Carregando a bateria

agosto 31, 2011

O fato de meus pensamentos serem exclusivamente fruto de minha concepção permite-me também afastá-los de minha consciência corporal a fim de conduzi-los à percepçãovde minha identidade eterna.

E, desse modo, usando o poder da minha mente, acesso qualidades de paz e positividade inerentes a meu ser, originais da minha natureza, mas que se ocultam em razão das maneiras limitadas e excessivamente materialistas de pensar e agir que adoto usualmente.

Ao fazer isso, redescubro sentimentos benevolentes, uma boa vontade natural advinda dessas qualidades afirmativas. Os sentimentos, por sua vez, influenciam de maneira benéfica o meu comportamento e, quanto mais forte a experiência, maior o efeito. Enquanto minha mente e meu corpo se carregam como uma bateria com essa energia, um brilho natural de amor e felicidade se desenvolve.

Além disso, o meu comportamento influencia a minha meditação. Se eu agir de acordo com as minhas qualidades interiores, com o meu verdadeiro “eu”, sou capaz de vivenciar facilmente essas qualidades na forma e no momento em que desejar.

Gradualmente, à medida que me torno confiante o suficiente para abrir mão de tendências egoístas e sábio o bastante para reconhecer e compreender essas disposições em outras pessoas, aprendo a ser fiel a mim mesmo enquanto estiver empenhado em atividades e relacionamentos, bem como durante os momentos de meditação.

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

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Mente e Matéria

agosto 29, 2011

Meditação significa focar a minha atenção nos aspectos da verdade eterna e, quando adquiro a capacidade de ouvir, a eternidade fala comigo por meio de múltiplas fontes.

Assim, se estou sentado sozinho à beira-mar, é fácil sentir-me transportado pela imensa energia do vento e das ondas para um reino além das limitações do tempo e do espaço, bem como, ao contemplar a beleza e a complexidade de uma flor, certamente minha admiração em relação à criação será renovada. Se olho as estrelas em uma noite calma, sinto-me atraído para fora do meu corpo para a imensidão do Cosmo e o impressionante poder da natureza refletirá a vastidão da minha própria identidade eterna. Já a compreensão e a experiência dessa identidade revelarão o segredo que me permitirá meditar à vontade.

A matéria é estabelecida no tempo e no espaço e tem seus próprios limites. A mente, contudo, está além das limitações determinadas em termos de parâmetros físicos.

Quando começo a olhar para o que está acontecendo em minha mente, o seu poder surpreendente se torna manifesto. Ela pode me conectar a um amigo em Nova York ou Bombaim em uma fração de segundo, ou mesmo posso pensar instantaneamente sobre ontem ou acerca de 20 anos atrás, sobre hoje à noite ou sobre os próximos cinco anos. Minha mente pode até mesmo se mover em uma dúzia de direções diferentes ao mesmo tempo.

Os próprios pensamentos têm distintos níveis de poder. Às vezes, eles passam voando, deixando apenas um rastro; em outros momentos, eles são acompanhados por sentimentos tão intensos que chegam a influenciar toda a minha perspectiva, assim como meu estado interior. Pensando em um feriado prazeroso que tive no verão passado, por exemplo, eu poderia ser levado de volta para a bela experiência e repleto de carinho e felicidade irradiar esse estado a quem estiver a minha volta. Em contrapartida, os pensamentos sobre a morte de um dos meus melhores amigos dez anos atrás terá um impacto muito diferente.

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

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No campo das ideias…

agosto 26, 2011

O ato de pensar “o melhor possível” deve estar voltado também para o bem do próximo, da sociedade, do planeta, de uma próxima geração, do vizinho ou de outro cidadão qualquer. Uma das maneiras de avaliar a qualidade do pensamento está na possibilidade de falar abertamente o que foi pensado seja para quem for.

SE UM PENSAMENTO NÃO PODE SER EXPRESSO, não se deve pensar nele. Quanto mais o pensador se ocupa com esse pensamento negativo, mais se acostuma com ele – que acaba escapando ou sendo contado para alguém, e certamente trará desagradáveis desgastes e prejuízos.

NO CAMPO DAS IDEIAS, sabemos que ninguém domina o livre pensar: os pensamentos brotam sozinhos. Eles têm de passar por um seletor que barra os negativos, inconvenientes, inadequados – enfim, os pensamentos que não sejam de Alta Performance.

HÁ PESSOAS QUE NÃO SABEM OUVIR. Quando ouvem um ponto positivo sobre alguém, em lugar de parabenizar essa pessoa, têm sempre uma menção negativa a apontar e não raro lembram‑se de alguém que fez algo melhor. Ouça este diálogo:

 – Você viu fulano? Está ganhando bem, agora! – comenta um falante.

– Sim, mas ainda deve dinheiro para beltrano! (Ou: Sicrano foi promovido!) – contesta o mau ouvinte.

Ninguém gosta de conviver com gente desse tipo. Pode ser até gente boa, mas seu seletor de pensamentos é malévolo. Em vez de ouvir o positivo da mensagem, procura brechas para dizer que o bom não é tão bom assim. Há o amargo da bílis na sua fala. A intenção não explícita de alguém falar mal de outra pessoa é crer e transmitir que ela é melhor que a outra. Quanto pior ela falar dos outros, desmerecendo o bom, tanto melhor ela se sente, querendo mostrar- se boa. Por outro lado, pensar “o melhor possível” consiste não só em pensar direito, mas também em reagir positivamente diante das informações recebidas.

Fonte: Trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A mente criativa e os devaneios

agosto 24, 2011

Onde você está fisicamente quando acontecem as explosões de ideias criativas?

Quando encontra as soluções que procurava para seus problemas? Quando tem aqueles repentinos lampejos de memória? Anote-os.

Dentre as respostas mais comuns estão:

sozinho, em meio à natureza;

enquanto caminha ou corre longas distâncias;

na cama;

deitado na praia;

na banheira ou no chuveiro;

em voos longos ou durante viagens.

A razão para que esses episódios criativos ocorram em tais cenários é que nossas mentes estão relaxadas, estão física ou conceitualmente em solidão.

Esses ambientes encorajam as ideias criativas. Divagar, então, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

Fonte: Trecho do livro “Use Sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Erotização Infantil

agosto 22, 2011

Um editorial da Revista de moda, Vogue, na França com uma garota de apenas 10 anos em poses adultas deu início a uma nova polêmica que trata da erotização infantil. Seguido a isso, diversas empresas contratam adolescentes para as suas campanhas. O psiquiatra Içami Tiba participou do Jornal de Serviço, da Rádio Jovem Pan.

Que imagem a indústria da moda quer passar com isso?

Dr. Tiba: Acredito que isso é mais voltado à venda, pois a decisão das crianças é muito importante para a família, principalmente as famílias mais jovens, filhos da Geração Y.

As crianças se espelham em amigos, em outras crianças da mídia, querendo fazer as mesmas coisas, fazendo igual, e isso é aproveitado pela indústria.

O que pode passar na cabeça das crianças quando vêem outras crianças nesses Editoriais?

Veja na entrevista!


Fonte: Entrevista feita com Içami Tiba para o Jornal de Serviços da Rádio Jovem Pan


Na verdade, o que é leitura?

agosto 19, 2011

Leitura, frequentemente definida como “absorver do livro o que o autor queria” ou “assimilar a palavra escrita”, merece uma descrição mais completa. Pode ser definida como uma inter-relação total do indivíduo com a informação simbólica.

É usualmente o aspecto visual do aprendizado e contém sete passos, conforme segue:

Fonte: Trecho do livro “Use Sua Mente “, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Cadê o meu mentor?

agosto 17, 2011

UM DOS EXERCÍCIOS QUE MAIS UTILIZO em minhas palestras e workshops, buscando despertar reflexões mais profundas, é pedir aos participantes que fechem seus olhos e pensem em alguma pessoa que, de alguma forma, tenha interferido de modo significativo em seus destinos. Procuro guiá-los no resgate de lembranças de seus mentores, aquelas pessoas que dedicaram tempo e energia para ajudá‑ los a se desenvolver.

Gosto desse exercício por ter tudo a ver com o pensamento de Charles Handy em seu livro The hungry spirit:

QUANDO OS PARTICIPANTES COMEÇAM A ABRIR OS OLHOS  é muito comum observar um olhar agradecido por fazê-los lembrar de alguém que realmente fez diferença em suas vidas. Os depoimentos espontâneos que surgem em seguida referem-se aos pais, professores ou antigos chefes – todos com reconhecida experiência e com motivação para passar adiante seus conhecimentos, agindo como uma referência, um modelo, um instrutor disposto a ensinar tudo o que sabia dando orientações e apontando direções.

UM NOVO FATO TEM DESPERTADO A MINHA ATENÇÃO principalmente quando realizo esse exercício em plateias formadas por jovens da Geração Y. Muitas vezes os jovens não conseguem identificar ninguém. Quando abrem seus olhos, percebo a reação de dúvida e estranheza diante do exercício. Alguns chegam a demonstrar não entender o que se esperava com ele.

Depois que dou as explicações, ou seja, peço que identifiquem seus mentores, novamente as reações são de perplexidade diante do insucesso em encontrar alguém a quem pudessem atribuir a classificação de mentor. O mais comum é pensarem em personalidades que admiram como grandes empresários ou líderes políticos. Nomes como Steve Jobs, Lula, Eike Batista e Bill Gates são presenças comuns. Na maioria das vezes que isso acontece, eu aproveito para explicar a diferença entre uma personalidade e um mentor, ressaltando como um bom mentor pode ajudar a trajetória de vida de um jovem. Em uma dessas ocasiões fui interrompido por um jovem que gritou:

Foi um ótima pergunta, pois muitos estavam com a mesma dúvida na cabeça e a questão serviu para eu fazer um alerta à Geração Y: não é possível encontrar mentores no Google nem os dispensar, pois um aprendiz que quer se desenvolver precisa dessa ajuda. Todo conhecimento tácito, que também é conhecido como experiência, está nas mãos dos mais veteranos. Para ter acesso a esse conhecimento é indispensável conquistar um mentor. Para isso só há um caminho – ser aprendiz.

Entretanto, nos dias atuais, quando os jovens querem ser vistos e reconhecidos como vencedores, não é muito comum identificar a postura de aprendiz, isto é, aberto para o aprendizado. E, nesse caso, não me refiro ao conhecimento acadêmico, mas ao velho e bom “pulo do gato”.

Pode-se compreender essa postura da Geração Y, diante da evidente superioridade dos jovens no ritmo frenético das mudanças, principalmente as tecnológicas. Mas já está claro também que falta algo para alcançarem seus sonhos, principalmente os de novos desafios. Os desafios estão com os veteranos, que ainda se esforçam para manter o ritmo das coisas, para “não deixar a peteca cair”.

Entretanto, nos dias atuais, quando os jovens querem ser vistos e reconhecidos como vencedores, não é muito comum identificar a postura de aprendiz, isto é, aberto para o aprendizado. E, nesse caso, não me refiro ao conhecimento acadêmico, mas ao velho e bom “pulo do gato”.

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser Potencial ou Ser Talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira

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