livro Reinventando o seu Próprio Sucesso. Nessa hora, podemos colocar tudo a perder. Por causa de uma visão equivocada do que queremos em nossas vidas, nos iludimos achando que seríamos mais felizes se tivéssemos mais dinheiro, menos peso ou se recebêssemos uma promoção, e corremos atrás dessas metas sem cessar. E aí pagamos um preço alto, alerta Goldsmith: negligenciamos nossas famílias, nossos entes queridos, nossos sonhos, ignoramos o verdadeiro sentido que nos move em tudo.

           Outro tipo de obsessão resulta da visão, também equivocada, do que os outros esperam de nós, acrescenta Goldsmith. É como aquele chefe que aumenta as suas metas e você, para superá-las, sai como um louco atropelando tudo e todos. No fundo, o que você realmente quer é agradá-lo. Goldsmith conclui que buscas honestas por objetivos difíceis definidos por terceiros podem nos transformar em trapaceiros.

Bom ponto para refletirmos!

 

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

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Organizando a bagunça

setembro 7, 2012

Cada pessoa é única. Cada ser humano é composto de um conjunto de características que compõem sua personalidade. Elas não são fixas e determinantes, são plásticas e são como um pano de fundo para o nosso desenvolvimento, para a forma como vemos o mundo, como registramos os acontecimentos e o significado que damos às coisas.

Quanto mais estressados, mais essas características ficam claras. Quanto mais tranquilos estamos, mais elas se amenizam. Conforme nos apropriamos de nós mesmos e desenvolvemos nosso autoconhecimento, a intensidade dessas características passa a funcionar como termômetro de estresse e ansiedade.

Esses estereótipos nos ajudam a entender determinados funcionamentos, certas características, e a que ponto elas nos escravizam se perdermos o controle. Uma pessoa que tenha consciência de que tende a ser deprimida, por exemplo, poderá ter uma qualidade de vida melhor se reagir à depressão do que se acabar entregue a ela.

O autoconhecimento não ocorre por acaso, mas também não acredito que isso só seja possível a partir de ajuda profissional (psicoterapia). Creio que há certo nível de profundidade de autoconhecimento que realmente precise de um processo psicoterápico, mas ele pode começar com um olhar diferenciado para si, para os relacionamentos e para o contexto em que se está inserido.

Também não podemos ser onipotentes a ponto de achar que seremos capazes de neutralizar o ambiente. A vida não pode ser assim controlada e muito menos tão previsível. Podemos procurar amenizar as circunstâncias que geram dor intensa. Há um nível de sofrimento que se torna tão insuportável, que o corpo pede socorro, e sintomas começam a surgir. Quando a própria pessoa não consegue diminuir o sofrimento de forma satisfatória, deve procurar ajuda em pessoas próximas ou com um profissional (psicólogo ou psiquiatra, nesse caso).

Mesmo assim, nós, psicoterapeutas, muitas vezes, ficamos impotentes diante de determinadas situações.

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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E você, é um Workaholic?

agosto 31, 2012

O termo workaholic (viciado em trabalho) surgiu nos Estados Unidos, e define muito bem o princípio de vida adotado pela “Geração X”: o trabalho compulsivo.

Pessoas viciadas em trabalho sempre existiram. No entanto, nas décadas de 1980 e 1990, a atitude workaholic tornou‑se comum, não apenas pela necessidade de sobrevivência das pessoas, mas também por fatores mais fúteis como vaidade, ganãncia, competitividade ou simplesmente pela necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.

Contudo, uma das mais perversas consequências é o medo de fracassar, que acaba condicionando e impulsionando o viciado a buscar resultados cada vez melhores e mais rápidos.

Essa foi, portanto, uma era de alta competitividade, de busca incessante para atender a desejos cada vez maiores e mais sofisticados, usando para isso atalhos, facilidades e pretensamente adotando as evoluções tecnológicas como estilo de vida.

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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