Cuidado: qual foi a última vez que você sentiu raiva? 1 dia? 5 minutos? (por Mike George)

abril 29, 2016

Inúmeros estudos revelam que a raiva produz um efeito totalmente prejudicial ao bem-estar físico.

Aparentemente, temos sido condicionados a enxergar qualquer evento desencadeador de tensão, seja a sirene de um carro de polícia, seja um conflito com um parceiro ou colega, como uma crise. Nesses momentos, o corpo produz e libera os hormônios do estresse, a adrenalina e o cortisol.

Tudo isso é inofensivo se a tensão ou o medo forem breves e infrequentes, como no caso de um quase acidente ao volante, mas os distúrbios emocionais causados pela raiva e pelo ressentimento são como acidentes que não terminam, e os hormônios transformam-se em toxinas. O efeito depressivo do cortisol sobre o sistema imunológico tem sido associado a sérias doenças e distúrbios.

Segundo o professor Stafford Lightman, da Universidade de Bristol, “o cortisol enfraquece o cérebro, levando à atrofia das células e à perda de memória. Também eleva a pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias e causando doenças cardíacas”. A raiva não tem uma publicidade favorável no ambiente médico.

 

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria”, de Mike George – Integrare Editora

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Não basta ter consciência dos possíveis caminhos para uma vida mais satisfatória. É preciso agir! (por Gabriel Carneiro Costa)

abril 28, 2016

Assim como a maioria dos executivos brasileiros, eu nutria uma permanente “guerra” entre as chamadas vida profissional e pessoal. Surge aí o primeiro grande ensinamento… Nunca esquecer que a Vida é uma só! O pessoal e o profissional estão totalmente encadeados, havendo a necessidade de uma gestão permanente dessas conexões garantindo o equilíbrio desejado.

Partindo do pressuposto de que a simplicidade é a complexidade resolvida, mais um ensinamento foi fundamental para uma caminhada de transformações. Antes de saber o que eu gostaria de ter, deveria definir o que eu gostaria de ser. Achei um propósito claro. Isso sim faz sentido! Parar com a permanente e eterna corrida dos ratos, jogando um jogo não sob a minha lente, mas sim sob a lente dos outros.

Parece simples e banal, mas encontrar a verdadeira felicidade dá trabalho!

Não bastava tomar consciência dos possíveis caminhos para uma vida mais satisfatória! Era preciso agir! Quem encanta, além de ressignificar teorias complexas, transforma a informação em insumos simples para que as pessoas se movimentem em direção às suas metas e objetivos. Além disso, quem enfeitiça pessoas dá exemplo e ajuda na caminhada! Ora se comporta como adulto, fazendo contratos e planos para acalmar a pessoa amada, ora, como uma criança, questiona cada passo, tentando ajudar a desvendar o caminho. O não julgamento é palavra de ordem! É comum estarmos permanentemente julgando nossos semelhantes. É fácil falar dos outros. Difícil é se conhecer de forma verdadeira e genuína, identificar a zona de incompetência para, depois do plano, caminhar para uma zona de vitória.

Bem, um encantador de pessoas ajuda a desvendar o segredo da vida, que na minha humilde opinião é a busca pela felicidade.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessopal” de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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O mundo virtual e os bebês (por Içami Tiba)

abril 25, 2016

Atualmente um bebê com menos de um ano de idade já pede iPad dos pais para ficar sozinho e muito atento às imagens, movimentos, cores e sons da telinha que surgem ao seu toque, manifestando sorrisos, demonstrando prazer. Não gosta, se irrita, reclama, quando lhe tiram o iPad. Cada vez ele quer ficar mais tempo. O que fica cansado é o corpo dele que precisa ser movimentado, reposicionado onde e como estiver, mas ele não larga o iPad.

Quando o brinquedo virtual prejudica outros afazeres, como mamar, dormir, e surgem irritações, impaciências, agressividades à flor da pele, o bebê pode estar funcionando como viciado.

Os três maiores problemas do vício são:

1 Atrapalhar o seu desenvolvimento mental.

O cérebro está sendo ocupado por um único tipo de estímulo‑atividade em detrimento de outros aprendizados necessários, no período em que os humanos mais aprendem na sua vida.

2 Deixar de desenvolver sua capacidade de se relacionar com outros humanos e isola-se num mundo virtual, onde não há calor humano, sentimentos e ações relacionais presenciais.

3 O que e quanto deixa de aprender no tempo gasto com o vício.

 

O virtual é apenas um recurso a mais para viver bem e não para substituir a vida nas suas áreas afetivas, no calor humano, nas emoções básicas e nos afetos mais elevados.

 

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro” de Içami Tiba – Integrare Editora

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A paixão como dínamo do ambiente empresarial (por Arthur Bender)

abril 20, 2016

Com base nas minhas experiências, que já somam bem mais de duas décadas de trabalho, passei a acreditar cada vez mais que SERES HUMANOS APAIXONADOS PELO QUE FAZEM CONTINUAM SENDO IMBATÍVEIS COMO FATOR DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. Tenho comprovado isso praticamente todos os dias.

Você não acredita? Eu acredito muito, e tenho várias razões para isso.

Acredito que um grupo apaixonado é capaz de levar “no braço” organizações inteiras, mesmo que desprovidas de métodos ou ferramentas de gestão. Porque gente apaixonada pelo que faz é capaz de encontrar o rumo certo mesmo onde aparentemente ninguém sabe ao certo se as coisas terão um rumo. Pode constatar: gente apaixonada pelo que faz mais cedo ou mais tarde encontra o norte e ajuda todo o grupo a corrigir a rota, se for o caso. Porque os apaixonados são naturalmente intuitivos quando se trata de encontrar caminhos. Parece que a paixão ilumina e fornece clareza quando os outros não enxergam mais nada. Então, mes- mo sem apoio ou método, os apaixonados vão lá, procuram, instigam, questionam e acabam iluminando o caminho.

Também acho que os apaixonados são imbatíveis porque constato que gente que ama o que faz produz muito mais que a média. E produz não só acima da média quantitativamente, mas também produz muito mais em termos de qualidade. Ou seja, os apaixonados pelo que fazem desequilibram organizações porque entregam mais em todos os sentidos. Assim, eles conseguem não só gerar mais valor para a organização onde atuam, mas também para as pessoas à sua volta e, com isso, favorecem a transformação do ambiente. Só isso já seria maravilhoso.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações” de Arthur Bender – Integrare Editora

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O problema da relação folgado x sufocado (por Içami Tiba)

abril 18, 2016

Uma vez estabelecido o diagnóstico do relacionamento de folgados e sufocados, é preciso uma reformulação com base nos sufocados para que o folgado seja menos delinquente.

Como a sociedade tem regras mais fortes, rígidas e claras que a família, o grande temor dos pais é que o filho faça fora de casa o que já está fazendo dentro. E com certeza a sociedade não será condescendente como a família.

A relação custo-benefício precisa ser restabelecida para alterar esse esquema. Do contrário, se os pais não arcarem com esse custo, o filho pode jogá-lo aos irmãos, tios, avós ou mesmo aos empregados da casa. 2016-04-18_Disciplina_sem promo

Enquanto houver quem se sufoque pelo folgado, seu inadequado comportamento será mantido.

 

Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa” de Içami Tiba – Integrare Editora

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CUIDADO: o tipo de amor que você procura é o mesmo que você precisa? (por Alfredo Simonetti)

abril 15, 2016

No sentido da busca de um nó amoroso ideal vamos considerar a existência de dois tipos de amor: o amor de deficiência e o novo amor. O primeiro é o amor romântico, o amor que todos conhecemos e buscamos para nos salvar daquela sensação angustiante na qual somos lançados, desde o instante em que nascemos. Essa sensação está na pergunta: somos amados? O segundo é o novo amor, um tipo raro e desconhecido de relacionamento amoroso que, algumas vezes, alguns de nós conseguem alcançar quando nos livramos das garras do amor de deficiência.

O amor de deficiência é o mais comum, é quase universal, acontece com todo mundo, é o amor que todos conhecemos, que estamos acostumados a viver e a sofrer, é o amor idealizado, no qual supomos encontrar uma pessoa maravilhosa que nos ama, que nos deseja, e somente a nós – ou seja, é o amor da criatura encontrada. Este é o amor onde o outro surge como obturador do vazio existencial, como apagador da angústia que nos devora a partir de dentro. É um amor de salvação, que nos dá uma sensação de completude e de segurança maravilhosa, é a tal felicidade.

Paradoxalmente, porém, ele também é angustiante porque se perdemos essa criatura encontrada, ou se descobrimos que ela não nos ama como imaginamos – ou que mesmo nos amando, pode ainda assim desejar outras pessoas, mesmo que imaginariamente – acabamos por cair de volta naquela sensação de desimportância, de desamor, de frustração e de incompletude que a maioria de nós carrega escondida dentro do peito.

É claro que se dependemos tanto assim de alguém para nos sentir bem na vida, vamos querer possuir e guardar esta pessoa para nós; ao mesmo tempo, vamos viver num inferno de ansiedade temendo o dia em que possamos perdê-la. Mesmo que efetivamente nunca venhamos a perdê-la, mesmo assim, sofremos só de imaginar tal possibilidade. É que se o outro é o ar que “eu” respiro, sem ele não respiro, morro – então, o melhor que tenho a fazer é tratar de mantê-lo bem próximo, bem vigiado. Esta história de que o outro é que nos faz felizes é bonita e romântica, mas, na prática, é uma das fontes de tensão no relacionamento amoroso. Neste sentido, dizer para alguém “Você é o ar que eu respiro” não é uma declaração de amor, é uma ameaça! O amor de deficiência é também um amor de ambivalência: ao mesmo tempo em que nos completa, também nos deixa famintos.

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Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso” de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Se a vida não estiver divertida, que valor terá? (por Dulce Magalhães)

abril 13, 2016

Se você não está preocupado é porque está mal-informado, nos lembra o adágio. Realmente, vivemos em um estado de estresse inédito na história humana. Parece que estamos à caça da oportunidade e tentando fugir dos problemas o tempo todo. Problemas cardíacos já são endêmicos, e todo mundo conhece alguém que tem ou teve síndrome do pânico, a depressão já é a maior epidemia do século XXI e enxaquecas estão em primeiro lugar na lista de reclamações de saúde das populações das grandes cidades.

Como fluir? Como ganhar equilíbrio para se manter em pé no meio do terremoto?

Ao longo do dia esquecemos o motivo pelo qual estamos fazendo o que fazemos, se é que tínhamos clareza de propósitos. A correria diária nos tira, por vezes, o discernimento. Mas perdemos algo ainda mais essencial: a gentileza. E o tempo que dispensamos ao outro é a maior gentileza que podemos oferecer ao mundo. Não temos tempo a perder, não podemos “ficar de papo”, não temos tempo para ouvir, nem brincar, nem relaxar… Então, para que usamos o tempo?

Tem gente que faz de qualquer marola um maremoto e tem gente que atravessa o mundo atrás das grandes ondas. Quem vê problema em tudo foge deles e sofre com o processo. Quem experimenta a vida como um divertido desafio viaja para seguir seus sonhos, flui na existência, surfa a onda do momento.

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Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã” de Carlos Alberto Julio, Cesar Romão, César Souza, Clóvis Tavares, Eugenio Mussak, Içami Tiba, João Roberto Gretz, Leila Navarro, Luiz Almeida Marins Filho, Marco Aurélio Ferreira Vianna, Reinaldo Polito, Waldez Luiz Ludwig. Organização de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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